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[5 anos de NUPE]: Conheça a Equipe #3

18 de dezembro de 2014 às 19:30, por

Conheça a equipe! (3)

 

Continuando nossa empreitada de apresentar todos os membros da equipe, hoje temos os meninos! Você pode ver a parte 1 e a parte 2 para conhecer o resto da equipe.

Eu acho engraçado como a nossa equipe sempre foi predominantemente feminina, com aproximadamente 30% dos integrantes se identificando como homens, sabe. Enfim, nós tínhamos o Paulo e o Diego nos primeiros anos, mas hoje, ativos (hehehe), temos o Lucas, o Vitor e o Diego (que não é o primeiro Diego. QUANTOS DIEGOS!!!).

Mais uma vez, vocês podem fazer perguntas tipo “COMO VOCÊ SE SENTE SENDO ESTAGIÁRIO PRA SEMPRE, LUCAS?” ou “DIEGO E VITU, ME ENSINEM A DESENHAR??”

Como essa criatura chegou ao NUPE?

A gente conheceu o Lucas na bienal do Rio, no ano passado, e aí em novembro fizemos um grupo de pessoas para fazerem sprints juntas e quando eu vi, fiz a pergunta “VOCÊ NÃO QUER ESCREVER SOBRE ISSO PRO NUPE?”, como acontece com 99,5% da equipe deste blog.

Sobre a Criatura:

Captura de Tela 2014-12-18 às 10.35.38Nome: Lucas Rocha, também conhecido como Lucas Chora por aqueles que fazem bullen
Apelido: Lu, quando minha mãe fica com preguiça de falar meu grande nome de cinco letras.
O que faz da vida: formado em Biblioteconomia e Documentação (sim, bibliotecário!) (sim, precisa de curso superior!) e atualmente fazendo mestrado em Ciência da Informação para estudar coisas esquisitas que ninguém tem interesse em conhecer, mas que são realmente muito legais (TIPO WEB SEMÂNTICA E ONTOLOGIAS!!). Também escrevo livros de fantasia quando os astros estão posicionados de forma a que a procrastinação não aconteça.
Talentos: Procrastinar, comprar mais livros do que jamais serei capaz de ler e acompanhar mais de três conversas paralelas no twitter ao mesmo tempo sem me enrolar. Também sou muito bom em esquecer onde salvei um arquivo importante e fazer cópias infinitas que só são descobertas cinco meses depois.

Você pode seguir o Lucas Chora no twitter ou no Instagram

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Conhecemos o VITU na época do NaNo do ano passado também e ele havia acabado de fechar o blog dele por ter muita coisa para fazer na escola. Aí eu perguntei “VOCÊ NÃO QUER ESCREVER PARA O NUPE??” e ele topou, porque era responsabilidade menor que manter um blog!!! Hoje ele é nosso xodózinho.

Sobre a Criatura:

Nome: Vitor Castrillo
Mas pode chamar de: Vitu, Vito, Poste etc
O que faz da vida: estudante de Comunicação Visual, quer ser capista e estudar Publicidade e Propaganda. Único objetivo da vida é pagar os próprios livros e shows de kpop (brinks). Terminou o ensino médio recentemente e agora se encontra desolado. Na maior parte do tempo fala sobre K-Pop e K-Pop (e K-Pop também), fanfics e musicais. E nas horas vagas escreve um livro, vale lembrar.
Talentos: 4 pontos em força, 4 em leitura dinâmica, 8 em stalk de migos, 9 em vender livros na bienal e ainda faltam distribuir 10 pontos. Também é ótimo em sofrer por shipps de boybands de K-Pop. Fazer nada e reclamar de não fazer nada também entra aqui. Enrolar para fazer uma tarefinha de cinco minutos, muito frequentemente, tipo lavar louça. Ler Fanfics em tempo recorde e escrever mais fanfics do que consegue postar, isso sempre.
Habilidade Especial: Se rodeado por uma aura que atrai acontecimentos estranhos que acabam gerando as aventuras desaventuradas.

Você pode seguir o Vitu no twitter ou no instagram.

 

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Conheci o Diego na Bienal de São Paulo e, ao contrário das outras pessoas, o Diego que perguntou “OI, EU POSSO ESCREVER SOBRE ISSO NO NUPE?” e aí eu respondi “SIM”, o que mostra a proatividade deste jovem padawan. Diego é o caçulinha da equipe e o único que ainda é “estagiário” (tirando o Lucas, que será estagiário para sempre). O Diego também é membro do Conversa Cult e uma ligação que foi o início de um grande questionamento: será que eu e a Dana somos a mesma pessoa?

Sobre a Criatura:

Captura de Tela 2014-12-18 às 10.48.47Nome: Diego (eu matei todos os meus apelidos)
O que faz da vida: entre dar aula em três escolas, escrever um livro, participar de dois blogs, tentar ter uma vida social e um consumo regular de cultura pop, jogar Dragon Age e meus ciclos de entusiasmo insano por coisas diversas (no momento, musicais da Broadway), mais coisas do que eu deveria.
Talentos: odeio essa palavra e depois de nove tentativas, desisti de tentar falar algo. Se tenho talentos, falar de mim não é um deles. Só sei que sou excepcional em gostar apaixonadamente das coisas e me entusiasmar com elas, mas isso meio que descreve qualquer fã.

Talvez ser Geek seja meu talento (?!)

Você pode seguir o Diego no twitter e no Instagram.

É isso, pessoal!!! Na semana que vem teremos o Fim, com o pessoal que não participa mais tão ativamente, PORÉM ainda está em nossos corações e pode voltar a qualquer momento, como herpes.

The DUFF: Designated Ugly Fat Friend, de Kody Kepling

16 de dezembro de 2014 às 18:17, por

The DuffAutora: Kody Kepling

Lançamento:  2010

Editora: Little Brown

“Bianca Piper é uma garota de dezessete anos que tem alguns problemas de autoestima e se vê apenas como a amiga mais feia do seu grupo de amigas e se acha a garota esperta demais para poder cair nos encantos do maior galinha e o cara mais gostoso de sua escola, Wesley Rush. Principalmente porque ela o odeia e ele foi um babaca que disse que ela é a DUFF (“Amiga Designada  Feia e Gorda” em tradução livre) entre as amigas dela e que, se ele fosse simpático com ela, as amigas de Bianca ficariam encantadas com o bom coração dele e Wesley poderia dormir com elas sem problemas. Obviamente Bianca fica p. da vida e ainda taca refrigerante na cara de Wesley.

Mas a vida dá muitas voltas e quando Bianca menos percebe, ela está desesperada por uma válvula de escape para os problemas que estão acontecendo em sua casa e com seus pais, então ela acaba beijando Wesley no calor do momento. E o que Bianca considera ser apenas uma insanidade temporária se transforma em vários encontros onde ela basicamente usa Wesley para o sexo. Mas nem mesmo suas melhores amigas sabem o que está se passando na vida de Bianca e ela se mete em uma enrascada um pouquinho maior quando percebe que Wesley também é um cara com problemas e um ótimo ouvinte…”

Fiquei sabendo da existência deste livro porque temos um grupo do NUPE onde há um tópico de notícias que compilamos para a newsletter. Em um belo dia, o Lucas colocou o trailer do filme de The DUFF e, mesmo sendo um clichê, super me diverti com ele! Como sou controlada (só que NUNCA), entrei na Amazon vi o preço do e-book (que estava 12 ou 13 reais), comprei na hora e não esperei nem um segundo para ler.

O que dizer deste livro que QUASE abandonei, mas cheguei no final e ele se tornou um amorzinho?

O que vocês precisam saber antes de tudo é que o enredo do filme não tem quase NADA a ver com o enredo do livro. Agora estão todos avisados!

The DUFF é um livro bem complicado de avaliar, porque a Bianca é um saco de pessoa e cheia de preconceitos e a NARRATIVA É EM PRIMEIRA PESSOA, ENTÃO IMAGINEM. SÓ IMAGINEM. Vocês não têm ideia da minha vontade de entrar na história, dar uns tapas cheios de sensatez nessa garota e socar um pouco de noção bem no meio da fuça dela (esse é o nível de odiável de Bianca). E, acreditem, este foi o sentimento que tive apenas no PRIMEIRO CAPÍTULO, mas justamente por ser apenas o início (e porque paguei DOZE ou TREZE REAIS nesta bustenga) continuei a leitura, pois pensei, “Poxa, Bianca é uma insuportável, mas sei lá, é só o começo e o livro pode ser sobre a jornada da Chatianca melhorando como pessoa. Vou dar uma chance“.

Contudo, cheguei na metade do livro e o desejo de tacar a Carlota Joaquina na parede de tanta raiva que eu estava da Insuportianca estava crescendo de uma forma absurda. Ser uma adolescente com problemas não justifica a maior parte das atitudes que Bianca tomou com os pais (principalmente o pai), as melhores amigas dela e o Wesley. Cada um lida com problemas do seu próprio jeito e ela extravasar dormindo com o Wesley quando dava na telha e não contar nada para as amigas é compreensível, entretanto, o que Babacianca estava fazendo com as pessoas que mais importavam passou completamente dos limites do compreensível e não passava de imaturidade e egoísmo da parte dela (não entrarei em detalhes para não spoilear ninguém).

Sendo bem sincera, o que me manteve presa ao livro (fora a narrativa da Kody, que é ótima) foram o Wesley, a Casey e a Jessica, que são ótimas pessoas. É surpreendente o quanto o Wesley é uma ótima pessoa ainda que ele mostre mais o lado babaca dele, mas essa foi uma das características dele que adorei. Não ele ser um imbecil de quando em quando, ÓBVIO, mas o fato de ele não enganar ninguém fingindo ser quem ele não é e não sair julgando os outros pelo que ele não sabe e nem lhe cabe julgar.

Aliás, demora o livro inteiro para a Bianca perceber o que Wesley sempre soube, mas é tão CATÁRTICO quando ela finalmente se toca de que praticamente todas as decisões dela foram IMBECIS e que sair julgando os outros, principalmente desmerecer as pessoas e assumir que garotas e mulheres que transam sem compromisso são putas – quando ela própria estava transando com um cara que ela dizia odiar e nem era namorado (hipocrisia: nós vemos aqui) -, é errado (ainda mais quando você nem conhece a pessoa e não sabe dos problemas pelos quais ela está passando). Se Bianca fosse real, eu ainda daria meus tapas de sensatez e socos de noção, mas também daria um GRANDE abraço nela e a felicitaria por ter se tornado gente.

Eu deveria falar de todo o complexo da Bianca com o fato de ela se achar feia e gorda sendo que ela NÃO É, mas só em pensar nas crises dela, me irrito mais com a personagem, então só quero dizer que por mais que seja difícil de acreditar, você é uma pessoa linda e se alguém se incomoda com alguma coisa na sua aparência, o problema é literalmente da outra pessoa e não seu. Quem tem que se sentir feliz e confortável consigo mesmo é você e apenas você. As únicas coisas importantes que precisam ser levadas em consideração é ser uma pessoa SENSACIONAL e ter saúde.

Sobre o livro mesmo, queria dar meus parabéns para a Kody, porque ela é uma ótima escritora e colocou algumas cenas de sexo (não em detalhes, mas o suficiente) neste YA e isso não costuma acontecer, pois tem gente que não acredita que adolescentes fazem sexo (ADOLESCENTES FAZEM SEXO? MEU DEUS! NÃO ACREDITO) e o melhor é que Kody sempre faz questão de falar que eles usam camisinha. E o mais legal disso tudo é que ela escreveu este livro quando tinha apenas 17 anos (e lançou com 19) e achei o máximo a Kody ser tão consciente (nem todo o adolescente é, por isso estou comentando. Eu era uma completa idiota quando tinha 17 anos). No entanto, justamente por ser nova, teve uma coisa que me incomodou no livro e acho justo comentar com vocês: Bianca diz em certo momento que fazer sexo oral é degradante e nojento.

Preciso esclarecer algumas coisas sobre isso porque não acho que seja certo passar essa ideia para frente sem nenhuma explicação: sexo oral pode parecer nojento e tals, mas ele NÃO TEM QUE SER DEGRADANTE. Se o seu parceiro ou sua parceira estão te fazendo se sentir assim, tem algo errado e você não é obrigada(o), ninguém é. E se você não quer fazer sexo oral você não precisa fazer. Converse com a sua pessoa e diga que você não gosta porque acha nojento (não porque é degradante ou algo do tipo). Vocês podem conversar sobre isso sempre, e se a sua pessoa faz chantagem emocional sobre fazer sexo oral, casca fora. Sexo é para ser divertido, não para fazer com que uma das partes se sinta mal, OKAY?

Quanto a minha classificação do livro e me repetindo, The DUFF é difícil de avaliar. Fiquei tão orgulhosa do crescimento de Bianca como pessoa que, assim que terminei o livro, tinha a certeza que daria quatro estrelas para ele no Goodreads. O negócio é que lembrei de todo o meu sofrimento com a Bianca que decidi dar 3,5 estrelas, só que não conseguir determinar se a Bianca ser desagradável o livro inteiro, mas melhorar infinitamente no final, foi bom ou ruim para mim e para o livro, aí decidi quatro. No entanto, a dúvida vai permanecer por um looooongo tempo, então minha classificação dependerá de como você vê as coisas, porque não me decidi.

Classificação:  TRÊS DUFFs E UMA COCA LIGHT ou QUATRO WESLEYS.

P.S.: ONDE É QUE AQUELA ATRIZ DO FILME É FEIA E GORDA???? NÃO FAZ SENTIDO.

[5 anos de NUPE]: Promoção #2 – Quadrinhos

12 de dezembro de 2014 às 11:59, por

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Continuando nossa belíssima comemoração, nós temos QUADRINHOS!!! Como os livros em inglês, nós sempre resenhamos mangás e HQs no blog e guiamos vocês, pequenos padawans, nos caminhos desconhecidos de quadrinhos de super-herois… Acho que o post mais icônico sobre isso foi quando a Cherry_B explicou como começar a ler quadrinhos !

Pensando nisso,  decidi que a melhor forma de fazer vocês lerem quadrinhos era DANDO quadrinhos para vocês. Por isso comprei o volume 1 de Capitã Marvel para sortear aqui… Só que aí saíram os volumes 2 e  3 e pensei, “por que não dar logo os três?”. Então um dos prêmios é esse: o primeiro arco de Capitã Marvel completo em português, em 3 revistas!

Além disso, esse ano começamos a fazer entrevistas e conhecemos algumas quadrinistas muito legais… tipo a Fernanda Nia e a Bianca Pinheiro. Nós entramos em contato com a Nemo e eles nos forneceram um exemplar de Como eu Realmente e um de Bear para sortearmos aqui!!! :D Ainda não tenho certeza se eles serão autografados ou não, mas atualizo isso aqui quando tiver a informação.

Além disso tudo, cada um dos três vencedores levará um livrinho de Calvin & Haroldo à sua escolha (mas dentro da ordem do sorteio, ou seja, o último sorteado ficará com o que sobrar), dentro das opções dadas! :D

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EIS O SORTEIO

a Rafflecopter giveaway

[5 anos de NUPE] Conheça a equipe #2

11 de dezembro de 2014 às 18:43, por

Conheça a equipe! (2)

Olá, pessoas! Hoje é quinta-feira, dia de CONHECER A EQUIPE (leiam com a voz da raposinha sapeca).

Na semana passada tivemos as apresentações minha, da Val e da Dayse. Nessa semana, temos o segundo grupo de mulheres que escreve para este blog, as pessoas que foram sendo agregadas à equipe ao longo do tempo. Mais uma vez, vocês podem fazer perguntas nos comentários que elas vão responder, ahaha. Nem que seja “nATH, ME DÁ UMA INDICAÇÃO DE SÉRIE” ou “KAH, QUE LEGAL QUE VOCÊ TÁ FAZENDO ARQUITETURA, FAÇA MAIS POSTS DE DECORAÇÃO”.

Lembrando também que a primeira promoção já saiu e que amanhã tem mais uma! :P

Vamos começar?

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Bem, a Tassi é um Case de sucesso de como tentar ser amiga do povo dos blogs que você gosta dá certo. Eu a conheci quando ela tinha um blog, o Casco Literário, e na Bienal de SP de 2012 ela foi com a gente e aí… eu não lembro?? Em algum momento ela começou a fazer parte da equipe do blog e tá aí, até hoje, me ajudando a lembrar das coisas, a fazer planilhas e shippando pessoas da equipe a torto e a direito.

Sobre a criatura:

Captura de Tela 2014-12-11 às 08.57.13Nome: Taissa (não, não é Tassia ou Tassiana)

Apelido: Tassi (que é uma forma curta de Tassissa. Não pergunte.) ou Tata para a família e alguns amigos (pausa para a Dayse imitando o Tatá)

O que faz da vida: Sou formada em Relações Internacionais, ex-bancária e atualmente to gostando desse negócio de tradução. Sou meio bagunçada e ainda to pensando se um dia vou responder a essa pergunta objetivamente *olha para o horizonte com o sol se pondo ao fundo*

Talentos: gravar números com facilidade e lembrar de coisas inúteis. Jogar Plants vs Zombies 2 por 7 horas seguidas. Ah, e organizar coisas e ajudar a Bell nos planos de dominação mundial dela, ou seja, eu também gosto de planilhas.

Você pode seguir a Tassi no twitter e no instagram.

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Eu não lembro como a Nath se juntou a nós??? Acho que a gente só tava no twitter sendo fangirl e eu virei pra ela e disse “FAZ UM POST SOBRE ISSO NO NUPE???” e quando eu vi, ela já estava aqui, fazendo posts sobre séries e livros da Rainbow Rowell. A maior parte das séries que vocês assistem é por culpa dela, então.

Sobre a criatura:

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Nome: Nathália, mas me chamam de Nath.

O que faz da vida? Formei em jornalismo, no momento só atraso posts.

Talentos: Gosto de procrastinar e ramificações que envolvem passar muito tempo no tumblr, ficar irritada com fandoms e decorar citações aleatórias. Sou ótima para encontrar ships que sejam canon e endgame e quase sempre lembro os episódios de One Tree Hill, The Office e The Mindy Project. Nenhum talento que seja realmente útil pra ganhar dinheiro.

 

Você pode seguir a Nath no twitter e no instagram.

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Eu conheço a Kah desde o forum da Galera Record, vários anos atrás, mas eu não lembro também quando ela se juntou à equipe. Vocês estão percebendo que é um padrão, né? Um belo dia eu só viro para alguém e digo “VOCÊ NÃO QUER ESCREVER NO BLOG SOBRE ISSO?” e aí a pessoa vai ficando, tipo um gato de rua que fica satisfeito numa casa com leite, comida e carinho. Foi assim com a Kah também, ahahaha.

Sobre a criatura:IMG-20141211-WA0004Nome: Katherine. Sim, com K e TH e não Catarina, Caterina, Caterine, Katerina, Katerine, nem Karine.

O que faz da vida: No momento? Morro fazendo desenhos de criança para faculdade de Arquitetura.

Talentos: Apertar meus sobrinhos, bagunçar meu quarto, não conseguir escolher coisas preferidas nem qualquer outra coisa que tenha mais do que 3 opções. Ou seja, não me deem opções!! Mas acho que meu maior talento é ter ideias e não colocá-las em pratica por ter tempo de sobra para fazer. Acho que a Bell deveria me dar deadlines para posts pq deadlines são minha fontes de inspiração.

Você pode seguir a Kah no twitter e no instagram.

Sim, eu terminei esse post dando deadlines pra Kah, ahahaha. Bem, é isso! Na semana que vem, nós temos os meninos, adicionados à equipe depois de uma ação afirmativa para garantir que pelo menos 30% de nós tivéssemos cromossomos Y (mentira) (talvez não).

Um Balanço da Comic Con Experience

10 de dezembro de 2014 às 18:42, por

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Nesse final de semana ocorreu um grande evento que reuniu representantes de todos os aspectos do universo nerd/geek para uma grande confraternização chamada Comic Con Experience, ou CCXP para os íntimos. Grandes estúdios vieram promover seus filmes, Netflix e alguns canais divulgavam suas principais séries, Panini e JBC anunciavam lançamentos para o próximo ano e soltavam avassaladoras promoções, o novo Graphic MSP chegava ao público, dezenas de lojas de Action Figures expunham seus produtos exclusivos, escolas de design e games divulgavam seus cursos, quadrinistas de todos os tipos autografavam suas obras, atores internacionais falavam de suas experiencias em gravação, competições de e-sport eram realizadas com grandes prêmios em dinheiro. Era muita coisa acontecendo mesmo. Eu estava lá, e infelizmente não consegui fazer um décimo de tudo o que queria. Mas fiz, vi e presenciei o suficiente para formar algumas opiniões sobre o eventos – que já tem confirmação para uma nova edição no ano que vem. Tentarei passar minhas impressões gerais. Não prometo sobriedade ou coesão.

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sou um homem de gostos simples… e excêntricos.

É inevitável comparar o CCXP com o evento de grande porte ao qual todos os entusiastas da literatura conhecem: a Bienal do Livro. cerca de 80 mil pessoas frequentaram a Comic Con em seus 4 dias, sendo o pico as 25 mil no sábado – dia em que eu fui. É uma ocupação ínfima se comparada as mais de 700 mil pessoas que vão a uma Bienal (pico também aos sábados, com média de 100 mil visitantes). O espaço também era significativamente menor. Ainda assim, as filas foram igualmente gigantescas. Foi a história de sempre: fila pro banheiro, fila para o bebedouro, fila para entrar na Comix, fila para comprar comida, fila para entrar na palestra, fila para entrar na fila.

Ainda assim, eu não senti que estava tão lotado. Eu já esperava isso, pela questão do preço elevado da entrada. Era tudo relativamente tranquilo na maior parte do evento, então não entendi o tamanho absurdo das filas – talvez a infraestrutura não fosse das melhores. O espaço era realmente pequeno, ainda mais para quem está acostumado com a Bienal. A locomoção só complicava um pouco na área dos artistas quando Moon e , Beyruth, os Cafaggi ou algum outro quadrinista famoso apareciam para dar autógrafos – por que daí as filas podiam ocupar praticamente o espaço todo em questão de minutos.

Fica aqui a primeira crítica: eu entendo que a intenção do Artist’s Alley era ser um espaço mais intimo e igualitário, em que você pode ter iniciantes lado a lado com gente como Don Rosa, mas a gestão do espaço precisa ser seriamente repensada. Os corredores podiam ser mais largos e o espaço de cada artista não só podia, mas devia ser maior. As vezes era até difícil identificar qual mesa era de quem. E apesar de todos lidarem com o aperto com bom humor, era notável que estava difícil para eles por de trás dos balcões.

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Scooby Dooby Doo! (que não está na foto por que tinha de pegar uma fila enorme pra isso)

E aí entra também meu primeiro elogio: o Artist’s Alley é algo mágico. Conheci tantos nomes novos por ali. Mesmo os que não tive recursos para comprar, peguei as informações para pesquisas posteriores. Além disso, a oportunidade de conversar com artistas que eu admiro há tempos é sempre algo bem vindo. Achei a proposta algo extremamente positivo e deve ser tratado como um dos pilares centrais do evento nas próximas edições, pois a movimentação por lá tornou óbvio a atenção do público.

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até o bátima tava emocionado com a CCXP

Outro momento em que ficou claro que o porte do evento precisa ser revisto foi nas palestras. Por volta das 15h anunciaram que basicamente não havia mais espaço nos auditórios. Aquela centena de eventos? Foram vistos por basicamente as mesmas duas mil pessoas que acamparam lá dentro para assistir tudo. A pré-estreia de Big Hero 6 lotou em exatos 15 minutos depois do evento abrir. A coisa só foi se acalmar no final da tarde, quando a parte mais interessante da programação (Disney, Pixar, Marvel e Star Wars) já tinha passado. Só consegui ir a um evento, o bate-papo com a atriz Rebecca Madder, de Lost e Once Upon a Time (e fiquei com uma vontade monstruosa de perguntar qual era a rotina capilar dela, por que meu deus que cabelo lindo!).

A proporção das editoras foi algo muito interessante. Ficou claro que muitas das principais do país não quiseram se arriscar no evento novo – ou não acharam que teriam público. A Companhia das Letras estava em um estande minusculo no fundo do evento, praticamente do mesmo tamanho da loja da Giz Editorial – que ficava no Store’s Alley, um canto para lojas menores, mas que estava super bem localizado. Vale dizer que, como sempre, a Giz é sempre um primor. Giulia Moon, Walter Tierno e Roberta Spindler estavam lá apostos para receber quem fosse – e estou sabendo que o Felipe Castilho esteve por lá em algum dos dias também.

Quem roubou mesmo a atenção, em questão de livros, foi Leya, na parte de fantasia e Aleph, na parte de ficção cientifica. Esta última, inclusive, se revelou nesse evento. Não que a editora não tenha um nome consagrado, mas em outras ocasiões ela costuma ficar apagada no meio da muvuca. Não foi esse o caso na Comic Con. Localizada bem no coração do evento, com edições exclusivas para a feira, promoções diversas e o Timothy Zahn autografando “O Herdeiro do Império” ininterruptamente durante os quatro dias, a Aleph brilhou como eu nunca vi antes.

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COISAS DE PLÁSTICO!

Olha, vou mandar a real: não entendo nada de Action Figures. Só sei que tinham umas quatro ou cinco lojas especializadas por lá. O amigo com quem fui era um entusiasta e aproveitou muito mais esse aspecto do evento. Eu só passeie e vi coisas de plástico bonitas. Eu sei, porém, que tinham coisas de plástico bonitas exclusivas do evento, e elas custavam sua alma e dois rins. O exclusivo mais barato era uma miniatura de capacete do Homem de Ferro, por mais de R$300,00. Jamais julgaria alguém por suas paixões, mas essa definitivamente não é a minha, então não tenho o que falar a respeito.

Panini estava lotada. Tudo com 25% de desconto, sem falar do lançamento da nova Graphic MSP, Astronauta – Singularidades. Apesar de eu ter gostado do espaço, achei que ele precisava ser pensado com mais carinho – mas, para ser franco, sempre acho isso da Panini. As prateleiras eram apertadas, a fila do caixa ocupava mais da metade do espaço e vi muito material danificado por lá – o que não exatamente culpa da editora, mas não quer dizer que ela não deva tomar providencias quanto a isso da próxima vez.

A JBC estava com um espaço bem mais modesto e totalmente focado no seu público alvo. Havia um balcão, atrás do qual estavam expostos os diversos volumes. Era necessário pedir para algum atendente para ver qualquer item. A maioria das pessoas simplesmente chegava já com uma lista em mãos. Por um lado, super prático. Consegui tudo o que eu queria em minutos. Por outro, bem pouco simpático para atrair novos leitores. Na parte de trás tinha um palco onde fizeram anúncios de novos títulos e deram algumas palestras – inclusive com o Fabio Yabu. Gostei muito dessa proposta. Muitas das vezes em que precisei parar para descansar um pouco, o fazia por ali para já ouvir as novidades da editora.

Agora, o que não faltava nesse evento era lugar para tirar foto. a Megacorporação (apelido carinho que meus amigos deram para a Disney/Pixar/Marvel/Star Wars/Sabe-se lá Deus mais o que) tinha Darth Vader e Stormtroopers, peças usadas na gravação de Vingadores: A Era de Ultron e um espaço temático do Divertida Mente – sem contar os posteres dos próximos lançamentos, Into The Woods, Cinderella e Tomorrowland. Além disso, tinha uma loja da empresa, embora eu não tenha passado por lá por não ter visto nada muito interessante – a maioria eram aqueles Funko! Toy cabeçudinhos. A Warner tinha estátuas do Batman e do Lego Batman, do Gandalf, um cenário de Mad Max com atores em trajes mínimos, o sofá de Friends, o Batmovel, A Maquina do Mistério e o Scooby Doo. Tinha Transformers, Dinossauros de boca aberta, Armadura de ouro dos Cavaleiros do Zodíaco em tamanho real, pessoal da Hora da Aventura, o bom e velho Trono de Ferro (tinha dois, na verdade), cosplayers de My Little Pony e o que eu acho que foi a melhor sacada de todas (da Aleph) DAVA PRA TIRAR FOTOS COM O ALEX DELARGE! GE-NI-AL!

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FEEL ALL THE FEELS!

Se isso não bastassepara você, tinha um leque infinito de cosplayers para escolher. Teve uma hora que se aglomerou ali num canto a Harlequina e o Coringa, o Homem de Ferro, duas Malévolas, o Link, o Espadachim de Carvão, a Princesa Jujuba , a Ranger Rosa, o Jaspion, o Heisenberg, Conan, o Bárbaro e o BettleJuice, tudo em um lugar só. Não tinha câmera rápida o bastante para imortalizar tanta gente legal. Em outro momento, estava sentado ao lado de duas garotas, fantasiadas de 10th e 11th Doctors quando DE REPENTE surgi uma moça vestida como 12th passeando casualmente por aí (até que as duas primeiras pularam em cima dela e exigiram uma foto em conjunto) E FORAM MUITOS FEELS!

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alguns abriram até mais que o coração

Outro ponto que eu achei positivo: happenings. Sei lá se as pessoas sabem o que é isso, por que eu dou aula de artes e isso é vocabulário técnico da área. Em suma, tinha coisas ACONTECENDO lá dentro. Tinham capacetes de Stormtrooper sendo personalizados por artistas durante todos os dias de evento, lá, no meio do estande da megacorporação. No estande do Estúdio Saga uma escultura estava sendo modelada ao vivo. Aos moldes de uma campanha do exterior, havia uma lousa com os dizeres “antes de morrer eu vou…” e gizes convidativos para qualquer um soltar o verbo e abrir a portinha do coração. Em um determinado momento eu saí da Panini para dar de cara com um monte de cosplayers de Hora da Aventura fazendo um flashmob dançante no meio do corredor!

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E teve muito, muito mais. Não cheguei nem perto das competições de E-sport ou de onde os atores estavam autografando e tirando fotos (até por que tinha de pagar para fazer isso e eu me recuso). Passei longe do estande do Omelete, que estava sempre lotado e só dei uma olhada por cima nas fantasias de cinema que estavam em exposição. Mas um evento é assim mesmo: cada vivencia é única. Mas creio que todas elas, para todos que foram lá, foram positivas. E isso é que fica na minha memória deste evento: ele foi bom.

O grande trunfo da Comic Con Experience, em minha opinião, foi a ótima organização. Tudo parecia muito bem pensado e fluiu perfeitamente durante os dias de evento. Não faltavam acontecimentos para ocupar as cabeças dos visitantes. Os problemas pontuais (sendo o principal a lotação das palestras) não poderiam, de forma alguma, eclipsar o que o evento teve de bom. Minha expectativa é de crescimento para o ano que vem. Maior espaço, mais estandes, mais eventos, mais artistas, mais acesso – mas com a mesma boa organização que marcou a edição desse ano.

O Comic Con Experience está aprovadíssimo por esse que vos fala, e podem ter certeza de me encontrar lá no próximo! (possivelmente fazendo cosplay de um personagem de A Lenda de Korra, mas veremos)

Sol e tormenta, de Leigh Bardugo

9 de dezembro de 2014 às 21:47, por

10171034_736142679739126_7751819152568390878_nAviso: É praticamente impossível fazer uma resenha desse livro sem spoilers do primeiro, então se você ainda não o leu, pode conferir a resenha da Bell para Sombra e Ossos ao invés dessa.

Eu comecei a ler “Sol e Tormenta” sem esperar muita coisa, já que, diferente da Bell, não gostei muito de “Sombra e Ossos”. É divertido, até, e eu adoro o Maly, mas eu me senti entediada na maior parte do tempo, pra ser bem sincera. Como a autora é muito divertida e eu já tinha ouvido falar que a série melhorava com o tempo, eu resolvi dar uma segunda chance à história de Alina. E, olha, ainda bem que eu resolvi fazer isso.

 

Nesse segundo livro, após fugir das garras do Darkling, Alina e Maly têm que arrumar um jeito de continuar não chamando atenção e descobrir para onde podem ir que seja longe o bastante do alcance dele. O começo do livro ainda tem bastante do ritmo do primeiro e é bem focado em Alina e Maly e em como o relacionamento deles se fortaleceu (eu comecei a ler pensando “oh não, tudo de novo”, mas persisti!). Apesar de eu achar a Alina insuportável na maior parte do primeiro livro, esse começo até que não foi tão ruim quanto o esperado por motivos de Maly <3

Em um determinado momento, por motivos que são spoilers, os dois conhecem um corsário chamado Sturmhold, que OH MEU DEUS, É O MELHOR PERSONAGEM DESSE LIVRO! Sério, todo amor e mais um pouco para ele <3

Sturmhold e a sua tripulação são adições mais do que bem-vindas, já que eu não aguentava mais os dramas do Darkling e da Alina. Esse núcleo traz um toque de irreverência que eu senti muita falta no primeiro livro. Aliás, a autora poderia muito bem ter caído no clichê de gêmeos cômicos de uma cultura diferente fazendo palhaçada e sendo ignorantes sobre a cultura da protagonista, mas com Tolya e Tamar ela conseguiu fugir dele e criar personagens profundos e com suas próprias motivações, e não só um alívio cômico.

tumblr_n0q54qb6lq1ss3qtko1_500Esse é um livro muito mais político que o primeiro, e a Alina me surpreendeu com seu crescimento como personagem. Ela amadureceu muito, principalmente pelas decisões que teve que tomar. Ela passou de uma personagem chatinha do primeiro livro para uma personagem que eu realmente admiro.

Por último, queria reclamar um pouquinho do Darkling. Enquanto algumas pessoas o amam profundamente *cofcofbellcofcof*, o meu ódio por ele só cresce à medida que essa série avança. Com ele, o mal não é divertido, é asqueroso mesmo. Sério, eu entendo e respeito as motivações dele como personagem, mas eu não consigo, simplesmente não consigo gostar dele de jeito nenhum, e depois do final desse livro, tudo o que eu sinto é pura repulsa mesmo. A Leigh Bardugo está de parabéns por me fazer odiar um personagem tanto assim.

Um livro muito mais político que o anterior, “Sol e Tormenta” tem o ritmo certo pra nos envolver em suas tramas sem nos entediar, e um toque de romance para deixar tudo mais real, porque não é só porque há um grande conflito que a gente deixa de ter sentimentos, certo?

Nenhuma objeção da minha parte.

O terceiro livro, com o título traduzido para “Ruína e Ascensão”, está previsto para ser lançado por aqui no começo de 2015, segundo a página oficial da trilogia. Mal posso esperar para ver a conclusão dessa história, que promete ser espetacular.

Classificação: 4 sorrisos do Sturmhold

Este livro foi cedido em parceria com a Editora Gutenberg

Livros para se ler antes, durante e depois da faculdade

8 de dezembro de 2014 às 21:39, por

Com o final do ano, um monte de gente está arrancando os cabelos porque: ENEM. Vestibulares. Processos seletivos. Provas finais. Seminários. Trabalho de conclusão de curso. Etc, etc, etc. Todo mundo fala que a faculdade pode, assim como o colégio, ser a melhor ou a pior época da sua vida, mas ninguém fala que ela é composta de uma série de fases: da euforia inicial de entrar em um ambiente completamente novo com pessoas completamente novas; do meio do caminho, quando você se pega estudando em dois turnos por dia e com prazos estourando para zilhões de trabalhos, além de provavelmente estar trabalhando no mercado formal; e do final, quando você está morrendo de medo do que vai ser da sua vida depois que se formar enquanto tem que fazer uma pesquisa acadêmica em formato de monografia.

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Cansei

UFA!

Mas não se desespere! Quando em momentos de terror, sabe o que as pessoas mais legais do universo fazem? Isso mesmo, recorrem a livros! Não os acadêmicos com blocos de texto que a gente fica vesgo de tanto ler, mas sim a essa maravilhosa coisa chamada literatura. Não sei quanto a vocês, mas mesmo nos períodos mais sombrios da faculdade, a literatura sempre me ajudou. E, além de ajudar minha mente a descansar um pouco, acabei esbarrando com um ou outro livro que acabei identificando como ideal para se ler em determinada fase dessa jornada de quatro, seis, oito ou sei lá quantos anos dentro das paredes de uma universidade. Por isso, decidi fazer essa pequena lista cronológica de livros para ser lidos ao longo da faculdade.

1 – Estou desesperado para o vestibular! O que faço?!

Nada_dramatica_281013_frenteEssa recomendação é na verdade uma dobradinha nacional. Em primeiro lugar, temos o livro da Senhora do Caps Lock e Assuntos Aleatórios, Dayse Dantas, e seu livro “Nada Dramática”. Nele, acompanhamos a história de Camilla Pinheiro, uma menina de dezessete anos que mora em Goiânia e está determinada a passar no vestibular sem se envolver em nenhum drama adolescente (spoiler alert: ela falha). Esse livro é ideal para quem está passando horas e mais horas estudando de um jeito meio obsessivo e paranoico, porque certamente vai se identificar com toda a situação – até porque, em Goiânia, as coisas relativas ao estudo para o vestibular são: tensas.

(A Nath já resenhou o Nada Dramática aqui, olha!)Confissões-On-Line-Frente

A segunda recomendação é Confissões On-Line, da Iris Figueiredo. Assim como Camilla, Marina Prudente, protagonista do livro, também está empenhada para passar no vestibular, mas há um pequeno porém: todos espalharam um boato na escola e passaram a ignorá-la. Todos os amigos se afastaram dela, e tudo é ainda pior quando todas as atenções da família estão voltadas para o casamento da irmã mais velha de Marina (que obviamente está bastante estressada com toda a situação). Sem ter a quem recorrer, Marina resolve documentar sua vida através de um vlog, que em pouco tempo se torna o seu confessionário e sua forma de expressão.

2 – Acabei de entrar na faculdade! Como lidar?

fangirl_coverdec2012Então todo o desespero do vestibular já acabou e você enfim conseguiu entrar na faculdade. E aí, como vai agir? O que vai fazer? Vai tentar se reinventar ou vai continuar apegado às suas tradições do ensino médio e às coisas que fazia antigamente? É exatamente dessa dualidade que Rainbow Rowell se vale para escrever o livro Fangirl. Nele, somos apresentados a Cath, uma menina que é MUITO fã de Simon Snow, o mago mais famoso da literatura. Ela é tão apaixonada por ele que escreve uma fanfic, talvez a mais acessada entre as fanfics do bruxo, e precisa terminar de escrever a história antes do lançamento do último livro da saga, que fechará todo um ciclo de vida não só dela, mas de milhões de fãs. E por outo lado, temos Wren, irmã gêmea de Cath, que vê na faculdade uma oportunidade de se reinventar como pessoa e de deixar para trás quem ela era no passado.

A grande sacada desse livro – para mim, o melhor aspecto dele – é o de mostrar os dois extremos de uma mesma situação: por um lado, temos a menina que não quer deixar para trás uma parte importante de uma fase; e, por outro, uma menina que quer negar completamente esse passado. Acho que vale a pena ler se você estiver com aquele frio na barriga por entrar em um ambiente completamente novo – às vezes tendo até que se mudar de cidade e tudo o mais.

(Olha só, a Nath também já resenhou Fangirl!)

3 – Acabei a faculdade. E AGORA?!

13164_ggAcabou. Finalmente acabou. Você entregou todos os trabalhos, participou de todos os seminários, entregou o raio do trabalho de conclusão de curso… e aí? Como encarar o futuro e o que o espera? O que fazer a seguir? Continuar estudando em uma especialização? Seguir em uma jornada de autoconhecimento? Ou se afundar em autopiedade e acabar em um poço de remédios em um quarto escuro?

Isso pode ter soado um pouco, er… melancólico, mas a indicação de livro que tenho para essa fase não é exatamente um livro feliz. Se trata de “A Trama do Casamento” de Jeffrey Eugenides. Nesse livro, acompanhamos um triângulo amoroso pouco usual no fim dos anos 80, quando tudo parecia instável e a desilusão era a palavra de ordem. Madeleine é uma menina que só lê autores mortos descontruídos pelas superinterpretações, e está escrevendo uma dissertação onde tenta demonstrar a importância dos romances vitorianos, onde uma mocinha tem a atenção de dois homens, quando ela mesma é protagonista de uma história idêntica às que estuda. Também temos Grammaticus, um garoto que se encaixa no estereótipo de bom moço e tenta conquistá-la, e Bankhead, um garoto problemático afundado em altas doses de lítio e genialidade, que ela tenta a todo custo resgatar de seus próprios fantasmas.

Talvez esse livro seja um alerta de que as coisas nem sempre saem como os nosso sonhos, mas também pode servir como um bom guia do que não se fazer ao terminar uma faculdade. Para o bem ou para o mal, é um livraço.

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Esse é o fim da minha pequena lista de recomendações. Vocês já leram algum desses? O que acharam? Além disso, têm alguma recomendação para livros que devem ser lidos antes, durante ou depois da faculdade? Deixa aí nos comentários!

A Filha do Sangue – Anne Bishop

6 de dezembro de 2014 às 13:44, por

Filha_do_SangueEditora: Saída de Emergência

Sinopse: O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencidade e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais – sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.

——————————

Fazendo uma rápida busca na Wikipédia (e incorrendo no erro de poder ser de alguma forma simplista ou reducionista), achei a seguinte definição para o termo ‘misandria’.

Misandria é o ódio ou desprezo a pessoas do sexo masculino. É análogo à misoginia, que é o ódio ao sexo feminino, e antônimo de filandria, que é o apreço ao sexo masculino.

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É importante que haja a definição dessa palavrinha antes da resenha per se, porque apesar de a narrativa desse primeiro livro da trilogia APARENTAR ser a base de pensamento da autora, o que Anne Bishop está fazendo é uma misoginia (ódio às mulheres) disfarçada de misandria. A explicação virá mais à frente.

Em Filha do Sangue, temos um mundo controlado por Senhoras do Sangue munidas de Joias do Poder que, dependendo da cor de suas pedras, indicam poderes diferentes. Essas mulheres controlam os machos (no livro, os sexos são distintos entre ‘machos’ e ‘fêmeas’) e os fazem de escravos, seja através de tortura física ou psicológica.

Uhhh.

Confesso para vocês que essa resenha demorou uma eternidade para ficar pronta. Originalmente, quem leria o livro seria a Val, mas ela não conseguiu terminá-lo, aí passou para a Bell, que também não conseguiu ler até o final, e finalmente chegou nas minhas mãos. Terminei de ler esse livro há quase um mês, e – além daquela procrastinação que sempre pega quem faz resenhas –, demorei para escrever sobre A Filha do Sangue porque o livro me deixou pensando em muitas coisas de ordens completamente diferentes: sobre tipos de leitores, sobre estratégia de público-alvo da editora, sobre a mensagem que a autora quis passar quando escreveu essa história, e sobre a história em si e o enredo dela.

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Passo.

Vamos lá.

O livro acompanha a história de três homens-demônio: Saetan, o Senhor Supremo do Inferno, e seus dois filhos, Deamon e Lucivar, e a relação deles com Jaenelle, uma menina de doze anos que, de acordo com as profecias, está destinada a ser a Rainha das Trevas, ou simplesmente a Feiticeira (trocando em miúdos, a toda-poderosa da parada). Os três, por motivos diferentes, querem que Jaenelle seja sua aliada, e fazer isso quando ela ainda é uma criança sem um pensamento crítico totalmente formado pode significar um avanço na luta contra as imposições das Senhoras do Sangue.

Em primeiro lugar, esse é um livro difícil. Não difícil de ler ou de entender, mas sim de digerir. Acredito muito mais na convivência pacífica entre os sexos e na igualdade de direitos do que no repúdio pelos sexos, seja ele de que ordem for. Então, para mim, foi um pouco difícil ler o tanto de ódio ao sexo masculino nas páginas de Anne Bishop. E acredite, é tudo explicitamente gráfico, com cintos de castidade que fazem os homens se dobrarem de dor quando as Senhoras do Sangue os apertam, passando pelas ervas que elas fazem os escravos sexuais ingerirem enquanto estão amarrando-os nas camas para estuprá-los e culminando em cenas de violência de homens contra mulheres e mulheres contra homens que incluem mutilações e lacerações de toda ordem. Pois é, ler esse livro não é exatamente uma atividade agradável.

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Nojento.

E isso me fez pensar um pouco: talvez toda essa abordagem misândrica desse universo possa ser perigosa. Não sei se isso é um pensamento ingênuo ou não, mas fico imaginando o que deve se passar na cabeça de uma daquelas pessoas extremamente machistas que leem as cenas mais pesadas do livro, em que homens são tratados como escravos (sexuais ou não) e menos importantes do que a mosca do cocô do cavalo do bandido. Talvez possa aumentar o ódio que já sente pelas mulheres? Por isso, comentei sobre a misoginia disfarçada em A Filha do Sangue logo abaixo da explicação do que a Wikipédia define como misandria.

E isso me fez pensar também na forma como o livro é vendido: em todas as livrarias, vejo A Filha do Sangue entre os livros infanto-juvenis, e a capa com uma menina loirinha e bonitinha com um livro brilhante aberto é MUITO confusa. Parece que vamos ver uma história de fantasia tradicional, talvez com um pouco de romance, e não que vamos ler uma dark fantasy. Eu já estava psicologicamente preparado (ainda mais depois dos comentários da Val e da Bell), mas acho que a contracapa poderia deixar um pouco mais claro que esse é um livro completamente adulto – e pesado, mesmo para adultos.

Saindo dessa esfera ideológica e mercadológica, vamos falar sobre o livro em si. No fim das contas, mesmo com todos esses adendos chocantes, a história não se sustenta muito bem. O fator novidade é um ponto positivo e importantíssimo da narrativa, uma vez que a ideia de uma sociedade controlada totalmente por mulheres é extremamente bem-vinda e traz um senso de novidade muito legal. No entanto, a construção de mundo é bastante confusa e inorgânica, com ideias sendo expostas ao leitor como se ele já fizesse parte do universo, o que dificulta um pouco a assimilação de grande parte do mundo.

A relação entre os personagens centrais (os três homens e a menina) é estranha, por assim dizer. Lucivar é o que possui menos importância, e sua influência sobre Jaenelle é pequena; já Saetan e Daemon parecem estar sempre disputando a atenção da menina: Saetan porque está ansioso pela perspectiva de poder e Daemon porque a ama.

Esse é outro ponto um pouquinho complicado para se lidar: Jaenelle tem doze anos, e Daemon tem sei lá quantas centenas. E, por mais que ele entre em conflito com todos os sentimentos de amor que tem por Jaenelle, e que saiba que grande parte desse amor é na verdade uma projeção de um amor que ele deve esperar amadurecer, passar por cenas em que ele parece desejá-la (mais uma vez, uma menina de doze anos) é meio complicado ( Val: e pedófilo).

No fim, meu diagnóstico é: Anne Bishop precisa de remedinhos. Infelizmente, o livro não conseguiu me pegar e me deixar curioso para saber o que vai acontecer nos próximos volumes – o que é uma pena, porque eu realmente gostei da sinopse e de toda essa ideia de mundo comandado pelas mulheres. O universo é construído de um jeito meio aleatório e os personagens não são muito marcantes nem cativantes, além de algumas ideias dentro do livro serem bastante controversas (e não no bom sentido).

Classificação: duas Joias do Poder (que não brilham muito intensamente)

—-

Olá,

aqui é a Val se intrometendo (de novo) na resenha SENSACIONAL do Lucas. Ele tirou as palavras da minha boca, porque eu tinha bastante coisa para falar sobre A Filha do Sangue e todas as frases que refletem a minha opinião não podem ser ditas antes das 3 da manhã. Como vocês podem perceber, minhas faculdades mentais não são exatamente estáveis ao se tratar desse livro da Anne Bishop, então não vou entrar na minha opinião propriamente dita.

Como o próprio Lucas comentou lá em cima, houve um problema sério com o público-alvo e a divulgação desse livro. Por exemplo, com o resumo divulgado e a capa toda fofa, pensei na hora, “OLHA. PERCY JACKSON. COM UMA MENINA PROTAGONISTA. NUM REINO DE MAGIA. QUE SENSACIONAL”, e se esse foi um pensamento meu, de uma mulher de 25 anos, imagina o que uma criança vai pensar ao pegar A Filha do Sangue esperando uma história como a de PJ e lendo algo que poderia traumatizá-la para o resto da vida? Quero que vocês considerem que minha experiência com o livro da Anne Bishop foi traumatizante, e meu nível de tolerância para histórias pesadas é bem grande. Então, dá para ter noção da caca que ler algo assim seria para uma criança, eu suponho.

Para resumir o que tenho a dizer, queria apenas que a Saída de Emergência repensasse na estratégia de divulgação de A Filha do Sangue, para nenhuma criança tenha que fazer terapia por sabe-se lá quantos anos da vida.

E, por último, gostaria de sugerir uma campanha para pagar um tratamento para a Anne Bishop, ela está precisando.

Classificação: Tem como negativar classificação?

(ESSE LIVRO FOI UM OFERECIMENTO DA EDITORA SAÍDA DE EMERGÊNCIA)

[5 anos de NUPE]: Promoção #1 – Livros em inglês!

5 de dezembro de 2014 às 12:16, por

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Hello, boys and girls. How are you in this auspicious day?*

Como vocês viram no post de apresentação da equipe, nós faremos 5 anos dia 28/12! Para comemorar, decidimos fazer o MAIOR SORTEIO da história desse blog. Serão cinco etapas, cada uma com um tema diferente (mesmo que o tema seja não ter tema). O primeiro é de livros em inglês, incluindo um livro autografado!

Nos nossos cinco anos, resenhamos vários livros antes deles serem traduzidos para o português e alguns que até hoje não foram publicados. Sempre tivemos a preocupação em ajudar a vocês que estão aprendendo inglês a se desenvolver melhor na leitura, inclusive dando dicas, como nesse post! Mais recentemente nos unimos à Penguin Stacks e ao Perdido em Palavras para fazer um clube do livro em inglês (e o primeiro livro é Anna and the French Kiss!)…

E não daria para começar a comemoração de cinco anos de forma diferente se não fosse dando vários livros em inglês para vocês, leitores que nos acompanham há tanto tempo! Serão QUATRO vencedores e, na ordem que forem sorteados, podem escolher entre os seguintes kits:

  • Zombies vs Unicorns Autografado + Kit Leaky + um livro da lista;
  • Três livros da série Strange Angels;
  • Um vencedor escolhe 4 livros a sua escolha, dentre os da lista desse post;
  • O último fica com os 3 que sobrarem!

A maior parte dos livros nunca foi lida, embora tenha sido comprada faz algum tempo. O Zombies vs Unicorns foi comprado e autografado na Leaky Con só para esse sorteio! Os três livros de Strange Angels nos foi dada pela Fernanda Nia, do Como eu Realmente :)

Obrigada, Nia!

Nós temos a relação de todos os títulos com fotos depois da quebra, cliquem para ver.

No rafflecopter, NENHUMA entrada é obrigatória, mas você ganha participações extras ao comentar aqui no post, seguir nossas redes sociais e compartilhar o tweet da promoção. :)

RAFFLE-TIME!

a Rafflecopter giveaway

As fotos estão depois da quebra :D

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O primeiro kit é Zombies vs Unicorns autografado pela Maureen Johnson e pela Alayah Dawn Johson e a bolsa da LeakyCon com vários livretos, adesivos e outras coisinhas.

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O segundo kit são três livros da série Strange Angels. Os livros são Strange Angels, Betrayal e Defiance. Defiance é o quarto livro da série, os outros dois são os dois primeiros. A Fernanda Nia nos deu para sortear porque ela leu os livros no kindle, mas tinha esses volumes série em livros físicos também :) Eles nunca foram lidos!

Os livros a seguir são os que os dois últimos sorteados poderão escolher! Cada um tem o link para a sinopse:

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Nothing But Trouble, da Rachel Gibson, é um dos meus favoritos dela. É um dos livros da série dos jogadores de Hockey dela, mas eles podem ser lidos fora de ordem sem problema algum. Fight Club, do Chuck Palahniuk, inspirou o filme Clube da Luta! The Bro Code é o livro do Barney, de How I met your mother. E Pride and Prejudice and Zombies tem resenha aqui, ó, e é… orgulho e preconceito com zumbis.

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The Kraken’s Mirror é um livro de uma editora americana bem pequenininha. I am a genius of unspeakable evil and I want to be your class president é um middle grade engraçadinho com um título gigante e tem um inglês relativamente fácil. Essa edição é paperback e está encapada com papel contact e era da Val. E, por último, Insatiable, da Meg Cabot, em hardcover. Esse livro divide opiniões, mas aqui no NUPE todo mundo gostou muito dele (embora não tenha gostado da continuaçã0).

Também há um Episode Guide de Doctor Who que a Tassi vai dar para o sorteio, mas ela não tirou a foto ainda. Quando ela tirar, vem pra cá. :) (tá aqui, gente, não tem foto, mas é essa a edição, que vai até o Matt Smith!)

DW

Enfim!! É isso, são esses os livros do sorteio, espero que vocês gostem e participem :D

 

Tradução do início: Olá, garotos e garotas. Como vocês estão neste dia auspicioso?

[5 anos de NUPE]: Conheça a equipe #1!

4 de dezembro de 2014 às 18:40, por

Conheça a equipe!

OLÁ, PESSOAS!!!

É com um imenso prazer que eu abro as comemorações dos cinco anos de NUPE! Dia 28/12 nós comemoramos essa marca histórica, mesmo depois de altos e baixos. Nós planejamos várias coisas para esse ano (mas nada tão legal quanto o especial Como se Faz um Livro, que fizemos no nosso aniversário de 2 anos), incluindo uma promoção por semana até o fim do ano e uma mudança de layout.

O quê, Tassi? Eu não podia falar? OH NÃO, IGNOREM A ÚLTIMA FRASE.

Voltando à programação normal, a cada semana, nós vamos apresentar algumas pessoas da equipe para vocês. O Diego chamou a nossa atenção de que não existe uma página de sobre nós  no NUPE e que, como a equipe mudou e expandiu nos últimos anos, seria legal que nós falassemos mais sobre as pessoas do blog. Então estamos aqui! Serão 4 posts, um por semana, cada um apresentando três ou quatro membros. Vocês podem fazer as perguntas que quiserem para eles nos comentários que eles responderão, tá?

Começamos com os anciões que ainda estão na ativa: Eu, Val e Dayse.

Como essa criatura chegou ao NUPE?
Era um dia chuvoso de dezembro em Brasília e eu fiquei puta porque entrei num site nerd aí e o post principal era CONFIRA ESSA GOSTOSA AQUI e decidi FAZER MEU PRÓPRIO SITE PRA FALAR DAS MINHAS COISAS SEM GOSTOSAS, COM TOM HIDDLESTON (ok, o Tom Hiddleston ainda não existia na minha vida). Chamei minha irmã e voi là, surgiu este blog.

Sobre a criatura:

Captura de Tela 2014-12-02 às 12.09.19Nome: Bárbara Morais
NOME FANTASIA: BELL (SOU QUASE UMA EMPRESA) (OMG VCS VÃO PERGUNTAR PQ MEU APELIDO É BELL)
O que faz da vida: Sou uma viajante interestelar se passando por uma estudante de economia que lança livros YA para estudar a raça humana. As conclusões até agora foram decepcionantes.
Talentos: Ser canhota, ficar doente com facilidade, fazer planilhas e encher as pessoas de emails, mandar as pessoas escreverem posts o tempo todo e ter ideias megalomaníacas que quase matam todos os envolvidos no processo (como a coletânea). Ah, também faço umas playlists iradas e sei fatos irrelevantes sobre o Tom Hiddleston.

Você pode seguir a Bell no twitter e no instagram.

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Eu conheço a Val desde que nós tínhamos 12 anos e compartilhamos gostos e opiniões!! E ela também é minha vizinha (tá, isso é coisa de 3 anos pra cá, MAS E DAÍ?). Foi natural virar para ela e perguntar “Você quer ajudar no blog?”. Ela foi a membro número 3!

Sobre a criatura:

Captura de Tela 2014-12-02 às 12.17.59Nome: Valéria, mas podem de chamar de Val. Só não inventem de me chamar de Vavá, meio que detesto esse apelido. MUITO. Não me chamem assim.
O que faz da vida: Neste exato momento, escrevo essa minibio. Em momentos de folga, sou uma desempregada profissional e leio e vejo coisas. Ah, sou formada em Relações Internacionais!
Talentos: Pensa numa situação absurda. Garanto que vai acontecer comigo e esse é um talento que eu sempre possuí. E eu sei imitar a criancinha de “O Grito” (Perguntem para o Vitor, ele pode confirmar). E sou ótima em fazer doces e bolos. Eu falo a língua do Quê.

Você pode seguir a Val no twitter e no instagram.

Como essa criatura chegou ao NUPE?

Eu conheci a Dayse por causa dos nerdfighters e, na época, ela queria escrever uma coluna chamada “Estrangeiristas”. Convidei ela para o NUPE assim, como quem não quer nada, e hoje as pessoas acham que a) a gente é irmã, b) meus amigos acham que ela é nossa amiga desde a sexta série. ESSAS COISAS ACONTECEM, CRIANÇAS.

Sobre a criatura:

Captura de Tela 2014-12-02 às 12.14.41Nome: Dayse. Meu pai às vezes me chama de Boo ou Pocoyo.

O que faz da vida: Alguma coisa relacionada a inglês, dar aula e derivados. Ler e escrever?

Talentos: Meu assobio é melhor do que o assobio normal. Tipo, eu estava conversando com minhas irmãs sobre isso, e meu assobio é mais CHEIO e DEFINIDO, sabe? Se meu assobio fosse cantor de ópera, ele seria escalado para Protagonista Soprano. Eu também sou excelente em melhorar receitas de coisas. DOU UM TOQUE ESPECIAL.

Você pode seguir a Dayse no twitter e no instagram.

E é isso! Se vocês querem saber mais sobre nós, é só comentar aí que eu juro que respondemos, ahahah. Na próxima semana, é a vez da Tassi, da Nath e da Kah!