Nem Um Pouco Épico

A Garota do Livro revela os traumas na vida de uma jovem

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Tem um trecho de uma canção da banda norte americana Cage The Elephant que diz assim:

Trouble on my left, trouble on my right, I’ve been facing trouble almost all my life

O recorte desta parte da canção reforça a ideia de que todos estamos fadados a ter problemas durante o percurso de nossas vidas. De todos os lados e jeitos. O que nos difere é como os enfrentamos e superamos. Bem, estas sábias palavras (musicadas) condizem bastante com a história que a diretora e roteirista Marya Cohn ambienta no longa ‘A Garota do Livro‘, estreia desta quinta-feira (26) com distribuição da PlayArte Pictures.

Na trama, a jovem de 28 anos, Alice Harvey (Emily VanCamp),é  uma assistente de uma editora de livros que há muito não lida com seus traumas do passado, ou ainda melhor, tenta se afastar deles ao máximo. Filha de um poderoso agente literário (Michael Cristofer) em Nova York, a moça sonhava em se tornar escritora e levar uma vida digna. Contudo, seu bloqueio criativo a impede de prosseguir com seus planos. Ademais, ela acaba de ser convidada para trabalhar no relançamento de um livro do autor Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai que outrora fora seu mentor.

(L-R) Emily VanCamp as Alice Harvey in ``The Girl in the Book.’’
Emily VanCamp como Alice Harvey em “A Garota do Livro.’’

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Nadando no rasinho: Jogo do Dinheiro

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Money Monster é o nome de um programa de TV daquele tipo bem sensacionalista que é apresentado pelo versátil entertainer Lee Gates (George Clooney). O show tem como meta primordial dar ao espectador palpites sobre o mercado financeiro – e ainda ser palco das performances mais inusitadas de Lee. Um cidadão comum chamado Kyle Budwell (Jack O’Connell), certo dia, invade a gravação do programa armado e obriga o apresentador a vestir um colete repleto de explosivos. A diretora do programa, Patty Fenn (Julia Roberts), instantaneamente tira o show do ar, todavia, Budwell exige que eles permaneçam ao vivo, caso contrário matará Lee e a todos no estúdio. O rapaz está ali em busca de respostas e, enquanto uma investigação incessante, para descobrir quem ele é, entra em ação para salvar a todos no local, a audiência passa a acompanhar o apresentador se virando nos trinta (ô loco, bicho) para obter explicações concretas de uma empresa que perdeu milhões no mercado financeiro do dia para a noite.

A produção conta com a direção regular da (também atriz) Jodie Foster, roteiro do trio Jamie Linden, Alan DiFiore e Jim Kouf e, no elenco, estão os atores: George Clooney, Julia Roberts, Jack O’Connell, Dominic West, Caitriona Balfe e Giancarlo Esposito. Read more

A crise do “esse livro é muito bom e eu quero ser a Jout Jout”

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capajout1Tá todo mundo mal: o livro das crises

Autora: Jout Jout (Julia Tolezano)

Editora: Companhia das Letras

Ano: 2016

Uma coisa que eu e Jout Jout temos em comum: se for para fazer alguma coisa, a coisa tem que ser a melhor na categoria dessa coisa – e, se der, a melhor coisa de todas as coisas.

Então é claro que eu comecei a planejar essa resenha antes mesmo de ter o livro nas minhas mãos. Eu sabia que ia gostar dele – afinal, é Jout Jout, e eu amo Jout Jout -, e eu sabia também que a minha resenha teria que ser ótima, porque: 1) é uma resenha que eu fiz, né, e 2) seria uma das primeiras a sair, então vai que a própria Julia lê isso aqui. Era pressão demais, é claro, e não tem texto que aguente tanta expectativa.

Resultado: uma crise que poderia ser facilmente evitada.

Felizmente, o próprio livro tratou de cuidar disso (pelo menos parcialmente, porque não é fácil deixar para trás hábitos antigos como esse).

O primeiro livro da Jout Jout, a youtuber que ficou famosa depois de um vídeo sobre relacionamentos abusivos, difere um pouco das publicações de outros fenômenos da internet. Em vez de seguir o modelo essa-era-a-minha-vidinha-antes-e-olha-onde-eu-estou-agora, a Julia resolveu passar para o papel o que ela já faz muito bem no canal: contar breves causos da sua vida e mostrar que, ei, tudo bem ter umas crises de vez em quando. Você tem, a Jout Jout tem, eu tenho e todo mundo tem também: sério, Tá todo mundo mal.

É exatamente esse o objetivo do “livro das crises”: desmistificar alguns pensamentos que costumamos achar que é um problema só nosso, quando, na verdade, um bocado de gente está passando pela mesmíssima situação também acreditando estar sozinho. A gente é egoísta até com as nossas crises, né?

E a Jout Jout fala de tudo um pouco: desde a vergonha de mostrar suas celulites à insatisfação com a vida dentro de um escritório, passando ainda pelo medo de críticas e a decepção com os Tamagotchis que sempre morriam.

Algumas das histórias já são conhecidas de quem acompanha o canal desde o início, mas o livro funciona para qualquer um que tenha crises – basicamente, qualquer ser humano. Por mais que o livro não seja rigorosamente dividido em temas ou cronologia, há uma certa progressão dos temas: dramas da puberdade e da adolescência; questões de corpo e autoimagem; faculdade e trabalho; amizade, amor e sexo; e mais um monte de aleatoriedades no meio.

Tudo isso numa escrita simples, clara e bem-humorada, e que, em muitos momentos, lembra o próprio jeito de falar da Jout Jout, com expressões e um ritmo bem característico dela – dá até para ouvir a voz dela na sua cabeça enquanto lê.

Se eu tivesse que fazer uma crítica negativa ao livro, seria algo que, sob outro ponto de vista, também pode ser elogiado: a extensão de cada crise. Cada uma tem, em média, apenas três páginas, e várias vezes senti que as histórias tinham potencial para serem mais desenvolvidas; dando mais detalhes, aprofundando as reflexões. Ao mesmo tempo, o tamanho dá mais velocidade ao livro, como se estivesse assistindo continuamente a vídeos no YouTube. E aí você vai crise após crise, tapa na cara após tapa na cara, até que você bate o olho em uma que tem tudo a ver com você e precisa fechar o livro, dar uma respirada e pensar um pouco antes de continuar a leitura.

Uma das questões de destaque no livro, além do medo de críticas, é o desejo de ser excepcional em tudo que se faz – ou melhor, a luta contra esse desejo. Foi o que eu mencionei no início dessa resenha (no livro, explorado na crise do Gregorio e na que o encerra), e o meu aprendizado aqui é que não há necessidade de tanta pressão: não há criação que resista a isso. Eu não consegui fazer esse texto fluir até aceitar de vez que ele é só mais uma resenha que eu escrevo e ponto; pode ficar muito legal ou ser algo razoável, mas o importante é que ele existe.

Quando eu digo que gostaria de ser a Jout Jout, não é por ela ser superior e eu precisar alcançar esse “padrão de perfeição”. Já foi por isso, mas só até acompanhar as suas crises. Apesar de os vídeos mostrarem que a vida dela não é ~perfeita~, Julia já alcançou tanta coisa e produz um conteúdo tão legal que é normal colocar a posição dela como um objetivo de vida. O que eu só aprendi com o livro, no entanto, é que ela está mais próxima do que eu imaginava.

Foi tanta identificação com o livro que parecia que eu poderia ter escrito algumas daquelas coisas. E se a Jout Jout está falando algo que eu também poderia falar, ela tá mesmo num patamar tão superior e tão diferente de mim?

E é justamente esse o ponto do livro e o diferencial da Jout Jout: desconstruir medos e inseguranças, criar uma relação de mais amor e harmonia com nós mesmos (incluindo nossos corpos) e mostrar que somos todos especiais. <3

Para terminar, um gif de Caio rebolando porque nós também amamos Caio:

(é biscoito!)

[nota: eu faço um freela na Companhia das Letras e ganhei o livro da editora, mas a opinião que está aqui é só minha. Já dizia Kanye West, “feelings are the only facts”.]

De quando a Ficção vira ”realidade”: Roteiro de Casamento

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Vocês já devem ter se deparado com milhares de fofocas como esta abaixo, pela internet:

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Ator que vive Professor Xavier, na série de filmes X-Men, abandona esposa para ficar com colega do filme”.

Poisé! Bafão!!!

 

Mas enfim, vive acontecendo e já é algo normalíssimo de se ver! (Angelina e Brad e milhares de outros casais se formaram assim, lembram?). E não tenho dúvidas que muitos outros ainda virão por ai. Bem, o link desse ‘super furo de reportagem’ tem tudo a ver com a sinopse do filme argentino ‘Me Casé Con Un Boludo‘ (amei esse título, mas a tradução acabou virando Roteiro de Casamento), longa dirigido por Juan Taratuto (Papéis Ao Vento) que trata exatamente dessa premissa: casais que se apaixonam em cena. Só que a comédia traz um pequeno detalhe: Florencia (Valéria Bertuccelli), protagonista de uma produção que está sendo rodada, acaba percebendo – um pouco tarde – que se apaixonou pelo personagem de Fabián (Adrián Suar), seu colega de trabalho, e não pelo ator em si. (Ai deu ruim, hein, amiga?!).

Fabián é daquele tipo de celebridade que adora ser citado nas fofocas e, se possível, cria notícias ele mesmo e as prolifera por ai. Florencia é uma atriz, em inicio de carreira, que, por acaso, era esposa do diretor do longa que ela e Fabián  estavam protagonizando juntos. O núcleo de personagens conta ainda  com os três amigos de Florencia, a irmã , o manager de Fabián e também seu psicologo. Read more

X-Men Apocalipse e a maldição do terceiro filme

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Se existiu um desenho de super-heróis, nos anos 90, que fazia a cabeça da galera, um deles, na certa, era o da turma liderada pelo Professor Xavier. Inclusive, uma quantidade gigantesca de fãs, ao redor do mundo, vivia-se perguntando quando os heróis finalmente atingiriam outros espaços. Como exemplo, o cinema.

Lá pelo inicio dos anos 2000, o diretor Bryan Singer foi um dos responsáveis em lutar para levar os mutantes, mais adorados do universo, para as telas. E tal atitude foi muito bem recebida. Aliás, X-Men (2000) e sua sequência, X-Men 2, de 2003, trouxeram força e eloquência, segundo grande parte dos críticos, tanto como obra audiovisual quanto verossimilidade com as HQ’s, contudo, com o afastamento de Singer do projeto (para fazer um longa bem suspeito do idolatrado homem de aço), o terceiro filme da série não conseguiu ter o mesmo efeito de seus antecessores. Pelo contrário, foi e é visto como um dos piores heroflicks até hoje.

Em 2011, Singer retornou a base sólida do projeto ‘X-men’ (haters gonna hate) e escreveu o roteiro do notável ‘X-Men: Primeira Classe‘. Já em 2014, assumiu a direção de ‘X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido‘ e este ano conduz novamente a trupe em: ‘X-Men Apocalipse‘.

Nesta nova empreitada, o roteiro é de Simon Kinberg e leva os mutantes a conhecer um de seus ancestrais. O poderoso e ambicioso En Sabah Nur (aka Apocalipse) que é interpretado pelo ator Oscar Isaacs (Star Wars: O Despertar da Força). Apoxmen-apocalypsecalipse, na verdade, retorna  de seu sono da beleza com planos de mergulhar o mundo em uma guerra sem fim para garantir a supremacia de sua ‘raça’ e a manutenção de seu poder. Para tanto, ele escala um time potente de mutantes, os chamados ‘Quatro Cavaleiros’, entre eles: Ororo Munroe/Tempestade(Shipp), Magneto (Fassbender), Psylocke (Munn) e Angel (Hardy). A treta se eleva (ainda mais) quando Nunuzinho poderosão, opis, En Sabah Nur, tem conhecimento dos poderes psico-fo&&& de Xavier e de seu super projeto com Hank MacCoy, intitulado de ‘Cérebro’.

À parte a isto, os alunos de Xavier, Jean Grey (Turner), Scott Summers/Ciclope ( Sheridan), Hank MacCoy/Fera (Hoult) se juntam a Peter Maximoff/Mercúrio (Peters), Mistica (Lawrence), Noturno (Kodi Smit-Mcphee) e a agente da SIA Moira Mactaggert (Byrne) para tentar apaziguar os ares e trazer Xavier de volta, já que Nunuzinho o rapta, pois acredita que os talentos do professor estão sendo mal aproveitados.

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Bebida para a Eurovision: Milkshake colorido

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OLAR, HOJE É DIA DE EUROVISION E CONSEGUI TESTAR MAIS UMA RECEITA PARA VOCÊS!!! 

Como ela é super rapidinha e simples, não tem problema eu colocar esse post neste exato momento. Os amigos que me acompanham no snapchat já viram as fotos que vou colocar (dessa vez, tirei fotos do passo-a-passo), e se vocês tiveram preguiça de ler este post, vocês podem assistir o vídeo da Elise do My Cupcake Addiction, que fez a receita original, Rainbow Milshake, para a semana não-oficial do unicórnio (sério, SIGAM o canal dela, porque ela é maravilhosa. O único empecilho é que ele é em inglês)

Fiz um mocinho colorido com os corantes que eu tinha em casa e, acidentalmente ele ficou combinando com a logo Come Together da competição.

UM ERRADO QUE DEU CERTO.

AH.

Antes que vocês entrem em desespero, sei lá, ele ficou assim:

Esse pote de sorvete total escondeu a minha louça suja da pia.
Esse pote de sorvete total escondeu a minha louça suja da pia.

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4 séries legais e curtinhas pra passar o tempo!

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Tem muito tempo que eu não faço post, então decidi tomar um tiquinho de vergonha na cara e vim falar de séries pra vocês! Eba!


São só quatro, todas com apenas uma temporada de poucos episódios, porque eu sei que não tá fácil pra ninguém!

Lucifer

A série é baseada nos quadrinhos da DC e apesar de não ser familiarizada com a literatura que a inspirou, eu recomendo muito porque apesar de ser no estilo procedural (casos da semana), é altamente divertida e sexy.

Tom Ellis é uma benção na minha vida desde que eu o vi pela primeira vez em Miranda e no papel do protagonista da série ele já me fez ter muitos pensamentos pecaminosos hahahahaha Que homem (o gif não está ali em cima por acaso, é um incentivo!)

Lauren German também está ótima no papel de Chloe Decker, a detetive que tem que aturar o próprio capeta. O bônus da série é a filha da policial, interpretada por Scarlett Estevez, que é uma fofa!

Eu já vi isso antes, mamãe
Já? Onde?
Eu tenho internet.

A primeira temporada só teve 13 episódios e já acabou. Eu achei que foi muito bem construída e teve uma evolução excelente. Vou ficar aqui aguardando a segunda (yay renovações!) e rezando pra que escape da maldição que recaiu sobre Sleepy Hollow.

Wynonna Earp

Outra série baseada em quadrinhos, dessa vez estamos estamos falando de uma mistura de sobrenatural com velho oeste que é altamente viciante. Wynonna é descendente de uma família poderosa e famosa na região de Purgatory. Ela também é amaldiçoada, uma sina que passou por várias gerações. Ela consegue lutar com demônios e, depois de uma temporada fora de casa, volta para cumprir seu destino (na verdade, ela volta para um funeral, mas pareceu mais dramático falar assim). Não é como se o pessoal da cidade estivesse muito empolgado em ver a descendente mais velha de Wyatt Earp dando as caras por ali, mas ela acaba se tornando uma aliada valiosa na luta contra os mortos-vivos que assombram a cidade.

Eu tinha acabado de pensar que precisava de outro homem pra me dizer o que eu devo fazer hoje
E aqui está você… Que ótimo.

Todas as personagens são SUPER carismáticas e, como bem disse a Letícia na newsletter dela (foi de onde eu tirei a recomendação, assinem também), é muito interessante ver a inversão da trope “homem que lida com sobrenatural/porra-louquices x mulher que segue todas as leis”.

A primeira temporada ainda não acabou, mas 13 episódios já estão garantidos e eu achei excelente pra substituir o buraco de decepção que Sleepy Hollow deixou no meu coração (claramente muito traumatizada com Sleepy Hollow ainda).

The Real O’Neals

Gays são os melhores.

Eileen mostra para os outros uma família perfeita, mas a história real (get it?) é bem diferente! Não só ela está se preparando pra se divorciar do marido depois de 18 anos, mas os O’Neals também acabaram de descobrir que o herdeiro do meio, Kenny, é gay.

E não foi uma descoberta feita na privacidade de seu lar, aconteceu na frente de toda a paróquia, para o desespero da matriarca, super preocupada com o que a comunidade pensa sobre ela, uma católica ferrenha, que obviamente tem muitas dificuldades em aceitar a nova situação.

Acho que todo mundo conhece alguém ou está na mesma situação que Kenny e, apesar dos inúmeros casos de intolerância religiosa que acabam com vidas, a premissa da série é engraçada porque mostra uma família aprendendo a conviver com algo diferente. Pessoalmente, acho que por conseguir comparar com situações reais de parentes e conhecidos que tiveram muitas dificuldades antes de se assumirem pras suas famílias, especialmente por razões religiosas, a temática da série é muito familiar, o que faz a parte cômica ser ainda melhor.

O que está dentro desse armário?
Eu não estou mais.

 

Além de Kenny, que é fantástico, Jimmy, o irmão mais velho, e Shannon, a irmã mais nova, são ótimos complementos para fazer a gente rir, já que também estão longe de serem santos. Martha Plimpton (a Eileen!), que eu conheci em Raising Hope, está maravilhosa no papel da mãe que tem dificuldades em aceitar o filho e quer manter a pose, e o Jay Ferguson (SAUDADES STAN!!!!!! SAUDADES MAD MEN!!!!) está excelente como o pai que é bem mais liberal.

A primeira temporada ainda está sendo exibida, mas vai ter apenas 13 episódios, então dá pra assistir super rapidinho!

Superstore

Atenção clientes da Cloud 9, a loja está fechada há 20 minutos. Muitos de nós gostaríamos de ir embora. Então, se você ainda está na loja…
Está sendo um babaca.

 

A série mostra o primeiro dia de serviço de Jonah na Cloud 9, uma enorme loja de departamentos. Ele não passa uma impressão muito boa pra ninguém, já que se acha um pouquinho demais. Mas Amy, a supervisora responsável, não tem tempo pra lidar com o nonsense de Jonah, já que está há mais de 10 anos na empresa e meio acostumada com a rotina diária. Não que ela goste muito disso, mas a vida aconteceu.

A dinâmica (e a química) entre America Ferrera e Ben Feldman é incrível, o que deixa a série ainda mais gostosa de assistir. O restante do grupo de funcionários é diverso, intenso e muito, muito engraçado, logo a interação entre eles, que fazem de tudo um pouco na loja – até trabalhar! -, é muito divertida de acompanhar.

Um outro ponto alto são as cenas aleatórias de fregueses da loja fazendo coisas um pouco bizarras. Acredito que a série tem tudo pra ficar ainda melhor na segunda temporada e estou preparada pra rir e chorar (pois é, essas comédias…) mais um pouquinho! A série só teve 11 episódios, mas já foi renovada pra segunda temporada!

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Eu amo tanto a televisão

Outras indicações rapidinhas de séries mais longas (mas não tanto) incluem Galavant (não acredito que não fiz um post especial falando de Galavant), The Americans (já falei sobre aqui), Nathan for You (GENIAL) e também 10 things I hate about you, que foi cancelada injustamente depois de apenas uma temporada, mas é MARAVILHOSA! Ficam aqui as recomendações e eu me vou, mas tentarei ser mais frequente por aqui! 🙂

Comida para a Eurovision: conheça o Rocambole do AMOR

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No dia 14, os países da Europa (e alguns da África e da Oceania) entrarão na batalha final da guerra para saber qual país tem a melhor música e apresentação entre eles. Ou seja, TEREMOS A FINAL DA EUROVISION.

*países competindo na Eurovision neste momento:*

"Vou matar seus amigos e família."
“Vou matar seus amigos e família.”

(não realmente. Estou apenas exagerando.)

Pensando nisso, os amigos Igor e Lais, com os quais eu acompanho essa disputa maravilhosa há anos, sugeriram de fazermos um post com comidas temáticas para a competição E SIMPLESMENTE ACHAMOS ESSA IDEIA MARAVILHOSA E TOPAMOS, PORQUE EUROVISION E COMIDA. Então podem se preparar para o foodporn caseiro, pois testei uma receita para este post!

(era para ter mais, mas o post vai ficar GIGANTE por si só e só tive tempo para fazer uma comida teste para a Eurovision. Desculpem)

Vamos fazer o Rocambole do AMOR (sim é AMOR, em capslock mesmo e rosa) (O NOME É TOSCO MESMO, POR QUE O QUE SERIA DA EUROVISION SEM A TOSQUICE? MAIS UM PROGRAMA MUSICAL DA VIDA. APENAS ISSO)!!!!

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De Daniel Burman: ‘O Décimo Homem’

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El Rey Del Once’, que em solo tupiniquim ganhou o título de ‘O Décimo Homem’, é um filme ♥argentino♥ dirigido, escrito e produzido pelo prolifico senhor Daniel Burman – individuo que vem ganhando destaque na indústria cinematográfica, há algum tempo, e é responsável por uma boa leva de longas, sendo um deles ‘O Abraço Partido’ de 2010.

A trama da película apresenta o mundo das tradições judaicas♆ e de como uma relação entre pai e filho são impactadas pelas ações de caridade que um deles é responsável por fazer no bairro onde mora. O enredo foge do convencional ‘cinema raso’ e aumenta o currículo dos portenhos com mais uma produção de conteúdo.

A estréia da produção está marcada para esta quinta-feira (05) com distribuição da Paris Filmes e tem Alan Sabbagh, Usher Barilka, Elisa Carricajo, Uriel Rubin e Julieta Zylberberg, no elenco. Read more

Primeiras Mulheres da Literatura

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Outro dia, estava conversando com a Bárbara pelo gmail e fazendo umas pesquisas pessoais ao mesmo tempo, quando me deparei com uma pessoa que eu NUNCA tinha ouvido falado na vida: Maria Firmina dos Reis, a primeira romancista brasileira, que escreveu o primeiro romance abolicionista do Brasil e primeiro romance da literatura afro-brasileira.

Ao descobrir sobre Maria, me fiz algumas perguntas:

1) Bárbara, você sabe quem é essa mulher?  (Óbvio que ela mais ou menos sabia quem era moça. Sério, Bárbara sabe de tudo importante, é incrível como ela consegue reter tanta informação na cabeça)
2) Por que não a conheço?
3) Por que nunca li um romance sequer dela?
4) Por que estudei sobre essa mulher no meu ensino médio?
5) Por que quase não estudamos mais sobre mulheres da literatura na escola?
6) Por quê?
7) POR QUÊ???????

“EU QUERO SABER O POR QUÊ!”

Para aumentar ainda mais a minha frustração, fui procurar para comprar o livro dela, Úrsula, e foi uma missão quase impossível. Bárbara acompanhou de perto toda a minha saga: procurei no acervo da Biblioteca Nacional, vi se existia algum pdf da vida na internet (à princípio, ele já é domínio público. Se ele ao menos existisse ¬¬”) e investiguei no acervo da UnB, até finalmente descobrir que duas editoras tinham publicado o físico (O Dia e a Editora PUC Minas).

Depois disso, tive a certeza que tudo seria fácil.

Ledo engano.

Tive que mandar e-mails para descobrir que só dá para comprar na PUC Minas depois de fazer um depósito para a conta deles com a taxa do frete e mandar um comprovante de pagamento com o seu endereço.

Por que estou contando isso tudo?

Porque não tenho palavras para explicar a minha revolta para conseguir um livro que deveria ser de fácil acesso e de uma escritora que deveríamos estudar na escola ou pelo menos ter contato com o nome dela. E, principalmente porque quero que vocês saibam quem é Maria Firmina dos Reis e quem são as outras várias primeiras mulheres da literatura que sabemos pouquíssima coisa sobre.

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