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A GUERRA ESTÁ EM SUA RETA FINAL NA EUROPA!

22 de maio de 2015 às 22:03, por

 

A EUROPA ESTÁ EM GUERRA DESDE O DIA 19 DE MAIO!

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Boa noite, quem vos fala é a sua correspondente não-oficial e nem-um-pouco-presente-no-território-europeu, Valéria! Como foi bem reiterado ao longo dessas poucas linhas de postagem, há uma guerra na Europa e o vencedor desta disputa será definido amanhã às 21h em Viena, ou seja, às 16h no horário de Brasília (também acho incrível países que determinam hora das lutas, mas este é um caso peculiar!).

As batalhas de amanhã serão inesquecíveis e empapadas de suor, objetos brilhantes, roupas desenhadas especialmente para cada soldado de cada país, gritos e canções de guerra! Será um grande caos, haverá choque culturais e as redes sociais estarão uma loucura com uma notícia atrás da outra e uma cobertura completa de cada detalhe e cada anúncio sobre este inesquecível acontecimento na Europa.

Já acompanho está guerra há alguns anos, então preciso repassar um alerta imprescindível:

PREPAREM SEUS MANTIMENTOS, SEUS LENCINHOS DE PAPEL, MANTENHAM O CELULAR EM MÃOS E ESCOLHAM QUAL LADO APOIAR, PORQUE AMANHÃ TEREMOS A FINAL DO EUROVISION 2015

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Desde 1956, todos os países da European Broadcasting Union – EBU (também conhecida como União Europeia de Radiodifusão) participam de um concurso anual de música para resolver suas diferenças e escolher o melhor país entre eles (no quesito musical, pelo menos), conhecida como Eurovison Song Competition, ou apenas Eurovision para os íntimos.

PODE NÃO PARECER, MAS A EUROPA E ALGUNS OUTROS PAÍSES NÃO-EUROPEUS DERRAMAM SANGUE QUANDO TEM EUROVISION!

SANGUE!

SAAAAAAANGUE!

(isso não é verdade, mas queria ser dramática)

Eurovision não é uma competição tipo o The Voice ou o American Idol ou o X-Factor, quem escolhe os vencedores são as populações dos países participantes e elas não podem votar em sua própria nação. Não existem juízes para fazer avaliação da performance musical dos competidores (não nas semi-finais e na final), porque isso não se encaixa na proposta do programa, afinal, o Eurovision não é somente um concurso de música, ele também é uma demonstração cultural bem… Única? Exótica? Peculiar? Especial?

Bom, não importa muito a singularidade (AHÁ, achei a palavra) das apresentações, o que vocês realmente precisam saber é que elas são maravilhosas e altamente criativas e meio que representam a cultura dos países competidores!

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Sim, este é um gif de uma das apresentações que já aconteceram no Eurovision!

Outra coisa maravilhosa do Eurovision é como ele quebra as barreiras!

E DERRAMA O SANGUE DOS INIMIGOS E DOS AMIGOS DOS INIMIGOS E DA FAMÍLIA DOS INIMIGOS! TEMOS MUITO SANGUE ESPALHADO DURANTE O EUROVISION, GALERA!!!!! 

SAAAAANGUE!

SAAAAAAAAAAAAAANGUE!!!!

(também não é verdade, mas me deixem ser dramática!!!!)

Ano passado em especial, quem ganhou o concurso foi Conchita Wurst, que superou todos os preconceitos e mostrou para o mundo que você não precisa se encaixar num rótulo para ter sucesso e que é possível ser você mesmo apesar de tudo! E a apresentação dela foi emocionante e pode ter ou não caído uns ciscos no meu olho quando a vi competindo no ano passado, mas quando ela ganhou e fez o discurso de vitória? Um caminhão de areia capotou nos meus olhos sensíveis.

"Esta noite é dedicada para todas as pessoas que acreditam num futuro de paz e liberdade"

“Esta noite é dedicada para todas as pessoas que acreditam num futuro de paz e liberdade”

"Vocês sabem quem vocês são. Somos uma unidade e não podemos ser parados"

“Vocês sabem quem vocês são. Somos uma unidade e não podemos ser parados”

Queria poder acrescentar mais coisas sobre o Eurovision, mas este é um programa que você precisa ver por si mesmo para entender porque é uma guerra musical que quebra barreiras! Dá para assistir a final de amanhã no Youtube ou no próprio site do Eurovision (todos ao vivo!) =D

Como presente de despedida, sua correspondente  não-oficial e nem-um-pouco-presente-no-território-europeu, Valéria, gostaria de deixar algumas apresentações passadas para vocês se preparem para a BATALHA FINAL!

Clube do Livro do NUPE: “Cidades de Papel”, do John Green

14 de maio de 2015 às 20:10, por

Cidades de Papel, do John Green, foi o segundo livro discutido no Clube do Livro do NUPE! O primeiro livro do clube foi Seraphina, da Rachel Hartman, que foi discutido no hangout que aconteceu no dia 12/04! Grande parte das considerações que fizemos nesta resenha foram analisadas em mais profundidade (ou não…) no hangout que fizemos no dia 19/04!

O próximo livro do CLNUPE será Cinder, da Marissa Meyer e o hangout dele acontecerá no dia 31/05!

Você também pode ler e discutir sobre os livros do CLNUPE no nosso grupo do Facebook (mas lá serve para fazer amiguinhos também e trocar ideias)!! <3

cidades de papel“Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.”

VAL POR TODAS AS PESSOAS DO #TEAMPAPEL: MEH.

Nem a Rainha está impressionada.

Nem a Rainha está impressionada.

VAL SENDO A VAL: O livro teve boas intenções, mas o desenvolvimento foi ruim. Algumas vezes dormimos no meio, outras vezes gritamos “MEH” a cada vez que Quentin pensava e/ou o Ben falava, pulamos muitas frases chatas e alguns de nós desistiu de terminar o livro. No entanto o que importa aqui é que a amizade que eu, Tassi, Vidu e Kah temos se fortaleceu através deste livro que nenhum de nós gostou. <3

OBSERVEM COMO FICOU NOSSA AMIZADE DEPOIS DE CIDADES DE PAPEL!!!

OBSERVEM COMO FICOU NOSSA AMIZADE DEPOIS DE CIDADES DE PAPEL!!!

Tassi: Então. Eu estou chegando à conclusão de que gosto muito do John como vlogger. Porque olha, pra não falar que eu não gostei nem um pouquinho desse livro, eu gostei das partes em que o Radar estava envolvido.

Kah: Acho que de tanto ver gente dizendo que esse era o melhor ou o preferido do John, criei uma expectativa muito alta e acabei não chegando nem aos pés dela. Talvez ele seja melhor sem expectativas.

Tassi: Eu terminei de ler o livro depois do hangout e o final só me deixou mais chateada ainda com o livro? Quero dizer, eu entendo que tem toda aquela mensagem de que você não pode idealizar as pessoas e que as pessoas são só pessoas e tal, mas ela podia ter sido passada de uma maneira MUITO melhor e que não recompensa o cara que idealizou alguém em primeiro lugar.

Val: Confesso que estava sem muitas expectativas apesar de terem me falado que seria uma desconstrução da “pessoa perfeita” que muita gente cria na cabeça, mas ainda assim, o livro conseguiu me decepcionar? Culpo o Quentin e a Margo, principalmente, dois babacas egoístas, e o final do livro (não que eu tenha gostado de Cidades de Papel como um todo) que poderia ter sido feito de uma forma diferente, como a Tassi já comentou.

Tassi: Esse post tá nos rascunhos há tempo demais porque ninguém consegue pensar em muita coisa boa pra falar do livro, então ficam aqui minhas considerações finais: preferia ter lido um livro do Radar.

Val: Será que realmente tem fanfic do Radar? Melhor personagem e queria um livro dele e da família dela, poxa! Ficam aqui minhas considerações finais também: preferia ter lido um livro do Radar (2).

Fiquem com um Ron Swanson dançando pra esse post ser mais alegre.

Fiquem com um Ron Swanson dançando pra esse post ser mais alegre.

P.S. da Val: Sim, vai ter P.S. e se reclamar, vai ter dois! HAHAHAHAHA! A Kah pediu para rever o trailer e divulgar ele aqui também, então meu comentário sobre o trailer é que parece ser infinitamente melhor que o livro! E o que VOCÊS acharam?

P.S. da Kah: O final aparentemente é melhor e o trailer é um bilhão de vezes melhor que o livro!

Lançamentos de Maio no Brasil

12 de maio de 2015 às 18:03, por

Lançamentos

Olá, pessoas! Hoje vamos trazer para vocês os lançamentos do mês de Maio no Brasil com destaque para alguns livros que achamos bastante interessantes. Como esse mês está muito bom, foi difícil escolher só cinco, então com muito custo fechamos em seis, mas todos os lançamentos relevantes que encontramos vão estar no final do post com link para compra do livro físico na Amazon, para vocês terem noção do valor. Então, vamos começar?

 

A Herdeira – Kiera Cass

“Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.”

Editora: Seguinte
Lançamento: 05/05

 A gente não podia começar com outro livro que não fosse um dos mais comentados do mês. Com lançamento simultâneo e uma edição em capa dura exclusiva no Brasil, “A Herdeira” é com certeza um dos livros mais antecipados do mês e pelos comentários que já estão rolando, a Eadlyn parece ser bastante diferente da mãe.

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Lugares Escuros – Gillian Flynn

“Libby Day tinha apenas sete anos quando testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs na fazenda da família. O acusado do crime foi seu irmão mais velho, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, quando é procurada por um grupo de pessoas convencidas da inocência de seu irmão, Libby começa a se fazer as perguntas que até então nunca ousara formular. Será que a voz que ouviu naquela noite era mesmo a do irmão?”

Editora: Intrínseca
Lançamento: 18/05

Depois de ler “Garota Exemplar” e “Objetos Cortantes” (que tem resenha minha aqui), de uma coisa eu tenho certeza: sempre que sair um livro novo da Gillian Flynn, eu vou pegar para ler. Nesse caso, não é exatamente novo, mas é novo por aqui, que é o que conta. Sei que não vai ser uma leitura nem um pouco confortável mas, fazer o que, ela me pegou de jeito com os outros livros.

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Como eu realmente… Volume 2 – Fernanda Nia

“O lado meio esquisito da nossa imaginação é mais profundo do que esperávamos. Neste volume, acompanhamos a Niazinha enquanto ela enfrenta suas fraquezas pessoais, lida com uma mãe particularmente paranoica, reflete sobre alguns dos grandes problemas do mundo e viaja para além da nossa dimensão.

Será que ela chegará a tempo de impedir o que a Srta. Garrinhas talvez esteja tramando?”

Editora: Nemo
Lançamento: 01/05

A NIAZINHA ESTÁ DE VOLTA! A gente já fez resenha do volume 1 e entrevista com a Nia aqui no blog e somo fãs assumidíssimos e servos leais da Srta. Garrinhas. Nesse segundo volume, além de conteúdo exclusivo que não vai para o site da Nia, vamos ter também muitas aparições da personagem que mais nos representa na vida: a Fani Fangirl! Ah é, e vai ter lançamento do livro no Rio de Janeiro no final do mês!

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O Príncipe dos Canalhas – Loretta Chase

“Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent…”

Editora: Arqueiro
Lançamento: 04/05

A Editora Arqueiro nos enviou uma cópia avançada desse livro e, embora a resenha ainda não tenha saído (que coisa feia, Tassi!), posso garantir que o livro é sensacional! A dinâmica entre Dain e Jessica é sensacional e, se você está procurando cenas picantes, garanto que esse livro tem bastante (talvez até um pouquinho demais, mas isso fica pra resenha).

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Para todos os garotos que já amei – Jenny Han

“Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou – cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não confessaria a ninguém, pois revelam seus sentimentos mais profundos.
Até que, um dia, essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de uma hora para outra, a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.”

Editora: Intrínseca
Lançamento: 18/05

Eu li “Para todos os garotos que já amei” em inglês e adorei! É um YA contemporâneo lindo com uma protagonista descendente de coreanos sobre família, irmãs, valorizar a sua cultura (yay, diversidade!) e lidar com sentimentos, que são essas coisas complicadas. Super recomendo (a Nath também)!

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O Príncipe de Westeros e outras histórias – Org. George R. R. Martin e Gardner Dozois

“Com histórias de Joe Abercrombie, Gillian Flynn, Matthew Hughes, Joe R. Lansdale, Michael Swanwick, David Ball, Carrie Vaughn, Scott Lynch, Bradley Denton, Cherie Priest, Daniel Abraham, Paul Cornell, Steven Saylor, Garth Nix, Walter Jon Williams, Phyllis Eisenstein, Lisa Tuttle, Neil Gaiman, Connie Willis, Patrick Rothfuss e George R.R. Martin o livro traz contos que não são preto e nem branco, contos com todos os tons de cinza. 21 histórias com reviravoltas astutas e deslumbrantes nessa galeria de histórias de vilões que vão saquear seu coração e ainda deixá-lo mais rico a cada história.”

Editora: Saída de Emergência
Lançamento: 05/05

Com um nome um pouco diferente do original em inglês (Rogues, no original), essa coletânea organizada pelo George R. R. Martin e Gardner Dozois teve que ser dividida em duas pelo nível de awesomeness presente do livro. Tá vendo todos esses nomes aí e ainda tá em dúvida se compra ou não? A gente resolve: compra.

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Outros lançamentos do mês:

(clique nas capas para ir para a página da Amazon de cada um)

Minha Iniciação no Mundo dos Doramas

11 de maio de 2015 às 18:24, por

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Quem disse que Paris é a cidade mais romântica e com os homens mais românticos… Obviamente nunca assistiu um drama coreano. (PRA QUE PARIS, BORA PRA SEOUL!)

Queridos leitores nupeanos, tenho algo a dizer: estou há mais de um mês, mais especificamente desde o dia 14 de março, viciada em doramas. Não consigo mais viver sem ver um coreano na minha frente falando coisas que não entendo sem legenda.

Ano passado a Bell e a Val falaram pra eu assistir Surplus Princess e eu só vi o começo do primeiro episódio porque estava em semana de prova. Chorei de rir com as cenas, mas acabei esquecendo de terminar de ver. Aí agora estava a toa procurando algo para ver no netflix e: Meu amor das Estrelas. Olha esse nome. Tudo o que tem “Meu Amor” no título é divertidamente brega e adorável e eu preciso assistir. Mas eu nunca ia imaginar que eu ia amar TANTO. Depois que acabei esse, já comecei outro, depois outro e agora comecei outro.

Agora, enquanto escuto a trilha sonora do terceiro dorama que assisti, vou falar o que eu achei de cada um e espero que vocês assistam também e venham surtar comigo no twitter!

Meu Amor das Estrelas (My Love from the Star/Byeoreseo on geudae) (2013-2014)

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Como lidar com esse sorriso, Deus?

Eu comecei assistindo achando que ia achar idiota, que ia odiar e blablablá. Típico pensamento preconceituoso que a gente tem com coisas completamente novas para a gente. Ver que tinha 1h cada episódio foi um choque e eu geralmente odeio coisas longas assim. Mas logo no começo eu fui conquistada pela narração fofa do Min-Joon e pelas caretas e extravagancias da Song Yi. E os atores são tão lindos juntos que meu coração shipper já queria eles juntos na vida real também. Não é a toa que eles ficaram no topo das listas de atores coreanos por dois anos seguidos, eles são muito bons.

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Embora eu já seja a mais bonita que alguém pode ser, eu vou ficar mais bonita ainda e vou fazer ele se arrepender disso!

Sim, se você gostar de Meu Amor das Estrelas, você vai ficar a semana inteira cantando “you’re my destiny” e “I love you, I need you”. Acho que deve ser impossível não ficar com essas músicas na cabeça. Desde já desejo boa sorte para vocês!

Outra coisa que esse dorama me fez enlouquecer: QUE ROUPAS PERFEITAS. Sério, eu sabia que os coreanos se vestiam bem, mas ver várias roupas lindas de inverno foi meio torturante. Quero frio, quero roupas lindas e casacos ótimos também.

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Esses sapatos tem nossas lembranças. (Ou minha reação com as roupas coreanas)

A Bell e a Val falaram sobre esse dorama nesse post de recomendações de dorama em março, então nem tenho o que contar da história e por isso só esse surto básico sobre meu amor por ele XD

Lie To Me (2011)

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Esse dorama apareceu nas recomendações da Netflix enquanto eu ainda tava assistindo Meu Amor das Estrelas. Ele conta a história de uma servidora publica meio doidinha que reencontra uma velha amiga que se casou com o cara que ela gostava e, para não parecer a solteirona (apesar de ser, sendo sincera), ela acaba mentindo que é casada. Para piorar a mentira, por um rolo muito engraçado, aliás, a amiga acredita que ela casou com o presidente de um dos melhores hoteis de Seoul. Toda a confusão do casamento de mentira gera mais confusões e você ri o tempo todo das loucuras da Ah Jung e você nunca mais vai ver Coca-Cola do mesmo jeito.

Novamente, pirei nas roupas E ESSE DORAMA É DE 2011. PRECISO IR PRA COREIA COMPRAR ROUPA.

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1 minuto de silêncio pelo desperdício que foi esse personagem.

It’s Okay, That’s Love (2014)

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Porque tão adoráveis???

Ok. Esse daqui eu vi por causa do Vitor, ou melhor, por causa do Kyungsoo do EXO (sim, Vitor conseguiu viciar mais alguém em Kpop). Fui lindamente na ilusão que esse nome passa de alegria e fofura e acabei sofrendo horrores. Mas é um sofrimento muito bom, de verdade! Ri muito mesmo, talvez até mais do que com Lie To Me.

Esse dorama é sobre doenças mentais e eu sou louca (hahaha) por esse tipo de história. Adorava quando Grey’s Anatomy tratava de uns casos assim e ver esse dorama foi muito bom para perceber algumas coisas. Ele tem umas frases sobre as doenças e os portadores que te faz refletir MUITO. Quem gosta de coisas sobre psiquiatria, recomendo demais.

Mais uma vez, a trilha sonora. Meu deus, que trilha sonora perfeita. To ouvindo desde semana passada o “cd”. As músicas são muito boas e combinam demais com a história e com o ritmo do dorama, que apesar de ser sobre algo sério e relativamente triste, é bem divertido.

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É fácil para você me deixar? (TÃO OTP)

FunFact: Logo quando terminei de ver Meu Amor das Estrelas, comecei a ver vídeos de My Destiny e um deles era de uma premiação. Apesar de não entender NADA do video, além das imagens, vi que eram cinco concorrente, sendo duas de Meu Amor e duas de It’s Okay, naquele dia fiquei pensando “Nossa, era óbvio que My Destiny ia ganhar”. Ontem, vendo coisas de EXO, cai nesse video de novo e fiquei “COMO ASSIM BEST LUCK DE IT’S OKAY NÃO CONCORREU??”.

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Ai, esse OTP é muito OTP. Não sei se vou ser capaz de superar.

Assistam e venham surtar comigo no twitter!! E aceito recomendações de outros doramas lindos assim, ok? É só me mandar lá ;)

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até mais *-*

 

A Cidade Murada, de Ryan Graudin

7 de maio de 2015 às 19:00, por

A-Cidade-MuradaTítulo: A Cidade Murada
Editora: Companhia das Letras
Data de lançamento: 26 de Abril
Língua: Português

**Resenha feita do ARC cedido pela editora!**

Existem livros que são puxados pelo enredo — por exemplo, em Jogos Vorazes, a Katniss é jogada lá na arena e acontece um monte de coisa e ela tem que reagir rápido se quiser sobreviver. E existem outros livros que são centrados nos personagens, mostrando seu cotidiano, suas vivências, suas experiências. O enredo é mais centrado na motivação principal dos personagens e isso que move a narrativa. Grande Gatsby, por exemplo, se enquadra nesse último. Cidade Murada é exatamente desse último tipo.

No livro, acompanhamos dezesseis dias na vida de Dai, Jin Ling e Mei Yee dentro de Hak Nam, uma cidade murada sem leis no centro de Seng Negoi. Todos eles tem segredos, todos mostram uma parte diferente da cidade e são suas motivações pessoais que impulsionam o enredo, tecendo uma trama que entrelaça os três de forma envolvente e interessante.

O problema de livros centrados nos personagens é que se você não gostar deles, você não vai gostar do livro. Essa conexão é fundamental para que a leitura dê certo e, para minha sorte, eu gostei muito de todos eles. O livro é narrado em primeira pessoa, com vários pontos de vista diferentes, e acho que foi uma escolha interessante da autora para entendermos melhor o que passa na cabeça deles. Um dos aspectos mais peculiares é que a voz dos três é distinta: Dai tem um vocabulário mais elaborado, com frases mais longas; Jin Ling é rápida. Concisa. Não enrola; Mei Yee está enclausurada e sua narração é mais lânguida, de uma forma que deixa claro o tédio e a apreensão que consomem seus dias. Ainda sobre a linguagem, gostei de como a tradução manteve a sonoridade de algumas falas, mantendo um ritmo musical que me lembrou o chinês.

Algo que precisa estar claro sobre Cidade Murada é baseado numa cidade real, a Cidade Murada de Kowloon, que existiu em Hong Kong até a década de 90 e era um favelão vertical, com total ausência de Estado. Nas notas da autora, ela fala que achou chocante saber da cidade e decidiu escrever um livro sobre isso, mas para a gente não é uma realidade tão diferente do que existe nas nossas favelas. Tem várias fotos no fim do livro e se vocês repararem, a capa é composta por desenhos dos apartamentos em corte transversal (clique para abrir e ver com detalhes!).

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Uma foto de Kowloon quando ela ainda existia

Em Hak Nam, o poder principal é a Irmandade, uma quadrilha organizada que lida com tráfico de drogas e de pessoas e é temido por todos. É uma ascensão social sair de uma gangue de meninos de rua e entrar na Irmandade, porque além de dinheiro, você tem poder. Para as meninas, é melhor ser do bordel da Irmandade do que uma prostituta de rua, porque pelo menos algum nível de proteção você tem. A criminalidade é elevada, porque desde que não se mexa com a Irmandade, não tem problema roubar (e às vezes é a única forma de sobreviver). É todo um sistema de poder que é extremamente difícil de romper, principalmente para alguém que nasceu dentro dele. O mecanismo é o mesmo em qualquer lugar do mundo e a autora conseguiu retratar todas essas relações de forma fluida, inserida naturalmente no texto.

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Corte transversal da cidade – provavelmente parecido com o que usaram para fazer a capa

Tem algumas partes que são de cortar o coração, principalmente as da Mei Yee, e gostei muito da forma como as cenas mais pesadas são descritas. A preocupação em retratar as crueldades do tráfico de pessoas foi um ponto positivo. O cenário também demonstra muita preocupação: a autora cria uma cidade que parece real e é distintamente chinesa, e o nome dos personagens refletem as suas nacionalidades. Para mim ficou óbvio que Osamu, por exemplo, era japonês, assim como o Dai (inclusive, Dai é um nome que não podia ser mais de menino no Japão) deveria ter alguma ascendência para se chamar assim. Eu adoro quando os autores se preocupam com o nome dos personagens e isso foi um deleite a parte para mim!

Eu, nas partes da Mei Yee

Mei Yeeeeeeeeeeeee!!!!! T.T

Um problema é que achei a leitura muito truncada às vezes. A Ryan usa muita comparação (“meus dedos tremiam como bambus”) e em alguns momentos usa frases muito curtas seguidas, que podiam ser conectadas. Entendo a escolha estilística para dar mais dinamismo, mas em certas partes era irritante e cheio de pausas. Você quer ver? É assim. Uma frase depois da outra. Ler isso demais cansa. Imagina todo capítulo assim. Jin Ling sofre disso. Mais do que os outros. Dai também comete esse pecado.
Eu larguei o livro algumas vezes quando ficava cansada por ela usar esse recurso em excesso, então, é, foi um problema.

Ah, para terminar, só queria dizer que considero a Cidade Murada uma ficção histórica e não uma distopia, como algumas pessoas classificam. Sim, há os problemas sociais e a sociedade não é justa, não é exatamente cidade real, mas não é uma obra que projeta os nossos receios para o futuro, ela retrata uma situação atual, da forma como ela acontece e com sensibilidade. Não há “…e se…” extrapolando a realidade, é um “Ah, acontece assim, e se meu personagem estivesse lá?”. Enfim, ele não se enquadra dentro da minha definição de distopia :D

Versão TL:DR: A Cidade Murada é um livro interessante, centrado em seus personagens, que consegue dosar muito bem a história, o desenvolvimento dos personagens e o cenário. Tem gatos.

Classificação final: Quatro bolinhos de carne

Drag-se TV: Um projeto maravilhoso

27 de abril de 2015 às 20:43, por

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Ano passado, o Diego fez um post chamado 5 campanhas legais no Catarse pra você ser feliz! e a primeira campanha que ele comentou foi a DRAG-SE, que é uma websérie para contar sobre a rotina de algumas Drag Queens do nosso país fora da noite e conhecer um pouco mais sobre o cotidiano delas, acompanhando seus passos e mostrando como elas vivem por trás da maquiagem com o intuito de esclarecer e difundir a cultura Drag, estimular discussões sobre o tema e combater o preconceito que muita gente tem por aí.

A coisa mais linda dessa campanha é que ela foi bem-sucedida no Catarse e já está em fase de produção.

ESTE É O NÍVEL DE FELICIDADE COM A NOTÍCIA

Inicialmente, o projeto seria apenas uma websérie com com 10 episódios documentais de 5 minutos de duração cada, focando em um drag diferente a cada episódio. No entanto, o projeto mudou, mas  mudou para melhor! <3 <3 <3

  • 13 episódios com performances musicais
  • 26 episódios com tutoriais de maquiagem (SIM SIM SIM!!!)
  • 13 episódios do Drag-se que acompanhará a vida de TREZE drags: Alma Negrot, Maria Paju, Aretha Sadick, Nataliya Goncharova, Ravena Creole, Danjah Patra, Sirena Signus, Charlie (que é uma Drag King! Quão LEGAL é isso?!), Pandora Yume, Natasha Fiercce Chloe Van Damme, Azazel e Aurora Boreallis. (SIM, o número aumentou!)

 

E como se isso não fosse chique e maravilhoso o suficiente, no dia 23 de abril, o Drag-se ainda teve a première e o lançamento do programa logo após o desfile do estilista Fernando Cozendey, que lançou em conjunto com o programa, a coleção T (“transitar, transgredir, transcender, transformar-se”, com o motivo de explorar o universo das transformações corporais e cirurgias plásticas, abordando vivências que fogem à heteronormatividade).

E quem abriu o desfile foi o próprio estilista com um poncho escrito Inferno aqui!

A passarela ainda contou com oito drags do Drag-se para a divulgação da coleção e do programa. E fiquei com muita invejinha porque elas estavam LINDAS demais!

Foto: Derek Mangabeira

Foto: Derek Mangabeira

A websérie contará com novos episódios toda a terça e quinta às 17h a partir de JUNHO, mas enquanto não estreia, é possível assistir toda a terça às 17h sairá um trailer no canal Drag-se TV no youtube e um teaser toda quinta no instagram oficial do programa!

Nós do NUPE já estamos nos preparando para a estreia do Drag-se! <3

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Conhecendo os animes da Primavera de 2015 – Parte 2

20 de abril de 2015 às 16:51, por

 VAMOS CONTINUAR FALANDO DE ANIMES?

No comecinho do mês eu e a Bell fizemos um post de primeiras impressões sobre parte dos lançamentos da temporada de Primavera. Eu tinha avisado vocês que poderia demorar um pouco para a segunda parte das nossas analise vir ao ar, MAS A HORA FINALMENTE CHEGOU (com um certo atraso não intencional por que eu tinha nota de quinze salas pra fechar, ok? ok.)

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Essa leva de estreias está cheia de emoções (e romances, mortes, ressurreições, música boa, música ruim e coisas traumáticas, é sério) sendo que a primeira delas é que a Val também vai participar do post! Melhor estreia da temporada, sim ou claro?


Mikagura.Gakuen.Kumikyoku.full.1372726 Mikagura Gakuen Kumikyoku; Escolar, Ação

Diego: LESBICAS!!!!! Yeah, isso foi uma surpresa inesperada. Mas ok, eu curti a protagonista ser lesbica e eles não fazerem muito alarde quanto a isso – apesar dela ser levemente pervertida e isso me fazer sentir como se ela estivesse tentando imitar um protagonista de Ecchi. Mas veremos como vai ser a questão de representatividade nos demais episodios. Pelo menos nesse primeiro, isso foi trabalhado de forma bem divertidinha, com ela sendo viciada naqueles jogos de relacionamento e fantasiando nas personagens. A história é bem humorada e tem a quantidade certa de absurdos, eu realmente consegui me divertir e me entreter durante todo o episódios. As batalhas nem ao menos começaram, mas a ideia de duelos temáticos com base nos clubes escolares no mínimo me diverte. A animação é muito boa, e com essa protagonista vibrante, não tem como não gostar.

Pretende acompanhar: SIM!


Hibike-imagen-promocional-730x727Hibike! Euphonium; Slice of Life, Musical, Escola

Diego: Cheio de fofura, esse é um anime é um Slice of Life musical até legal de ver. Eu gostei da apresentação dos personagens, especialmente do professor, mas tenho de dizer que algumas das meninas tem aqueles trejeitos irritantes de fofurismo exagerado que me matam de preguiça em anime. O episodio, apesar de interessante, foi bastante lento e se baseou num gancho bem fraco: se a protagonista ia ou não participar da banda. Tipo, o logo é um instrumento musical, fala na sinopse que é sobre ela estar em uma banda. NÃO PRECISA FAZER UM EPISODIO INTEIRO EM CIMA DISSO! Existiam outros temas que podiam ser trabalhados em um primeiro episodio, ou até manter esse, mas daí no final BOOOM, ela não participa e demora mais uns 3 episódios pra ela entrar. Isso seria legal. Isso seria interessante.

Já o que eu vi…  bem, foi bastante…  padrão. Mais do mesmo. Nada extraordinário, embora muito bem animado, muito mesmo. Mas tem potencial para melhorar infinitamente.

Pretende acompanhar: provavelmente sim, mas só direi com certeza no próximo episódio.

Val: Confesso que pensei que não continuaria a ver esse anime depois dos 10 minutos do primeiro episódio, porque ele tem um desenvolvimento bastante lento e eu já estava ficando irritada de nada acontecer e a protagonista ficar apenas no nhenhenhém da colega de banda que estava chorando por conta da posição que a antiga banda que elas participavam ficou na competição regional. Não tenho paciência para animes parados assim… Me dá vontade de dormir. No entanto, apesar do enredo continuar parado em certos aspectos, comecei a me divertir a medida que mais personagens eram introduzidos, principalmente aqueles estranhos como a Sapphire-san (Emeraldo-san? Midori? Pedravaliosa-san? É muito bullying para um nome só, desculpa), a Asuka (ela é meu espírito animal) e o professor.

Foram os personagens e a música que me prenderam nos últimos 2/3 de Hibike! Euphonium. 

Pretende acompanharProvavelmente sim, não é nenhum Nodame Cantabile e é até injusto comparar. Justamente por isso que decidi dar uma chance e verei os próximos dois episódios para saber se continuo ou não. 


025Ore Monogatari; Comédia, Romance, Shoujo

Bell: Essa é a estreia da temporada que eu estava esperando! Sou muito fã da autora do mangá, que é a mesma de Koukou Debut  então eu sabia que ia ser booom e eu ia gostar.
Eu só não esperava amar! SABE, FORAM FEELS EM TODOS OS LUGARES. Todos os personagens apresentados são interessantes e o enredo foi envolvente e eu só queria dar um abraço no Takeo e dizer “CALMA, AMIGO, O AMOR CHEGARÁ PARA VOCÊ”.
Não consigo ser muito eloquente, só queria dizer que ORE MONOGATARI É TUDO O QUE TEM DE CERTO NO MERCADO.

Pretende acompanhar: SIM!

Diego: QUE ANIME FOFO! Bem desenhado, divertido, passando as mensagens certas, tudo de bom! Muitas emoções enquanto eu assistia, tô ridiculamente feliz de ter dado uma chance a ele. O protagonista me incomoda um pouco pela falta de modos em alguns momentos, mas é algo superável. A amizade dele com o Makoto é divertida, já que o outro parece representar o típico perfil de protagonista de shoujo bonito e frio que a menina tem de tolerar e educar para se tornar um ser humano decente. Ele não é grosso ou babaca, apenas indiferente ao fato de que as meninas caem de amores por ele. E enquanto isso, seu amigo grandão ama todas, mas nenhuma dar bola pra ele – como não se identificar?

É bem óbvio que a Yamato já gosta do Takeo (mesmo ele não percebendo). Os momentos fofinhos entre eles são demais, e o traço é absurdamente lindo. Vai ser uma experiência linda assistir isso, e é algo que eu recomendo pra todo mundo nesse universo!

Pretende acompanhar: POR DEUS, SIM!

Val: EU SABIA QUE AMARIA ESTE ANIME DESDE ANTES E NÃO ME ENGANEI! Ore Monogatari é um dos animes mais fofos que já tive a oportunidade de assistir e só vi o primeiro episódio! O Takeo e o Makoto têm uma amizade linda e divertida e com tudo para dar errado, mas eles se completam de uma forma estranha, ainda que o Takeo sofra porque todas as meninas que ele gosta se declaram para o Makoto (que é muito amigo e dá um fora nelas). No meio do episódio, quis dar uns tapas na cabeça do Takeo e abraçá-lo ao mesmo tempo, PORQUE É ÓBVIO QUE A YAMATO ESTÁ APAIXONADA POR ELE!!! ARRRGH!!! TAKEO!! É ÓBVIO!!! *espanca e abraça o Takeo em solidariedade*

E amei todos os três protagonistas de tão adoráveis que eles são!

Pretende acompanhar: MAS É CLARO QUE SIM! Nem me imagino não acompanhando este anime!!


aioria_soul_of_gold_by_etamindraconis-d85r2t7Saint Seiya: Soul of Gold; Ação, Aventura, Shounen

Diego: PESSOAS MUDANDO DE ROUPA QUANDO VÃO VESTIR ARMADURA, POR QUE QUEM PRECISA DE COERÊNCIA? Fora isso, foi até bem legal. É típico Cavaleiros do Zodiaco, tem o protagonista cheio de honra, a donzela indefesa, os X cavaleiros do grande vilão para serem derrotados… Eu gosto muito de Cavaleiros do Zodíaco, mas não tenho paciência para rever os quase 150 episódios para lembrar do que acontece de fato – a maior parte eu vi bem bem novo. Algumas coisas sempre me irritam nessa história, tipo quantos Cavaleiros Deuses Asgard já teve?! Tipo, muito conveniente o novo representante de Asgard vir acompanhado de sete novos guerreiros com armaduras inéditas. Alguém vai lucrar muito com licenciamento de brinquedos nessa temporada.

Sei lá, depois de quase 30 anos eu realmente tive a impressão pelas promoções que a franquia estivesse propondo algo mais maduro para o público mais velho que cresceu com essa história. Ao invés disso, encontrei mais do mesmo Deux Ex Machina que sempre orquestrou a história. Acho que um fã hardcore vai curtir, mas eu realmente estava esperando algo mais.

Pretende acompanhar: Provavelmente não. Mas verei o segundo episodio antes de dizer por que ainda existe o fator nostalgia e por que fiquei curioso pra saber que espirito baixou na Lyfia.

Val: Por motivos que não sei explicar, acabei viajando no meio do primeiro episódio e acredito que perdi muita coisa nas explicações, mas não tenho certeza (lembram que eu viajei?)… Para quem é mega-trega-lega-ultra fã de Cavaleiros do Zodíaco, aquele de 1986-1989, posso afirmar com muita certeza Saint Saiya: Soul of Gold será maravilhoso: os traços são iguais aos do anime antigo e é uma história que se passa logo após a Saga de Hades com os Cavaleiros de Ouro como protagonistas (não sei se serão todos, mas o Aiolia de Leão o equivalente ao Seiya pelo que prestei atenção). Dá para perceber que sou fã de Cavaleiros, né? E É POR ISSO NÃO SEI A RAZÃO DA MINHA VIAGEM PELA MAIONESE. 

Mas tudo que prestei atenção foi interessante: a Hilda doente, a moça do cabelo azul comendo, a Yggdrasil que um cavaleiro de Odin (eu sei que esse moço tem sete cavaleiros que obedecem as ordens dele) criou e que vai acabar com Asgard (ou algo assim) e a armadura do Aiolia que digi-evoluiu para ficar mais bonita!! Para quem não prestou atenção, sei bastante coisa!

Pretende acompanhar: Provavelmente sim. É Cavaleiros do Zodíaco e é focado nos cavaleiros de ouro e aquele final me deixou com a pulga atrás da orelha.


tumblr_njnbixEViy1qmlmyuo1_500Ninja Slayer From Animation; Ação

Diego: Vamos fingir que isso nunca aconteceu. Sério. Eu não sei nem como começar a dizer o qual ridículo foi assistir isso. A animação é grotesca, a história não faz sentido, parece ter sido feito pensando em entreter garotos de treze anos, partindo dos piores clichés idiotas possíveis sobre garotos de treze anos. É só um monte de explosões e sangue jorrando e piadas idiotas e meu deus, COMO É RUIM! Eu estou genuinamente ARREPENDIDO de ter gasto doze minutos da minha vida com isso de TÃO RUIM que foi. ARGH

Pretende acompanhar: PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES, NÃO! QUE NEGOCIO HORRÍVEL!


rinne2Kyoukai no Rinne; Comédia, Romance, Shounen

Val: Podem me chamar de trouxa, porque este é mais um anime baseado em mais um mangá infinito da Rumiko Takahashi (Inu-yasha Ranma 1/2) e assisti o primeiro episódio, porque, né, Rumiko Takahashi. Este anime é completamente sem noção e tem umas coisas bastante loucas e estou cativada com a absurdez dele: Rin-ne tem ação, comédia e é divertido de uma forma que é bem estilo Rumiko (vou parar de usar o nome dela, prometo) de vida! Ri horrores com todas as cenas em que Sakura tinha que pagar por algum item do mundo espiritual e com o Rinne sendo pobre pobre pobre de marré marré e sendo mais pobre pobre pobre de marré deci.

O que mais me atraiu é que Rin-ne não é feito para pensar profundamente nem nada disso, ele só é divertido e eu estava sentido falta de assistir um anime assim!

Pretende acompanhar: SIM! Me diverti muito e quero muito saber qual será a história maluca do próximo episódio!


E acabaram os lançamentos da temporada (a menos que eles decidam lançar Digimon Tri ainda na primavera, e nesse caso nós com certeza voltaremos para relatar a vocês nossas impressões). Espero que tenha servido de algo para ajudar vocês a escolherem os próximos animes e até a temporada de Verão!

CLUBE DO LIVRO DO NUPE: SERAPHINA

18 de abril de 2015 às 12:00, por

Esse foi o primeiro livro discutido no Clube do Livro do NUPE! O segundo, Cidades de Papel, será discutido em um hangout que acontecerá dia 19/04, o próximo domingo, às 17h. Você também pode discutir sobre os livros no nosso grupo do Facebook.

Grande parte das considerações que fizemos nessa resenha foram analisadas em mais profundidade no nosso hangout. Entrem lá e assistam :)

SeraphinaNeste livro você vai conhecer Seraphina Dombergh, uma garota de 16 anos com grande talento para a música e que possui um terrível segredo. A história se passa no reino medieval de Goredd, onde seres humanos e dragões convivem em harmonia durante décadas, desde a assinatura do Tratado de Paz. Criaturas extremamente inteligentes que podem assumir a forma humana, os dragões frequentam a corte como embaixadores. Seraphina se torna assistente do compositor da corte justo quando um membro da família real é assassinado bem ao estilo dos dragões. O clima começa a ficar perigosamente tenso e Seraphina passa a colaborar com as investigações, ao lado do capitão da Guarda da Rainha, o Príncipe Lucian Kiggs. Durante essa jornada que pode destruir a paz entre humanos e dragões, a fachada cuidadosamente construída por Seraphina começa a desmoronar, tornando cada vez mais difícil manter seu segredo, cuja revelação seria catastrófica em sua vida.

BELL: UBER COOL

BELL COMO LUCAS: NÃO GOSTEI PQ ACHEI CHATO E TAL, TENHO DDA, ME DEIXEM EM PAZ.

LUCAS REALMENTE RESPONDE: NÃO TENHO DDA, ELE SÓ É CHATO MESMO, NADA ACONTECE EM 30% E TODOS OS PERSONAGENS SÃO CHATOS, ENTÃO NÃO VOU FICAR LENDO LIVRO DE PERSONAGEM CHATO PQ A VIDA É MTO CURTA E EU TENHO MAIS O QUE FAZER. ADEUS.

DIEGO: pra que ter uma opinião quando se pode assistir eles discutindo?

BELL: Suas definições de “nada acontecendo” são bem diferentes da minha, Lucas. Ela apresenta o mundo e os fundamentos dele de forma bem interessante, sem infodump, e você vai se situando aos poucos. Você sabe que tem algo estranho acontecendo e a tensão de se vão descobrir o que ela é continuou me movendo, além do fato de eu achar os personagens bem legais, principalmente a própria Seraphina. Eu até entendo a frustração de querer que AS COISAS ACONTEÇAM LOGO, mas esse não é o tipo de livro para isso. Livros que são baseados em intriga política, intriga de corte, não podem ser apressados porque você perde as nuances. E sem apresentar como funciona a dinâmica, não tem como saber o que está em risco ou não.
Particularmente, adoro o fato de que, nesse livro, o reino é governado por rainhas. O preconceito contra os dragões foi muito bem explorado, também, e embora o negócio do jardim na cabeça da Seraphina tenha sido extremamente WTF quando eu li, depois ele faz muito, muito sentido.

LUCAS: Olha, o meu grande problema com esse tipo de narrativa que apresenta o cenário ao mesmo tempo em que constrói tensão é que o cenário, em um primeiro momento, vai tomando um escopo maior do que a trama – o que é característico da high fantasy, EU SEI, mas que alguns autores conseguem fazer de um jeito orgânico (e eu achei que a Rachel Hartman não conseguiu). Além disso, eu não consegui me identificar com o drama de nenhum personagem. Achei a ideia dos dragões não entenderem ironia e todo o lance do preconceito com eles até bem divertido, mas a Seraphina, até onde eu li, me pareceu aquela garota que quer ser perfeita, e o tutor dela me pareceu o tutor-padrão-linha-dura-que-também-tem-um-bom-coração. Eu não vou nem começar a falar daquela princesa chata porque pelamor de Deus, mas enfim… o meu grande problema foi esse: eu não me importei com nada e com ninguém, e quando isso acontece, acho que é indicativo de que a história não está funcionando para mim.
Sobre o jardim na cabeça da Seraphina: drogas. Pesadas. Demais.

DIEGO: Acho que eu fico no meio termo. Gosto de construção de mundo e achei o dela bem feito (destaque para a cena em que ela ensina para a princesa a posição dos Dragões durante a guerra comparando humanos a baratas). Os dragões são geniais e as trocas de farpas entre as raças é a coisa mais legal, com toda a certeza. Aliás, o que faz o livro é o contexto político do reino, muito mais do que a Seraphina ou qualquer personagem. E talvez seja isso que tenha me frustrado.

Durante boa parte do livro, não saquei qual era a da Seraphina. Ela não parecia ter nenhuma motivação ou viver nenhum grande conflito. Era só essa garota com um segredo vivendo na corte. E embora eu entenda que isso foi feito para expor o mundo para nós, acho que a falta de conflito imediato na vida de Seraphina me impediu de simpatizar com ela no começo –  eu não tinha motivação para prestar atenção nela, já que o foco era o mundo acontecendo ao redor (ou o mundo dentro da cabeça dela, né, mas ainda assim, não era bem ela. Ou pelo menos, não sentia como tal).

BELL: Falando sobre a Seraphina: gosto muito de como a motivação dela é universal, sabe? Ela é essa menina que quer ter uma profissão que o pai dela desagrada e ela age com a maior cautela possível para não decepcionar o pai. Além disso, ele tem vergonha do que ela é e Seraphina internalizou esses receios de forma a achar que ninguém, ninguém vai conseguir respeitá-la se revelar como realmente é. No livro o problema é ser meio dragão numa sociedade que julga e teme dragões, mas a graça da ficção especulativa é usar esses recursos para fazer explorar temas mais complicados e tentar gerar reflexão daí.

Ainda falando de personagens, acho que o meu favorito de todos é o Orma. ORMA LET ME LOVE YOU!!!!!

LUCAS: Eu tenho essa tendência a não ter muita paciência com livros que se constroem mais sobre personagens e o cenário do que sobre o plot, sabe. Enfim, é uma questão de gosto, e acho que por isso o livro não funcionou muito bem para mim. Concordo com o Diego sobre a falta de motivação imediata da Seraphina, e tenho certeza que esse foi o motivo central pelo qual larguei o livro nos 30%: eu simplesmente não me importava com os conflitos dela, por mais universais que eles fossem. Porque acho que grande parte da relação com um personagem é o quanto você consegue empatizar com ele (essa palavra existe?) (não coloquei ‘simpatizar’ porque você também pode ficar fascinado com o quanto odeia um personagem e esse sentimento é tão válido quanto a simpatia). E eu simplesmente não estava me importando com a Seraphina, e como ela é a voz que guia a gente pelo livro, acabei ficando de saco cheio do universo e de toda a trama política, mesmo que agora, olhando pelos comentários de vocês, ela pareça realmente muito legal.

Enfim, acho que vale dizer, depois de todas as brincadeiras e talz, que o livro não é ruim. Não é um livro que eu vá dizer ‘não leia’, por exemplo. Mas ele simplesmente não funcionou para mim.

DIEGO: Eu acho que o começo lento compensa totalmente se você persistir um pouco na leitura. E pelo menos eu não achei o inicio essa chatice toda que o Lucas clama. Era uma leitura legal, mas sem grandes atrativos que se tornou uma leitura muito legal e super envolvente. Seraphina é uma personagem fascinante, cheia de conflitos e genuinamente humana (bom, quase). Eu comecei a simpatizar com ela de verdade a partir do momento em que ela é forçada a sair desse estado defensivo em que vive e começa a se expor, por que daí começou a cometer erros – alguns deles hilários, diga-se de passagem. E se na primeira metade o livro te segura com a construção do mundo, na segunda é o romance e a trama politica, e como ambos estão interligadas e dependem muito da Seraphina. Ela já não consegue mais se negar a fazer parte desse mundo intrincado, e isso vai ficando muito legal.

Apesar deu gostar muito da Seraphina, que eu acho que é um exemplo de protagonista feminina ótima em um milhão de sentidos, meu personagens favorito é um empate técnico entre Lars e Lucian. Para o primeiro não tenho um motivo particular, desde a primeira vez que ele aparece eu já fui com a cara dele – mas posso dizer que posteriormente acabei descobrindo algumas coisas a respeito do personagem que só ampliaram minha afinidade com ele (dica do dia: leiam o glossário se não souberem o que significa alguma palavra do livro!). Já o segundo me conquistou por quebrar o cliché do guerreiro durão, insensível e antissocial. Pelo contrário, Lucian é politizado, reflexivo e infinitamente bem humorado sem deixar de manter seu papel como chefe da guarda claro a todo o tempo.

Bell: No final, Seraphina foi uma leitura que me agradou muito, sendo exatamente o tipo de livro que eu gosto. Não tive os problemas que o Diego e o Lucas relataram, de achar o começo lento, mas fica o aviso quanto à isso. A história se desenvolve muito bem, com personagens cativantes e um drama de intriga política interessante. A alegoria utilizada para tratar de preconceito é maravilhosa também, e tem algumas questões bem interessantes que podem ser levantadas a partir disso, como comentamos no hangout. Achei que foi um bom livro para iniciar o Clube!

Minha classificação final foi: Cinco Sinos de Dragão.

Como o Lucas e o Diego ainda não terminaram de ler (e o Lucas nem pretende terminar), nós vamos ficar só com a minha classificação!

E nós já escolhemos o próximo livro do Time Dragão: Cinder, da Marissa Meyer. A Tassi e o Lucas vão trocar de time e, no dia 03/05 (a data pode mudar), eu, Diego e ela estaremos no hangout discutindo o livro! Para quem não conhece, a sinopse e a capa:

cinderNum mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.

Você pode comprar ele em português aqui ou em ebook, em inglês, aqui (tá só 9 reais!). Para quem tem Kobo, o link de compra é esse.

Vanishing Girls, da Lauren Oliver

14 de abril de 2015 às 14:13, por

tumblr_nhthfju8vj1qdlytco1_500Título: Vanishing Girls
Editora: HarperCollins
Data de lançamento: 10 de março de 2015
Língua: Inglês

“Dara e Nick costumavam ser inseparáveis, mas isto foi antes do acidente que deixou o belo rosto de Dara com cicatrizes e as duas irmãs distantes uma da outra. Quando Dara desaparece no dia de seu próprio aniversário, Nick pensa que Dara estava apenas de brincadeira. Contudo, Madeline Snow, uma jovem de nove anos, também está desaparecida, e Nick fica cada vez mais suspeita que os dois desaparecimentos estão ligados. Agora Nick precisa encontrar sua irmã antes que seja tarde demais… ” (tradução livre)

Assim que o livro chegou na Carlota Joaquina (comprei o e-book na pré-venda), peguei para ler. Adoro histórias sobre irmãs e já estava ansiosa com tudo: capa, autora, título, sinopse… Literalmente TUDO. E como já conhecia a escrita da Lauren da época que li Delírio, também peguei o livro com a certeza de que mesmo que a história fosse fraca, a narrativa me prenderia até o fim. Infelizmente não poderei entrar em muitos detalhes sobre Vanishing Girls para não estragar a surpresa que acabou com a minha madrugada e com o meu sono, que me fez xingar todas as gerações da Lauren Oliver, que me fez pegar o livro mais uma vez para confirmar tudo e que me fez amar esta autora de uma forma ridícula (você não leu errado, não se preocupe). Então, sinto muito pela resenha que será um tanto quanto vaga.

Lauren Oliver, "eu já te disse o quanto te odeio?"

Lauren Oliver, “eu já te disse o quanto te odeio?”

“Algumas vezes, as pessoas param de te amar. E isso é um tipo de escuridão que nunca poderá ser resolvida, não importa quantas luas nasçam de novo, enchendo o céu com uma fraca semelhança com a luz”

Nick e Dara eram irmãs inseparáveis que se amavam horrores e faziam quase tudo juntas, de tão unidas que elas eram, mas o que parecia ser um relacionamento perfeito para as pessoas que viam de fora, escondia as frustrações, as mentiras e as omissões que fraturavam de pouco em pouco o relacionamento delas. E a relação das duas se desgastou ainda mais quando Dara começou a namorar Parker, o companheiro inseparável das duas irmãs e o cara por quem Nick estava secretamente apaixonada.Tudo piorou ainda mais após o acidente de carro no qual as duas estavam envolvidas, porque Dara não perdoava o que Nick tinha feito e Nick não queria perdoar Dara porque todo mundo passava a mão na cabeça de Dara e ainda havia todas as coisas que se acumularam durante a relação entre elas e que Nick deixava passar.

Depois do acidente, os pais das duas se divorciaram, a mãe entrou em depressão, o pai se mudou e arranjou uma namorada, Nick ficou um tempo com o pai antes de voltar para a casa da mãe e ter que lidar com a irmã que não falava com ela e Dara não estava viva para o mundo lá fora. E, para piorar, no meio de todas essas complicações emocionais, uma garota de nove anos simplesmente some e todos na cidade estão desesperadamente procurando por ela.

Quando Dara não responde Nick e nem aparece na comemoração do próprio aniversário, Nick tem a certeza de que os desaparecimentos da garotinha e de Dara estão interligados. E Nick fará de tudo para recuperar a própria irmã, principalmente agora que ela decidiu pedir perdão e se aproximar de Dara (só aviso logo que o sumiço da Dara acontece bem mais pra frente no livro. Comento porque vi que teve gente que detestou achando que seria a primeira coisa a acontecer)

Não sei como é o relacionamento de vocês com suas/seus respectivas(os) irmãs e irmãos e nem sei se quem está lendo esta resenha tem algum irmão, mas se você tiver um irmão com uma idade (principalmente) próxima, te garanto que é uma montanha-russa de sentimentos e emoções. Este livro, em específico, me afetou bastante, porque eu e minha irmã tivemos uma briga (nem lembro o motivo?) e passamos anos morando na mesma casa, dividindo o mesmo quarto e apenas nos tolerando, mas de uma forma que nem a gente sabe entender, a gente continuava/continua se amando (na época que só conversávamos o necessário, tive que fazer uma cirurgia de apêndice e minha irmã chorava tanto que EU precisei acalmá-la).

A relação de Nick e Dara é muito destrutiva e co-dependente e eu e minha irmã não temos um laço turbulento neste nível, contudo, me identifiquei bastante com a Nick, que fez todas aquelas loucuras e se arriscou de forma insana para descobrir onde estava Dara ainda que elas estivessem brigadas, porque é algo que eu completamente faria pela minha irmã. Então quando finalmente cheguei no final do livro, tudo o que aconteceu desde o acidente acabou comigo e chorei tanto que acordei com a cara inchada horas depois.

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Como comentei no início, a narrativa da Lauren Oliver prende de tal forma que é quase impossível largar o livro (não soltei a Carlota Joaquina em nenhum momento até que Vanishing Girls acabasse, por exemplo) e é incrível o quanto ela se arrisca com esse suspense YA ao unir duas histórias em uma, ao criar uma teia de aranha com cada acontecimento e ao escrever uma história com dois pontos de vista e algumas notícias e tudo de forma não-linear. Se a Lauren tivesse cometido qualquer errinho no meio do caminho, o livro não teria sido tão bom e poderia ter virado uma grande bagunça.

Vanishing Girls foi um dos piores/melhores livros que já li na minha vida e até o momento, é o meu favorito da Lauren Oliver por ter bagunçado tanto com a minha cabeça e os meus sentimentos de uma forma tão linda e horrível e maravilhosa que não tenho nem palavras para descrever todas as minhas emoções com este livro. Só sei que amei/odiei com todas as minhas forças! <3

Acredito que quem gostou de Garota Exemplar da Gillian Flynn e Mentirosos da E. Lockhart talvez goste bastante de Vanishing Girls (não li Mentirosos para afirmar com certeza, estou comentando por cima do que sei do enredo do livro).

Classificação: Quatro irmãs problemáticas

Conhecendo os animes da Primavera de 2015 – Parte 1

7 de abril de 2015 às 20:01, por

VAMOS FALAR DE ANIMES?

Eu e a Bell amamos animes e conversamos sobre animes e indicamos animes um ao outro (ok, é mais ela me recomendando 8 milhões de Shoujos legais, mas enfim). Ainda mais agora que começou uma temporada nova a gente fica mega empolgado com o assunto!

Mas é sempre difícil escolher o que assistir, já que a quantidade de lançamentos é absurda e Deus sabe que o que mais falta na nossa vida é tempo. São histórias que irão nos acompanhar pelos próximos meses e talvez façam parte da nossa vida para sempre, então é uma decisão que importa muito para quem realmente gosta e sabe que não pode assistir mais do que um ou dois títulos.

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Então pensamos: talvez compartilhar o que a gente tá achando dos primeiros episódios que a gente decidiu ver possa ajudar alguém a escolher o que ver.

Então foi o que a gente fez! (SIM, TUDO ISSO SÓ PRA EXPLICAR QUE É UM POST DE PRIMEIRAS IMPRESSÕES)

Alguns avisos antes de começarmos:

1-) O NUPE não é um blog especializado nesse nicho e esse post não pretende tentar cobrir toda a temporada. A seleção final é resultado do nosso gosto pessoal.

2-) O que você lerá são impressões pessoais sobre primeiros episódios, nada que deva ser tomado como verdade absoluta. Cabe a você descobrir até que ponto pode confiar em nossas opiniões.

3-) Eu já não tinha o que falar, mas gosto de sempre pontuar três coisas, então pra não ficar em branco toma uma batata:

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Gunslinger Stratus; Sci Fi, AçãoGunslinger-Stratos-The-Animation-Poster-Promocional

Diego: Duas realidades estão se fundindo e agora todo mundo vai começar a se matar – literalmente, já que o lance aqui é derrotar você mesmo da outra dimensão. A premissa é legal e prendeu minha atenção o suficiente para me fazer voltar semana que vem.

A animação é extremamente inconsistente. Tipo, quando começou a abertura, que é bem melhor acabada, eu até me perguntei se era o mesmo anime. Mesmo os protagonistas parecem ter um acabamento completamente diferente dependendo da cena – a única coisa que se salvou são os momentos de ação, que são até bem fluidos.  AH, e meu Deus que PREGUIÇA de anime em que só os personagens principais tem cabelos coloridos e o resto do mundo é moreno. A história parece interessante, com um tom sci fi que me lembrou um pouco de “O doador de memórias” a principio – inclusive tem uma coisa de eles analisarem as capacidades de cada pessoa pra atribuírem a profissão perfeita a elas. Eu gostei. Estou curioso pra conhecer a dinâmica do “outro universo”. Se o primeiro é meio distópico, esse parece pós-apocalíptico e achei isso bem legal.O começo foi lento e deixou muita coisa em aberto – teve muita cena que ficou ainda sem explicação, já que a premissa não terminou de ser apresentada no episodio, então não dá para tirar uma conclusão.

Pretende acompanhar: talvez, realmente não consegui me decidir com esse..


115803lShokugeki no Souma; Comédia, Ecchi, Shounen

Bell: Eu não costumo acompanhar shounens em geral porque… bem, nunca me interesso pelas sinopses. Ecchi então, nem chego perto. Mas o que me motivou a ver Shokugeki no Souma foi o fato de TER COMIDA. E pessoas tendo orgasmos com comida, porque, né, COMIDA>>>>. Eu devia saber no que eu tava me metendo, mas não. Enfim, foi uma experiência estranha e bizarra e me perguntei várias vezes porque decidi assistir a isso. Os primeiros quatro minutos me desagradaram muito, principalmente por causa de uma referência à tentacle porn e eu teria largado aí, mas continuei assistindo porque EU ME COMPROMETI COM ESSE POST!! Daí tem um enredo bizarro de uma agente imobiliária tentando fechar o restaurante e o Souma fazendo um assado de carne que resulta na cena mais ESTRANHA que já vi em anime, com molho de carne e pessoas peladas e… que é isso, gente. O final parece mais promissor e encaminha a história para um rumo mais coerente, mas sei lá. Não foi um tipo de humor que me agradou, embora tenha tido vontade de testar a receita que ele faz no episódio.

A animação é boa, o visual da comida é ótimo, mas, como sempre, parece que animes não conhecem o funcionamento de peitos e bundas. Há um público que provavelmente vai adorar, mas eu não faço parte dele.

Pretende acompanhar: provavelmente não, porém verei mais um episódio antes de decidir.

Diego: Quando eu decidi assistir o piloto de Souma, eu sabia que ele seria ruim. Eu esperava que ele fosse ruim. Eu estava procurando algo engraçado e absurdo que envolvesse comida para me entreter – nada que exigisse grande investimento. Não foi o que eu achei. Desde o começo tudo o que esse anime apresentou foram cenas bizarras e desconfortáveis. Ecchi gratuito e extremamente forçado, pessoas tendo orgasmos comendo e cenas surreais como uma menina sendo violada por uma lula e homens recebendo jatos de suco de carne em suas genitais – ambas analogias para o quanto um prato foi ruim ou bom, respectivamente. Tipo, esse anime leva o termo foodporn totalmente para o lugar errado.

Mais adiante a coisa melhora. Um enredo mais consistente toma forma e a maneira como eles transformam o preparo de comida em algo dramático é bem divertido (bem mais na linha do que eu estava procurando). A animação é bem feita e a comida é tão bonita que dá fome. O problema é saber se esses absurdos foram um excesso isolado ou um elemento narrativo constante na série. Se for confirmada a segunda hipótese,  e eu suspeito que ela será, sem chances de eu continuar assistindo.

Pretende acompanhar: provavelmente não. Mas ainda assistirei outro episódio pra me decidir.


Owari-no-Seraph-Poster-PromocionalOwari no Seraph; Drama, Shounen, Sobrenatural

Bell: Eu sei que a sinopse desse anime fala que todo mundo morre, mas eu não esperava que todo mundo morresse mesmo, sabe. A história foi tão envolvente que mal vi o tempo do episódio passar e, quando terminou, eu tava gritando sobre como o mundo era injusto e como queria mais episódios. Então, é, eu gostei e muito. Adoro histórias como essa tanto quanto amo fantasia e parece que será um bom anime. A exposição da origem da história foi bem feita, embora tenha achado que o salto temporal que dá não ficou bem claro.

Apesar disso, a animação do início é meio esquisitinha, mas melhora ao longo do episódio. Ainda estou me sentindo pessoalmente ofendida pelo que aconteceu, mas superarei ao longo da série (espero).

Pretende acompanhar: SIM, DESDE QUE NÃO ME MATE DE FEELS.

Diego: MEU DEUS, POR QUE O TEMPO NÃO PARA DE PASSAR?! Esse episodio cobriu um espaço de tempo de oito anos. OITO. ANOS. Eu não sou muito fã de episódios iniciais de flashback, mas esse foi MUITO BOM! Apresentou o protagonista, definiu a premissa da série muito, muito claramente e foi completamente envolvente. Diria até mais que isso: foi intenso. Ele é incrivelmente bem animado (apesar do começo ficar um pouco confuso com os saltos temporais) e OMFGNSF, os FEELS ;-;. Sério, eu estou destruído. E um anime conseguir causar isso logo no primeiro episódio é, no mínimo, digno de nota.

Sério, depois de tudo que esse anime já tirou de mim em apenas vinte minutos, eu me sinto moralmente obrigado a acompanhar a vingança de Yuu. Sério, tem vários mistérios para serem desvendados, coisas para serem descobertas e tudo o mais, mas nada disso importa. Eu estou emocionalmente investido. Meus sentimentos exigem vingança!

Se eles forem capazes de continuar mexendo comigo desse jeito, tem chances de ser o melhor da temporada – só não precisam ser tão cruéis sempre, por favor.

Pretende acompanhar: COM TODA A CERTEZA!


Arslan-Senki-Poster-promocional-2Arslan Senki; Aventura, Drama, Fantasia

Bell: Esse anime é baseado num mangá da mesma autora de Full Metal Alchemist, e é uma adaptação de uma série de livros muito famosa no Japão. Antes de ver, não li nem a sinopse porque eu adoro tudo que a Hiromu Arakawa escreve — FMA é um dos meus animes/mangás favoritos e eu amo muito Silver Spoon. Então não sabia o que esperar da história além de uma aventura de fantasia (que eu provavelmente iria gostar) e fiquei surpresa em ver que é exatamente o tipo de história que eu amo! Esse primeiro episódio é uma boa apresentação, ligeiramente não linear, mas que faz um ótimo trabalho em introduzir os personagens mais importantes e o plano de fundo. É bem dinâmico e deixou um gostinho de quero mais. Só tive alguns problemas com a animação da batalha com a qual o anime começa, porque achei os soldados bem estáticos. Além disso, também tive problemas com os peitos da rainha porque GENTE PEITOS NÃO FUNCIONAM ASSIM. MAS TUDO BEM.

Pontos Positivos: caras gatos, diversidade, reinos!!!, protagonista legal.
Pontos Negativos: CADÊ OS OUTROS EPISÓDIOS?

Pretende acompanhar: sim!

Diego: Eu demorei pra decidir o que eu achei desse anime. Até ia passar batido por ele, não fosse a Bell ter comentado que era da mesma autora de Full Metal Alchemist. Eu achei o episodio morno. Não foi aquela coisa OH MEU DEUS QUE INCRÍVEL que eu normalmente espero de um primeiro episodio, mas ele propos algo que eu simplesmente não poderia ignorar. A história parece muito interessante, deu vontade de ir atrás do livro no qual é inspirada. A animação é bem feita, salvo quando eles decidem usar CG (especialmente nos soldados).

O que me frustrou um pouco é que eu não sou fã de primeiros episódios de flashback, mas isso é superável.  O episodio é bem introdutório mesmo, contando um acontecimento que se passa três anos antes da história, e estabelece perfeitamente a premissa. Dá pra entender bem quem é o Arslan e ver o tipo de reflexão sobre disparidades culturais (MUITO BOA, diga-se de passagem) que parece que vai ser a base da série. É só que eu fiquei pensando: hum… por que não começou logo 3 anos depois? Sabe, em alguns animes começar com flashbacks é até bem justificável (favor ler Owari no Seraph para mais informações), mas quando eu olho esse episódio, não consigo enxergar uma boa razão, em termos de narrativa, que justifique a decisão. Talvez fique mais claro posteriormente ou talvez não tenha nenhum motivo mesmo. No final é só questão de opinião. Mas a série parece que será ótima.

Pretende acompanhar: sim!


fatestay-night-unlimited-blade-works-movie-poster-2006-1020671879Fate Stay Night Unlimited Blade Work; Ação, Fantasia, Mahou

Diego: Minha relação com Fate Stay Nigh já é de longa data, então eu talvez não seja a pessoa mais imparcial para julgar. Por se tratar de uma continuação de uma série que já acompanhava, não houve grandes surpresas em termos de qualidade de animação ou roteiro – ambos de grande qualidade na minha opinião. Mas o legal é que para além de retomar a história, eles souberam como nos prender dando uma reviravolta incrível na série que soa como uma nova premissa.

O episodio foi incrível, desenvolveu bem os personagens, especialmente a Rin. A história seguia o rumo lógico depois do final da primeira parte da série. Só que daí tudo muda. Eu não vou entrar em detalhes, mas eu basicamente: MEU DEUS. Fate Stay Night nunca é óbvio, e essa animação tem meu amor eterno por realmente não subestimar a audiência, mas MEU DEUS! Eu tô tentando por meu queixo de volta no lugar até agora, apenas. O que aconteceu simplesmente muda tudo o que se espera da série. Não faço ideia de como a história vai ser continuada, e esse é um lugar excelente para se jogar sua audiência no começo de uma nova temporada. Não se deixe enganar caso você tenha assistido a animação de 2006, UBW conta uma nova versão da história, muito mais intensa e dramática

Pretende acompanhar: sim!


 69353lKekkai Sensen; Ação, Sobrenatural

Diego: Que animezinho doido. Sério, eu achei a premissa muito legal, especialmente por se passar em Nova York. É meio cliché essa coisa de você usar Nova York como polo de diversidade e extravasar isso pro sobrenatural. Já vi isso sendo em outras mídias de forma exemplar. Ainda assim, é o tipo de proposta que me atrai. Kekkai Sensen, no entanto, é louco demais. Do tipo, a convivência com criaturas extraordinárias (que aparentemente não obedecem nenhuma regra mágica especifica, são realmente uma miscigenação holística) é até legal, mas a falta de noções claras sobre o que eles são e podem fazer torna tudo confuso demais.

Mil coisas aconteceram sem nenhuma razão aparente, o protagonista entrou em uma organização que combate o mal por ser confundido por outra pessoa e ele tem olhos de Deus por que algo estranho aconteceu quando ele visitava as fronteiras da cidade seis meses antes. Algo aconteceu com sua irmã, que pode ou não ser a morte, já que ela aparece no começo do anime lendo cartas dele, mas ao mesmo tempo isso não necessariamente significa nada em um universo em que tudo pode acontecer. Foi tudo corrido, confuso e estranho.

A animação é muito bem feita e o traço é ótimo, mas o anime parece pegar todos os clichés de battles shounens e jogar em um lugar só sem se preocupar com contextualização. Não curti.

Pretende acompanhar: não.


833399-plastic_memories_largePlastic Memories; Sci Fi

Diego: Esse anime não era nada do que eu esperava, com toda a certeza. A história gira em torno dessa subdivisão de uma empresa de robôs que precisa coletar um certo modelo chamado giftia, que possui uma alma sintética mas só consegue se manter funcional por cerca de nove anos – depois disso, suas memórias começam a falhar e sua personalidade se transforma.

A premissa é interessante, mas o episódio não convenceu. Achei o design fraco, a animação bem ruim e a história mal desenvolvida – meu deus, que preguiça de animes que começam com “MESMO NÃO SABENDO SEU NOME EU JÀ SABIA QUE A AMAVA”. O enredo da estréia é forçado e não emociona – embora tenha potencial para tal, fosse feito de outra forma. O episódio não tem ritmo, com um humor capenga e esquisito atrapalhando a narrativa. A única coisa que manteve meu interesse foi a protagonista, Isla, que tem uma personalidade interessante, está envolta em mistérios desde a primeira cena e faz umas reflexões legais aqui e acolá.

Pretende acompanhar: provavelmente não, mas darei outro episódio para ela me convencer do contrário.


549896Uta no Prince; Comédia, Shoujo, Escolar

Bell: Essa é a terceira temporada de um anime baseado numa visual novel voltada para o público feminino. Não, eu nunca vi nenhuma das outras temporadas. Sim, eu tenho uma queda por animes baseados em otome games porque eles são tão adoravelmente bregas e ridículos. SINTO MUITO, EU NÃO ESCOLHI A VIDA LOKA, A VIDA LOKA ME ESCOLHEU.

Enfim, os primeiros 16 minutos dos 24 do episódio são passados reapresentando os personagens e eu perdi a conta de quantos são no sétimo. É MUITO HOMEM, VELHO. E eu sempre consigo saber qual é o que a mocinha vai ficar no final, mas eles conseguiram plantar a dúvida entre três. Embora tenha sido divertido ver eles falando coisas como “Minha ovelhinha, você voltou para mim” de forma não irônica, ou “Achei que você fosse uma ilusão causada pela paixão do meu coração”, é bem irritante que em mais da metade do episódio não tenha direção clara sequer no romance. As coisas começam a mudar a partir do minuto 16, naquele esquema clichê do Diretor excêntrico que aparece para dar uma notícia — nesse caso, uma apresentação num evento de esporte muito importante no Japão. Entendi que os 1500 homens se dividem em dois grupos, o Quartet Night e o Starish e o Starish também quer uma chance. OBA, COMPETIÇÃO!

Eu poderia fazer um recap desse anime como fiz com KamiAso porque tem muita cena hilária/sem noção/maravilhosa. No geral, a sensação que tive foi que estava tentando memorizar o nome de todo mundo do Super Junior, ao mesmo tempo em que rendeu ótimas gargalhadas. Apesar de estar chegando na terceira temporada, dá para entender o contexto direito indo na wikipedia e descobrindo sobre o que se trata o jogo. Em termos mais técnicos, a animação peca por repetir os fundos demais (principalmente aquele das flores de cerejeiras caindo, todo mundo já entendeu) e teve uma cena em que todos os 156 integrantes do Starish repetiram “Revolution?” SÓ QUE AÍ ENTRA O ENCERRAMENTO COM ELES CANTANDO LOVE REVOLUTION E COMO ODIAR??????

Pretende acompanhar: Sim, porque vai ser uma jornada hilária. Mas se o semestre apertar, provavelmente vai ser a primeira que vou largar.


E é isso aí. Esses foram os lançamentos do final de semana. Espero que tenham gostado. Tem ainda uma segunda parte, mas a partir de agora os lançamentos começam a ficar mais espaçados, então tenham paciência com a gente por que vai demorar um pouquinho para juntar material suficiente para o segundo post, ok?