Dunkirk, de Christopher Nolan

Dunkirk, o novo longa de um dos diretores mais metódicos da indústria atual, o senhor Christopher Nolan, chega aos cinemas com a missão de recontar como, de fato, decorreu a evacuação de milhares de soldados britânicos e franceses que se encontravam cercados pelo inimigo alemão em uma praia nos litorais franceses nos longos dias da segunda guerra mundial, a pouco conhecida ‘Operação Dinamo’.

Nolan conta que teve a idéia para o filme em 1992 quando fez o percurso marítimo da Inglaterra a Dunquerque, a mesma travessia foi feita, muitos anos antes, por todos aqueles que se voluntariaram em auxiliar no resgate dos soldados presos no canal francês.

Famoso em não dar nada mastigadinho ao espectador, o cineasta entrega aqui, mais uma vez, uma sucessão de belas imagens e consegue construir uma tensão distinta, usando poucas ferramentas, entre elas, o som, a paleta de cores e, claro, a condução dos atores.

No elenco,  os veteranos Tom Hardy, Cillian Murphy, Mark Rylance, Kenneth Branagh, James D’Arcy e Jack Lowden e ainda os estreantes Harry Styles, Fionn Whitehead, Berry Keogan, Tom Glynn-Carney  e Aneurin Barnard.

A película estreou lá fora na última sexta feira (21) e já é a primeira no box office.

Uma das cenas mais singelas do longa onde soldados tentam se proteger dos bombardeios.

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Em Ritmo de Fuga, de Edgar Wright

Edgar Wright sempre esteve envolvido em projetos  que aflorassem seu lado geek, sua filmografia não esconde isso de nenhuma forma. De 1999 a 2001, ele conduziu uma das séries mais amadas do mundo, Spaced e também é  responsável por “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, longa que circula pelo universo dos games e apresenta características típicas de seu humor e sua sagacidade britânica.

Wright é da vertente de cineastas que também escrevem seus roteiros e escolhem tudo a dedo pensando nos mínimos detalhes.  Em Ritmo de Fuga, seu mais novo filme, que estreia no Brasil na próxima quinta-feira (27),  é um exemplo verídico disto, pois além de presentear o público com um elenco sortido e talentoso (Ansel Elgort, Jon Hamm, Jamie Foxx, Kevin Spacey, Lily James, Jon Bernthal, Eiza González e Flea), o longa vem com uma roupagem cinematográfica de bom gosto e o melhor: uma trilha sonora que faz a trama se movimentar literalmente.

Na próxima semana, o diretor e o ator Ansel Elgort chegam ao país para divulgar a produção.

Elgort sendo dirigido por Wright

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NUPE Recomenda: Melhores da Quinzena #11

Tenho que confessar que não sei como a gente tá conseguindo fazer estes posts de indicações, porque  quase sempre esquecemos dele e normalmente só lembramos em cima da hora????

ENFIM.

O importante é que o NUPE Recomenda continua firme e forte, HAHAHA!

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Neve Negra, de Martin Hodara

O meu, provavelmente, o seu (quase certo que nosso e ainda do resto do mundo) ator argentino predileto, Ricardo Darín (Nove Rainhas, O Segredo dos Seus Olhos, Relatos Selvagens e tantos outros), se junta a Leonardo Sbaraglia (No Fim do Túnel) e Laia Costa em um suspense tenebroso com direção de Martin Hodara.

Na trama, Darín vive Salvador. Um homem endurecido pelas marcas do passado que mora sozinho nas terras da família, localizadas na Patagônia, Argentina. Um belo dia, Salvador recebe a visita do irmão Marcos (Sbaraglia) e da cunhada (Costa), recém chegados da Espanha, para convencê-lo a vender o lugar e repartir o dinheiro. Marcos relembra o carrancudo Salvador de que a irmã caçula deles, Sabrina, interpretada por Dolores Fonzi, está doente e o dinheiro auxiliaria nos custos da enfermidade da moça, mas Salvador teme que o irmão esteja ali apenas por interesse próprio e resiste as idéias dele. Enquanto isto, Sepia (Federico Luppi), um dos representantes da empresa que quer comprar as terras do clã cerca Marcos e propõe que ele continue a tentar entrar em um acordo com o irmão.

A partir deste momento, grandes revelações sobre a família caem por terra e o espectador conhece o real motivo do distanciamento entre os irmãos.

EITA PEGA ! ! !

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NUPERecomenda: Melhores da Quinzena #10

CHEGAMOS A UMA DEZENA DE POSTS!!!!!!!!! Não acredito que estamos conseguindo manter essa coluna por tanto tempo. Estamos muito felizes por esse feito e esperamos que vocês continuem aproveitando as nossas recomendações quinzenais!

Agora vamos para as indicações:

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BONDE DAS MARAVILHAS: Mulher Maravilha

Mulher Maravilha (Patty Jenkins, 2017) é provavelmente a adaptação de quadrinhos mais esperada desse ano. Não só por ser a primeira vez que a super-heroína é adaptada para live-action em décadas, mas também por ser o primeiro filme solo protagonizado por uma heroína dessa nova leva de adaptações cinematográficas da DC (e da Marvel). Havia muita expectativa em cima desse filme, porque ele seria uma MUDANÇA NO JOGO, independente da sua qualidade. Há um grande viés em Hollywood para histórias escritas, dirigidas e protagonizadas por homens, principalmente no gênero de Filmes de Super-Heróis, e a escolha de uma diretora vencedora do Oscar para a direção desse filme deixou os fãs animados e ansiosos para conferir o resultado.

E o resultado foi:

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Mas vamos ao que interessa: Mulher Maravilha conta a história da amazona Diana, filha de Hypólita, a Rainha das Amazonas, que cresceu entre as histórias mitológicas do seu povo – desde o fato dela ter sido moldada do barro pela sua mãe e Zeus ter lhe dado a vida, até a história da missão primordial das Amazonas no mundo, que é manter a harmonia no mundo dos homens e impedir Ares de corrompê-los com a guerra. Diana é uma criança que cresce na ilha das amazonas com todas as regalias de uma princesa, mas sonhando com a batalha. E, quando a batalha vem, quando ela finalmente conhece a Guerra, entende o quão terrível ela pode ser. Continue lendo BONDE DAS MARAVILHAS: Mulher Maravilha

Agora e Para sempre, Lara Jean – Jenny Han

Não sei se vocês lembram, mas em outubro do ano passado, logo quando voltei do intercâmbio, postei que, depois de ficar mais de um ano sem conseguir ler nada, eu devorei os 2 livros da trilogia Para Todos os Garotos que já Amei, da Jenny Han, em um final de semana.

Como eu disse lá no post, tava com MUITO medo do que seria feito no último livro e como ela lidaria com o final. Eu tenho MUITO medo de finais. Muitas pessoas não sabem fazer finais e acabam fazendo algo muito perfeito ou algo muito desastroso só para ~chocar~.  Esta semana saiu o último livro e, sem spoilers, sobre esse livro, eu posso dizer: final perfeito.

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Alien: Covenant, de Ridley Scott

Em ”Prometheus”, de 2012, o universo Alien voltou a ser explorado pelo renomado cineasta Ridley Scott. Uns gostaram me inclua ai, outros nem tanto e alguns nem deram bola, entretanto, a produção foi relevante para que Scott se aventurasse a visitar seu passado glorioso (quem nunca?), já que ‘Alien, O Oitavo Passageiro (1979)’ é um dos mais aclamados filmes de ficção científica de todos os tempos e também o debut comercial do diretor.

Prequel do longa de 79, Prometheus foi estrelado por Michael Fassbender, Noomi Rapace, Idris Elba e Charlize Theron e seguia a jornada de um grupo formado por arqueólogos, cientistas, entre outros, que saem em busca de respostas sobre a existência da humanidade pelo universo. Patrocinada pelas indústrias Weyland,a missão tinha como líder a cientista Elizabeth Shaw (Rapace), o piloto Janek (Elba), a capitã Meredith Vickers (Theron) e contava também com o auxilio do androide David (Michael Fassbender) e etc. Ao fim daquela caçada, claro, o time encontra um destino fatal com o despertar de um ser desconhecido e somente Elizabeth e David (Michael Fassbender) conseguem escapar e prosseguir viagem.

Os fãs xiitas de ‘O Oitavo Passageiro‘ não entenderam (ou não quiseram entender) que a nova empreitada de Scott não era uma sequência ao seu primeiro filme e ficaram tão possessos que o xenomorfo original (espécime criada com a série) não aparecia na produção que xingaram muito no twitter demandando uma continuação. Cinco anos mais tarde, o que Scott faz? Atende o desejo dos frustrados de plantão e lança ‘Alien: Covenant‘.

E o enredo corre assim: a nave covenant, diferente de ‘Prometheus’, é desenhada para seguir em missão de colonização até chegar a Oregae-6. Porém, após um incidente a tripulação é acordada antes do tempo e mudam a rota original, após um planeta, aparentemente, habitável surgir no radar. Com Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir, Carmen Ejogo, Jussie Smollett e James Franco, no elenco, e roteiro de John Logan e Dante Harper, o filme tem estreia mundial esta semana.

Os atores Michael Fassbender, Guy Pearce e Noomi Rapace, que aparecem em Prometheus, voltam a reprisar seus papéis aqui.

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Tripulantes da nave Covenant confraternizam antes de entrarem em estado de ‘hibernação’.

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