Nem Um Pouco Épico

3 sites legais de Faça-Você-Mesmo

Eu sempre fui uma pessoa muito “porque pagar caro se eu posso fazer?”, devo ter herdado isso da minha mãe que aprendeu a costurar muito nova vendo a irmã costureira trabalhando. As vezes a gente tem a impressão de que as coisas feitas à mão dão muito trabalho e são muito complicados de fazer.

Se você não foi uma criança que vivia fazendo cursos de artesanato nas lojinhas da sua cidade assim como eu, aqui vão uns sites que podem te ajudar a perder o medo de fazer besteira e deixar seu quarto e sua casa mais alegres, com coisas que você vai poder mostrar pros coleguinhas e dizer “Lindo, né? Eu que fiz!”.

tumblr_n9t0zttjfs1rvhqlvo1_500

Read more

Pedir ajuda NÃO é fraqueza

Não tenha medo!

Acredito que faz muito tempo que o NUPE não tem um post mais pessoal e após uma conversa longa com um grupo de amigos eu senti que eu precisava escrever  sobre isso e eu espero que esse post seja recebido de um jeito bom.

Eu estou num momento na minha vida que eu preciso de motivações para seguir em frente. O ano mais incrível da minha vida está acabando e eu vou voltar pra minha realidade de estudante brasileira depois de realizar um sonho de estudar em uma universidade nos EUA. Super “problemas de primeiro mundo”, né? Mas fazer o que, cada um tem os seus problemas e eu acredito que todos são importantes em suas maneiras. E é isso que eu quero falar nesse post: TODOS tem problemas e TODOS merecem atenção.

Mas Katherine, como assim??? O que eu quero dizer é: a gente precisa parar com nossa mania de competir com sofrimento, de comparar problemas e quem tem a pior vida. A gente precisa começar a ouvir e a ajudar os nossos amigos. A falar e a aceitar as ajudas que podem nos oferecer. Se ajudar deveria ser nossa prioridade no mundo, mas infelizmente se auto-depreciar é mais fácil e a gente acaba indo nessa onda de se odiar e se auto-sabotar.

As pessoas num geral precisam aceitar que doenças mentais existem e são tão sérias quanto qualquer outra e que sofrer de alguma delas não é algo para se ter vergonha e esconder no fundo da gaveta. Se você precisa de ajuda, vai atrás de ajuda. Não fica com seus sentimentos ruins só para ti! Por favor, não faça isso. Se você não tem como pagar por tratamento, eu sei que em algumas universidades, existem programas de acompanhamento psicológico de graça.

Resumindo tudo: procurem ajuda. Eu tenho certeza que sempre vai ter pelo menos um amigo para te apoiar ♥

***

A seguir uma listinha de coisas que me fazem bem e que eu recorro quando estou triste nos últimos tempos pra deixar o post menos ~sério~, relembrando o post que fiz com a Nath meio século atrás:

• COMER COMIDA GOSTOSA: Brigadeiro e beijinho são amorzinhos que me ajudam em momentos difíceis da vida.

• Ver dorama: Desde o ano passado ver dorama tem me ajudado muito pois eu sinto tudo possível em 16-20 episódios, desde muito amor e fofura à muita raiva e ódio. É um ótimo passatempo para esquecer da realidade um pouquinho.

• Música: eu tenho uma playlist para ouvir cantando junto tentando dançar pulando pelo quarto baseada em uma cena de Fangirl.

• Ficar com pessoas que me fazem bem de verdade, seja off ou online. Manter amizades com gente que te deixa desconfortável não é legal, não é amizade de verdade. Você não precisa manter contato com alguém que não te faça bem só porque conhece há muito tempo. Minha vida mudou completamente quando eu passei a focar só em amizades que me fazem bem de verdade ♥

 

Do not wait; the time will never be ‘just right.’ Start where you stand, and work with whatever tools you may have at your command, and better tools will be found as you go along.

Não espere; o tempo nunca vai ser “certo”. Comece da onde você está, e trabalhe com o que você tem ao seu alcance, melhores ferramentas vão ser encontradas enquanto você segue.

George Herbert

Star Trek – Sem Fronteiras (3D) entrega muita diversão aos fãs

2Star Trek - Sem Fronteiras - Cartaz - Experiência Nerd

Este ano a série ”Star Trek” (ou ainda em bom português: Jornada nas Estrelas), está comemorando 50 anos. Sua trama acompanha as aventuras do capitão James T. Kirk e a tripulação da nave Enterprise em explorações grandiosas pelas galáxias. O grupo faz parte da frota estelar responsável pela defesa da Federação dos Planetas Unidos (Estado federal interestelar que reúne mais de 150 planetas-membros e também colônias).

Criada por Gene Roddenberry e estrelada pelos atores Leonard Nimoy, DeForest Kelley, Nichelle Nichols, James Doohan, Eddie Paskey, George Takei, Walter Koenig e William Shatner, a produção foi um sucesso na tevê, o que acabou a levando também para os cinemas e a fez grudar na mente e no coração de gerações pelo mundo todo (opa o/). Mesmo aqueles que pensam não conhecer, têm alguma noção de sua existência. Os novinhos, por exemplo, com certeza já devem ter visto Sheldon (o nerd mais amado das séries de tevê) declamar o seu amor por Spock, personagem de Nimoy.

sheldon-spock
Em Big Bang Theory, Sheldon (Jim Parsons) não só tem um amigo com o nome de Leonard como também joga a brincadeira ‘papel, pedra e tesoura’ com mais uma opção, e esta última é em homenagem à Spock.

Para a alegria de grande parte dos terráqueos (bis no opa o/), o universo de Jornada nas Estrelas entrou no radar do produtor mais geek dos tempos atuais: J.J. Abrams. Ele que sempre está metido em projetos com a temática sci-fi conseguiu reintroduzir a dupla Kirk e Spock em um contexto ainda mais moderno – personagens estes que ganharam a interpretação dos atores Chris Pine e Zachary Quinto.

O que vimos nos dois primeiros filmes desta nova franquia produzida e dirigida por Abrams? resuminho básico:

  • Star Trek (2009) mostra como Kirk inicia seus treinamentos para se tornar capitão e do desafio que sente em seguir os passos do pai, somos apresentados ao grupo, vemos o bromance de Kirk e Spock crescer e temos um conflito satisfatório com um vilão vivido por Eric Bana.

  • Já em ‘Além da Escuridão’, lançado em 2013, toda a tripulação da Enterprise tem de lutar contra um mal dentro da ‘própria frota estelar’, da qual faz parte, e lidar também com um Benedict Cumberbatch raivoso e letal.

tumblr_ob50hrVHo01so803yo1_r1_500

O que esperar então de ”Star Trek: Sem Fronteiras”, estreia dessa quinta-feira (01)?

Bem, o filme chega com três anos de diferença do seu antecessor e não tem mais Abrams na direção. MAS ACALMEM SEUS CORAÇÕES, que apesar de a direção ser do irreverente Justin Lin (Velozes e Furiosos 6), J.J. continuou supervisionando tudo e o elenco também está de volta em peso, exceto por Alice Eve, que viveu Carol Marcus no segundo filme (e o chato é que não houve nenhuma explicação do porquê ela não retornou, todavia, sobrevivemos bem sem ela).

Enfim, desta vez, o capitão Kirk (Chris Pine), o primeiro oficial Spock (Zachary Quinto), a tenente Uhura (Zoe Saldana), o Doutor McCoy (Karl Urban), o piloto Sulu (Johtumblr_oaxkvqBka31s3rdxdo1_250n Cho), o resolve tudo, Scott (Simon Pegg), e também Chekov (Anton Yelchin), estão fazendo uma exploração em territórios desconhecidos e entram em atrito com a raça do lugar por causa de um artefato valioso. Quando conseguem escapar dali, retornam a Federação e recebem um pedido de socorro de uma estranha chamada Kalara (WIlson). O que mal sabem eles é que tal ajuda os colocará de frente com o perigoso Krall (Idris Elba), um inimigo misterioso da Federação que está interessado no artefato que a equipe de Kirk mantém guardado na Enterprise. Assim, eles precisam logo encontrar uma forma de driblar o vilão e para isso se aliam a  guerreira Jaylah (Sofia Boutella), sobrevivente das torturas de Krall que talvez saiba como derrotá-lo.

Read more

Não Sou Uma Dessas, Lena Dunham

dunham-videoSixteenByNine1050

Lembro bem quando a série ‘Girls‘ da HBO surgiu (lá em 2012), pois um buzz crescente veio junto com ela. Os habitantes do twitter e algumas amigas, inclusive, faziam cartazes de devoção ao show e de como ele revelava o mundo dos jovens (de vinte e poucos) de uma forma real e menos perfeitinha como alguns pensam que seja.

Na época, eu não tive muito interesse em assisti-la de imedtumblr_nzgytgjzlp1rjq3xeo1_400iato (já tinha um número enorme de produções no meu radar e quanto mais eu respirava, mais a lista crescia), mas me recordo de torcer pelo triunfo da série nas premiações e tal, todavia, só consegui adicioná-la a famosa listinha do para ver assim que possível e fui levando a vida na correria de sempre. Ufa!!!!!

Dai em 2014, a criadora, roteirista, diretora e produtora do show, a maravilhosa Lena Dunham, lançou o livro ‘Não Sou Uma Dessas – Uma Garota Conta Tudo que ”Aprendeu’. Fiquei mega interessada em ler e acabei comprando junto com alguns outros lançamentos, no entanto, a mesma mania que tenho com séries de tevê se repete também com livros, então só adicionei na lista gigante de leituras. Na verdade, até iniciei o reconhecimento da obra, entretanto, parei por diversas vezes.

Este ano, contudo, com o surgimento do projeto #LEIAMULHERES, fiz um pacto comigo mesma em ler mais e ler um número significativo de obras escritas pelo sexo feminino. Comecei então por aqueles que tinha mofando ali na minha prateleira e ainda não havia terminado (nada de sair gastando dinheiro nessa crise). O da Lena foi o terceiro ou o quarto que li e imaginem o que aconteceu:

AMOR! Identificação! AMOR! Acolhimento! AMOR! Conversa! AMOR! Abraços! AMOR! Sororidade!

tumblr_o0lvqupOHP1s3mlhro1_500
Lena em cena da 5º temporada da série ”Girls” como Hannah Horvath

Read more

Séries para matar a saudade das Olimpíadas

Agora que as Olimpíadas terminaram oficialmente (NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO, VOLTA POR FAVOR!) e a gente tem que esperar até dia 7 de setembro para a abertura oficial das Paralimpíadas, dá pra gastar o tempo que você dedicou assistindo a TODAS AS MODALIDADES POSSÍVEIS E IMPOSSÍVEIS vendo SÉRIES!

tumblr_o0rlwdQMaY1t0jtguo1_500

Pra não desacostumar do ritmo olímpico, separei algumas séries que tem a temática esportiva (vai que alguma te motiva a se tornar um super atleta). Você já assistiu alguma delas?

Read more

Moça, a senhora está surfando em ‘Águas Rasas’!

shallows-trailer-blake-lively-2016

Você já imaginou alguma vez na vida ir passar alguns dias na praia e o passeio virar um enorme pesadelo? Pois é, como qualquer um de nós, isto era o que Nancy (Blake Lively), estudante de medicina e surfista, não calculou em nenhum momento que pudesse ocorrer.

Aparentemente de luto, a moça sai do Texas, nos Estados Unidos, acompanhada de uma amiga rumo a uma praia mistica no México. Um lugar ultra-secreto e isolado que tem um apreço emocional para ela, pois sua falecida mãe esteve ali quando ainda a carregava em seu íntimo. A jovem se perde da amiga e segue para a praia sozinha com a ajuda de Carlos, um morador da região que a concede carona. Na praia deserta, Nancy acaba sendo atacada por um enorme tubarão branco. Mas apesar de ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, contudo, Nancy pressente que precisa logo encontrar uma maneira de sair da água.

A produção é estrelada pela atriz Black Lively (A Incrível História de Adaline) e conta com a direção do espanhol Jaume Collet-Serra (A Orfã) e roteiro de Anthony Jaswinski.

tumblr_o9qg02lZie1uahsj4o1_500
Nancy (Lively), avalia a maré, enquanto segue à risca a dieta da nutri

Read more

Semana Leigh Bardugo: SOCORRO, TERMINEI DE LER SIX OF CROWS!!!

MINHA VIDA ACABOU E EU TERMINEI SIX OF CROWS. O QUE FAÇO AGORA? MEU CORAÇÃO ESTÁ VAZIO.

ALGUÉM PRENDE A LEIGH, AQUELA LADRA…

QUE ROUBOU MEU CORAÇÃO.

respira

Pessoa, primeiramente, respire fundo e se acalme que a gente tem algumas recomendações para você não sofrer tanto assim. Não vai preencher o vazio do seu coração por completo, é verdade, só a Leigh para fazer isso, mas faremos o nosso melhor para que você não se sinta tão triste e não dê a louca e realmente vá atrás da Leigh para prendê-la. Sei lá, tem louco pra tudo ainda mais quando o DESESPERO BATE E VOCÊ PRECISA DE MAIS COISAS SOBRE AQUELE MUNDO FICTÍCIO QUE É TÃO AMADO.

E pensa positivo, daqui a pouco o segundo livro, Crooked Kingdom, vai ser lançado e você nem vai reparar no sofrimento intercalado entre um livro e outro!!

Read more

Semana Leigh Bardugo: Six of Crows – Sangue e Mentiras

Six-of-Crows

A OESTE DE RAVKA, ONDE GRISHAS SÃO ESCRAVIZADOS E ENVOLVIDOS EM JOGOS DE CONTRABANDISTAS E MERCADORES

…fica Ketterdam, capital de Kerch, um lugar agitado onde tudo pode ser conseguido pelo preço certo. Nas ruas e nos becos que fervilham de traições, mercadorias ilegais e assuntos escusos entre gangues, ninguém é melhor negociador que Kaz Brekker, a trapaça em pessoa e o dono do Clube do Corvo.

Por isso, Kaz é contratado para liderar um assalto improvável e evitar que uma terrível droga caia em mãos erradas, o que poderia instaurar um caos devastador. Apenas dois desfechos são possíveis para esse roubo: uma morte dolorosa ou uma fortuna muito maior que todos os seus sonhos de riqueza.

Apostando a própria vida, o dono do Clube do Corvo monta a sua equipe de elite para a missão: a espiã conhecida como Espectro; um fugitivo perito em explosivos e com um misterioso passado de privilégios; um atirador viciado em jogos de azar; uma grisha sangradora que está muito longe de casa; e um prisioneiro que quer se vingar do amor de sua vida.

O destino do mundo está nas mãos de seis foras da lei – isso se eles sobreviverem uns aos outros.

————

‘Heist’ – ou, em uma tradução livre, ‘narrativa de assalto’ – é um subgênero da narrativa policial que possui como objetivo central a organização, execução e consequências de um roubo. Talvez seja um dos subgêneros mais divertidos de se ler, porque é geralmente uma sequência de TENHO UM PLANO MALUCO!, e PRECISO DE PESSOAS MALUCAS PARA EXECUTAR ESSE PLANO MALUCO!, e OMG TÁ TUDO DANDO ERRADO, POR QUE INVENTEI ESSE PLANO MALUCO?!, e MEU DEUS DO CÉU, ESSE PLANO MALUCO ESTÁ FADADO AO FRACASSO! *cries in criminal language*. Então, quando descobri que a duologia nova da Leigh Bardugo – que criou um dos universos ficcionais de fantasia mais delicinhas que li nos últimos anos com a Trilogia Grisha – seria uma narrativa heist, minha primeira reação foi: EU. PRECISO. LER ISSO!

ME DÁ, ME DÁ, ME DÁ!
ME DÁ, ME DÁ, ME DÁ!

Read more

Semana Leigh Bardugo: TERMINEI A TRILOGIA GRISHA E AGORA?

Tudo bem, não se preocupe, tem Six of Crows pra ler e ele se passa no mesmo mundo que o da trilogia Grisha.

FIM DO POST.
FIM DO POST.

Okay, não resisti, desculpa. Mas não brinquei quando falei para lerem Six of Crows, é só que o intuito deste post não é apenas este (DUH, ÓBVIO). Aqui a gente quer te indicar outras obras de YA para você ler agora que você se tornou um órfão da trilogia Grisha (POR QUE, LEIGH, BARDUGO? POR QUÊ?), e até mesmo pra quem ainda não tenha lido a trilogia, mas está interessado em histórias com um fundo político e que se passem num mundo fantástico!

Read more

Semana Leigh Bardugo: Trilogia Grisha e as Cebolas

shadow and bone
Imagina que você é o protagonista de um livro young adult e está na beira de um penhasco e vê que O Grande Vilão está vindo na sua direção a toda velocidade. Você pode tentar fugir pelos lados, pode enfrentar ou pode pular, dependendo do tipo de suspense que você quer no final do capítulo.
Mas e se você não for nem o protagonista, nem o vilão, mas outro personagem secundário e de certa relevância observando essa mesma cena? A resposta mais comum dependeria de qual seria sua filiação na história. Tem laços com o protagonista? Corre para  ajudar. Faz parte da corte do vilão? Fica de fundo, provavelmente de braços cruzados e com um sorriso malvado nos lábios (adoro quando especificam que o sorriso é nos lábios porque me dá a sensação de que poderia ser em outro lugar e a ideia de um rim feliz é bem poética, se pensar bem).
A questão é que o mais comum de acontecer é que, a não ser que exista algum plot twist (reviravolta) reservado, tem o time dos vilões e o time do protagonista. A motivação do time dos vilões é seguir o vilão e a motivação do time do protagonista é seguir o protagonista. Note que estou dizendo o mais comum, e não o que acontece o tempo todo.  E isso não é necessariamente ruim, mas é que ninguém é só vilão e ninguém é só bonzinho. Às vezes as pessoas mudam de ideia, pra melhor ou pra pior, e pra isso acontecer em uma história os personagens precisam ter certa autonomia de pensamento. É tipo as camadas de cebola do Shrek.
"Ogros têm camadas. Cebolas têm camadas. Saca? Ambos temos camadas"
“Ogros têm camadas. Cebolas têm camadas. Saca? Ambos temos camadas”
E É ISSO QUE TEMOS NA TRILOGIA GRISHA. TEMOS CEBOLAS.

Read more

Scroll To Top