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NUPE ♥ John Green

25 de junho de 2015 às 18:59, por

No começo dessa semana os parceiros da Intrínseca receberam um email oferecendo a MEGA oportunidade de assistir Cidades de Papel e ir na coletiva de imprensa do filme. Mas só poderia ser um representante pra cada blog e só os 70 primeiros emails iriam participar, então após uma loucura generalizada para decidir quem iria, todo mundo fazendo uma má influencia na Dayse para ela ser rebelde e ir para o Rio, acabou que o nosso representante escolhido foi o Lucas, que já mora na cidade e teria a disponibilidade necessária para os dois dias de evento.

Ontem de tarde (24/06) saiu a confirmação e além do nosso representante lindo, ficamos sabendo que a Iris (Literalmente Falando/Iris Figueiredo) vai fazer uma entrevista exclusiva com ele (e o Nat!) representando a NFBR (Nerdfighteria brasileira). O surto coletivo dessas confirmações gerou uma conversa muito fofa e melosa no grupo de whatsapp do NUPE.

O amor e a fofura foi tão lindinho, mas tão lindinho, que eu to aqui usando isso como desculpa para não fazer um projeto pra faculdade e vim mostrar pra vocês como somos lindinhos e como sem o John Green, talvez com certeza vocês não teriam esse NUPE que vocês leem hoje em dia. Porque, querendo ou não, ele realmente mudou as nossas vidas de uma maneira que acho que só Harry Potter tinha feito até então.

Diego: Minha opinião sobre João verde: O que ele me ajudou durante a morte do meu pai com ACEDE pagou meu amor eterno mesmo se ele escrever [Um livro que achamos ruim] depois disso. Eu não posso não gostar dele depois disso, simplesmente.
Also, ele é um vlogger excelente, então mesmo se ele escrevesse [Um livro que achamos ruim] eu ainda teria isso pra me confortar.

Bell:
John Green também tem valor emocional pra mim
Porque eu tava sem saber o que fazer da vida quando li “Quem é você, Alasca?”, e aí eu meio que mudei minha perspectiva e virei mais honeybadger dont care e decidi mudar de curso de vez

…é palavrão, não vou traduzir

Katherine: (2) no que a Bell disse

Bell: Porque e se eu morresse uma semana depois? Que merda que eu tinha feito na vida? Um curso q eu odiava e só isso.
Sei lá, ler “…Alasca” naquela época foi importante para dar um choque de realidade de que a vida é efêmera e você tem que aproveitar. Podia ter sido qualquer outro livro com o mesmo tema, mas foi “…Alasca”. E acho que é a mesma mensagem de “A Culpa é das Estrelas”.
Ele não é um autor excelente nem tá nos meus dez favoritos e gosto mais dele como vlogger, mas esses apelos emocionais ninguém apaga, sabe?

Diego: Exato.

Bell: Além disso, o John Green me deu a Dayse e mesmo se ele escrevesse [Um livro que achamos ruim] eu ainda seria grata a ele por isso.

Diego: [Um livro que achamos ruim] de Green

Bell: Ahahahaha. Dayse nem vai ler minha declaração de amor…

Katherine: cade a palavra mágica

Diego: JACLYN MORIARTY! (Tentando summonar ela)

Val: SERIAL!
Os livros do John Green nem têm tanta força emocional pra mim, não posso apontar a época que li nem nada. No entanto, eu não estaria aqui e não teria conhecido grande parte de vocês sem ele <3

Tassi: Os livros do John Green nem têm tanta força emocional pra mim, não posso apontar a época que li nem nada. No entanto, eu não estaria aqui e não teria conhecido grande parte de vocês sem ele <3 (2)
Eu gosto dele! E conheci a NFBR (e o NUPE!) por causa dele. E eu prefiro ele como vlogger que como autor, fato. Mas tenho um carinho imenso por ele.

Dayse: <áudio> Gente… tudo… praticamente tudo de excelente que eu tive nos últimos 5 anos pode ser direcionado de volta pra ele.
Facilmente, sabe. Tipo… Eu não tô falando que ele é o messias da minha vida nem nada, mas a gente tem que dar valor.
Eu só quero dizer, tipo… I don’t know… Mesmo quando ele fala com as pequeninas problemáticas dele, ele ainda sempre tá tentando. Ele é um exemplo de alguém que sempre tá tentando melhorar, então ele não me decepciona e…
E a gente tá aqui por causa dele. Então, basicamente, John Green Rules.
E eu amo vocês e mesmo se ele escrevesse 5 ciclos de Jurassic World eu não ia parar de amar. Porque ele me deu todos vocês. E quem sabe até esses ciclos de Jurassic World seriam mais legais se ele escrevesse. Who Knows?

Bell: Não chora, Dayse! Eu também te amooooo! Ownnn

Membro fantasma #1: Dayseeeeee ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Katherine: awwn

Val: AWNNNN, DAYSED <3

‪Lucas: Aaaawnnnnn daaaayse
Eu não tenho tanto apego por John pq só li “A Culpa é das Estrelas” e foi muito pelo hype. Mas aí eu conheci vcs e eu vi os nerdfighters e tudo o que isso representa pra pessoas e entendo quem é muito muito fã dele, e mesmo que eu não seja muito muito fã dele, eu o admiro muito.

Val: <áudio> Dayseee I love you pumpkin and I love you aaaall you pumpkins, vocês são uns amorzinhos e graças ao John eu conheci boa parte de vocês. Awwwn, eu amo todos, tá? Muito muito muito muito muito…

Paulo: John Green esteve comigo nos tempos de Paulo solitário e tristinho do início da adolescência, não tem como não amar

Val: Paulo ;_; ♡ ;_;
O importante é que graças ao John, você não ficou solitário e tristinho e digievoluiu para um Paulo muito sensacional <3

Diego: Acho engraçado que, tipo, quase todo mundo aqui disse EU LERIA ATÉ SE ELE ESCREVESSE ALGO MUITO RUIM, enquanto que eu sinto que ele anda com um pouco de medo de publicar algo depois do hype de “A Culpa é das Estrelas” (O que só prova como ele é alguém que tá empenhado em se superar).

Nath: Vocês estão que nem a Hazel falando do van Houten: “eu leria até a lista de supermercado dele!!!!” hahahaha

Katherine: Eu leria. Adiei a leitura de “Cidades de Papel” por anos porque sentia que não ia gostar.

Paulo: Vaaaal ♥
Ai, vou começar a reler “Cidades de Papel” agora, porque ja esqueci muita coisaaa

Lucas: Eu tenho que ler “Cidades de Papel”. Vou ler amanhã depois da orientação.

Vitor: Nunca mais vou ter memórias boas desse livro.
Os minutos da gente no hangout ENCARANDO O VAZIO
PORQUE NÃO TAVA PASSANDO O TRAILER

‪Tassi: I’M SORRY, OKAY?
O GOOGLE NÃO GOSTA DA GENTE

Val: FOI HILÁRIO

Vitor: JSHSBSISBAIHSIS FOI MARAVILHOSO

Val: Mas uma vergonha
MAS ÓTIMO HAUAHAUA

Bell: Foi bom eu mandando mensagem de “gente não tá funcionando” hahahaha
E vocês esperando…

Diego: Que nada, foi tudo lindo.
Amo os Hangouts
Aliás, amo o clube do livro
/fangirl

[algumas partes foram censuradas para proteger a integridade de nossos membros]
***

Amamos vocês (e o John Green!),

NUPE.

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Pera, não vai embora. O Diego falou ali que ele ama o Clube do Livro do NUPE, né?

VOCÊ SABIA que a gente vai ter outro hangout no nosso canal agora no domingo, às 17h? Dessa vez o livro discutido vai ser “Fangirl” da Rainbow Rowell. Você também pode acompanhar os próximos livros no grupo do NUPE no facebook! Te esperamos lá <3

Minha Iniciação no Mundo dos Doramas – Parte 2

22 de junho de 2015 às 18:41, por

Completando 3 meses desse adorável vício, ainda acredito que estou em iniciação apesar de desde março ter assistido DEZ doramas diferentes!!!!!!!!! Okay, um desses doramas é o webdrama de EXO, mas o tanto que eu surtei com ele faz ele contar como dorama tbm, ok?

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eu me preparando para assistir dorama o dia inteiro.

No primeiro post eu falei sobre os 3 primeiros, acho que se eu comentar sobre cada 3 em um post diferente, vai ser melhor para poder explicar cada um e ainda rende mais posts para vocês não ficarem sem algo para ler aqui, por ser assim??? Se não puder, sorry, mas vai ser. Mentira, se vocês não quiserem, eu vou ficar triste e não venho mais aqui tão cedo. Mentira, eu não sou assim (talvez eu seja, não brinquem com meu coração!!!).

Li algumas coisas por ai e que eu acho que eu deveria comentar:

Atuações – Realmente, as atuações são diferentes das que a gente tá acostumado, por isso eu recomendo que, se você nunca viu um e tá curioso para saber como é, não vai com expectativas lá em cima e me chame de louca depois, ok??? Vá com a mente aberta e preste atenção que as atuações são de pessoas de uma cultura completamente diferente da nossa e que, se você parar para assistir algum programa de variedade deles, as atuações dos doramas não saem muito diferentes não, viu? Eles realmente são diferentes da gente, não são as atuações que são forçadas e blablabla.

Agora indo para o que interessa: Nenhuma trilha desses proximos 3  doramas me encantou a ponto de ter feito download de uma música sequer.  Mas isso não faz com que elas não sejam boas, só são normais, nada de OMG QUE MÚSICA INCRÍVEL igual foi com It’s Okay, That’s Love (que, aliás, está sendo tocada nesse momento no meu itunes).

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(Mas na próxima lista tem a música de Exo Next Door ♥)

Blood (Beulleodeu) (2015)

UM AMOR: É DE VAMPIRO.

UM ÓDIO: O QUE ELE TEM DE BONITO, TEM DE BURRO.

UM AMOR: ELE É MÉDICO!!!!!!!! SIIM, O DRAMA É TODO NUM HOSPITAL YAAAAY!

UM ÓDIO: Destruiu o meu coração depois de me enganar. Sim, sem caps porque ainda tô triste.

Esse dorama eu vi junto com o meu mestre pokemon kpop, Vitor! (Esse guri gosta de ver a desgraça se formando nas nossas vidas, não confiem nele!!! Minha vida nunca mais foi a mesma depois dele).

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Mestre, eu amo você…

Blood é a história do Ji Sang (aka irmão bonitinho da Song Yi em Meu Amor das Estrelas, e uou, ele cresceu muito de um ano pro outro), um vampiro que é médico e começa a trabalhar num hospital mega top da Coréia e já chega como o chefe do lugar. Obviamente, a mocinha da história, Ri Ta, não gosta da chegada dele, até porque seria impossível alguém gostar logo de cara da arrogancia dele.

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(Ok, esse não é um dorama para iniciantes – porque eu vi ele é uma boa pergunta-, ele foi bem boicotado na Coréia devido a má atuação do casal principal nos primeiros episódios, mas eles ouviram as críticas e mudaram a maneira de levar a arrogancia deles para um nível mais aceitável e menos forçado) (Sim, eu não sei escrever pouco aparentemente).

Nesse dorama, o que mais me conquistou foi o melhor amigo do Ji Sang e o robô que ele criou para cuidar da saúde (pois é) do vampiro. Aliás, todo o elenco, fora o casal principal, é MUITO bom e faz você querer colocar num potinho ou matar devido as maldades com nossos amores dos potinhos.

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Achei o final meio WTF e insuperável em algumas coisas. Sou rancorosa, não liguem. Foram 20 episódios de amor e ódio bem mesclados, se você já viu alguns doramas, eu até que recomendo!

[Nota do Vitor: basicamente o que eu tenho a dizer sobre Blood é QUE ELE DÓI, ELE MACHUCA. Mas é uma dor boa – isso deve soar tão errado, ENTENDAM. E, nossa, eu chorei, ah se eu chorei pelo crush perdido. Agr deixarei o mistério no ar~ ASSISTAM!!]

Meninos Antes de Flores (Boys Over Flowers – Kkotboda Namja) (2009)

Ugh, eu não sei nem o que falar desse. Foi o mais longo que eu assisti, 26 episódios. E acho que se não fosse pelo Gu Jun Pyo (Lee Min Ho ♥♥♥♥) eu acho que teria desistido no meio. Mentira, não teria, mas ele ajudou eu a gostar mais do que xingar a burrice/lerdeza da Jan Di, que é a mesma atriz que fez a Ri Ta no dorama anterior.

Talvez eu esteja velha para romance escolar, principalmente os coreanos com tantas frescuras (ok, é cultural, eu sei), mas ugh, são 26 episódios de literalmente 1 hora e um plot só, que fica se resolvendo e se complicando e repetindo. Mas tem umas cenas MUITO adoráveis que dá vontade de sair correndo pra Coréia atrás de um marido.

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Eu nem percebi que você não ligou por 3 dias e 13 horas.

Esse foi o primeiro dorama a me fazer querer bater na personagem que acha que é noiva do principal só pq ela e a mãe dele se dão bem. Peguei muita birra da palavra “oppa” já.

Outra coisa bizarra desse dorama é a escola. Além deles aparentemente não terem nenhum adulto nos corredores/salas de aula, os alunos por serem mega ricos, são muito loucos. No primeiro episódio eu fiquei dividida entre rir da bizarrice e pensar se isso existe de verdade. Nesses 3 meses entrando no mundo coreano, percebi que não posso duvidar de nenhuma coisa que parece surreal, no final do dia acabo sofrendo por sentir pena/dó de como esse povo sofre com umas coisas tão contraditórias e com os tipos de trabalhos que eles tem. Tá vendo? Dorama também é uma maneira de aprender coisas novas!

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Se isso é uma escola, cadê os professores?

Mas minha maior paixão por Boys Over Flowers, que é insuperável, aliás, foi o casal secundário que praticamente não existiu e só tava ali para brincar com nossos sentimentos. QUERO UM BOYS OVER FLOWERS 2 IGUAL O JAPONÊS (É ISSO?) PRA VER ESSE CASAL JUNTO FELIZES PARA SEMPRE, OK?

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casal sem ser casal coisa mais fofa da história da humanidade.

Personal Taste (Kaeinui Chwihyang) (2010)

Aqui vocês já podem perceber que eu estou perdidamente apaixonada pelo Lee Min Ho e que estou tendo uma mania muito louca de assistir doramas com um ator do anterior. MInha amiga falou pra eu ver esse porque o principal é arquiteto e todo o plot complicado é sobre um projeto MUITO legal que me fez pensar muito sobre o que eu posso fazer nesse meio mega amplo e lindo e incrível e asdfghjkl.

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O Jin Ho é um arquiteto que depois de passar por problemas com a micro empresa dele de 4 funcionários e que vê na casa da Gae In, a solução para esses problemas. Só que, a Gae In, que é filha de um arquiteto super importante, mora sozinha depois de passar por uma situação horrível com o namorado e a “melhor amiga”. Pra conseguir frequentar a casa dela, o Jin Ho acaba deixando um mal entendido ser levado pra frente (ou seja, acaba não falando a verdade) e ela acredita que ele é gay.  O desenrolar desse mal entendido leva a cenas ÓTIMAS com ela fazendo coisas que obviamente não faria se ele fosse hétero, ele faz coisas absurdamente engraçadas pra fazer coisas pra deixar ela bem e os amigos deles são o melhor casal de amigos da história com cenas MEGA engraçadas.

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Foi o dorama que eu mais surtei, sem nenhuma coisa que me fez ficar com raiva ou que eu não gostei, acredito que ele tá empatado com It’s Okay, That’s Love e um, também médico, que vai ficar para o próximo post 😉

*

DESCULPEM-ME PELO POST GIGANTE, MAS EU CORTEI MUITAS COISAS. EU FALO DEMAIS QUANDO ESTOU EMPOLGADA!!!!

Venham para o mundo dos doramas comigo, a val e o vitor!! Somos lindos e legais iguais aos nossos programas preferidos 😉

Ah, se alguém tiver mais alguma recomendação, estou aceitando ainda!! Só acho que não tô com paciencia para romance escolar :/ Se quiserem ver os meu surtos, meu twitter nas últimas semanas é basicamente só liveblogging dos meus doramas HAHAHA sorry, pessoas, vou melhorar!

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Vocês para mim: poderia calar a boca e ir?

Jogos para celular que acabarão com a sua vida (acabaram com a minha T_T)

17 de junho de 2015 às 17:24, por

Olá, meu nome é Valéria e sou viciada em jogos de celular.

[Todos]: "Oi, Valéria..."

Oi, Valéria…

Não, não estou brincando.

(Quero dizer, estou BRINCANDO, mas no celular, não com esse assunto.)

Tenho Candy Crush SagaCandy Crush Soda e estou em níveis absurdos neles, corro para atualizar Plants Vs. Zombies 2 SEMPRE que aparece um mundo novo (Tassi e eu somos viciadas juntas <3) e quero todos os troféus, e precisei desinstalar Kim Kardashian Hollywood porque minha vida social estava girando em torno de ser famosa e super amiga da Kim.

Esse gif me representa.

Esse gif me representa.

E como sou uma viciada sem recuperação, sempre procuro mais jogos para baixar e faço o possível e o impossível para viciar o máximo de pessoas que conheço (ou não). Vocês, leitores, serão minhas cobaias nas indicações de jogos para o celular (todos eles têm opção fora dos celulares também e colocarei os links, respirem. Viciarei vocês de qualquer forma).

Machinarium

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Em Machinarium, você será Josef, um robô que foi desmontado e jogado no lixão. Você precisa se remontar e voltar para a cidade. Contudo, no meio do caminho, Josef se enfia em uma furada e descobre que três robôs que fizeram bullying com ele na infância estão planejando destruir a torre da cidade e a missão dele será impedir que isso aconteça. A cada fase, você resolve um quebra-cabeça atrás do outro para descobrir o plot maior e salvar a cidade e seus amigos.

Pontos Positivos: Os gráficos e a trilha sonora são maravilhosos, e o jogo em si é super tranquilo de entender, mesmo que ele seja em inglês, porque as cenas são explicadas por balões animados. É um jogo bastante intuitivo.

Pontos Negativos: Precisa de internet para poder jogar e algumas passagens são um pouco complicadas demais, então super recomendo o walkthrough dele se você quiser terminar o jogo freneticamente. Particularmente, prefiro jogar com calma, mas cada pessoa é uma pessoa.

Onde baixar: Google Play  – iPhone  iPad  Online  Steam

Limbo

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Em Limbo, você será um garotinho que acorda em uma floresta no limbo e sua missão é encontrar sua irmã mais velha. No meio do seu caminho, haverá aranhas, armadilhas, gente morta, humanos querendo te matar ou fugindo de você, e alguns quebra-cabeças precisam ser solucionados para que o personagem siga o seu caminho e reencontre sua amada irmãzinha.

Pontos Positivos: NÃO PRECISA ESTAR CONECTADO À INTERNET, OS GRÁFICOS SÃO TERRIVELMENTE MARAVILHOSOS E A TRILHA SONORA É ASSUSTADORAMENTE FOFA. E AQUELE FINAL. AI, DEUS, AQUELE FINAL!!!!!

Pontos Negativos: A primeira vez que joguei Limbo, dei um grito de susto quando cometi um erro, porque não esperava que acontecesse o que aconteceu. Não é um jogo de terror, foi apenas algo inesperado mesmo.

Onde baixar: Google Play  iPhone  iPad  Steam

Badland

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Badland é um jogo de aventura no qual o jogador controla uma criatura conhecida como Clony (que parece um susuwatari) através da floresta e enfrentando obstáculos e armadilhas na tentativa de solucionar o que há de errado na floresta.

Pontos Positivos: Gráficos lindos, os efeitos sonoros são muito bons, não precisa saber inglês para jogar (ele é intuitivo como os jogos anteriores) e a opção multiplayer é muito divertida! Badland é disponibilizado gratuitamente na Google Play!!

Pontos Negativos: O multiplayer de Badland pode causar muito estresse e você pode se descobrir altamente violente devido ao nível competitivo. E, argh, precisa de internet.

Onde baixar: Google Play – iPhone  iPad  Steam

The Wolf Among Us

The Wolf Among Us é um jogo baseado Fábulas, e nele, você agirá como o detetive Bigby Wolf e sua principal missão é descobrir quem matou a moça lá e o diabos está acontecendo Cidade das Fábulas. Queria dar um resumo um pouco mais detalhado, mas morro de medo de soltar spoilers.

Pontos Positivos: Realmente dá a impressão de estar dentro dos quadrinhos de tão envolvente que a história é (o que pode ser um problema para os curiosos). As decisões tomadas pelo jogador criam um desenvolvimento único, porque são muitas opções de escolha (ou falta dela). No final de cada episódio, há uma estatística sobre as decisões que outros jogadores tomaram e, particularmente, achei isso bem interessante!

Pontos Negativos: O primeiro episódio está disponibilizado gratuitamente na Google Play,  no entanto, para continuar jogando, você precisa COMPRAR os episódios seguintes e eles são meio caros. Também tem que ficar online pra jogar (AFF, SOCIEDADE. AFF). Outro ponto negativo é que se você não souber inglês, não é nem um pouco épico possível jogar, pois este é um jogo recheado de diálogos. A pior parte de todas é que NÃO TEM CONTINUAÇÃO e a Telltale Games está enrolando para lançar o TWAU 2 (aquele final foi INCRÍVEL, mas a dúvida, ai, A DÚVIDA. Ela me consome até hoje).

Onde baixar: Google Play – Steam

Hearthstone: Heroes of Warcraft

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Não existe um enredo em Hearthstone:Heroes of Warcraft, ele é um jogo de cartas e estratégia. O legal de H:HOW é pensar em como derrotar o inimigo, montar um deck, liberar cartas novas e jogar com cada um dos personagens, porque as habilidades deles são diferentes. É um vício maravilhoso.

Pontos Positivos: O jogo é online, então dá para jogar com incontáveis pessoas. Além disso, ele também é grátis para baixar (existe a opção de comprar dentro do aplicativo, mas se você não quiser gastar dinheiro, não vai te atrapalhar em nada na vida!).

Pontos Negativos: Precisa de internet (é um reclamação sem sentido, EU SEI).

Onde baixar: Google Play – iPhone  iPad  Online

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Essas foram as minhas indicações! Alguém mais tem esse pequeno problema de jogar no celular como eu tenho? Já jogam algum dos indicados? Querem indicar mais joguinhos? Fiquem à vontade para compartilhar suas opiniões nos comentários. Juro que a gente é legal e cheirosinho, HAHAHAHAHA!

Entre o Amor e a Vingança, de Sarah MacLean

15 de junho de 2015 às 15:27, por

entre o amor e a vingança

Título: Entre o Amor e a Vingança (em português),  A Rogue by Any Other Name (inglês)
Editora: Gutenberg
Data de lançamento: 25 junho de 2015
Compre: Amazon – Cultura

Há uma década, o Marquês de Borne foi abandonado pela sociedade com nada além de seu título, mas agora, como um dos donos de uma das casas de apostas mais exclusivas de Londres, o frio e impiedoso Bourne fará o que for necessário para recuperar sua herança – inclusive casar a perfeita e apropriada Lady Penélope Marbury.

Um noivado rompido e anos de flertes desapontadores deixaram Penélope com pouquíssimo interesse em um casamento tranquilo e confortável, ela almeja algo a mais. E que sorte que o seu agora marido tem acesso a prazeres tão inexplorados!

O problema é que, por mais que Bourne seja o príncipe do submundo de Londres, ele prometeu manter Penélope intocada pela malícia  – um desafio, é verdade, à medida que a dama descobre os seus próprios desejos e ela vai apostar qualquer coisa por eles… até mesmo seu coração.

Há exatamente dois anos e vinte e um dias, orei para que as deusas dos romances de época atendessem ao me pedido de lançarem a série O Clube dos Canalhas (ou The Rules of Scoundrels, em inglês) da Sarah MacLean no Brasil. Gostaria muito de agradecer às deusas dos romance de época, porque meu singelo pedido foi atendido, mesmo que alguns anos depois.

"Uma rainha nunca está atrasada"

“Uma rainha nunca está atrasada”

E, antes de começar a resenha per se, gostaria de deixar bem claro que detestei e MUITO o nome de A Rogue by Any Other Name em português. Ele não me incomodaria nem um pouco se fosse título de algum livro da Harlequin Presents ou algo parecido, porque os títulos são toscos assim (sei disso porque sou uma leitora assídua), mas para livros que sei que não são no estilo Harlequin? Me incomodo e me incomodo muito. Eu passaria reto na livraria se já não conhecesse o trabalho da Sarah MacLean.

Dito isso, vamos à resenha!

Entre o Amor e a Vingança se inicia com o Marquês de Bourne, Michael, perdendo todo o seu legado em um jogo de cartas, ficando somente com seu título, as roupas do corpo e a humilhação de ter uma moeda que seu “protetor”, Visconde de Langford, lhe deu depois de ter limpado todos os bolsos de Michael, que jurou se vingar e pagar (metafórica e literalmente) com a mesma moeda.

Dez anos depois, descobrimos que Michael se aliou com mais três outros nobres decadentes (AQUELES MARAVILHOSOS) e, juntos, estabeleceram um cassino e viraram alguns dos homens mais ricos, poderosos e temidos da Inglaterra. Por um ironia do destino, o Visconde perdeu a mansão que é herança do título de Marquês de Bourne, conhecida como Falconwell, em um jogo de cartas para o Marquês de Needham e Dolby, o antigo vizinho de Michael, e ele colocou a mansão como dote de casamento para sua filha mais velha e amiga de infância de Bourne, Penélope, que já é considerada pela sociedade como “solteirona”.

Sabendo desta informação, Michael decide voltar para sua terra natal para comprometer Penélope, forçando um casamento entre eles para evitar um escândalo social. Enquanto isso, Penélope está em casa com sua família, sendo avisada que Falconwell será parte de seu dote (o que ela acha um absurdo porque é propriedade do Michael, mesmo que não mais legalmente) e ainda precisa ouvir que seu estado civil está sendo um empecilho para que duas de suas irmãs mais novas se casem bem: há oito anos, Penélope estava noiva do Duque de Leighton, que noivou com a jovem porque ela era a perfeita esposa inglesa (educada, bem-comportada, elegante e suficientemente bonita, mas não em excesso) e que terminou o noivado da forma mais escandalosa possível para se casar com uma italiana e irmã “bastarda” do Marquês de Ralton*.

Tal acontecimento fez com que Penélope perdesse seu valor no mercado dos casamentos e acreditasse no verdadeiro amor, o que a fez recusar os poucos pedidos de casamento que recebeu ao longo destes anos. Chateada com os ocorridos do jantar e querendo ser um pouco ousada, Penélope decide caminhar sozinha pela antiga propriedade de Bourne de madrugada e, por um acaso do destino, ela e Michael se encontram depois de vários anos e uma coisa leva a outra e Michael compromete Penélope, que se vê obrigada a casar com ele. Na parte em que Michael compromete Penélope, ele foi babaca em um nível tão absurdo, mas tão absurdo, que quase larguei o livro (não envolve estupro, fiquem tranquilos).

O que me fez continuar foi a Penélope, que conquistou o meu coração na hora.

"Você nunca se cansa das pessoas te dizendo quão legal você é?"

“Você nunca se cansa das pessoas te dizendo quão legal você é?”

Ela é uma das minhas personagens favoritas na vida e se eu não tivesse dado uma chance, eu nunca descobriria isso. Penélope não quer mais ser vista como aquela mulher bem-educada, delicada e apropriada, então ela finalmente se liberta e se torna um pouco mais atrevida em suas respostas, não acata tudo o que lhe é dito, acredita no amor e quer viver todas as aventuras que Michael lhe prometera depois de se casarem. Por acreditar que Michael ainda pode ter redenção, ela faz o possível para que deixe a vingança de lado e dê uma chance para eles, mas Penélope nunca se perde e não tem papas na língua para discutir com Michael se necessário.

Um dos traços de personalidade mais legais de Penélope é a preocupação que ela tem com suas irmãs, por não querer que elas sejam infelizes no casamento por conta de um escândalo que nem foi propriamente culpa dela.

A verdade é irrelevante. O que é relevante é se eles acreditam ou não. 

Ao ser comprometida, Penélope faz com Michael prometa que eles pareçam um casal que se casou por amor, e não por um escândalo, o que prejudicaria ainda mais suas irmãs a encontrarem bons maridos. Além disso, ela o obriga a se reinserir na sociedade para procurar candidatos decentes para serem apresentados às suas irmãs.

Quanto ao Michael, queria comentar que apesar de ter começado sendo um babaca, ele cresce bastante a ponto de voltar a ser tão adorável quanto ele fora na infância, mas sem perder seu jeito meio patife (traduzir “rogue” é tão difícil!!), o que acho extremamente importante ressaltar (convenhamos, seria completamente irreal se ele deixasse de ser quem ele é, porque seria basicamente apagar parte da vida dele). Um ponto interessante sobre o Michael é que mesmo quando estava sendo um idiota movido pela vingança e tendo feito o que fez com Penélope para forçar um casamento, ele nunca se impunha para sua esposa e ele sempre respeitava os desejos dela.

Os protagonistas de Entre o Amor e a Vingança são ótimos e os personagens coadjuvantes como a Pippa e os outros três donos do Cassino (Cross, Temple e Chase) são igualmente maravilhosos, independente do tempo que eles aparecem no livro. Aliás, desafio vocês a não ficarem interessados no próximo livro da série.

Ah! Quase esqueço de comentar sobre uma das coisas que mais amei no livro: no início de cada capítulo, há cartas que os dois trocavam e dá para imaginar como foi  a infância deles. As cartinhas são super fofas e algumas são um pouco tristes, mas a carta final me fez sorrir de orelha a orelha e falar, “AAAAAWWWWNNNLAHKSJDHSAHDGSDLKHSJADHSJK”. <3

Queria muito falar da história do livro em si, mas é difícil colocar em palavras o quanto adoro este livro, então só posso dizer uma coisa sobre ele: LEIAM! 

Eu tentando explicar o meu amor

Eu tentando explicar o meu amor por este livro.

Depois de tentativas frustradas para explicar Entre o Amor e a Vingança: É O MELHOOOOOR!

Depois de tentativas frustradas para explicar Entre o Amor e a Vingança:                      ISSO É O MELHOOR!

No final, só posso dizer: Entre o Amor e a Vingança é AMOR <3

No final, só posso dizer: Entre o Amor e a Vingança é AMOR <3

Classificação: Cinco Falconwell!!!

Esse livro foi um uma cópia avançada (ARC) de parceria, cedido pela Editora Gutenberg em troca de uma resenha honesta.

* Tem um livro sobre o romance de Leighton e Juliana, a italiana, chamado Eleven Scandals to Start to Win a Duke’s Heart  da série Love By Numbers  (anterior à série O Clube dos Canalhas) que será lançado pela Arqueiro este ano (provavelmente).

Vamos falar sobre Trigger Warnings?

10 de junho de 2015 às 17:30, por

Atenção: este post fala sobre temas que causam triggers (podem acionar gatilhos de ansiedade).

Nunca tive problemas com objetos cortantes. Nunca fui violentado. Nunca tive cicatrizes emocionais profundas por conta de alguma coisa que alguém fez ou disse comigo. Nunca precisei ser alertado sobre alguma coisa antes de vê-la, por medo de que o conteúdo pudesse, de alguma forma, fazer com que eu me sentisse mal ou reativasse memórias que deixei em um cantinho obscuro do cérebro, onde nunca mais quero ser obrigado a revê-las.

Mas isso sou eu, e não sou uma regra.

O assunto desse post pode ser um pouco sério demais, mas é um negócio que precisa ser discutido: vamos conversar sobre a necessidade de Trigger Warnings?

Ei, você pode se machucar aí.

Para quem não sabe, um Trigger Warning (TW, ou ‘Aviso de Gatilho’ em uma tradução livre e literal) é um pequeno aviso sobre o conteúdo de um determinado material que pode, entre outras coisas, ativar memórias e causar algum efeito de estresse pós-traumático nas pessoas, o que vai desde um pequeno desconforto até um ataque de pânico. O termo surgiu no contexto dos blogs feministas, onde muitos artigos sobre violência sexual feminina eram escritos e colocados para discussão, como uma maneira de avisar aos leitores que, caso aquilo fosse incomodá-los, havia uma oportunidade para que a pessoa não o lesse.

Mas o TW não se resume apenas a artigos. Desde livros a séries de TV, filmes, fotografias, peças de teatro, campanhas publicitárias e basicamente qualquer coisa que tenha uma audiência: tudo é passível de TW.

“Mas que frescura! Sério que isso é realmente necessário?”

Você realmente precisa perguntar isso, pessoa?

É extremamente necessário, e admito que demorei algum tempo para entender isso direito. Processos mentais são coisas extremamente particulares e ninguém sabe realmente como a mente de outra pessoa funciona. Conheço pessoas, por exemplo, com murofobia (fobia de ratos) e coulrofobia (fobia de palhaços), e a primeira coisa que eu pensava quando via aquelas pessoas se contorcendo de aversão quando viam uma simples imagem da coisa que as aterrorizava era “isso só pode ser piada”, porque na minha cabeça não era possível que alguém pudesse sentir tanto pavor de algo a ponto de se sentir fisicamente mal com isso. E aí eu ria e achava aquilo ridículo – o que provavelmente só fazia com que a pessoa se sentisse ainda pior, é claro – e era completamente babaca em relação àquelas situações, mas enfim percebi uma coisa muito importante: minhas regras não são universais.

Suas experiências não são universais!

A ideia do TW é tornar seguro um ambiente no qual milhares de pessoas com vivências completamente diferentes transitam. E todo mundo pode fazer a sua parte. Triggers são muito diferentes uns dos outros – como eu disse acima, até palhaços podem causá-los –, o que significa que é necessária uma sensibilidade imensa para conseguir lidar com essa pluralidade de assuntos que podem causar desconforto. Não é uma ciência exata, mas existem alguns assuntos que são notoriamente mais desconfortáveis do que outros. O Geekfeminism, no seu verbete sobre Trigger Warning em uma wiki, lista uma série de assuntos que podem ser triggering. São eles:

  • Descrições de situações reais de guerra, como a Guerra do Vietnã ou as operações norte-americanas no Afeganistão;
  • Descrições gráficas ou discussões extensivas sobre abusos, especialmente abusos sexuais ou tortura;
  • Descrições gráficas ou discussões extensivas sobre comportamentos autodestrutivos, tais como suicídio, ferimentos auto infligidos ou distúrbios alimentares;
  • Representações, especialmente prolongadas ou psicologicamente realistas, do estado mental de alguém que sofre abuso ou que passa por processos autodestrutivos;
  • Discussões sobre comportamentos ligados a distúrbios alimentares ou body shaming.

Uma coisa muito importante que também deve ser ressaltada é que o TW não exclui ninguém de uma discussão. Em última instância, o aviso de triggering é feito para que ninguém se sinta desconfortável ou seja pego de surpresa com o tema discutido, mas a pessoa que queira ler/ver/consumir o conteúdo daquilo tenha ciência de que pode ser um tema delicado. A diferença é que ela estará preparada para o caso de aquilo incomodá-la.

A questão do Trigger Warning gera alguns problemas. Por exemplo, estava lendo essa matéria do Guardian para montar esse post, e a autora é categórica ao afirmar que TWs não deveriam ser utilizados em ambientes acadêmicos, uma vez que podem causar problemas na discussão de um determinado texto ou livro. Há até quem fale que TWs são problemas porque podem trazer spoilers (!!!!) (por exemplo, um livro onde alguém se suicida não poderia trazer um TW de: ‘este livro trata de temas como suicídio’ porque atrapalharia a experiência de leitura – o que, para mim, não faz o menor sentido).

Spoilers são mais importantes que a saúde mental das pessoas? Han?

Acho que cabe a nós entender que as pessoas são diferentes e ponto final. Demorei muito tempo para perceber que não cabe a mim julgar os medos, as vivências e o que faz mal para os outros, mas finalmente aprendi e, mesmo que ainda erre muitas vezes – ninguém é perfeito – tento me policiar para lidar com tudo isso. Porque é um exercício diário que deve ser feito por todos.

Espero que esse tipo de pensamento se espalhe para todas as pessoas que escrevem conteúdos que outros leem, ou que tiram fotos que outros veem, ou que montam campanhas publicitárias que passam pelos olhos de dezenas de pessoas diariamente. Conteúdos triggering são perigosos, fazem mal e desencadeiam séries de emoções com as quais nem todas as pessoas conseguem lidar bem. Então acho que a gente poderia pensar duas vezes antes de achar que ‘tudo vale pela arte’ ou que as coisas não precisam ser problematizadas e podem simplesmente ser jogadas para todos, como se aquilo não pudesse machucá-las.

Sejamos um pouco mais sensíveis.

Abraços virtuais!

Eu Sou Malala, por Malala Yousafzai e Patricia McCormick

8 de junho de 2015 às 17:56, por

24515181Título: Eu sou Malala: Como uma Garota Defendeu o Direito à Educação e Mudou o Mundo
Editora: Seguinte
Lançado: 5 de fevereiro de 2015

“Malala tinha apenas dez anos quando o Talibã tomou conta do vale do Swat, onde ela vivia com os pais e os irmãos. Ela lutou com todas as forças por seu direito à educação. E, em 9 de outubro de 2012, quase perdeu a vida por isso: foi atingida por um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Hoje Malala é um grande exemplo, no mundo todo, do poder do protesto pacífico. Nesta versão juvenil da sua autobiografia, que virou um bestseller internacional, ouvimos da própria Malala a incrível história dessa garota que, desde muito cedo, decidiu mudar o mundo.” 

(resumo retirado do livro)

Vou soltar a bomba antes de começar a resenha de Eu sou Malala (edição jovem), para ninguém se sentir enganado ou algo assim: tenho um sério problema com biografias e auto-biografias.

Não estou dizendo que não gosto deste tipo de livro, muito pelo contrário!

Adoro descobrir mais sobre pessoas em geral e quem me conhece, sabe o quanto adoro saber das histórias e como, em muitos momentos, fico mais tempo calada e ouvindo os outros do que contando as minhas próprias peripécias. Meu grande impasse é que nunca sei como classificá-los depois, porque sempre bate aquela crise quando entro no goodreads ou no skoob na hora de colocar as estrelinhas e acabo sempre me perguntando “quem diabos eu penso que sou para dar uma classificação para a vida das pessoas?“.

No fim, acabo avaliando somente uma das estrelas de avaliação de acordo com a narrativa e se a pesquisa foi rica (no caso das biografias), mas nunca coloco menos de quatro estrelas, não penso que elas sejam minhas para dar. Contudo, adoro ler livros de e sobre pessoas reais porque sempre tiro algum ensinamento de vida (faço o mesmo com ficção, mas vocês entenderam, acho).

“Mas, Val, por que você está de blablablá pra variar????”

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Porque sou a rainha do blablablá e meu sobrenome deveria ser “prolixa”.

Porque essa resenha será diferente das resenhas que faço e achei válido avisar antes, HAHAHAHA!

Quem é Malala? Eu sou Malala, e esta é a minha história.

Malala Yousafzai é uma jovem paquistanesa de 17 anos que, em 2012, sofreu uma tentativa de assassinato pelo Talibã por querer estudar. Com a ajuda da jornalista Patricia McCormick, Malala narra sua trajetória e o livro se inicia com Malala descrevendo sobre este atentado no prólogo para depois contar a história dela, como tudo começou e como ela acabou virando uma ameaça ao regime talibã no Paquistão.

Eu tinha dez anos quando o Talibã veio para o vale. Moniba e eu começávamos a ler livros sobre vampiros e queríamos ser como eles. Parecia-nos que os talibãs chegavam à noite, como os vampiros. Eles surgiram em grupos, armados com facas e Kalashnikovs.

No início do livro, Malala conta um pouco sobre si mesma (sabia que o nome dela é uma homenagem à heroína afegã Malalai de Maiwand?) , das coisas que gosta (ela é fã de Crepúsculo, por exemplo), como foi sua criação e quem e como são seus familiares. Aliás, durante o livro inteiro, é impossível não notar que o pai de Malala, Tor Pekai, é uma das maiores influências da jovem, porque ele sempre incentivou os estudos de seus filhos, principalmente de Malala, e correu riscos enormes por ser um professor e faz-tudo (zelador, contador, encanador) de uma escola que aceitava dar aula para meninas em uma época em que o Talibã estava entrando no vale do rio Swat e estava bombardeando as escolas públicas e proibindo a educação feminina, mesmo com a interferência do exército paquistanês na região.

O Talibã entrou de pouco a pouco na região, ganhando a confiança da população local com Fazlullah, o líder do grupo terrorista, que se dizia um reformador religioso com interpretações sobre o Corão e compartilhava suas opiniões através da rádio Mulá FM, até mesmo a mãe de Malala, por ser muito religiosa, acreditou nas palavras de Fazlullah por um tempo. No entanto, a medida que os talibãs ganhavam seguidores, suas mensagens de ódio  incitavam mais e mais violência e, de repente, mulheres “pecadoras” estavam sendo apedrejadas na rua, havia castigos envolvendo açoites e escolas estavam sendo bombardeadas e meninas proibidas de receber educação pois mulheres “se tornariam donas de casa, então qual seria a necessidade delas saberem ler para isso?”

Por estar vivendo todos aqueles acontecimentos, Malala teve a oportunidade de compartilhar sobre o exército paquistanês tomando o controle, sobre as tentativas do Talibã de voltar ao poder e Malala ainda pode falar sobre a importância da educação feminina em um blog da BBC sob o pseudônimo “Gul Makai”. Sua jornada e suas visões de educação e paz se tornavam tão conhecidos, que o The New York Times fez um documentário sobre a jovem e o seu cotidiano, e Malala ainda era convidada para entrevistas e, de repente, ela estava se tornando um ícone de paz mundial e da luta das mulheres pelos estudos no mundo inteiro, a ponto dela e seu pai receberem ameaças de morte dos talibãs.

E em um dia normal, Malala estava indo para a escola e um homem armado entrou no ônibus dela e perguntou quem era Malala e deu um tiro na cabeça da menina.

Então, sim, o Talibã atirou em mim. Mas eles só podem atirar em um corpo. Não podem atirar em sonhos, não podem matar minhas crenças e não podem impedir minha campanha para ver toda menina e todo menino na escola. 

A garota conta que ao acordar, ela não se lembrava de muita coisa e que uma das maiores preocupações dela é que a família não tinha dinheiro para pagar os custos do hospital e Malala descobriu que fora transferida para um hospital na Inglaterra e que o governo paquistanês estava pagando o tratamento dela. Apesar de ter ficado triste por perder uma semana de sua vida, por não saber o que estava acontecendo no mundo e ficar frustrada por não poder falar (havia um tubo respiratório na garganta dela), Malala fica espantada ao descobrir que ELA era a notícia e ainda fica mais chocada ao receber a visita do presidente do Paquistão e sua filha e uma das primeiras coisas que ela pensa ao descobrir que a Angelina Jolie sabia de sua existência é contar para sua melhor amiga, Moniba.

Depois de receber alta, Malala e sua família se mudam para a Inglaterra, porque voltar para o Paquistão seria muito perigoso, mas a garota se mantém positiva e diz que o Paquistão sempre pode visitá-la e que um dia ela voltará lá. O livro termina com um epílogo em que Malala diz ter ganhado o melhor presente de aniversário de todos, um convite para fazer um discurso nas Nações Unidas:

Percebemos a importância da nossa voz quando somos silenciados.

Lá em cima, comentei sobre os aprendizados que tiro das autobiografias e biografias que leio, e a história da Malala reforçou o meu pensamento de que sou uma pessoa sortuda o suficiente para ter a liberdade de compartilhar meus ideais e meus sonhos e de ter poder estudar tudo o que eu quiser, quando há gente que não tem todas essas oportunidades que tive (e ainda tenho) na vida. E admito que me envergonhei só de pensar o quanto não valorizei o meus estudos na época da escola e o quanto reclamei de ter que estudar, quando este é um privilégio que sempre tive e nunca pensei muito sobre a importância dele até ter entrado na faculdade. De verdade, Malala é uma grande inspiração pela luta dos direitos humanos e não acredito que eu consiga escrever as palavras necessárias para ressaltar o quão necessário é saber quem ela é e qual a importância de seus atos para as crianças, as jovens e as mulheres pelo mundo. Aliás, para a sociedade como um todo.

Como também comentei lá em cima, apenas uma estrela é específica e ela foi mais que merecida na minha opinião: a narrativa e a forma que ela foi desenvolvida foram maravilhosas,  e adorei que nas páginas finais exista um dicionário explicando todos os termos que nos são estranhos, além de um histórico dos acontecimentos mais importantes no Paquistão para entendermos o contexto da vida da Malala.

Antes de terminar a resenha, queria muito agradecer ao pessoal da Companhia das Letras pelo trabalho fantástico de tentar atingir todos os públicos possíveis com a história de Malala, lançando livros com sua história direcionados para os públicos adulto, adolescente (o da resenha) e infantil (por sinal, este será o próximo livro que comprarei para minha afilhada).

Classificação: Cinco conjuntos de livros e materiais escolares!

Lançamentos de Maio – EUA

4 de junho de 2015 às 15:27, por

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Dessa vez os lançamentos no Brasil saíram antes desse post por problemas técnicos (conhecidos também como provas), mas estamos aqui agora!! Antes tarde do que nunca, né? (O de Junho também deve atrasar um pouco, gente, SINTO MUITO)

Maio foi um mês bem cheio de lançamentos bons no exterior porque é bem perto do fim das aulas e do verão, então vários livros interessantes são lançados ao mesmo tempo e você fica desesperado TENTANDO SABER QUAL DELES VAI LER PRIMEIRO. Escolhemos alguns destaques, assim como fizemos no mês passado. Ah, não indicamos The Heir (em português, A Herdeira) da Kiera Cass, aqui porque ele teve lançamento simultâneo no Brasil e ele apareceu nos lançamentos nacionais.

Mas vamos lá! Vários livros de destaque da minha lista de leituras futuras saíram esse mês.

Young Adult& Middle Grade

lançamentos maio

Tracked, Jenny Martin

Sinopse: Na Castra, rachas são um jogo de alto risco que Phoebe Van Zant, 17 anos, conhece muito bem. O pai de Phee era um corredor lendário que desapareceu misteriosamente, mas isso não a impediu de seguir seu legado e se meter em problemas. Quando ela e seu melhor amigo, Bear, atraem a atenção de Charles Benroyal, são chantageadas em correr pela Benroyal Corpo, uma companhia que representa tudo que Phee detesta. Pior ainda, Phee arrisca perder Bear por se apaixonar por Cash, seu charmoso colega d etime. Mas quando ela descobre que Benroyal controla mais do que uma corporação, Phee percebe que tem um papel muito maior no futuro de Castra do que jamais imaginou. Cabe à Phee derrubar a Benroyal. Mas mesmo com a ajuda de seu time, pode uma garota destruir um império?

Lançado: 05/05

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A Court of Thorn and Roses, Sarah J. Maas

Sinopse: Quando Feyre, uma caçadora de 19 anos, mata um lobo na floresta, uma criatura bestial aparece à procura de retaliação. Arrastada para uma traiçoeira terra mágica, Ferye descobre que seu sequestrador não é um animal, mas Tamlin, uma das fadas imortais e letais que uma vez governara o mundo deles.

Enquanto ela permanece na propriedade dele, os sentimentos dela por Tamlin se transformam de uma fria hostilidade para uma quente paixão que queima através de cada mentira e aviso que a disseram sobre o maravilhoso e perigoso mundo das Fadas. Mas uma antiga e maligna sombra se expande na terra das fadas e Feyre precisa encontrar uma forma de pará-la… ou Tamlin e seu mundo estarão condenados para sempre.

Perfeito para fãs de Kristin Cashore e George R. R. Martin, este primeiro livro de uma série nova, sensual e recheada de ação é impossível de largar!

Lançado: 05/05

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Saint Anything, Sarah Dessen

Sinopse: Peyton, o irmão mais velho carismático de Sydney, sempre foi a estrela da família, recebendo uma grande parcela da atenção dos pais e — ultimamente — preocupação. Quando o comportamento descuidado de Peyton acaba em um acidente, uma condenação por dirigir alcoolizado e uma sentença de prisão, Sydney fica jogada, sem saber o seu lugar em sua família e no mundo. Quando todo mundo está tão preocupado com Peuton, ela é a única preocupada com a vítima do acidente?

Conheça os Chathams, uma família caótica e calorosa que administra uma pizzaria, toca bluegrass nos fins de semana e se reveza para cuidar de sua mãe, que tem esclerose múltipla. Aqui Sydney experimenta aceitação sem questões. E aqui ela conhece Mac, gentil e atencioso, que faz Sydney se sentir vista pela primeira vez.

Lançado: 05/05

lançamentos internacionais 2.0

Seriously Wicked, Tina Connolly

Sinopse: A única coisa pior do que ser uma bruxa é viver com uma.

A mãe adotiva de Camellia quer que Cam cresça para ser igual a ela, o problema é que Mamãe é um bruxa realmente má. Cam está acostumada a parar os esquemas insanos de dominação mundial da bruxa, mas quando a bruxa invoca um demônio, ele se liberta para… dentro de Devon, o lindo novato da escola.

De repente, Cam está com problemas maiores do que passar em álgebra: os amigos dela estão ficando zumbificados; o dragão da família está cansado de se esconder na garagem; para um garoto tímido de um boy-band, Devon anda beijando um monte de garotas e; uma fênix escondida na escola está querendo explodir no dia do Baile do Dia das Bruxas.

Para parar o demônio antes que ele destrua a alma de Devon, Cam talvez precise tentar um feitiço dela mesma. Mas se ela estiver disposta a trabalhar em feitiços como a bruxa… isso quer dizer que ela é má também?

Lançado: 05/05

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Crimson Bound, Rosamund Hedge

Sinopse: Quando Rachelle tinha quinze anos, ela era uma boa aprendiz de sua tia e estava treinando para salvar sua vila da magia negra, mas ela também era inconsequente ao sair do caminho da floresta à procura de uma forma de salvar o mundo dela da ameça da escuridão eterna. Depois de um encontro ilícito que vai terrivelmente mal, Rachelle é forçada a fazer uma terrível escolha que a prende ao mesmo mal que ela esperava derrotar.

Três anos depois, Rachelle entregou sua vida para servir o reino, lutando contra criaturas mortais numa tentativa de reparação. Quado o rei ordena que ela proteja seu filho Armand, o homem que ela mais odeia, Rachelle obriga Armand a ajudá-la a encontrar a legendária espada que poderia salva o mundo deles. Ao se tornarem aliados inesperados, eles descobrem enormes conspirações, magias escondidas e um amor que poderá ser a ruína deles. Em um palácio construído com um vasta fortuna e segredos perigosos, poderia Rachelle descobrir a verdade e parar o cair da noite sem fim?

Inspirado no clássico conto de fadas A Chapeuzinho VermelhoCrimson Bound é uma empolgante história de trevas, amor e redenção.

Lançado: 05/05

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The Wrath and the Dawn, Renee Ahdieh

Sinopse: Toda aurora traz terror para uma família diferente numa terra governada por um assassino. Khalid, o califa de 18 anos de Khorasan, toma uma esposa a cada noite apenas para executá-la ao amanhecer. Então é uma surpresa suspeita quando Shahrzad, de 16 anos, se voluntaria para se casar com ele. Mas ela o faz com um plano inteligente para permanecer viva e se vingar do califa pela morte de sua melhor amiga e inúmeras outras garotas. A inteligência e a vontade de Shazi realmente a levam até o amanhecer que nenhuma das outras viu, mas com um problema: ela está se apaixonando pelo garoto que matou a sua melhor amiga.

Ela descobre que o garoto-rei assassino não é o que parece, nem a morte de tantas garotas. Shazi está determinada a descobrir a razão dos assassinatos e quebrar o ciclo de uma vez por todas.

Lançado: 12/05

lançamentos internacionais 3.0

End of Days, Susan Ee

Sinopse: Terceiro da série Peryn and the end of the days, e a Val resenhou Angelfall, o primeiro volume, aqui. A sinopse tem spoilers, então não vamos traduzir ^-^

Lançado: 12/05

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Scarlett Undercover, Jennifer Latham

Sinopse: Conheça Scarlett, uma heroína muçulmana inteligente, sarcástica e incrível, pronta para destruir o crime em sua cidade natal, Las Almas. Quando um novo caso a joga no meio de batalhas milenares de gênios malignos e maldições antigas, Scarlett descobre que sua própria família tem segredos que podem ter muito a ver com a situação — e que solucionar o caso poderia resolver o assassinato de seu pai.

Lançado: 19/05

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We are all made of molecules, Susin Nielsen

Sinopse: Stewart, 13 anos, é brilhante academicamente, mas não tem nenhum traquejo social.

Ashley, 14, é a garota “it” de sua sala, mas suas notas são péssimas.

Seus mundos estão prestes a colidir quando Stewart e seu pai se mudam com Ashley e sua mãe. Stweart está tentando ser 89,9% feliz quanto à isso, mas Ashley está 110% aterrorizada. Ela já tem que esconder o motivo real pelo qual seu pai as abandonou, “Spewart” só ameaça ainda mais a sua posição no topo da cadeia alimentar.

Eles são opostos completos. Mas, ainda assim, têm algo em comum: como todo mundo, são feitos de moléculas.

Lançado: 12/05

lançamentos internacionais 4.0

Daughter of Deep Silence, Carry Ryan

Sinopse:

Eu sou a filha de pais assassinados,
Eu sou a amiga da garota morte,
Eu sou a amante do meu inimigo.
E eu terei a minha vingança.

Depois da devastadora destruição do iate de luxo Perséfone, apenas três almas permaneceram para contar a história e duas dela estão mentindo. Apenas Frances Mace sabe a terrível verdade e nada poderá impedi-la de vingar os assassinatos de todas as pessoas que lhe eram queridas. Mesmo que isso signifique acabar com o garoto que ela ama e perder a si mesma no processo.

Afiado e incisivo, Daughter of Deep Silence da best-seller Carrie Ryan é um suspense de vingança deliciosamente esperto que examina as percepções de identidade, amor e até onde uma garota está disposta a ir quando ela não tem nada a perder.

Lançado: 26/05

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I am Princess X, Cherie Priest

Sinopse: Era uma vez duas melhores amigas que criaram uma princesa juntas. Libby ilustrava, May fazia os roteiros, e sua heroina, Princesa X, matava todos os dragões e escalava todas as montanhas que suas imaginações poderiam criar.

Alguns anos depois, Libby estava no carro com sua mãe, atravessando a ponte Ballard numa noite chuvosa. Quando o carro atravessou a murada, Libby morreu, e a Princessa X foi com ela. Agora: May tem dezesseis anos e é solitária, vagando as ruas de Seattle, quando ela vê um adesivo numa janela.
Princesa X?

Quando May olha ao redor, ela vê a Princesa em todos os lugares: adesivos. posteres. graffiti. Há toda uma cultura underground focada na webcomic IamPrincessX.com. Quanto mais May explora a webcomic, mais ela vê semelhanças perturbadoras entre a história de Libby e a Princesa X. E isso significa que apenas uma pessoa poderia iniciar esse fenômeno: sua melhor amiga Libby — que está viva?

Lançado: 26/05

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The Awesome, Eva Darrows

Sinopse: Maggie Cunningham é fodona, inteligente e sarcástica. Ela também não é como as outras garotas de sua idade, mas aí, quem seria quando os negócios da sua família são caçar monstros? Coturnos, moletons com capuz e cabelo curto para que nada com garras possa prendê-la, as preocupações de Maggie são mais em torno da sobrevivência do que da moda ou garotos. O que apresenta um problema quando a mãe de Maggie a informa que ela não pode conseguir sua licença para ser caçadora até que perca sua virgindade. Tem algo a ver com o sangue de virgens transformar vampiros em monstros insanos — e a desvantagem óbvia de sangue e intestinos e gore.

Maggie lutou contra fantasmas e goblins e duendes, mas encontrar um garoto, se encaixar entre os outros, apresenta um desafio muito maior do que qualquer caçada. Você sabia que garotas normais não enchem seus sutiãs com balões de água benta? Nem carregam estacas de madeira no cós das suas calças. E elas se importam com coisas como “combinar” e “sapatos”. Claro que elas também não podem limpar uma arma vendadas, atirar com uma besta ou exorcizar fantasmas de uma casa. O que significa que elas são péssimas e Maggie não é. Porque Maggie é incrível. A Incrível, na verdade. Pergunte a ela, ela estará mais do que feliz em te responder.

Depois, é claro, que ela arrumar um encontro.

Lançado: 26/05

Histórico, Fantasia e Sci-Fi

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Uprooted, Naomi Novik

Sinopse: “Nosso Dragão não come as garotas que pega, não importa as histórias que contem fora do nosso vale. Nós as ouvimos às vezes, de viajantes que passam por aqui. Eles falam como se nós estivéssemos fazendo sacrifícios humanos, e ele fosse um dragão de verdade. Claro que isso não é real: ele pode ser um mago e imortal, mas ainda é um homem, e nossos pais iriam se unir para matá-lo se ele quisesse comer um de nós a cada dez anos. Ele nos protege de Wood, e nós estamos gratos, mas não tão satisfeitos assim.”

Agnieszka ama seu lar, sua vila quieta no vale, as florestas e o rio brilhante. Mas o Wood corrompido fica na fronteira, cheia de poder malevolente, e sua sombra recai sobre sua vida. Seus conterrâneos dependem do mago conhecido apenas como o Dragão para manter seu poder em controle. Mas ele exige um preço terrível pela sua ajuda: uma jovem entregue para servi-lo pelos próximos dez anos, um destino tão terrível como cair no Wood.

Sua próxima escolha está se aproximando e Agnieszka tem medo. Ela sabe — todo mundo sabe — que o Dragão vai pegar Kasia: a linda, graciosa e corajosa Kasia, todas as coisas que Agnieszka não é, e sua melhor amiga no mundo. E não há maneira de salvá-la.

Mas Agnieszka teme algo errado. Porque quando o Dragão vir, não será Kasia que ele escolherá.

Lançado: 19/05

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Secret Wars – Prelude

Sinopse: Acompanhe o caminho do evento de 2015 que acabará todos os eventos, Secret Wars (em tradução livre, Guerras Secretas), um épico com mais de 30 anos de elaboração! Do chocante clímax da saga original Secret Wars  de 1984 à origem de Miles Morales, o novo Ultimate Homem-Aranha, tudo vem levando a isto. E o principal organizador, Jonathan Hickman, vem plantando as sementes para a história que só ele poderia escrever. Os Supremos enfrentarão um inimigo mais poderoso que os deuses… e Reed Richards que o lidera! Doutor Destino enfrenta ameaças de um universo que ele criou! E os Illuminati se reúnem para encarar a ameaça da realidade destruidora das Incursões! A guerra está chegando, preparem-se! Coleções: Novos Vingadores (2013) 1-3, Guerras Secretas (1984) 10-12, Quarteto Fantástico 611, Ultimate Homem-Aranha (2011) 1, Os Supremos 4.

Lançado: 19/05

Este Post é um Pedido de Desculpas (E um lembrete!)

29 de maio de 2015 às 16:00, por

Quem visita o blog sabe que nosso ritmo de posts está errático faz algum tempo (estamos entrando no segundo ano assim? ou o terceiro? me ajudem aí), mas os últimos tempos têm sido mais críticos. Não sei se é porque eu estou sentindo mais dessa vez ou porque está realmente deprimente, mas nos últimos dois meses basicamente só fizemos posts com os lançamentos do mês, posts do clube do livro (que tá funcionando!!!), uma ou outra resenha e alguns posts legais de recomendação (como a Kah e seu debut no mundo dos doramas ou o Eurovision).

Vocês provavelmente já sabem o que está acontecendo: eu consegui a proeza de juntar a faculdade com o final da revisão de Anômalos 3, a Dayse, a Tassi e o Diego estão atolados de trabalho, o Lucas está prestes a fazer a qualificação do mestrado dele, a Kah está no meio do semestre, o Victor acabou de entregar o TCC e a Val está estudando feito uma louca para alguns concursos da vida. O mais engraçado é que não, não podemos ficar atribulados um de cada vez para termos backup na hora das postagens, TODO MUNDO FICA OCUPADO DE UMA VEZ. A gente começou a suspeitar que somos uma consciência coletiva. Acaba que sobra para o NUPE, e as postagens ficam super espaçadas. Nós temos um milhão de planos, mas entrei num modo realista de perceber que metade deles só irão ser colocados em prática no momento em que eu me formar da faculdade (e isso só acontece ano que vem).

"Estou um pouco ocupado no momento!"

“Estou um pouco ocupado no momento!”

Mas o que não está nos planos: deixar o blog de lado. Nós estamos nessa fase difícil e louca, mas estamos tentando fazer pelo menos três postagens por semana. É um pouco deprimente quando você pensa que no início, tínhamos postagens quase todos os dias e eu fazia 70% delas, mas é um reflexo de como as nossas vidas mudaram ao longo desses cinco anos. Por isso, esse post tem o intuito de deixar claro nossas intenções e de fazer um pedido de desculpas para quem nos acompanha há algum tempo e para os novos leitores. Sentimos muito pela turbulência pela qual estamos passando e nos comprometemos em tentar superá-la juntos, com a ajuda de vocês. APERTEM OS CINTOS QUE VAMOS FAZER ALTAS MANOBRAS!

desculpa

SENTIMOS MUITO

Enfim, esse post é uma explicação e um pedido de desculpas. Também gostaria que vocês interagissem conosco e dessem sugestões. Qual tipo de conteúdo nós paramos de fazer e vocês sentem falta? O que gostariam de ver mais? Vocês ainda leem resenhas escritas ou preferem vlogs? Vocês preferem mais posts de recomendação? Sentem falta da newsletter? POR FAVOR, NOS AJUDEM A AJUDAR VOCÊS -nnnn.

E a terceira parte do post é um lembrete: A atividade mais bem sucedida do blog nesse ano até agora foi o Clube do Livro. Dia 31/05 às 17h, nós vamos discutir Cinder, de Marissa Meyer (Val já fez uma resenha dele, aliás) no nosso canal do youtube (que um dia, em algum momento dos próximos 300 anos também terá outros tipos de vídeos). Nós também temos um grupo do facebook que serve de lugar para vocês conversarem conosco e, se quiserem, perguntarem se ainda estamos vivos!

Announcement (3)

É isso.

POR FAVOR COMENTEM AÍ E SUGIRAM COISAS.

AMAMOS VOCÊS,

BELL & CIA

A GUERRA ESTÁ EM SUA RETA FINAL NA EUROPA!

22 de maio de 2015 às 22:03, por

 

A EUROPA ESTÁ EM GUERRA DESDE O DIA 19 DE MAIO!

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Boa noite, quem vos fala é a sua correspondente não-oficial e nem-um-pouco-presente-no-território-europeu, Valéria! Como foi bem reiterado ao longo dessas poucas linhas de postagem, há uma guerra na Europa e o vencedor desta disputa será definido amanhã às 21h em Viena, ou seja, às 16h no horário de Brasília (também acho incrível países que determinam hora das lutas, mas este é um caso peculiar!).

As batalhas de amanhã serão inesquecíveis e empapadas de suor, objetos brilhantes, roupas desenhadas especialmente para cada soldado de cada país, gritos e canções de guerra! Será um grande caos, haverá choque culturais e as redes sociais estarão uma loucura com uma notícia atrás da outra e uma cobertura completa de cada detalhe e cada anúncio sobre este inesquecível acontecimento na Europa.

Já acompanho está guerra há alguns anos, então preciso repassar um alerta imprescindível:

PREPAREM SEUS MANTIMENTOS, SEUS LENCINHOS DE PAPEL, MANTENHAM O CELULAR EM MÃOS E ESCOLHAM QUAL LADO APOIAR, PORQUE AMANHÃ TEREMOS A FINAL DO EUROVISION 2015

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Desde 1956, todos os países da European Broadcasting Union – EBU (também conhecida como União Europeia de Radiodifusão) participam de um concurso anual de música para resolver suas diferenças e escolher o melhor país entre eles (no quesito musical, pelo menos), conhecida como Eurovison Song Competition, ou apenas Eurovision para os íntimos.

PODE NÃO PARECER, MAS A EUROPA E ALGUNS OUTROS PAÍSES NÃO-EUROPEUS DERRAMAM SANGUE QUANDO TEM EUROVISION!

SANGUE!

SAAAAAAANGUE!

(isso não é verdade, mas queria ser dramática)

Eurovision não é uma competição tipo o The Voice ou o American Idol ou o X-Factor, quem escolhe os vencedores são as populações dos países participantes e elas não podem votar em sua própria nação. Não existem juízes para fazer avaliação da performance musical dos competidores (não nas semi-finais e na final), porque isso não se encaixa na proposta do programa, afinal, o Eurovision não é somente um concurso de música, ele também é uma demonstração cultural bem… Única? Exótica? Peculiar? Especial?

Bom, não importa muito a singularidade (AHÁ, achei a palavra) das apresentações, o que vocês realmente precisam saber é que elas são maravilhosas e altamente criativas e meio que representam a cultura dos países competidores!

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Sim, este é um gif de uma das apresentações que já aconteceram no Eurovision!

Outra coisa maravilhosa do Eurovision é como ele quebra as barreiras!

E DERRAMA O SANGUE DOS INIMIGOS E DOS AMIGOS DOS INIMIGOS E DA FAMÍLIA DOS INIMIGOS! TEMOS MUITO SANGUE ESPALHADO DURANTE O EUROVISION, GALERA!!!!! 

SAAAAANGUE!

SAAAAAAAAAAAAAANGUE!!!!

(também não é verdade, mas me deixem ser dramática!!!!)

Ano passado em especial, quem ganhou o concurso foi Conchita Wurst, que superou todos os preconceitos e mostrou para o mundo que você não precisa se encaixar num rótulo para ter sucesso e que é possível ser você mesmo apesar de tudo! E a apresentação dela foi emocionante e pode ter ou não caído uns ciscos no meu olho quando a vi competindo no ano passado, mas quando ela ganhou e fez o discurso de vitória? Um caminhão de areia capotou nos meus olhos sensíveis.

"Esta noite é dedicada para todas as pessoas que acreditam num futuro de paz e liberdade"

“Esta noite é dedicada para todas as pessoas que acreditam num futuro de paz e liberdade”

"Vocês sabem quem vocês são. Somos uma unidade e não podemos ser parados"

“Vocês sabem quem vocês são. Somos uma unidade e não podemos ser parados”

Queria poder acrescentar mais coisas sobre o Eurovision, mas este é um programa que você precisa ver por si mesmo para entender porque é uma guerra musical que quebra barreiras! Dá para assistir a final de amanhã no Youtube ou no próprio site do Eurovision (todos ao vivo!) =D

Como presente de despedida, sua correspondente  não-oficial e nem-um-pouco-presente-no-território-europeu, Valéria, gostaria de deixar algumas apresentações passadas para vocês se preparem para a BATALHA FINAL!

Clube do Livro do NUPE: “Cidades de Papel”, do John Green

14 de maio de 2015 às 20:10, por

Cidades de Papel, do John Green, foi o segundo livro discutido no Clube do Livro do NUPE! O primeiro livro do clube foi Seraphina, da Rachel Hartman, que foi discutido no hangout que aconteceu no dia 12/04! Grande parte das considerações que fizemos nesta resenha foram analisadas em mais profundidade (ou não…) no hangout que fizemos no dia 19/04!

O próximo livro do CLNUPE será Cinder, da Marissa Meyer e o hangout dele acontecerá no dia 31/05!

Você também pode ler e discutir sobre os livros do CLNUPE no nosso grupo do Facebook (mas lá serve para fazer amiguinhos também e trocar ideias)!! <3

cidades de papel“Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.”

VAL POR TODAS AS PESSOAS DO #TEAMPAPEL: MEH.

Nem a Rainha está impressionada.

Nem a Rainha está impressionada.

VAL SENDO A VAL: O livro teve boas intenções, mas o desenvolvimento foi ruim. Algumas vezes dormimos no meio, outras vezes gritamos “MEH” a cada vez que Quentin pensava e/ou o Ben falava, pulamos muitas frases chatas e alguns de nós desistiu de terminar o livro. No entanto o que importa aqui é que a amizade que eu, Tassi, Vidu e Kah temos se fortaleceu através deste livro que nenhum de nós gostou. <3

OBSERVEM COMO FICOU NOSSA AMIZADE DEPOIS DE CIDADES DE PAPEL!!!

OBSERVEM COMO FICOU NOSSA AMIZADE DEPOIS DE CIDADES DE PAPEL!!!

Tassi: Então. Eu estou chegando à conclusão de que gosto muito do John como vlogger. Porque olha, pra não falar que eu não gostei nem um pouquinho desse livro, eu gostei das partes em que o Radar estava envolvido.

Kah: Acho que de tanto ver gente dizendo que esse era o melhor ou o preferido do John, criei uma expectativa muito alta e acabei não chegando nem aos pés dela. Talvez ele seja melhor sem expectativas.

Tassi: Eu terminei de ler o livro depois do hangout e o final só me deixou mais chateada ainda com o livro? Quero dizer, eu entendo que tem toda aquela mensagem de que você não pode idealizar as pessoas e que as pessoas são só pessoas e tal, mas ela podia ter sido passada de uma maneira MUITO melhor e que não recompensa o cara que idealizou alguém em primeiro lugar.

Val: Confesso que estava sem muitas expectativas apesar de terem me falado que seria uma desconstrução da “pessoa perfeita” que muita gente cria na cabeça, mas ainda assim, o livro conseguiu me decepcionar? Culpo o Quentin e a Margo, principalmente, dois babacas egoístas, e o final do livro (não que eu tenha gostado de Cidades de Papel como um todo) que poderia ter sido feito de uma forma diferente, como a Tassi já comentou.

Tassi: Esse post tá nos rascunhos há tempo demais porque ninguém consegue pensar em muita coisa boa pra falar do livro, então ficam aqui minhas considerações finais: preferia ter lido um livro do Radar.

Val: Será que realmente tem fanfic do Radar? Melhor personagem e queria um livro dele e da família dela, poxa! Ficam aqui minhas considerações finais também: preferia ter lido um livro do Radar (2).

Fiquem com um Ron Swanson dançando pra esse post ser mais alegre.

Fiquem com um Ron Swanson dançando pra esse post ser mais alegre.

P.S. da Val: Sim, vai ter P.S. e se reclamar, vai ter dois! HAHAHAHAHA! A Kah pediu para rever o trailer e divulgar ele aqui também, então meu comentário sobre o trailer é que parece ser infinitamente melhor que o livro! E o que VOCÊS acharam?

P.S. da Kah: O final aparentemente é melhor e o trailer é um bilhão de vezes melhor que o livro!