Nem Um Pouco Épico

The Wings Tour São Paulo 19/03

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Quem acompanha o blog, sabe que eu praticamente fali ano passado no final do meu intercâmbio pra poder ir na KConNY ver meus meninos BTS e outros grupos. Quando São Paulo foi anunciada como uma das primeiras paradas da nova tour do BTS, eu PRECISAVA ir, ter visto só 5 músicas daquela vez não foi o suficiente, principalmente porque eles não cantaram I Need U e sério, eu não poderia viver sem ouvir ao vivo a música que me fez amar eles.

Por ser uma fangirl de sorte, meu irmão é cliente Citibank e eu não precisei sofrer naquela fila de horas no site para comprar meu ingresso e no final, meu irmão nem me cobrou o dinheiro do ingresso #vantagensdeseracaçula

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Por morar em outra cidade, o deslocamento para SP é a pior parte de um show: acordar de madrugada, fazer conexão, arrumar lugar pra ficar, gastar com comida, transporte… são tantas coisas para organizar e se preocupar que a ansiedade para o show em si acaba sendo a menor coisa. Só fui me tocar mesmo que ia ver BTS de novo no dia do show.

Como alguém que foi em vários shows antes desse, eu posso dizer uma coisa: que organização horrível. Estava 18 graus com uma garoa gelada e nenhuma informação concreta sobre abertura dos portões. Fiquei sabendo que MUITA gente que pagou pelo soundcheck (para entrar na hora em que eles fazem a passagem do som) não conseguiu entrar antes e acabou perdendo parte ou tudo do que deveria ter visto. Eu entendo que a liberação da entrada seja algo que possa causar problemas, mas abrir as portas para 7 mil pessoas apenas uma hora antes é pedir para dar problema. Os seguranças pararam de verificar ingresso, o meu era meia e ele nem olhou na minha carteirinha, já foi rasgando o papel e mandando entrar. Se qualquer pessoa quisesse pegar um ingresso e fazer cópias, com certeza iria entrar sem problemas no domingo. Eu e minha amiga entramos com garrafas de água lacradas e ninguém falou nada. O risco que os fãs e o grupo estavam correndo com essa “liberada” na fiscalização é enorme e não é algo que a gente paga caro para acontecer. Realmente espero que a T4F repense nessa abertura dos portões do Citibank apenas uma hora antes no próximo show, antes que cause um problema maior do que apenas reclamações.

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Essa fila que dava pra ver da janela da lanchonete da frente. Uma hora e meia antes do show começar.

Eu vivo falando que não gosto de ARMY no meu twitter, e antes que venham falar algo: tenho 26 anos e nem quando tinha 15 anos eu gostava de adolescente fangirl, mas é impossível não elogiar as surpresas e todo o amor que eles devem ter sentido.

Se eles derem mais valor pra uma Rainbow Ocean fajuta do que pras dancinhas e gritos, vou ficar muito decepcionada. Foi muito lindo ver todo mundo cantando antes do show com os MVs na tela, mas nada vai se comparar com os nomes gritados antes de cada solo e com as dancinhas organizadas. São poucos shows em que o artista não precisa pedir pra gritar ou pular e nenhum deles precisou fazer isso. Desde a fila até a luz acender, o do Citibank Hall foi o show mais barulhento e animado que eu já fui. Eu com certeza, se tiver filho um dia, vou ser uma das milhares de mães que estavam filmando, pulando e cantando junto com os filhos no meio da pista.

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Eu amei muito ver o monte de pais acompanhando as filhas com camisetas de banda.

Meu bias é o Suga, mas no show sem dúvida alguma foi o JHope. Ele conquistou meu coração no primeiro sorriso com a testa aparecendo. Ele sem dúvidas é o melhor performer do grupo, o carisma dele é incrível e durante MAMA, o solo, parecia que o show era só dele e aquela era a apresentação principal. Me marcou MUITO e com certeza foi a minha parte preferida de todas em se tratando de apresentação. Amei muito os corações em Boy in Luv, a dancinha de 21st Century, os balões caindo das plateias para as pistas e, sem dúvidas, o coral depois de Spring Day (se você achou lindo o povo dos EUA copiando, não fale comigo).

Esse show valeu muito a pena apesar de ter tido uma das piores estruturas que já vi, a começar pelo palco baixíssimo sem passarela, que fez com que só quem estivesse na pista premium realmente tivesse uma visão “boa”. Digo “boa”, porque vendo algumas fancams dá pra ver como a pista premium estava cheia e apertada.

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gif da minha fancam de dope lá do final da pista normal na ponta dos pés no zoom máximo quase morrendo de dor no braço.

Sei que as pessoas que tiveram a sorte de ir em um ou nos dois dias de TWT, em São Paulo, representaram bem as milhares as que não puderam ir por não conseguirem ingresso ou por não terem como ir. Espero que esses shows tenham mostrado a força e o amor que a gente tem pelo KPop para as produtoras brasileiras, assim como as tour de fansign e fanmeet que estão vindo no resto do ano. Para quem ainda tem aquele preconceito, espero que até o natal você esteja com um bias no seu coração, porque quanto mais kpopper, mais amor e mais possibilidades de shows acontecerem. Vamos divulgar, vamos amar e vamos abrir os nossos horizontes.

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Power Rangers, De Dean Israelite

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Vamos começar sendo bem sinceros aqui: a gente não estava esperando nada por esse filme. Tá, não posso falar pelo resto do mundo, mas eu não estava esperando nada por Power Rangers. No máximo, um filme galhofa mal executado com efeitos especiais ruins, uniformes que mais parecem armaduras saídas de um sonho adolescente – principalmente as femininas, com aqueles seios marcados que ainda me incomodam – e uma tentativa de fazer as coisas soarem épicas com Power do Kanye West tocando ao fundo. Não me levem a mal: a DC já me deixou calejado de ter expectativas depois de Esquadrão Suicida, e hoje em dia prefiro voltar a ser o pessimista que sempre fui.

Meu irmão comprou ingressos na pré-estreia e eu estava com aquele sentimento de ISSO VAI SER TÃO RUIM, QUERO ASSISTIR PARA DAR UMAS RISADAS!, que foi se sustentando até que as primeiras críticas começaram a sair e as pessoas começaram a falar bem desse filme. Não falar bem do tipo “esse filme é tão absurdo e tão ruim que acaba sendo bom”, mas a falar de fato que o filme possuía qualidades no roteiro, na construção dos personagens, no andamento da trama e nas referências à mitologia dos adolescentes que salvavam a Alameda dos Anjos uma vez por semana. Então esta praga de expectativa começou a voltar a residir em mim, e fui ao cinema com a maior empolgação, cantarolando go go power rangers abraçado com a minha cabeça de ranger vermelho cheia de pipoca – que meu irmão me obrigou a comprar para levar para casa, sabe-se lá porquê.

E não é que o filme é excelente?!

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Litbaits: um jeito diferente de incentivar a leitura de clássicos

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“Um clássico da literatura.” Você já deve ter escutado essas palavras em alguma aula de Literatura que provavelmente te fez bocejar. Convenhamos: na maioria dos casos, o jeito de se estudar Literatura nas escolas não é algo muito interessante. Na verdade, até costuma desencorajar o jovem à leitura de obras clássicas, que logo são interpretadas como chatas, maçantes, inacessíveis ou cansativas. Aquela velha leitura forçada que termina com um: “não entendi nada.” Às vezes, a pessoa até gosta de ler – como eu –, mas – como eu – não consegue controlar o tédio quando é apresentada pela primeira vez a livros que tem a “obrigação” (escolar ou moral) de ler.

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É aí que entra a estratégia da livraria The Wild Detectives, dos Estados Unidos: eles usaram a internet como uma forma de despertar a curiosidade sobre obras clássicas. Como? Usando clickbaits – ou, nesse contexto, litbaits (lit = literária; bait = isca) que redirecionavam o leitor a textos integrais de obras em domínio público. Basicamente, transformando livros clássicos em manchetes sensacionalistas que acabavam gerando interesse nos curiosos. Read more

Desafio Ler Além – Indicações 2/5

E voltamos.
E voltamos.

OLAR!

Voltamos com mais indicações de livros para mais três categorias de livros para o Desafio Ler Além que estamos fazendo em parceira com a Revista Polén e as Valkírias (leia mais sobre o desafio aqui). Na primeira parte deste especial, indicamos livros para três categorias, ficção científica escrita por autora brasileira, biografia de uma mulher não-brancaHQ por mulher, e hoje vamos colocar mais três categorias para te ajudar com o desafio!!

 Então, vamos lá?

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Fragmentado, de M. Night Shyamalan

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Em ”Fragmentado”, o espectador é levado a conhecer um homem perturbado chamado Kevin, vivido por um James McAvoy, em sua melhor fase. Kevin tem um distúrbio comportamental que o revela dono de 23 personalidades diferentes e com o poder de alterna-las com o pensamento. Ao iniciar da película, ele sequestra três adolescentes, após persegui-las em um estacionamento. Dali, ele as leva para um cativeiro e com o passar do tempo as moças começam a compreender a intensidade e a diferença de cada uma das personalidades do raptor.

O filme tem roteiro e direção de M. Night Shyamalan e faz ligações ao universo de um outro filme seu, Corpo Fechado.

Com Any Taylor-Joy, Betty Buckley, Brad William Henke, Haley Lu Richardson, Jessica Rula, Sebastian Arcelus e Izzie Coffey, a produção de terror/suspense psicológico entra em cartaz hoje.

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A personagem de Betty Buckley, Dra. Fletcher, questiona Kevin: ”Quem está no comando no momento?”.

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Desafio Ler Além – Indicações 1/5

O NUPE está participando junto com a Revista Pólen e as Valkírias do desafio Ler Além e…

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PERAÍ!

Você não sabe que desafio é este??? Volta aqui e lê este post com uma explicação sobre o Ler Além! Leu? Ótimo, agora estamos na mesma página e posso voltar ao que eu estava indo falar. Como temos 15 categorias dentro do desafio, decidimos fazer um especial de cinco posts com indicações para livros para três categorias aleatórias para que você possa completar o desafio até o final do ano (um dos posts vai ter apenas duas categorias, porque não tem como a gente te indicar o que pegar emprestado dx amiguinhx, hahahaha)

Bom, hoje não vai ser tão aleatório, porque hoje é o dia internacional das mulheres e optamos por colocar apenas as categorias que envolvam mulheres

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NUPE Recomenda: Melhores da Quinzena #4 (edição de Carnaval)

OLÁ GALERINHA! Estamos aqui com mais uma leva de coisas que nos fizeram bem/achamos legal na última quinzena (sim, elas estão saindo fora do dia que seria certo, MAS QUEM SE IMPORTA, NÃO É MESMO? O importante é sair!!!!!!!)

Então, vamos lá, “Melhores da Quinzena” edição de CARNAVAL a seguir!

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Como foi o meu carnaval: “eu dormi muito e não conseguia parar de comer”

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Logan, De James Mangold

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Há dezessete anos, o fruto do projeto arma-x, bem como os demais membros dos X-Men, foram levados ao cinema pela primeira vez pelo realizador Brian Singer. Desde sua primeira aparição, Wolwerine, personagem criado para os quadrinhos por Len Wein e John Romita com desenho de Herb Trimpe, é interpretado pelo ator australiano Hugh Jackman. 

Incontestavelmente um dos mutantes mais adorados do universo, a demanda crescente exigia que a jornada de Logan fosse contada a parte, ou ainda, paralela as aventuras da turma poderosa do professor Xavier e lá em 2009, com o desestruturado ”X-Men Origins: Wolwerine”, o projeto foi engatilhado, voltando depois a ser revisitado em 2013 com o mediano ”Wolwerine: Imortal”. Agora, chega-se a conclusão desta caminhada com o definitivo ‘Logan‘. Película dirigida por James Mangold (Johnny & June e Garota Interrompida) que nasce em um mundo pós ‘Deadpool’, personagem dos quadrinhos também levado aos cinemas pela 20th Century Fox que ampliou o leque de possibilidades ao modo de se fazer cinema.

O filme constrói uma linguagem que vai além do que já se foi visto antes sobre o personagem. É muito mais violento, denso, e com problemáticas reais. Afinal, ele se desliga de uma temática supérflua de heróis lutando contra o mal e abusa das impossibilidades daqueles seres em situações comuns.

Com Hugh Jackman e Patrick Stewart retornando aos seus papéis usuais de Wolwerine e Xavier, o longa tem a estreante Dafne Keen, o ator em ascensão Boyd Holbrook e os maravilhosos Stephen Merchant e Richard E. Grant.

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A Lei da Noite

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O material literário do escritor Dennis Lehane vira e mexe é adaptado para a telona. Em 2014, um conto seu foi transformado no filme ”A Entrega”, protagonizado pelo ator inglês Tom Hardy e com roteiro do próprio Lehane. Em 2010, foi a vez de ”A Ilha do Medo” ganhar adaptação para os cinemas com direção de Martin Scorsese e atuações de Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo, nos papéis centrais. Porém, toda essa loucura de Hollywood pela obra do autor se iniciou com ”Sobre Meninos e Lobos”. A película, lançada no ano de 2003, teve direção de Clint Wastwood e levou inúmeros prêmios da industria cinematográfica, dando ainda aos atores Sean Penn e Tim Robins o Oscar nas categorias de ‘Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante’.

Agora chega aos cinemas ”A Lei da Noite”, produção sobre o crime organizado na Boston dos anos 20 que também é adaptada de um dos livros de Lehane e tem o ator Ben Affleck como diretor, roteirista e protagonista. Aliás, este é o quarto filme onde Affleck atua, dirige ou escreve o roteiro. Papéis que ele começou a desempenhar em 2007 no longa ”Medo da Verdade”, filme que é, por sinal, apropriado também de uma das obras de sucesso de Lehane e chegou a levar indicação ao Oscar na categoria de ”Melhor Atriz” para Amy Ryan.

Aqui, Affleck apresenta uma trama sombria, densa e repleta de reviravoltas. Seu personagem, Joe Coughlin, é o filho mais novo do capitão de polícia Thomas Coughlin, interpretado pelo ator Breendan Gleeson. Joe é uma figura consciente e narra sua jornada ao expectador como forma de explicar as motivações que o leva a se tornar um fora da lei. Ele não esquece de mencionar que o que vira durante a guerra o fez voltar ao mundo menos humano e, portanto, decide viver a partir de suas próprias regras. Se torna um ladrão conhecido e chama atenção de grandes mafiosos como o irlandês Albert White (Robert Glenister) e seu inimigo, Maso Pescatore (Remo Girone), mas é ao conhecer a atraente Emma Gould (Sienna Miller), amante de White, que ele percebe que pode ser mais do que um simples malandro e vira então o braço direito de Pescatore. Com a parceria Joe parte para a Flórida para administrar os negócios de bebidas que o italiano tem por lá. Ambos tem o intuito de falir White e acabar com o seu reinado em todos os estados, mas Joe consegue mais que isso, pois é também na calorenta Trampa que ele conhece a estonteante Graciela (Zoe Saldana), uma cubana que detêm, com o irmão, o controle de centenas de fábricas de Rum.

Ainda estão no elenco, Elle Fanning, Chris Cooper, Titus Welliver e Chris Messina.

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