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Séries pra ver nas férias

19 de junho de 2013 às 17:44, por

Sabe aquelas séries que você fica: “quero ver, quero ver, quero ver” até que a temporada acaba e você acaba não vendo nada? Pois é. Uma boa época pra colocar elas em dia é no período de férias. A quantidade de séries exibidas diminui e você encontra um tempinho pra respirar, sabe como é. Então eu fiz uma lista de séries que você pode assistir nesse meio tempo, se você estiver na vida mansa. Todas elas já tem uma próxima temporada garantida, é bom lembrar.

Dramas

Orphan Black

Orphan Black é a nova queridinha da crítica americana. De verdade. A atriz Tatiana Maslany, protagonista absoluta da série já ganhou um Critics’ Choice (observe como Tatiana é ADORÁVEL) e desponta como “zebra” na competição para o Emmy. Na minha opinião, ela devia despontar como principal competidora. Isso porque Tatiana não interpreta apenas uma personagem. Até agora, são sete. Isso mesmo. Orphan Black fala sobre: CLONES HUMANOS. Mas não tem nada a ver com a novela de Glória Perez. A gente conhece primeiro Sarah Manning, que saindo do trem, numa estação de metrô qualquer dá de cara com uma moça que é idêntica a ela.

E o que a moça faz? Deixa a bolsa e os sapatos num cantinho E PULA NA FRENTE DO TREM. Sarah, que tem uma dívida exorbitante pra pagar, decide assumir a identidade da doppelganger, que aparenta ser alguém rico. Calma, não precisa parar de ler. Isso são apenas os cinco primeiros minutos da série! Como ela se encontra com os clones e mais sobre o Clone Club, você só vai saber se assistir. E é bem rapidinho: a série, exibida pela BBC America, só tem 10 episódios. E só volta ano que vem :(

 The Americans

The Americans é uma série sobre espionagem. Russa. Nos Estados Unidos. Durante a Guerra Fria. Mas não é aquela coisa “normal” não. Eles estão disfarçados, de americanos. E fingem que são um casal. E eles tem filhos! Os Jennings, Phillip e Elizabeth, são parte de um programa da Federação Russa para conseguir informações do governo americano, mas eles tem um trabalho comum numa agência de viagens, participam de jantares com os vizinhos (um deles é agente do FBI!!!!!!), levam os filhos pra escola e todas aquelas coisas normais da vida de uma família. Mas de noite eles arrumam novos disfarces e tentam fazer de tudo pela pátria mãe. É claro que apesar do casamento de mentirinha, depois de tantos anos, os dois se importam muito um com o outro e é muito legal assistir o desenvolvimento, que são os dois se apaixonando sabe? (Bom, não sabe, porque ainda não viu, mas é uma boa dica!!)

Os atores também já são conhecidos do público: Elizabeth é interpretada por Keri Russell (a Felicity, da série de mesmo nome) e o Phillip é o Matthew Rhys, que fazia Brothers & Sisters.

The Newsroom

Uma outra série muito legal é The Newsroom, mas essa volta loguinho, já em julho (a última temporada foi nas férias do ano passado). A série mistura ficção com realidade ao mostrar a cobertura de fatos reais pela Atlantis Cable News (ACN), emissora responsável por exibir o News Night, que tem Will McAvoy no comando. As notícias exibidas no jornal, começam lá em 2009 e todas são fatos verdadeiros, como por exemplo, quando o governo americano capturou Osama Bin Laden. Will, âncora do telejornal, é obrigado a testar mudanças no seu programa com a chegada de Mackenzie, a nova produtora executiva do programa e velha conhecida do apresentador, porque os dois tiveram um caso no passado. Além dos dois, outras personagens muito legais são Charlie, Maggie, Jim, Sloan, Neal e até Don.

Eu sou estudante de jornalismo e é muito legal assistir uma série que mostra os bastidores, mas acima de tudo, que mostra o tanto que o jornalismo tem que melhorar (lá nos EUA e aqui no Brasil, principalmente) para passar qualidade para as pessoas que assistem ou leem as notícias.

Comédias

My mad fat diary

MMFD é uma comédia, mas o tanto que eu chorei assistindo não tá nem no gibi (acho que é mal de série britânica?) É porque a história de Rae, ainda que diferente da minha, é bastante semelhante em alguns pontos. Rae (ou Rachel, como você preferir) não é bonita, nem tem um corpo esbelto e legal e ela não se gosta nenhum pouquinho. Identificou? Pois é. Ai a Rae tenta se matar e a gente pega a história quando ela está saindo da reabilitação. O mais legal da série, pra mim, é a leveza com que trata problemas séries, como auto flagelação e baixa auto estima e também o jeito importante de mostrar que as pessoas gordinhas também são normais sabe(não vamos começar a falar sobre o tanto que a mídia – principalmente! – prega o gordo como anormal ou aberração)? Ou seja, elas também desejam um namorado, pensam bastante em sexo e vivem problemas com os pais. E é claro, as personagens de apoio, os amigos de Rae, que são demais.

Fanart e um quote: “Você pode não pode passar o resto da sua vida com medo das pessoas rejeitando você e você tem que começar não rejeitando você mesma. Você não merece isso. De agora em diante, as pessoas podem aceitar você por ser quem é ou elas podem ir pra merda.”

A realidade da série vem da vida real mesmo: a produção é baseada num livro, baseado em fatos reais e escrito por Rae Earl (My Fat, Mad Teenage Diary) e olha… vale muito a pena.

The Mindy Project

The Mindy Project foi a minha nova comédia favorita da temporada passada, simples assim. Ok, talvez amar muito Mindy Kaling seja o motivo, mas ainda assim. Pra quem não sabe, ela fez The Office (que é a minha comédia favorita de todos os tempos): não só apareceu na telinha como Kelly Kapoor, como escreveu excelentes episódios para a série (sério, um dos meus favoritos). A Mindy também escreveu um livro que eu adoro e ela tem um twitter muito legal. Então quando anunciaram uma série só dela, eu fiquei triste porque ela estava saindo de The Office E MUITO ABSURDAMENTE FELIZ, porque Mindy, numa série só dela, onde ela também chama Mindy.

Em TMP ela é Mindy Lahiri uma obstetra/ginecologista, sócia de uma clínica, viciada em comédias românticas e finais felizes mesmo tendo passado por desilusões românticas. Mindy divide a clínica (e os pacientes) com Danny Castellano (Chris Messina), um recém-divorciado (e também é quem eu shippo com a Mindy!!) médico meio rabugento e com Jeremy Reeds (Ed Weeks), um solteirão convicto e convencido. Hm, basicamente: assista!

Baby Daddy

Baby Daddy é uma sitcom com público, o que significa que tem risadinhas. Nem todo mundo gosta de risadinhas, mas se a história for legal, isso nem me incomoda. Baby Daddy conta a história de Ben, que “ganhou” uma filha do nada: Emma. Ben não sabe o que fazer a princípio, mas com a ajuda de Tucker e Danny, com quem ele divide a casa – melhor amigo e irmão, respectivamente – ele percebe que talvez ele dê conta da tarefa de ser pai. É claro que Bonnie, sua mãe, aparece pra ajudar e é dela que saem as melhores frases da série (tipo quando ela revela pro filho que ele só está ali porque um gato comeu as pílulas anti concepcionais).

Quem também está ali é Riley, que conhece a família Wheeler desde que era pequena e nem sabe que é a crush de Danny, porque ela está apaixonada pelo irmão mais novo dele, o protagonista. Baby Daddy é muito fofinha e é uma ótima série pra passar o tempo.

Tem outras séries excelentes pra recomendar, tipo Hannibal e Teen Wolf (assistam as duas mesmo assim), mas deixa pra outro post né? E ai, o que você vai assistir nessas férias? Outra pergunta importante: alguma recomendação?

Passa esse jogo pra cá senão o bicho pega! (ou O Melhor da E3)

15 de junho de 2013 às 18:22, por

Oi pessoal, tudo bem?

Oi, eu sou a Tassi =)

Eu sei que o NUPE não fala tanto de videogames, mas eu não podia deixar a E3 passar batida, né?

A E3 (Eletronic Entertainment Expo) é uma feira internacional de jogos que reúne os principais lançamentos de jogos das grandes empresas (e também das independentes) que acontece todo ano, e que normalmente é onde as novas gerações de consoles são anunciadas.

Esse ano a gente teve a apresentação dos novos consoles da Sony e da Microsoft, o PlayStation 4 e o Xbox One, além de trailers e gameplays de vários jogos EMPOLGANTES que estão por vir.

Deixando de lado a guerra entre Sony e Microsoft (meu vídeo favorito sobre o assunto é esse aqui), vamos falar sobre os jogos lindos e maravilhosos que foram anunciados ou melhor explorados na convenção e que eu quero muito, muito jogar assim que possível (de preferência agora).

 

Ryse: Son of Rome (Xbox One)

Esse jogo LINDO de estratégia tem temática romana e o protagonista é Marius Titus, que quer vingar a sua família e ajuda na expansão do Império Romano. Aqui embaixo tem o trailer e o gameplay do jogo, e eu só tenho uma coisa a dizer: FORMAÇÃO TARTARUGA!

 

Watch Dogs (Todos os consoles)

Em um mundo altamente conectado, o que aconteceria se alguém tivesse como acessar e controlar qualquer tipo de máquina apenas de seu celular. O que você faria com essa quantidade de poder? Essa é a premissa de Watch Dogs, no qual Aiden Pierce escolhe usar essas habilidades para fazer do mundo um lugar melhor.

 

Just Dance 2014 (Todos os consoles)

Se você já jogou Just Dance, eu não preciso dizer muita coisa além de que vai ter mais jogadores e modos de jogo diferentes. Se você ainda não jogou Just Dance, VÁ JOGAR!

 

The Order: 1886 (PS4)

Só assiste a esse trailer. Só isso.

 

Aquele que deveria ter sido anunciado, mas não foi: Professor Layton VS Ace Attorney (3DS)

Esse jogo une as duas melhores séries de DS que existem e foi lançado no Japão em NOVEMBRO DE 2012! Até hoje a Nintendo nem sequer se pronunciou para dar uma previsão de quando o jogo será lançado em inglês. Triste, Nintendo, perdeu a oportunidade perfeita..

 

Menções honrosas:

- Star Wars – Battlefront teve um teaser curtinho.

- O novo Mirror’s Edge foi anunciado com data de lançamento para “quando estiver pronto”.

- Super Smash Bros. 4 FINALMENTE foi anunciado e um dos novos personagens é o: Megaman!

 

Pra terminar, fiquem com o NAVIO DELÍCIA de Assassin’s Creed 4: Black Flag.

♪ Delícia, delícia, assim você me mata ♪

 

É isso, gente! E vocês, quais jogos estão DESESPERADOS pra jogar?

Dicionário básico para entender fandoms

13 de junho de 2013 às 19:14, por

Minha amiga tem um namorado muito legal e eles fazem um casal fofo e outro dia eu falei pra ela: “Eu super shippo vocês, super OTP” e ela me olhou estranho. Também já aconteceu de assistir a novela com a minha mãe e soltar um “você shippa eles mamãe?” e ela ficou O QUE É SHIPPAR?

E bom, é importante que a minha mãe e a minha amiga saibam sobre ships, porque eles são responsáveis por noites mal dormidas e crises de sofrimento (sim, com personagens e suas relações!!!), ou seja, um grande pedaço da minha vida.

Ai eu falei pra minha amiga que ia organizar pra ela um dicionário fandom, pra ela entender tudo que eu falo sem ficar perdida e bom, por quê não? Tenho certeza que tem gente que convive com você não entende tudo que você tá falando (é normal soltar expressões da internet em conversas da “vida real”, ok?)

Tem gente também que faz essas coisas e nem sabe o nome “correto”! Sabe quando a gente fala: eu shippava antes de saber o que era isso? Pois é, pode acontecer.

Então esse é um dicionário sobre fandom num geral, de fangirl para fangirl (ou fanboy), com alguns termos importantes para que você navegue no tumblr, por exemplo, entendendo bastante coisa :)

(é um dicionário, mas não está em ordem alfabética!)

Fandom

fandoms são como drogas. você só precisa de um pouquinho pra te viciar aqui e mais um pouquinho ali e ai BAM, sua vida é um trem desgovernado.

Fandom é o diminutivo de Fan Kingdom, que traduzindo livremente vira Reino dos Fãs. O fandom é um grupo de pessoas unidas por um interesse em comum. Henry Jenkins, que é um grande estudioso da área de web disse que “fandom se refere às estruturas sociais e culturais praticadas pelos mais apaixonados consumidores de mídia de massa”, o que quer dizer que o fandom é provavelmente a parte que mais consome o produto (série/livro/filme/banda/etc) e portanto quem vai fazer mais críticas, vai consumir mais, vai gastar mais dinheiro, vai passar mais tempo discutindo e rediscutindo o conteúdo na internet e em outros meios.

Como isso não é meu TCC, eu vou falar mais claramente: fã é quem dá lucro. É claro que o fã vai discutir na internet o conteúdo, vai surtar, vai fazer críticas (mas funciona que nem a sua família: você pode falar mal, se outras pessoas reclamarem exatamente da mesma coisa que você é ofensivo), mas no fim das contas o que importa, é o tamanho da paixão e a quantidade de dinheiro que eles estão dispostos a gastar com determinadas coisas. E é claro, sempre vai ter alguém que não vai entender (mães e pais geralmente) porque você precisa comprar o CD se já baixou todas as músicas ou porque você precisa do DVD se já viu todos os episódios, mas quando algo causa um impacto muito profundo na sua vida, você quer mais é possuir aquilo (pra emprestar, pra ter ciúmes, pra se exibir, pra guardar pros filhos, pra se lembrar, pra ter acesso quando der vontade… você escolhe) e ai é a vida de juntar dinheiro e fazer planos com a mesada/salário dos próximos 5 anos porque dá vontade de comprar tudo, ir em todos os shows, sempre ir ao cinema, ler todos os livros e sofrer bastante.

É claro que você não deixa de ser fã de alguma coisa porque não gastou dinheiro com ela, mas nas minhas observações, quanto mais apaixonado você é por algo, mais você quer possuir coisas relacionadas ao seu objeto de paixão. Quanto mais, melhor.

É muito legal se a gente parar pra pensar que basicamente TUDO na nossa vida é um fandom. Fã é alguém que gosta de alguma coisa, certo? Como eu acho que todo mundo no mundo gosta de pelo menos uma coisa, acho que todo mundo faz parte de um fandom. Se a gente acompanha esse pensamento, as torcidas de futebol são grandes fandoms, assim como as religiões, os simpatizantes de partidos políticos… quase tudo MESMO. E sabe quando eles falam que religião, política e futebol são assuntos que não se discutem? O gosto e a opinião da pessoa dentro de determinado fandom também não. Mas nós vamos falar sobre isso lá na frente.

Outra coisa legal sobre fandoms (eu acho pelo menos): eles têm nomes! Por exemplo, se você é fã de Glee, você é um Gleek. Já se você é fã de Jogos Vorazes, você é um tributo. Para One Direction, existem os directioners. Se você é fã de Fifth Harmony, você é um harmonizer (Oi Olivia!)! A grande maioria das séries/bandas/livros/filmes que fazem MUITO sucesso tem nome para os fãs. Se você é MUITO fã de alguma coisa e não sabe o nome, você pode se chamar apenas de FANGIRL/FANBOY.

Bons vídeos que falam sobre fandoms (e feelings num geral e como você entra no meio dessas coisas e o que você faz pra sobreviver, etc etc etc): aqui, aqui e aqui. São realmente vídeos legais, que basicamente explicam a vida de muitas pessoas.

Fangirl/Fanboy

Mas o que é uma fangirl (vou usar esse termo porque sou mulher, se você for homem troque para fanboy)? É bem simples. Se você ler o termo acima e ficou: “Meu Deus, é mesmo!! Odeio quando falam mal do que eu gosto! AAAAAAAAAAH EU TAMBÉM FICO POBRE POR CAUSA DAS COISAS! Então quer dizer que eu sou um tributo???”, parabéns você é uma fangirl. Fangirls são, basicamente falando, os membros do fandom, que também podem ser chamados de fãs, claro. Um conjunto de fangirls é um fandom (do mesmo jeito que o coletivo de peixes = cardume, o coletivo de fangirl é fandom). Como eu disse, o termo fãs é super aceitável para definir quem está dentro de um fandom, mas é que fangirl é meio que um estado de espírito É difícil de explicar porque é como se fosse uma personalidade que a gente assume, principalmente na internet. Sabe quando você não consegue expressar o que está sentindo direito e só bater a cabeça no teclado parece ajudar? UIDSNALKFSKDFNKSDNFD pois é.

É claro que ataques podem ocorrer em qualquer lugar e geralmente ocorrem, mas na internet é possível achar mais semelhantes que pirem pelos mesmos tópicos que você… (porque se a gente continuar com aquela teoria, toda vez que o meu pai grita para a TV enquanto o time dele está em campo é uma forma dele ser fanboy e ele não vai achar estranho, mas se eu gritar pra TV mandando dois personagens se beijarem, ele provavelmente vai me mandar calar a boca, então assim, é mais uma questão de saber onde se expressar e na internet é mais legal, exatamente porque é possível que além de entenderem mesmo que não façam parte de determinado fandom, você vai arrumar novas pessoas para se expressarem com você)(grande pausa)

6 ESTAGIOS

É importante lembrar aqui também que você pode ser fangirl de uma pessoa só (tipo, não precisa amar o elenco inteiro da série), de uma personagem só ou mesmo de um casal. Quando você é fã de um casal, eles são seu SHIP.

Ship

Ship (que também significa navio, em inglês) é uma abreviação de relationSHIP (que significa relacionamento) e quando você tem um ship significa que você apoia a relação entre duas pessoas (sejam personagens ou pessoas da vida real) e acha que a) eles formam um belo casal ou b) podem vir a formar um belo casal e ainda não se deram conta da beleza do amor que pode existir entre eles. O segundo caso costuma ser mais comum (e o que faz a gente sofrer mais), já que a grande maioria das histórias narra como tudo começou/desenvolveu ou qual foi o grande ponto de virada em determinada história.

Dizem que o termo surgiu dentre os fãs de X Files que torciam muito para Mulder e Scully ficarem juntos. Shippar é uma das coisas mais normais do mundo: minha mãe shippa pessoas na novela, ela só não sabe que se chama assim. Quando eu era pequena eu shippava Mônica e Cebolinha e nem fazia ideia que um dia essa coisa de torcer por personagens terem relações românticas iria consumir minha existência!!!

Quanto mais amplo o fandom, maior a chance de… pois é, brigas. Às vezes as pessoas esperam que todo mundo tenha opiniões iguais e não é assim que acontece. Como existem muitas opiniões diferentes, podemos dividir os ships, para ficar mais fácil de entender.

CANON: o ship canon é a) aquele que está predestinado a se tornar endgame (consultar verbete adiante) ou b) aquele casal que aparece na série e tem uma relação e deixa muitas pessoas tristes quando a relação termina. O termo canon não funciona apenas para ships… Basicamente é qualquer coisa que aconteceu na série/ livro/ filme.

FANON: é um ship que os fãs criaram. Tem gente que faz parte de ship fanon que nunca se olhou e mesmo assim tem gente que jura que existe uma tensão sexual entre ambas personagens. Algumas vezes é verdade e eles acabam se tornando canon.

OTP: Significa One True Pairing, o que numa tradução livre é o mesmo que “um par verdadeiro”. Seu OTP pode ser canon ou fanon. Em quase todos os fandoms é possível encontrar pelo menos mais de um casal. Mas sempre (se eles estiverem fazendo o serviço direito) você vai encontrar um casal que balança suas estruturas e você fica o dia inteiro pensando neles e na relação que eles tem e em como eles destroem seus sentimentos e tal. É possível ter vários OTP’s em variados fandoms, mas geralmente um só em cada um. Glee é um bom exemplo nesse caso. É uma série cheia de casais canon e cheia de casais fanon. E com MUITOS OTPs. Você pode shippar um monte de casais, mas geralmente existe um que você vai torcer mais que os outros para que eles se resolvam e tal. Em Glee, por exemplo, eu sou Team Finchel! OTPs deixam a sua vida mais bonita quando eles são canon e endgame.

bom endgame

Endgame significa fim de jogo.  O que significa que é o casal que fica junto no fim… Esse é um tópico de problema em alguns fandoms porque como vocês bem sabem, opiniões são SUPER ULTRA DUPER diferentes.

BROTP/SISTP: Sabe aquela amizade maravilhosa em uma série ou livro? E tudo que você deseja é uma amizade parecida e essas coisas? Pois é. São chamados de brotp (eu já vi as pessoas usando sistp para amizade entre duas mulheres, mas eu uso brotp pra tudo). Os brotps vivem um bromance. Infelizmente a maioria das pessoas não entende que bromance não passa de amizade. É SÓ ISSO E PRONTO. As pessoas se acostumaram a sexualizar as coisas e isso é meio triste, porque ai significa que elas não acreditam que pode existir uma amizade saudável entre dois homens, duas mulheres ou entre um homem e uma mulher sem intenção de atividades sexuais. Paciência.

Shipper Wars: Lembra o que eu falei sobre briguinhas? A maioria delas começa por causa de ships. Na verdade, é uma babaquice sem tamanho brigar com a pessoa por causa do que ela shippa, já que a opinião dela é diferente da sua e você tem mais é que respeitar todas as opiniões (que não te ofendem). Na maioria das vezes, são realmente brigas de opinião e o que você acha a melhor coisa do mundo, pode ser a pior coisa do mundo pra outra pessoa. Lógico que é legal discutir opiniões diferentes, mas meu conselho: se não for com alguém que você conhece pelo menos um pouquinho, não se envolva. Defender suas personagens favoritas é muito bom, mas sempre sai coisa ruim. Vou falar um pouco disso lá embaixo.

Crackship: já que estamos falando sobre as variáveis dos shippers, existem pessoas que também shippam casais de duas histórias diferentes. O que nos leva ao crossover.

Mas antes: um bom vídeo sobre ships :)

CROSSOVER: quando duas histórias (de universos diferentes) se cruzam. É muito legal pensar em possíveis crossovers, mas eles quase nunca terão chances de acontecer. Um exemplo: vamos supor que os médicos de Grey’s Anatomy vão ter um caso hoje e na verdade é uma personagem de Once Upon a Time que está doente e viajou pra Seattle por alguma razão. Eu sempre quis um crossover de Bones e Fringe e serei sempre frustrada porque não aconteceu.

FANFIC

Se o seu crossover dos sonhos não aconteceu na realidade, ele pode acontecer em uma fanfic. O que é uma fanfic EXATAMENTE? Fanfic é uma história que usa os personagens de uma história para novas histórias. Se você for EXTREMAMENTE apegado aos personagens e ao que acontece na série e é canon, fanfics não são exatamente pra você. Tem que tomar cuidado também com fanfics que não estão completas, porque ai é sofrimento em vão. Geralmente é divertido ler, porque você pode passar mais tempo com suas personagens favoritas (algumas fanfics já me fizeram ter ótimos insights sobre coisas que eu realmente amo). Um dos sites mais famosos para fanfics é o FF.NET, mas meu conselho: só leia fanfics que outros amigos já leram e gostaram, porque existe a chance de mais amor e pouca raiva (existem autores muito ruins que vão estragar um bom plot e autores muito bons que vão melhorar um plot, deixe que seus amigos procurem pra você porque é mais garantido). Existem vários tipos de fanfic, dentre elas:

Headcanon: uma coisa headcanon é algo que provavelmente aconteceu mas não foi narrado no livro ou na série, ficou sem cenas, etc. Por exemplo: sua personagem favorita aparece grávida, logo você vai assumir que ela fez sexo, mas a cena de sexo não foi mostrada. Os fãs costumam criar headcanons para essas partes que a gente não conseguiu ver (e é geralmente muito frustrante quando a gente não consegue ver). Geralmente essas fanfics são curtinhas, feitas somente pra preencher o que aconteceu entre uma cena e outra (ou o que os fãs acham que aconteceu). Citando o exemplo acima, se a pessoa aparecer grávida, uma fanfic headcanon nesse caso pode ser a cena de sexo narrada em detalhes, do jeito que a pessoa que está escrevendo achar que aconteceu. Filmes adaptados de livros narrados em primeira pessoa são uma boa maneira de explicar headcanons, porque o autor não escreveu aquilo ali, mas ele pode imaginar o que estava acontecendo com as outras personagens.

AU: a fanfic AU (alternative universe = universo alternativo) é exatamente isso: o que aconteceria com essas personagens em um universo diferente do delas? Na maioria das fanfics as personagens “alternativas” mantém a mesma essência e algumas usam inclusive alguns quotes da história original…O pensamento fundamental de uma fanfic assim é: se essas personagem estivesse nessa e nessa situação, como ela reagiria? Uma das minhas fanfics favoritas é uma de One Tree Hill em que Nathan e Haley são parceiros que se odeiam e trabalham no FBI. É muito bem escrita e você pensa: uow, isso daria um livro. Acontece às vezes. Sabe Cinquenta Tons de Cinza? Era uma fanfic de Twilight. Se você ler os dois livros você percebe as semelhanças bem rapidinho.

Future Fic: não sei exatamente se é assim que se nomeia esse tipo de fanfic, mas eu li algumas no fandom de TLBD com esse nome, então assim vai ser. Esse é provavelmente o meu tipo favorito. Sabe quando a série/o livro/o filme termina e você fica “MEU DEUS E AGORA COMO EU DEVO CONTINUAR COM MINHA VIDA O QUE EU FAÇO E AS PERSONAGENS O QUE ELAS ESTÃO FAZENDO MEU DEUS EU PRECISO DE MAIS SOCORRO” e tudo que você quer é um capítulo extra falando mais sobre a história porque você virou amigo das personagens e não quer viver sem elas? Pois é, você não precisa viver sem e você pode saber o que aconteceu com eles depois, se você estiver disposto a embarcar nas ideias de outros fãs. Algumas são realmente boas, mas eu não gosto de ler nenhuma fanfic sem indicação, porque eu sofro por pouca coisa. As future fics vão geralmente falar sobre o que aconteceu depois do fim, mas se ele tiver sido MUITO BOM, com um bom final é bom parar por ai e ficar só revendo/relendo, porque você pode se decepcionar.

Acredito que isso também funciona para modernizações, como é o caso de TLBD, que é uma série, mas segue o mesmo padrão. Se Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito fosse uma estudante de comunicação que mora com os pais, como seria o comportamento dela?

Existem muitos outros tipos como fanfic fanon, que é algo que não aconteceu na história, mas um fã criou e ai vários passaram a usar como referência ou característica de uma personagem e fanfic one shot, que tudo acontece rapidamente num capítulo só (ideais para ler antes de dormir). Aqui dá pra ver todos esses tipos.

As fanfics também tem classificação, que nem os filmes! Linguagem adulta, cenas de sexo, violência, uso de drogas, etc. É bom observar esses tópicos porque pode ser que você não esteja querendo uma fanfic que mostra seu OTP fazendo sexo – tá, ok, a maioria das pessoas lê fanfic pra isso, mas pode ser meio chocante, principalmente porque você não faz ideia do que a pessoa vai escrever na cena de sexo (existem cenas MUITO detalhadas) e ai ela coloca sua personagem favorita sendo uma Anastasia Stelle da vida e ai é estranho pensar na personagem de novo e tal (pelo menos pra mim!). Para saber as classificações que são usadas por esses sites, clique aqui.

FANART: As fanarts são exatamente o que o nome sugere: arte dos fãs. E são as coisas que eu mais amo em fandoms, principalmente os muito populares: como é legal observar o tanto de gente talentosa que existe no mundo!

Entretanto, como é material de copyright, muita gente fica receosa de produzir conteúdo, porque afinal, eles podem não ter o direito sobre o que foi produzido, já que foi baseado no trabalho de outra pessoa. É um assunto delicado, que não vai ser discutido aqui, mas fanarts geralmente são inofensivas, já que as pessoas que produzem essas obras de arte, geralmente fazem com o intuito de dividir com os fãs e não de lucrar em cima da obra de outra pessoa.

Life Ruiner

02

my babies (dois deles, mas não todos)

Life ruiner é basicamente qualquer pessoa que de tão linda, legal, simpática e tudo mais, faz com que todas as outras pareçam MÉH demais. Ai eles arruínam as outras pessoas (got it?) e a sua vida com a beleza e perfeição (eu sei que ninguém é perfeito, mas digamos que a gente queira algo próximo da perfeição… então). Seu (s) ou sua (s) life ruiner (s) são aquelas pessoas que você não consegue parar de ficar obcecado sabe? Que você quer saber tudo da vida da pessoa, que tem um mini ataque de coração cada vez que ela surge na timeline do Twitter, em uma foto do Tumblr, em um vídeo no Youtube, NA SUA FRENTE (life ruiners não tem que ser famosos por definição, eles só tem que arruinar sua vida). É claro que é um termo hiperbólico, como quase tudo que acontece em um fandom e eles não arruinaram sua vida REALMENTE. Mas ai você fica comparando todo mundo com essa pessoa e tal, sabe? Eu acredito que isso acontece com qualquer pessoa ou artista que você admira muito.

essa também é uma ótima definição. oi bell, presentinho :)

Gpoy

#mimimi gpoy

GPOY é uma sigla e significa: Gratuitous Picture Of Yourself o que numa tradução livre quer dizer “foto aleatória de você mesmo” que é quando você encontra algum gif, vídeo, foto, meme, livro, personagem, filme, série, citação ou qualquer coisa que lembra tanto você ou alguma situação da sua vida que parece que estão fazendo imitação. Existem muitaaaaaaaaaaaas coisas gpoys na internet, o que é bem legal (eu acho).

Bom, o post deveria acabar ai e eu sei que ainda faltam muitas coisas, mas é um “dicionário básico para entender fandom”. Mas (e se você quiser, pode parar por aqui mesmo) eu acho importante fazer uma pequena reflexão, pessoal mesmo sobre observações que eu fiz observando fandoms que eu participo e pessoas no twitter e no facebook, num geral.

Fã é contraditório. Posta coisas no twitter tipo: “quem não viu tal série está perdendo”, “não gosto de pessoas que não leram tal livro”, “não consigo confiar em quem não gosta de tal filme”, “fã de tal banda >>>>>>>>>>>” e coisas assim. Depois começa a reclamar que a tal coisa que ele tanto espalhou virou modinha. Antes de mais nada, é importante lembrar que gostar de alguma coisa não te faz melhor que ninguém. Claro, pode te tornar uma pessoa melhor, mas não te dá o direito de “rebaixar” os outros. E depois, voltando ao que estávamos falando, ora bolas, se você fala muito sobre um assunto que eu não conheço, o mínimo que eu faço é olhar no Google sobre ele. Se o assunto me agrada, o que eu vou fazer? Ler mais sobre ele. A mesma coisa acontece quando você fala sobre algo que você é fã. Se é tal legal assim, eu também quero ser, por favor.

Um problema comum em um fandom é alguém achar que é “dono” dele, só porque descobriu a pessoa, série, filme, livro, banda, cantor ou qualquer coisa “antes da modinha”. E ai começa a chamar todo mundo de poser. Primeiro, é importante lembrar, que se você está num fandom desde o início, isso é excelente pra você, mas não faz diferença na vida de mais ninguém. Participar ativamente de uma coisa desde o início pode ter mudado os seus hábitos, te dado amigos e provavelmente você aproveitou bastante a imprensa que apareceu para falar sobre isso. Mas se alguém começa a assistir/ ler/ escutar algo porque está no auge da moda (ou depois que a modinha passou) essa pessoa não é pior que você, ela só “perdeu” a sensação gostosa que é de ver as coisas acontecendo “ao vivo”, sabe? O que pode ser ruim pra ela, mas não deve ser um motivo pra tratá-la mal. Aliás, hoje em dia está tudo na internet, então a pessoa perdeu a “sensação”, mas ela vai ver ou ler depois de qualquer jeito, então é bobeira ficar falando isso né?

Tem uma coisa que me irrita muito e são fãs preocupados com modinha. Como eu já disse, não é porque você assiste ou lê uma coisa que ela pertence à você (a não ser que você faça alguma coisa e seja fã da própria obra), então, deixa eu esclarecer rapidamente que as pessoas (produtores, atores, escritores, cineastas, músicos e todo mundo responsável por produzir coisas para o entretenimento) fazem essas coisas para que elas possam ser VISTAS, LIDAS, OUVIDAS e ESPALHADAS. Se eles não quisessem que várias pessoas tivessem acesso, isso não iria para lojas, sites, etc. Eu acho que o “trabalho” mais legal que o fã tem é espalhar as coisas.

Henry Jenkins, escritor de “Cultura da Convergência” diz que essa cultura de fãs é responsável por grandes arrecadações e que ela mudou a forma como a indústria do entretenimento se posiciona e gera conteúdo. Legal né? Os fãs são “responsáveis” por divulgar o trabalho, o que é interessante, porque é a famosa propaganda boca a boca. Se eu gosto de algo, eu vou passar para os meus amigos, que vão passar para os amigos deles e ai é uma teia muito legal de conhecimento compartilhado. Quando seus amigos gostam das mesmas coisas que você é muito legal né?

Eventualmente começam a aparecer pessoas chatas ou que não concordam com a sua opinião em um determinado assunto. Deixa eu esclarecer outra coisa: pessoas chatas vão existir em todo lugar, pessoas discordando da sua opinião também. O que você pode tentar fazer é manter um diálogo aberto para escutar o que o outro tem pra falar: se for um monte de abobrinha, só escuta e diz que você não concorda e pronto. Você não é obrigado a aceitar a opinião de ninguém e ninguém é obrigado a aceitar a sua. Demorou muito tempo e algumas brigas pra eu entender isso, mas finalmente caiu a ficha. Acho que o TCC me ajudou.

Veja bem, nosso TCC é sobre um fandom (o de TLBD), falando generalizadamente.  E tem uma teoria de recepção do Martin Barbero, se eu não me engano, que ele fala que novelas fazem muito sucesso no Brasil porque o público se identifica com os hábitos das personagens. Ele continua falando que a recepção de conteúdos é diferente para todas as pessoas porque nenhuma pessoa tem todas as experiências iguais a outra. Sabe quando você morre de tanto rir de uma piada e a outra pessoa não acha graça nenhuma? Pois é, o que é engraçado pra você, não é pra ele e pode ser que tenha a ver com alguma coisa que ele já viveu. É aquela história antiga que cada pessoa é única e tudo mais. É verdade.

Possivelmente você vai encontrar alguém que concorde com sua opinião em MUITOS assuntos, muitos mesmo, quase todos. Ai de repente, tem um que essa pessoa não concorda. E está ok ela não concordar, porque ela é diferente de você e já imaginou que chatice todo mundo pensando igual? Opiniões diferentes são bem vindas até para que você observe as coisas de ponto de vista diferentes (não é super legal quando fazem isso em livros? É legal na vida real também), desde que você tenha opinião própria e não mude ela toda hora para agradar ou impressionar a pessoa que está batendo um papo com você. O mais importante de tudo e o grande resumo dessa reflexão (e o que eu acredito que falta em muitas argumentações – não só em fandoms, mas na vida, num geral) é: respeito – é bom e todo mundo gosta.

Bom, me desculpem por falar demais. Se você concorda, não concorda, não tem opinião sobre o assunto, quer perguntar alguma coisa sobre o “dicionário”, tem sugestões para um segundo post que complemente esse é só colocar ai nos comentários ou me chamar no twitter (@natcfc). É isso.

Não morremos (eu acho) + 5 músicas

11 de junho de 2013 às 19:40, por

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Olá, leitores do NUPE!!!! Considerando as últimas semanas (e por últimas semanas, me refiro desde o início do ano), vocês já repararam que não estamos num ritmo bom de postagem. Isso acontece por vários motivos que não serão mencionados aqui porque são entediantes (e podem ser resumido como COISAS CHATAS DA VIDA ADULTA), MAS nós estamos por aqui, na atividade. Estar ausente do blog não significa que parei de ler, então tenho pilhas e pilhas e pilhas de resenhas acumuladas e recomendações para postar aqui. Além disso, existem vários outros posts que quero fazer, inclusive as outras partes do guia de planejamento de viagens, uma resenha de Matilda, o musical, dentre outros.

A partir de hoje, as postagens ficarão mais ou menos constantes. As meninas vão ajudar (NÉ MENINAS??? u.ú) a não deixar vocês na mão também!!! É bem provável que haja um post a cada dois ou três dias, em vez das postagens diárias de antes. Talvez quando eu estiver de férias, em Agosto, tudo volte ao normal!!!!

Aliás, VOCÊ, leitor do NUPE que está com saudade, responda: quais posts vocês querem ver por aqui??

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Para esse post não ser pointless, cinco músicas que estou ouvindo muito enquanto reviso o livro (que ainda não tem título definitivo)!!!

1) Oh No! – Marina and the Diamonds

2) Walk – Foo Fighters

3) Revolting Children – Matilda, The Musical

4) Après Moi – Regina Spektor

5) Safe and Sound – Capital Cities

Uma novidade envolvendo dias da semana e horas do dia.

28 de maio de 2013 às 21:53, por

E aí, galera? Sabe o que é hoje? Hoje é terça. Terça à noite, pra ser mais específica. E daqui 24h será quarta à noite. E então quinta à noite (feriado!). E depois sexta à noite. E sabe o que é depois? Sabe o que é? SÁBADO À NOITE.

Mas que coincidência, minha gente, que hoje eu vim falar do novo livro da Babi Dewet que chama, adivinhem, SÁBADO À NOITE (DOS BAILES PARA A FAMA) (FAMA!!!!!!)!

Engraçado como universo às vezes encontra maneiras de encaixar coisas e assuntos. (wow, nunca usei tanta crase em tão poucas frases)

Enfim, eu tenho aqui para mostrar para vocês: UMA CAPA!

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Vocês acham que é só isso? Eu também tenho uma sinopse!

Amanda está sozinha. A garota mais popular da cidade agora é o novo alvo de insultos no colégio. Suas amigas se sentem traídas e seu melhor amigo não quer nem saber da versão dela da história. Também, ela é a culpada por ele ter ido embora. Ela é a culpada pela banda ter chegado ao fim. Podemos ser muito mais do que as pessoas acham que somos, não foi isso que Daniel disse para ela quando partiu sem ao menos se despedir? Pois Amanda irá provar para todos que mudou. Sua amizade com Kevin ficará cada vez mais forte, superando todo tipo de preconceito, e ela irá atrás do perdão de seus amigos. O segundo volume da trilogia Sábado à Noite fala mais uma vez sobre amizade, superação e um amor que vem sendo construindo com o tempo. Entre brigas e partidas de paintball, bailes aos sábado com novos integrantes e um festival de música que irá mudar a vida de todos, Amanda e Daniel tentarão se acertar. Já os marotos, antes tão detestados, agora serão as celebridades da vez. Será que eles terão maturidade suficiente para enfrentar essa nova fase e conquistar os corações das suas amadas?

E AINDA MAIS! EU TENHO UMA DECLARAÇÃO OFICIAL DA BABI. (Bem não é exatamente da Babi, porque na hora que escrevi esse post ela não respondia no What’s App, mas é da Gui, que é a agente OFICIAL dela, então dá praticamente na mesma.)

“Oi, sou a Babi, escrevi esse livro e prometo que a Amanda fica menos chata.”

E vocês podem acreditar, olha como ela tem cara honesta!

foto de facebook diz muito sobre alguém.

E AÍ. QUEM ESTÁ EMPOLGADO?

P.S.: É com muito orgulho que anuncio que foi liberada uma música oficial dos Marotos! Escute aqui!

Rapidinhas: Romances Históricos

25 de maio de 2013 às 23:44, por

Romances <3

Sim. Sim. Sim.

(!!!!)

Eu sou a rainha dos romances históricos e não tenho nenhuma vergonha de admitir isso, até porque não acredito que seja motivo de vergonha e, além disso, todos os meus romances históricos são muito, mas muito legais e merecem ser amados!!

Descobri via Bárbara que a editora Arqueiro vai lançou três romances históricos no mês passado e dois deles estão na minha lista de favoritos e são das minhas duas escritoras mais amadas e eu tenho que fazer alguma coisa para fazer com que as pessoas se animem com romances históricos e tragam para o Brasil não apenas os que acabaram de chegar, mas vários e vários outros. (!!!!) (AMOR!!!)

Então, por esse motivo, resolvi fazer uma rapidinha desses livros!!

Tá, falei, falei, mas quais são os três livros que serão lançados pela Arqueiro agora (e que farei resenhas rapidinhas)?

Só para constar: amo a Lisa Kleypas e a Julia Quinn. Já li quase todos os livros da Julia Quinn (faltam quatro sem contar as colaborações!!) e estou numa saga para ler todos os da Lisa Kleypas! 

Li um livro da Madeline Hunter e, hm, meio que não gostei. Então, ainda tenho passar o trauma e achar um livro dela que eu goste. Por esse motivo, ela não entrará para a rapidinha e trocarei por outro romance histórico que gosto bastante!! :)

Veep!

11 de maio de 2013 às 19:25, por

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“Eu sou a vice-presidente dos Estados Unidos, seus merdinhas idiotas!”

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E aí galera, beleza? QUE BOM, QUE BOM. A não ser que não esteja nada beleza. Nesse caso: que pena. Espero que sua vida melhore, você merece ser feliz!

E SABE O QUE DEIXA UMA PESSOA FELIZ? UM SERIADO BEM FEITO E ENGRAÇADO E ÓTIMO.

Mas olha só que coincidência, é disso que Trash e eu viemos falar aqui hoje!

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Sabe quando o começo de uma série não mostra toooda a excelência que ela vem a ter depois? E você recomenda para alguém e diz “ei, primeiros episódios não são MUUUITO BONS, mas depois fica INCRÍVEL!!!!!!”.

… VEEP NÃO É UM EXEMPLO DISSO.

Os inaugurais vinte e tantos minutos são uma metralhadora de citações incríveis, e você acaba 100% apaixonado e levemente tonto pela overdose de maravilha! Mas sobre o que é Veep? SOBRE O QUE É VEEP??? “Ok, conte-nos sobre o que é Veep”. SOBRE O QUE É VEEP?????? “Eu já entendi, ok, PODE FALAR”. SOBRE O QUE É VEEP? SOBRE O QUE É VEEP? BOM… Eu odeio fazer sinopse, então vou deixar pra Dayse. AHÁ.

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Argh. Sinopses. OK. Hm.

Sabe os Estados Unidos? Então, tem um presidente lá, por causa da democracia e tal.

Esse seriado não é sobre ele.

É sobre a vice-presidente, porque vai que o presidente morre, e aí, o que acontece, anarquia? Não, vice-presidente.

Então tem a vice-presidente, Selina Meyer (Furacão Selina!). E o pessoal que a ajuda nas campanhas dela. E nos projetos de lei. E outros políticos.

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“Você quer que eu vá para um churrasco conhecer um monte de homens que se revezaram para foder o porco antes de assá-lo?”
“Eu nem presumiria que eles se revezaram.”

Então é isso. O seriado é sobre a vice-presidente, e escândalos políticos, e insultos. E mais insultos. E mais do que tudo: insultos.

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Sim, insultos. Pós-Veep, você vai se sentir envergonhado por, em momentos de fervor raivoso, simplemente chamar pessoas de idiotas ou estúpidas, quando há um MUNDO DE POSSIBILIDADES DEVASTADORAS.

- Olha quem chegou! O seu Jonah favorito!
- Você não é nem o Jonah favorito de sua mãe, Jonah.

Ah, e o elenco. A Selina é a Julia Louis-Dreyfus, sabe, a ELAINE DE SEINFELD, e pessoa mais importante na equipe dela é a VADA, A VADA DE MEU PRIMEIRO AMOR. Macaulay Culkin ainda não fez uma participação, mas trememos de antecipação diante da mais vaga possibilidade.

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E tem o Buster de Arrested Development! E várias participações especiais de deixar olhos marejados de empolgação!

E é um seriado da HBO, o que significa que tem muito mais liberdade de ter uma vida saudável em vez de começar a atrofiar diante das pressões de grandes estúpidos executivos de canais.

A parte ruim é que as temporadas são estupidamente curtas, e a gente precisa esperar um ano para ter episódios novos, MAS ESSA ESPERA VALE A PENA.

Que mais posso te dizer para te convencer a assistir esse seriado? Já sei! Ele é super não-pop, então é um super booster para sua veia hipster, descolado, não?

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Pois é, é uma daquelas séries criticamente aclamadas mas não muuuuito populares (AINDA!). Lá nos Estados Unidos, está passando depois de Game of Thrones, o que acho uma transição TÃO ENGRAÇADA!!!!! Considerável menor quantidade de bundas, mas totalmente ganha em número de palavrões.

Ah, Veep é uma série BEM SECA. Imagina Parks and Recreation, que também é sobre governo, e aí vá tirando o otimismo de P&R e… É. Não que seja sombria nem nada, mas vitórias em que todos se abraçam são mais… bem mais… raras. Uma série que considero parecida em tom é Party Down! (Se você não viu PD, EI, um do criadores é o Rob Thomas – não o do Matchbox 20, o de Veronica Mars -, e tem o Adam Scott e a Lizzy Caplan e só rolaram vinte episódios E VOCÊ DEVERIA CONFERIR)

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Então é isso. Estamos escrevendo esse post via e-mails, mas imagino que na versão finalizada teremos gifs e vídeos? Um bom vídeo seria daquela cena de “THE LEVEL OF INCOMPETENCE IN THIS OFFICE IS STAGGERING”. Sei lá, se vira aí, Trash, tenho total confiança de que você fará tudo ficar lindo.

E para terminar, uma pergunta muito importante:

Trash, o presidente ligou?

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“Não dá pra falar ‘não’ pra você de novo, então só vou, uhh…”

Dramarama – E. Lockhart

30 de abril de 2013 às 19:00, por

OI GALERA!!!!!!!!!!!!!!!! *Sai correndo dando high five em todo mundo*

UHUL!!!!!!!!!!! QUEM TÁ ANIMADO PRA UMA RESENHA?!

YEEAAAAH WOOO celebration in the car

 

Faz muito tempo que não escrevo aqui (é a Dayse, lembram de mim?) e faz muito tempo que não escrevo uma resenha!

O QUE SIGNIFICA QUE ESTOU SEM PRÁTICA EM ESCREVER COISAS E EM DAR OPINIÕES!

O QUE SIGNIFICA QUE PROBABILIDADE DESSE POST SER UMA BOSTA É DE 97%!

Então vou usar gifs extra descolados, para tentar disfarçar.

crazy frog dance

 

O livro da vez, como vocês podem ter percebido pelo título do post (a não ser que vocês não leiam os títulos do post) (vocês leem os títulos do post?) é Dramarama da E. Lockhart!

E. Lockhart é nossa autora estrela, responsável por The Disreputable History of Frankie Landau-Banks. Nós temos uma resenha muito eloquente sobre esse livro bem aqui.

Dramarama é a história de Sarah, uma menina de uma cidade minúscula em Ohio que tem sonho em ser estrela da broadway. Ela, junto com seu melhor amigo Demi (que a chama de Sadye) são aceitos em um prestigioso acampamento de teatro, e ficam muito empolgados com o fato de passarem o verão inteiro sendo divas talentosas.  Infelizmente, não exatamente isso que acontece, E PARA SABER MAIS, SÓ LENDO, GALERA, ESSA É UMA RESENHA SEM SPOILERS!

Esse livro não é tão bom quanto Frankie Landau-Banks e nem me deixou tão emocionalmente investida como os da Ruby Oliver (talvez por ser um standalone, e não uma série), mas por algum motivo, foi esse livro que me fez CLICK com a Lockhart.

Por causa de Frankie, eu já sabia que ela é incrivelmente legal e talentosa, mas foi com Dramarama que eu senti “WOW OMG ELA É TIPO A MAIS LEGAL E A MAIS TALENTOSA”.

rainbow BLEEH

Enquanto todos os dramas acontecem no verão de Sadye, parte de mim ficou meio que esperando uma reviravolta típica de livros desse tipo, que envolve talento. “Daqui a pouco ela vai ter um breakthrough” eu pensava “daqui a pouco ela vai se encaixar em exatamente o que tem que fazer e tudo vai dar certo”.

Mas Dramarama é um livro mais sobre fracassos e desapontamento do que sucessos e perseverança. O que faz seu coração doer. O que faz com que você fique triste. O que faz você ficar frustrada. E tudo o mais.

don't be such a drama queen

Mas o melhor de Dramarama (e todos os livros da Lockhart) é que é uma história sobre quão injusta e confusa e frustrante a realidade é. MESSED UP. Você briga com amigos, e seus sonhos se despedaçam, e depois disso, você pensa, “ok, crise passou, agora tudo começa a ficar bom” e não, você briga de novo e fracassa de novo, e de novo, e de novo. E aí você quer se encolher e morrer, nem isso, mas PARAR DE EXISTIR, e depois disso as coisas não melhoram, mas você pelo menos tem a opção de tentar de novo, se for o que você realmente quiser. Pode não dar certo, e você pode acabar morrendo amarga, vendo todos os seus amigos fazendo sucesso e você ainda TENTANDO e se sentindo MEDÍOCRE. Mas o legal dos tramas da E. Lockhart é que o mundo não muda pras protagonistas. Não existe aquele momento em que o personagem cruel percebe que foi cruel e pede desculpas para a protagonista, o que as injustiças param de acontecer com ela, e tudo começa a ficar bem. Isso não acontece, mas o que acontece é muito melhor: há uma mudança na própria protagonista, ela se dá conta que do jeito que as coisas estão não está funcionando pra ela, então ela mesmo se muda, a maneira de pensar ou de agir, ou simplesmente os planos que tinha pro futuro.

esse gif não tem nada a ver com nada, mas omg eu amo tanto essa frase.

esse gif não tem nada a ver com nada, mas omg eu o amo tanto.

E por mais que isso pareça ser uma coisa óbvia numa trama de livro, o crescimento de um personagem, não é exatamente o que a gente vê com frequência, pelo menos não eu, não de uma forma realmente INTENSA.

Então é isso. Cinco estrelas pra esse livro E TODOS OS MEUS PENSAMENTOS POSITIVOS PARA SADYE, QUE É UMA ÓTIMA PERSONAGEM E MERECE SER MUITO FELIZ!

i'm so happy - joey

Beijos!

garimpando por aí (em que “aí” significa “abas abertas no meu navegador”)

28 de abril de 2013 às 12:16, por

Sem título

E AÍ, NUPETTES. Faz tempo. Sinto que nossa relação foi abalada! Em uma tentativa de recuperar nossa velha intimidade, revelo um segredo. Porque é o que amigos fazem, certo, dividir confidências. Ótimo. CAHAM. Então. Olhe para mim hipoteticamente, companheiro. Nesse momento estou de pijama, mas vamos fingir que estamos na rua, juntos, super nos divertindo! O que estou usando? CAMISA + JEANS + ALL STAR. Um visual não comprometedor. Básico. Aparentemente sou uma pessoa sem enrolações no quesito look. Prática. Sim. Total.

MAS É TUDO… MENTIRA!!!!!!!!!! Pois em meu coração, o grande desejo é sair por aí como uma das pessoas que aparecem no Japanese Streets  e te fazem pensar “… hein”. Alguém que combina padrões loucamente, alguém que se arrisca, alguém que já vive loucas aventuras em seu próprio guarda-roupa, IMAGINA ENTÃO O QUE FAZ FORA DE CASA.

Em uma tarefa científica, reúno aqui alguns itens importantes para uma moça descolada chutadora de bundas e com grande afeição pelo fofo. Se você não tem muito saco pra bater perna por lojas, internet te ajuda a achar COISAS LEGAIS por um bom preço. Tudo a seguir é da Tanlup ou do Enjoei, e clicar na imagem leva para a página do produto. VAMOS LÁ!!!!!!

1

Ok, não é… hm… EXATAMENTE… moda. Mas uma heroína precisa estar bem alimentada antes de sair por aí desvendando mistérios. E, tá, odeio milho, MAS NÃO É O PONTO. Quer dizer, OLHA QUE OBRA. Essencial.

 

2
Isso nem baratinho é, mas acho que um colar de gato detetive vale até mais. Tipo. Encare longamente.

 

10Uma saia classuda. E eu gosto do jeito que cadeirão soa. CADEIRÃO.

 

3

Para salvar o mundo, você precisa de alguma pontualidade. Imagina perder o apocalipse por cinco minutos! Péssimo.

 

4Adicionando ALEGRIA. Uma coisa assim Castelo Rá-Tim-Bum.

 

5
Eu não sou muito ligada em sapatos, mas esses Dr. Martens é meu supremo amor. Por sinal, o par aí já foi vendido, o que nos leva à questão: POR QUE DEMORAM TANTO PRA LIMPAR OS PRODUTOS ESGOTADOS??? Não quero ver que algo que queria FOI COMPRADO POR ALGUÉM MAIS RÁPIDO QUE EU!!! Que coisa horrenda de me fazer passar.

 

9Uma bolsa pra jogar bússola, canivete, binóculos, lupa, chocolate, lanterna, mapa e talvez até uma caneta para usar em seu…

 

11… caderno gracinha!! Anotar coisas é de primeira importância.

 

7
Uma peruca ultra casual. Para missões. Em que cabelos assim são requeridos. Existem muitos casos assim. Obviamente.

 

8

Quantas vezes você já pensou “nossa, como eu queria usar uma capa hoje!!!!!!”? EU SEI. Eu sei! E aqui está. Totalmente intimida vilões, ouvi dizer.

 

6
Dá tempo de mais um colar? MAIS UM COLAR.

E essa foi minha lista pura haute couture! Agora joguem SEUS DESEJOS NOS COMENTÁRIOS, desde aquela saia de cinco reais até o blazer florido & de oncinha de meros setecentos!

Sexta feira é dia de BOAS NOTÍCIAS!!!!!

26 de abril de 2013 às 19:00, por

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CONGA WAAAW

OI GENTE!

Então, quem me segue no twitter sabe que tem mais ou menos um ano que terminei de escrever um livro, que na época eu chamava carinhosamente de MutantDudes. Muita coisa aconteceu de lá para cá – e uma delas foi a Gui Liaga, minha agente literária – e hoje estamos aqui para dar uma notícia super mega hiper ultra incrível!!

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DÉCIMO PRIMEIRO E DÉCIMO DOCTORS NO SET DE FILMAGEM DO ESPECIAL DE 50 ANOS DE DOCTOR WHO!!!

 

A gente descobriu o que acontece com o cabelo do Loki quando ele fica sem seus produtos da L'Oreal!!

A gente descobriu o que acontece com o cabelo do Loki quando ele fica sem seus produtos da L’Oréal!!

E... bem, isso aconteceu!

E… bem, isso aconteceu!

Sim!  O livro – título definitivo a ser definido – será lançado pela Editora Gutenberg, com previsão para sair no final de Agosto, com sessão de autógrafos na Bienal do Rio de Janeiro!

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Esse é o primeiro livro de uma trilogia que vai contar a história de Sybil, uma menina que sai de uma zona de guerra só para sofrer num lugar com mais comida. A sinopse do primeiro livro é essa aqui:

Sybil é filha da guerra – nasceu e cresceu em Kali, um território paupérrimo da União localizado no meio da zona de guerra e jamais pensou que poderia ser uma das aberrações. É em um naufrágio que descobre que normal é a última palavra para descrevê-la e sua vida vira de pernas para o ar. Após uma bateria de exames e testes, ela é encaminhada para viver em uma família adotiva na maior cidade especial para mutantes, Pandora.​

Adaptada a uma vida extremamente diferente da que tinha em Kali, Sybil facilmente esquece todas as dificuldades e horrores que viveu, fazendo amigos pela primeira vez e tendo uma família de verdade. No colégio, aprende mais sobre a sua habilidade e a se comportar como mutante. Tudo vai muito bem… até o dia em que é selecionada para a aula de Técnicas Especiais – uma matéria bastante concorrida em que somente alguns alunos podem participar – e ela começa a perceber que  algo muito estranho está acontecendo.

Brincadeiras a parte (mas, ei, a Sybil realmente tem um apreço muito grande por comida, não a culpem!),  eu gosto muito dessa história e desses personagens. Tive um cuidado para costurar direitinho as referências à vida real que tem nele – o regime em que os mutantes vivem é meio apartheid, meio gueto judeu – e para que, apesar de tudo, fosse divertido. Estou muito feliz da Sybil&Cia terem conseguido uma editora que parece amá-los como eu e a Gui os amamos! Tomara que Agosto chegue logo e vocês possam conferir a história.

Conforme tivermos mais informações, traremos para vocês! Espero vê-los todos na Bienal!!! :)

PS: Ah, se quiserem fazer perguntas sobre todo o processo, é só usar a Ask!)

PPS: Toda minha gratidão para a Paula Pimenta e para a Alessandra, editora da Gutenberg! Um beijo para vocês :*

PPPS: GUI, EU TE AMO SUA LINDA.  Você é a melhor agente s2

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