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Quadrinhos? Mas isso não é só para criança?

19 de julho de 2014 às 13:55, por

Semana Preconceito

“Olá, meu nome é Valéria, tenho 24 anos e leio quadrinhos*”.

Quando falo a minha idade para as pessoas e comento que amo quadrinhos até hoje e que dificilmente vou parar de gostar deles e minha mãe ADORA comentar quando ela me vê lendo qualquer um dos dois,

Uma moça da sua idade, Valéria, e ainda lendo essas coisas?

É a minha mãe, então simplesmente ignoro ou respondo, “é”, e continuo a leitura, porque já tivemos aquela conversa um zilhão de vezes e, sinceramente? Ela pergunta mais por costume mesmo. Infelizmente, gostaria de dizer que só a mamãe que faz esse tipo de pergunta, mas sempre que conto sobre os meus gostos para quem ainda não me conhece, me olham um pouco torto (acredito que todo que é fã do gênero já passou por uma situação assim, mas se você não passou por isso JAMAIS, meus parabéns, você só está rodeado de pessoas MAIS QUE LEGAIS (<3)).

Quando os quadrinhos começaram, o público alvo eram APENAS crianças, é verdade, mas décadas já se passaram desde então e este virou um esterótipo ultrapassado e retrógrado (duvida? Manda um criaturinha de seis anos ler, sei lá, Saga, do Brian K. Vaughan, vamos ver esse pensamento se mantem). As pessoas ainda reduzem os quadrinhos à “coisas de criança” (o que é péssimo, pois o problema não é apenas gostar de quadrinhos, mas de gostar de “coisas de criança” em si, mas esse é outro assunto…) e quando não falam que é algo infantil, te associam com nerds sem vida social e completamente imaturos.

¯\_(ツ)_/¯

¯\_(ツ)_/¯

E esse não é o único preconceito que os quadrinhos sofrem: apesar de muitos ganharem prêmios sérios (como o Pulitzer, por exemplo), eles não são considerado literatura de verdade. Para muitos estudiosos, ter uma história coerente, uma narrativa, desenvolvimento de personagens, críticas políticas e sociais e profundidade não são motivos válidos o suficiente para levar algo a sério se tiver ilustrações, o que me deixa IRADA, porque, muitos quadrinhos ensinam bastante e te ajudam a questionar sobre questões do mundo. Posso pegar como exemplo, as notícias que coloquei na newsletter de ontem sobre Thor ser uma mulher e o Capitão América ser o Sam Wilson, pois muita gente questionou: “Por que Thor mudou de sexo?“, “Que diferença isso fará?“, “Que impacto isso trará para o público?“, “Por que Thor não poderia ser uma mulher?“, “Um Capitão América negro seria um começo para a inclusão social dos negros nos EUA desde pequenos?“, “Como ele será recebido pelo público?” ou “Será que agora, as crianças e os adultos, poderão aceitar que mulheres e negros como heróis que devem e podem ser levados à sério?

(E essas são apenas questões de cunho social, dentro desses mesmos quadrinhos de super-heróis, ainda existem questões políticas e morais. E isso é apenas nos quadrinhos americanos, posso dizer que aprendi muito sobre história japonesa lendo o mangá Rurouni Kenshin, (olá, Xogunato! Olá, Era Tokugawa!)).

Tirinha feita pela Fernanda Nia do Como Eu Me Sinto e que representa o que realmente acontece :(

Tirinha feita pela Fernanda Nia do Como Eu Realmente  e que representa o que realmente acontece :(

Aproveitando que falei da Thor, queria falar de outro preconceito que predomina entre alguns fãs machistas do gênero, o de mulheres não podem e não devem gostar de quadrinhos. Sim, é inacreditável, contudo, existem pessoas pararam no século XIX e fazem esse tipo de afirmação nos dias de hoje. E qual o motivo de eu ter mencionado justamente a Thor? Porque foi um deus-nos-acuda entre os machistas de plantão, entre os comentários, li um que deles em que o cara dizia que perdeu o respeito pelos quadrinhos do Thor assim que ele ganhou seios, li outro que dizia que essa era apenas uma tática para ganhar mais mercado entre o público feminino (e é mesmo e está funcionando, confesso), mas que isso era irrelevante e que uma Thor mulher com certeza vai ficar de nhenhenhém e nunca será tão forte quanto o Thor original.

Essas foram apenas reações com o anúncio, mas deu para perceber o preconceito que as mulheres sofrem por gostar de quadrinhos, né? E nem sempre ele está escondido atrás de uma mudança delas. Tem gente que fala na cara dura que mulheres nunca poderão ser fãs de verdade e fazem questão de perguntar até a cor da cueca que o Doutor Manhattan usou na página X de Watchmen (pegadinha: ele anda peladão) e ai de você se não souber a resposta. Se um cara não souber está OK, ele é fã de verdade, mas se uma mulher não souber é porque ela é poser e está querendo arranjar macho ou atenção ou qualquer coisa do tipo.

É extremamente triste e de mal-gosto, mas, mulheres, mesmo com esse ambiente não sendo um dos melhores, nós podemos gostar de quadrinhos e mudar essa situação, OK? Até porque ela já vem sofrendo mudanças a lentamente, mas o fato é que elas estão acontecendo.

Bom, divaguei de alguns preconceitos e afirmei que quadrinhos não devem ser subestimados e deveriam ser levados à sério, mas sabem de uma outra coisa? Eles também são diversão e se você quer ler apenas por isso, vá em frente! Os quadrinhos podem não ser profundos e serem lidos apenas por serem lidos, se você gosta deles, qual o problema em se divertir?

A verdade é que quadrinhos não são muito diferentes de livros (particularmente, acho que eles SÃO livros, mas com ilustrações) em questão de história e desenvolvimento de personagens, a diferença é que as imagens são usadas para expressar a narração (mas nem sempre) e os diálogos e pensamentos vêm em forma de balões, então se você lê um livro apenas por diversão ou porque ficou atraído pela história ou pelos personagens ou pelo mundo criado, o mesmo acontece com quadrinhos. Existem histórias completamente nonsense, mas muito legais e quadrinhos altamente profundos e com críticas sociais cabulosas, existe uma gama de opções e ninguém deveria te julgar se você lê quadrinhos ou se você lê quadrinhos infantis (que por um acaso são escritos por ADULTOS, mas alguém julga os escritores de infantis? Óbvio que não, porque não há nada de errado).

A escolha é sua e, independente do que falem, quadrinhos não têm idade ou gênero para serem lidos e nem hora para você começar a lê-los (mas considere sua maturidade e a faixa etária) e o importante é que você goste e se divirta com os seus quadrinhos! :D

—-

*Quando me refiro a quadrinhos neste post, estou me referindo a graphic novels, tirinhas, mangás e quadrinhos mesmo, OK? É que dá muita preguiça (olha eu e a preguiça de novo!!) escrever tudo isso. É grande… -_- Não me julguem, eu poderia ter simplesmente falado que escrevi englobei tudo como “quadrinhos” apenas pela praticidade da coisa e vocês nunca imaginariam que era minha preguiça atacando novamente.

Então você acha fantasia e ficção científica escapismo?

16 de julho de 2014 às 16:23, por

Semana Preconceito

Quando vi que o NUPE ia participar de uma semana contra o preconceito literário, comecei a pensar sobre o que eu gostaria de falar aqui. Olhei para cima, divagando, e pensei: ‘hmmmm, preconceito… com o que tenho preconceito e/ou vejo as pessoas terem preconceito para ler?’ Tenho os meus próprios preconceitos e venho trabalhando neles ao longo do tempo – por exemplo, tenho certa resistência para livros de romance (que a Tassi também já assumiu ter problemas) e também tenho algum ou outro problema com livros de auto-ajuda, mas não sei se é realmente um preconceito ou só meu gosto pessoal falando comigo e dizendo que aquela leitura não vai ser muito proveitosa para mim.

Então continuei pensando e a Bell me deu a ideia: ‘por que você não fala de preconceito contra livros de ficção científica e fantasia?’. Minha primeira reação foi: PERAÍ, EXISTE PRECONCEITO COM LIVROS DE FANTASIA E FICÇÃO CIENTÍCIA??? (assim mesmo, em capslock e muitas interrogações, porque né, que absurdo!), e, depois, comecei a pensar e percebi que sim, tem gente que não curte muito esses estilos porque considera escapismo, fuga da realidade, uma forma barata de distração e não ~a verdadeira arte literária expressa em sua totalidade~.

Se você é uma dessas pessoas, pare. Sério. Apenas. Pare.

ok, isso foi um pouco agressivo

Ok, isso foi um pouco agressivo

Fui literariamente criado dentro do meio da SF&F (sigla para Science Fiction & Fantasy – ou Ficção Científica e Fantasia) e meu primeiro contato direto com literatura que eu queria ler foi através de um livro de fantasia (olá, geração Harry Potter). E esse é o primeiro tipo de preconceito que vejo quando ouço alguém falar sobre isso: “Ah, você começou lendo Harry Potter. Essa é a função da fantasia: servir de porta de entrada para as crianças/adolescentes gostarem de ler e depois partirem para coisas mais complexas e dentro da realidade”. Quem diz isso pode até querer ser bem intencionado – e talvez às vezes nem perceba que está sendo preconceituoso –, mas é uma daquelas frases que a gente ouve por aí com tanta frequência que acaba se convencendo de que pode ser verdadeira.

Mas não é. A fantasia e a ficção científica podem servir como escapismo sim, assim como qualquer outro tipo de livro (ou filme, ou série, ou música…). Mas também podem servir para explorar sentimentos e sensações humanas, para discutir questões políticas, econômicas, científicas (duh!), de gênero e identidade, entre porrolhões de outros assuntos. O China Miéville (um ótimo autor, procurem) tem uma frase que diz que “dispensar toda a fantasia só porque algumas coisas são ruins é o mesmo que dizer que não vou ler Jane Eyre porque é um romance e eu sei que romances são uma bosta”.

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A ficção científica diz para a ~alta literatura~: “vocês estão é com inveja do meu jetpack” (contribuição do @brunoctem)

Coloque algumas pessoas dentro de uma redoma sem nenhuma saída e mostre como elas se comportam; faça um explorador espacial ir até um planeta onde os seres são hermafroditas e o faça lidar com uma sociedade onde não há nenhuma disparidade referente ao gênero; explore o potencial destruidor da energia atômica e mostre como ela pode ser perigosa; faça a história de uma sociedade socialista que se instaura na lua, longe da influência do capitalismo; mostre, através de uma ficção científica, como seria se descobríssemos vida inteligente fora da Terra e fizéssemos contato com ela. Como enquadrar qualquer um desses temas – cada um, uma história de fantasia ou ficção científica – como escapismo ou dizer que isso é literatura de porta de entrada para ler coisas mais “realistas e complexas”?

Preconceitos, algumas vezes, estão ligados à imagem que queremos que outras pessoas tenham sobre nós. E a imagem de alguém que lê livros de ~alta literatura~, com uma linguagem experimental e cheios de explorações linguísticas, parece mais cult do que a de alguém que lê seu livro da Cassandra Clare, por exemplo. Mas os livros da Cassandra Clare (que eu acabei de ler, por isso estão frescos na minha cabeça) discutem questões ligadas à fase da adolescência e são cheios de diálogos engraçados e cenas de ação. Eles ensinam através dos personagens e mostram situações que podem estar acontecendo com alguém que esteja lendo a história. E fazer isso enquanto todo mundo enfrenta uma horda de demônios, convenhamos, é muito mais divertido.

mas dragões são legais

Mas dragões são legais

O preconceito existe até mesmo dentro do próprio gênero. Não é raro vermos leitores de ficção científica hard (aquela que busca explicações calcadas no próprio desenvolvimento da ciência para o andamento da sua história) desprezarem outros segmentos de ficção científica e enquadrá-la como ‘literatura para jovens’, como se isso fosse algo inferior ou a obra tivesse menos valor. Enquanto isso, vemos surgir com cada vez mais frequência sagas distópicas e histórias incríveis com personagens cheios de diversidade, que discutem problemas atuais que fazem parte não só dos anseios dos jovens e dos adultos, mas que tratam de discutir a sociedade e a forma como ela está organizada. Como ter preconceito com isso?!

Se eu puder dar uma dica para alguém que vê histórias de SF&F com olhos meio tortos, como se aquilo não servisse à sua construção como leitor, o conselho é esse: arrisque. As primeiras histórias de que se tem conta falam sobre deuses e monstros, e elas continuam até os dias de hoje, encantando e formando caráteres. Leia um livro que te interessa, não um que pareça interessante aos olhos dos outros. Procure uma história que te instigue e te faça pensar, ou que te divirta e faça você ficar com os olhos vermelhos de tanto ler. Mas não deixe de ler só porque alguém falou que é escapismo.

Livros são aventuras. Eles contêm assassinatos e mutilações e paixão. Eles amam qualquer um que os abre.

Livros são aventuras. Eles contêm assassinatos e mutilações e paixões. Eles amam qualquer um que os abra.

PS: se você consegue entender bem inglês, a Elizabeth do ‘books and pieces’ acabou de fazer uma série de vídeos sobre a história da ficção científica. São vídeos curtinhos e muito sensacionais (ela usa fantasias quando muda a época!), mostrando como a ficção científica se desenvolveu. Vale a pena!

Ei, romances também são legais!

15 de julho de 2014 às 17:43, por

Semana Preconceito

Eu sempre fui daquelas pessoas que revirava os olhos pros livros de banca, achava que livros baseados só em romance eram idiotas e a minha mãe chegou a me pedir desculpas (de verdade!) quando comprou 50 Tons de Cinza para ela ler.

Por ter crescido basicamente com garotos e me identificando muito mais com os gostos deles, eu admito ter tido preconceito com coisas “de menina” por muito tempo. Na adolescência, só usava vestido/saia quando era obrigada e maquiagem era um completo mistério pra mim (ainda é um pouco, mas eu estou evoluindo).

BRUXARIA!

Esse pacote de “coisas de menina” envolvia, também, os romances. Eu cheguei a largar um ótimo livro sobre Egito (a série Ramsés, do Christian Jacq), que sempre foi a minha paixão, porque tinha “romance demais” (ou seja, tinha ALGUM romance).

Bem, eu cresci e amadureci em vários aspectos da vida, mas ainda olhava torto para muitos livros açucarados e os julgava sem nem ler seu resumo. Foi quando a série Mortal (J. D. Robb/Nora Roberts) apareceu na minha vida que eu comecei a ver que as histórias de romance nada mais são do que livros centrados nos personagens, e não necessariamente na trama. Ok, os livros da série Mortal são primeiramente policiais, mas a veia do romance também está MUITO presente.

Depois de me apaixonar pelo Roarke, veio Grave Mercy: um romance histórico de fantasia sobre freiras assassinas que servem ao deus da Morte, mas que também tem o romance (e a negação dele) como fator determinante para a personalidade dos protagonistas.

Ok, até que esse negócio de romance tá ficando legal.

Com o coração um pouco mais aberto (e depois de ler esse post MARAVILHOSO da Val sobre preconceito com romances), resolvi ir nas melhores fontes que eu conheço sobre o assunto (Bell e Val, daqui do NUPE) e pedi uma recomendação de romance. Elas, entendendo o meu receio e o sério caso de vergonha alheia que eu sinto com cenas de sexo (“membro viril”, “estandarte pujante”, esse tipo de coisa), me indicaram primeiro “O Duque e Eu” da Julia Quinn. E, olha, vou te contar, nada como uma protagonista e diálogos bem-construídos para fazer um livro. O enredo não tem nada demais, mas as nuances de cada personagem fazem dele um livro maravilhoso.

“O Duque e Eu” era, em questão de cenas apimentadas, a típica novela das 20h: quando começava a “ação”, a cena terminava. E é por isso que, depois de uma ótima primeira experiência, era o momento de passar para algo mais pesado. Foi então que as meninas me indicaram “A week to be wicked” da Tessa Dare. Estava em promoção, eu comprei, e O DESTINO RESOLVEU QUE EU IA LÊ-LO (ou seja, foi o primeiro livro sorteado na minha TBR jar). Foi então que o seguinte diálogo surgiu na minha cabeça, enquanto eu lia a primeira cena de sexo do livro:

“Hm, ok. Cenas de sexo. Descritivo. Um mocinho romântico, mas nem tanto. Ele tem conversas apimentadas com a mocinha envolvendo MATEMÁTICA, pelo amor de deus. E a mocinha: independente, romântica sem ser melosa, e UMA ARQUEÓLOGA? Que tipo de livro é esse? Pois é, Tassi, é um romance. Você está curtindo um romance. Um romance com direito a capa vergonhosa. Aceite, VOCÊ GOSTA DE ROMANCES!”

SENTIMENTOS!!!!

E foi bem isso. Foi quando eu me dei conta de que se um livro é bem escrito, tem personagens atraentes e te atrai de alguma maneira, não importa o gênero, ele é um bom livro. Só que como eu não sou uma pessoa altamente evoluída, tenho outros preconceitos que devo superar e que esses livros de romance acabaram me preparando para a próxima batalha que vou travar: os new adult. Prometi ler um new adult se o Brasil ganhasse o jogo com o Chile e o livro já está até escolhido (“No Limite da Atração” de Katie McGarry), então vou cumprir. Vamos ver no que vai dar…

Não julgue um livro pelo preconceito.

14 de julho de 2014 às 18:38, por

A Mareska, do Eu Li, e Agora?, convidou seis blogs para participarem dessa semana para discutirmos um assunto muito sério que assombra muitas pessoas:  o preconceito literário.

EU LI, E AGORA? | LIVROS E VAGALUMES NINHADA LITERÁRIA
CONVERSA CULT | WHO’S THANNY? | LAISTORIASEMFIM

A ideia por trás da semana “Não julgue um livro pelo preconceito” é mostrar que não vale a pena julgar um livro se baseando apenas no gênero a que ele pertence, nem julgar uma pessoa pelo que ela lê. Achar um livro uma porcaria é um direito de todo mundo, mas achar que alguém só lê porcaria porque gosta de um gênero que você acha bobagem é preconceito. Queremos que as pessoas saiam da zona de conforto literária e desconstruam/entendam os próprios preconceitos.

Nós convidamos vocês a participarem conosco e discutirem os preconceitos que vocês tem, que vocês quebraram e os que vocês já sofreram! Pode ser aqui nos comentários, pode ser num post no seu próprio blog ou vlog… o importante é falar sobre o assunto e tentar rever suas posturas e refletir um pouco sobre como agimos quanto a livros.

Hoje nós vamos começar colocando pontos nos is e respondendo uma perguntinha: Mas, Bell, como eu sei que não gosto de algo ou se é só preconceito?

Uma das primeiras discussões que fizemos quando decidimos que iríamos promover essa semana foi sobre chick-lit. Eu normalmente não gosto dos livros do gênero, principalmente porque me irrito muito com a forma como a história se desenrola e com as atitudes das personagens. Algumas personagens realmente gastam minha paciência e terminar de ler O Diário de Bridget Jones foi um suplício. O primeiro livro da Becky Bloom foi super legal, na minha opinião, mas o segundo foi um desastre e eu desisti da série. Tentei ler livros da Cecelia Ahern e não passei de um terço de nenhum. Comecei a ler Procura-se um Marido, da Carina Rissi, e larguei na página 100 porque não tive paciência, triste porque eu tinha amado Perdida e várias pessoas haviam me indicado esse livro…

Porém, eu continuo tentando. Comprei Lua de Mel, da Sophia Kinsella, outro dia numa promoção e pretendo ler na minha próxima viagem. Eu comecei a perceber que meu problema são livros “contemporâneos”, como a gente chama, porque acontece a mesma coisa com os romances que gosto tanto. Romance histórico? Eu adoro a maior parte dos que leio. Romance contemporâneo? Eu me arrasto e acabo abandonando no meio, porque acho chato. Tem que ter algo bem extraordinário para que eu goste muito de um livro que se passa nos dias atuais sem ter uma reviravolta de fantasia ou ficção científica.

Então eu admito que não gosto de algumas coisas e elas não me atraem, embora sejam atrativas para outras pessoas. Isso acontece com qualquer leitor que reflete um pouco sobre seus hábitos de leitura e tenta reparar em padrões. Como as meninas do Smart Bitches, Trashy Books dizem, alguns livros são como droga para você, você é atraída para ler antes de ler a sinopse inteira. Outros, porém, você já sabe que não vai gostar porque trata de temáticas que não te interessam.

Qual a diferença entre não gostar e ter preconceito? É que quando você tem preconceito, você:

1) Não experimenta os livros para ver se tem algo que te agrada;

2) Diminui as pessoas que lêem aquele tipo de livro e as histórias que eles contam

Acho que o mais grave do preconceito é quando acontece o segundo item. Qualquer situação em que uma pessoa se ache superior à outra é perigosa, principalmente quando é baseada num conceito tão arbitrário quanto gosto pessoal. Você não gostar não te dá direito de achar que quem gosta é burro, idiota, alienado ou qualquer um dos adjetivos que usam por aí nessa situação. Gostar de uma leitura vem da identificação com a história que está sendo contada. Muita gente gosta de Chick Lit, por exemplo, porque se identifica com as personagens e com as histórias. Eu conheço um monte de pessoas que dariam ótimas protagonistas de chick-lit!

Então quando você chama todo um gênero literário de ruim, você está incluindo as pessoas que se identificam com aqueles livros e que tem a vida como aquela no meio. Você está basicamente colocando uma etiqueta de ‘SUA VIDA É RUIM’ nelas e eu preciso dizer o quanto isso é horrível?

Nessa semana, a gente vai ver os preconceitos mais comuns. Começando com amanhã, quando a Tassi vai conversar com a gente sobre como ela começou a superar o preconceito que tinha com romances!

Decorando com o NUPE: Quartos (Objetos)

12 de julho de 2014 às 20:00, por

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Muitos séculos atrás, eu fiz um post falando sobre decoração de quartos e mostrei como é o meu, além de ter colocado outras fotos e links para os quartos que eu mais gosto no momento. O tempo passou e eu já me apaixonei por vááários outros, incluindo o da Hazel em A Culpa é das Estrelas.

O que me faz gostar de verdade de um quarto, são os pequenos detalhes, que na maioria das vezes são objetos engraçados ou fofos. Mostrei pra vocês os meus baldes de pipoca/copo de refrigerante que comprei nos cinemas e transformei em vasos, eles são minhas coisas preferidas aqui. Mas eu também amo meu manequim de desenho e os tsurus (origami de passarinho) na janela. Ok, já falei de mais e acabei não falando nada do que queria.

Durante esse tempo que eu sumi daqui do blog (quem me seguiu no twitter sabe que foi por causa da faculdade e seus trabalhos infinitos) eu comecei a separar uns objetos legais e que custam menos de 100 reais (ok, algumas coisas custam mais, mas é que são tão geniais!). Alguns são nacionais e outros são do nosso amado e idolatrado Aliexpress. Vou separar por site e mostrar só dois itens de cada para ficar mais fácil na hora de fuçar, ok?

DOLShop (Loja nacional online)

1.Cabine musical 2. Torre Eiffel

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Essa loja tem mais roupa e acessórios femininos do que coisa para decoração, mas eu sou apaixonada por essa cabine de telefone musical e pra quem gosta de coisas sobre Paris, ter uma torre no quarto é meio que indispensável, né? Na página tem mais umas coisas legais pra usar como decoração. E pra quem é fã de Harry Potter e Jogos Vorazes, lá também tem colar das relíquias da morte e o pin do Tordo!

O Segredo do Vitório (Loja nacional online)

1.Baleiro 2.Escultura cachorro de balão

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Não me lembro a primeira vez que vi esse site, só sei que foi logo quando comecei a usar o twitter e que foi paixão a primeira vista. Tudo é tão divertido e genial, é impossível entrar nesse site e não querer tudo. Vi agora que o baleiro tá indisponível, mas não pude deixar ele de fora, vai que vocês acham outro parecido por ai, né?

Etna (Loja nacional online e física)

1.Libélulas para parede 2.Quadro de Londres

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Ir na Etna e não conseguir mais sair de lá, quem nunca? Eu sempre evito de entrar nessa loja, é muita tentação para um lugar só. Quem estiver pensando em trocar a decoração do quarto não pode deixar de ir lá (ou de entrar no site se na sua cidade não tiver a loja física).

Aliexpress (Loja internacional online)

1.Adesivo de quadro branco 2.Mapa mundi

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Não dá pra colocar os links individuais aqui porque como é um site com anúncios, todos eles depois de um tempo deixam de funcionar e te mandam pra busca. Mas se você quiser achar alguma coisa, é só procurar pelo nome que você acha mil opções.

No meu pinterest tem mais um MONTE de coisas separadas, a maioria é do aliexpress então é bom copiar o nome do pin e colocar na busca de lá. Fiz uma seleção bem variada e tem coisa para todos os gostos lá. Espero que vocês gostem e deem uma mudada nos seus respectivos quartos! Se alguém tiver alguma outra ideia de post, pode me mandar no twitter que eu vejo o que posso fazer sobre XD

 

 

Passarinho – Crystal Chan

7 de julho de 2014 às 14:23, por

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Passarinho, Crystal Chan

Editora Intrínseca, 224 páginas.

“Uma história marcante sobre família, dor e amizade” – The Guardian

Passarinho (que som é esse?), foi um livro que peguei completamente ao acaso. Sinto que devo contar a emocionante jornada que foi escolher esse livro em meio a gringos de chinelo e funcionários desconfiados: Lá estava eu, num dia péssimo, andando pela cidade e decido entrar numa livraria, tinha um pouco de dinheiro no bolso e porque não comprar algum livro, né? Então, vaguei pelas estantes e percebi que dois funcionários me encaravam – com força -, provavelmente porque já estava na livraria há muito tempo. Então peguei a primeira capa bonita que me chamou atenção e sai em direção ao caixa. É. Emocionante, não precisa chorar. Comecei a ler o livro assim que entrei no metrô e foi uma ótima surpresa.

Joia é uma garota de doze anos normal, mas que teve uma vida complicada. No dia em que ela nasceu, seu irmão morreu e seu avô parou de falar. A culpa da morte do irmão recaiu sobre o avô, ele matara Passarinho (ou John, seu nome verdadeiro). O apelido “Passarinho” foi dado pelo avô, que dizia que ele mais se parecia com um passarinho, pelo jeito como mexia tanto os braços e pelos cabelos escuros que lembravam as penas de um Melro. E aparentemente, isso causara a morte dele, por culpa do apelido inventado pelo avô. Desde então Joia cresceu sozinha, em sua casa se sentia levemente reclusa, já que os pais nunca a olhavam diretamente e tudo parecia girar em torno da morte de Passarinho. Ela se sentia distante e não gostava nada disso.

Logo nas primeiras páginas o livro sobe a um nível que te faz questionar o que diabos você está fazendo com a sua vida. Não, brincadeira, não com todo mundo. Mas pelo menos comigo foi assim. Crystal Chan tem uma escrita poética e leve, eu realmente sentia que era uma pessoa de doze anos me contando a história e acreditava em cada palavra que ela me dizia.

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TÃO FOFOS

A protagonista, Joia, é forte, mas também tem muitas fraquezas, e ela está cansada. Já o misterioso John, um garoto que surge na noite do aniversário de Joia pendurado na árvore dela, aparenta ser uma fortaleza. É engraçado, desafiador e por aí vai. Mas aos poucos os dois personagens vão se desmontando, mostrando que nem todo mundo é todos sorrisos o tempo todo. Foi lindo acompanhar a amizade de Joia e John crescer e desenvolver, mesmo com as dificuldades e um certo receio. Os dois se conhecem, brincam e se aventuram juntos. Joia sonha em ser geóloga e John em ser astronauta, quase como um par de a garota da Terra e o menino do Espaço.

Outra coisa muito legal é a diversidade do livro. E eu como defensor da campanha “We Need Diverse Books” que sou, amei o livro ainda mais por isso. Quero dizer, onde você já leu um livro sobre uma protagonista que é um quarto mexicana, um quarto jamaicana e a mistura segue? E além disso a cultura jamaicana e mexicana apresentada no livro são de encher os olhos, principalmente a inserção do mito jamaicano dos duppies – espíritos traiçoeiros que confundem as pessoas e brincam com elas. E também um ponto ou outro de crenças mexicanas. E isso junto de outros fatores cria outro ponto alto do livro. A fé. A família de Joia vive um luto perpétuo desde a morte de Passarinho, quase como se realmente o mundo girasse em torno disso e nada mais. E a procura de Joia pelo sentido de tudo isso que incrementa a fé no livro.

Num todo, o livro é sobre amizade, família, luto e a dor da perda. Alguns momentos isso torna o livro pesado, mas me fez pensar, e isso foi bom. Não posso falar muito sobre idade, já que devo ser o mais novinho aqui da equipe, mas eu queria voltar alguns anos atrás, ter doze anos de novo e fazer uma amizade como a de Joia e John. A reaproximação de Joia com o avô e tudo mais, realmente me deixaram emocionado. O jeito com que Joia sempre tentava agradar a todos, fazer todos felizes para apenas ver um sorriso no rosto da mãe e do pai, me derrubou completamente.

Se você entrega muito de si a alguém, rápido demais, essa pessoa pode simplesmente ir embora e levar tudo. E quando se trata de alguém como eu, que já não tenho muito de mim, bem, é preciso ter cuidado redobrado.

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*soluçando*

O livro quebra seu coração e logo o conserta, para depois deixá-lo ali, no seu peito, bem aconchegado e quentinho, do jeito que sempre tem que ser. Crystal Chan não se enrola no enredo em momento nenhum, tudo leva gradualmente ao final do livro de uma forma natural e gostosa de ler. Da forma como tem que ser e sem desperdiçar nenhuma palavra e sempre carregado de ótimas quotes que eu com toda certeza vou anotar pra não esquecer nunca.

Finalizando: de cinco passarinhos na mão, Passarinho de Crystal Chan consegue ter seis voando.

Espero que não tenha me enrolado no meu primeiro post aqui, that’s all folks! Até a próxima!

Os Três – Sarah Lotz

3 de julho de 2014 às 16:23, por

os tresOs Três é um livro maravilhoso, uma mistura de Michael Crichton com Shirley Jackson. Muito instigante, impossível parar de ler.” – STEPHEN KING

Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo.

Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação.

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Pense na situação: em um dia, quatro aviões caem em diferentes locais do mundo. Assim, sem mais nem menos, sem nenhuma explicação. Desses quatro acidentes, quatro sobreviventes: três crianças e uma mulher, que sobrevive apenas por tempo suficiente para deixar uma mensagem de voz gravada: “Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas… Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele…”. Esse é o mote de “Os Três”, livro da escritora sul-africana Sarah Lotz.

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A primeira coisa a saber sobre esse livro é que ele não é um romance convencional. Não tem um enredo estruturado na forma de romance, o que, para mim, foi uma excelente jogada. O livro é narrado no formato de uma série de relatos dos mais diferentes tipos, todos de pessoas envolvidas com os acidentes que aconteceram na Quinta-Feria Negra (nome dado a quinta-feira na qual, bem… tudo deu errado). Me lembrei imediatamente de Guerra Mundial Z, do Max Brooks, que utiliza o mesmo tipo de estrutura narrativa para contar sua história. Aqui, no entanto, a autora consegue aproximar o leitor através da utilização de artifícios como discussões em fóruns, mensagens de twitter, chats e trechos de uma biografia incompleta de um dos tutores de uma das crianças sobreviventes.

Sobre as crianças: que medo delas. De alguma forma, elas voltaram diferentes por conta do acidente, e ninguém sabe explicar muito bem o motivo: seria estresse pós-traumático? Contato com alienígenas? Perturbação dos espíritos dos passageiros mortos? Será que as crianças foram substituídas por outra coisa? Ou são o prenúncio de algo maior que está para acontecer no mundo? Sarah Lotz consegue manter a tensão e o suspense a ponto de nos deixar aflitos. As perguntas são tantas e parecem vir de tantos lugares diferentes que a gente fica com raiva por não conseguir entender tudo o que está acontecendo.

E essa raiva – ou simples desinformação – é o que faz o livro andar e seguir por um caminho que me agradou bastante – ou quase. Comecei a ler “Os Três” sem nenhuma informação sobre o enredo (eu nem sabia sobre os acidentes de avião, pra vocês terem ideia) e a primeira impressão que tive, pelo projeto gráfico e pela capa, era que se tratava de um livro de terror. E ele é um livro de terror. Mas também não é. Sinceramente, tenho muita dificuldade para defini-lo dentro de alguma categoria: ele tem partes assustadoras, tem partes irritantes e partes que deixam a gente boquiaberto. É, acima de tudo, uma série de relatos que tratam sobre as estratégias que alguns seres humanos tomam quando percebem que existe uma oportunidade, mesmo que essa oportunidade seja a morte de quase mil pessoas.

Um dos motes principais do livro é o fanatismo religioso e a forma como a religião serve muito mais a propósitos políticos do que religiosos. Não quero incorrer muito nesse aspecto porque tenho medo de que isso possa ser um spoiler, mas basta dizer que a religião é utilizada – e manipulada – amplamente ao longo do livro. Acho que é o ponto que mais gostei dentro de toda a narrativa: sou um fã confesso de Stephen King e das figuras fanáticas religiosas que ele cria, então ler a progressão desses aspectos dentro da história, e a forma como eles acabam por trazer consequências assustadoras para a sociedade, foi muito interessante.

pennsatucky

Utilizar a Pennsatucky sempre que me refiro a fanatismo religioso: SIM

Mas o livro não trata só de religião. Trata também sobre como as pessoas encaram a morte, e de como tentam encontrar maneiras de contorná-la. A tecnologia tem um papel importantíssimo dentro de um dos núcleos da história, sob a forma de robôs que imitam humanos praticamente à perfeição. Quanto a esse ponto, Lotz consegue tecer um tema com profundidade sem que a gente perceba que estamos lidando com ele. Mais um ponto positivo.

Lá em cima eu disse que quase gostei muito do livro, mas acabei não gostando dele tanto assim. O final, para mim, foi bastante frustrante. Talvez a ideia seja exatamente a de ser frustrante, mas não sei. Para mim, faltou algo que justificasse uma série de acontecimentos na história e algumas das coisas – aparentemente sobrenaturais – que aconteceram com as pessoas que estavam próximas às crianças, além das que aconteceram com as próprias crianças. Não é que eu não goste de livros com falta de explicações; não gosto de livros com falta de explicações essenciais.

Para mim é uma boa jornada, mas que não tem uma boa recompensa no final. Tenho sentimentos conflitantes quanto ao final dessa história, mas é um livro muito bem escrito. A editora Arqueiro está de parabéns pela tradução, revisão e projeto gráfico (vocês viram que as bordas das páginas do livro são pretas? Isso é sensacional! Como se o que tivesse ali dentro fosse um segredo, sabe?).

Saldo final: três aviões em queda livre.

Até a próxima!

(Este livro foi um oferecimento da Editora Arqueiro)

NÃO TEM COPA!: dicas para passar o tempo

2 de julho de 2014 às 17:30, por

A Copa do Mundo já passou da metade e a verdade é que está sendo mesmo a copa das copas. Acontece que hoje não tem jogo e você está de férias e não sabe o que fazer com esse tempo livre!!!!!!! Eu tenho a solução.

Você pode usar esse tempo livre pra começar a ver aquela série que você prometeu que ia ver e ai passaram várias temporadas e NADA. Essa é na verdade uma lista pra ver nas férias. São séries pequenas (as comédias, pelo menos), que ainda estão sendo exibidas (exceto Enlisted – e ninguém sabe o que vai acontecer com Playing House) e ai você só tem que ver uma temporada e morrer de amores – é ótimo porque dá pra ver em um dia só (a parte de comédia, é bom ressaltar).

Dividi o post em duas partes – comédias e dramas. Como o Netflix atualizou hoje sua lista de filmes e séries, além de novos episódios para séries já disponíveis no catálogo, algumas dessas séries estão disponíveis lá. Espero que vocês gostem, afinal tem um monte de gente de férias por causa da Copa e agora que não tem mais jogo TODOS OS DIAS, uma maratona cai bem, né?

Comédias

Enlisted

Fala sobre o pessoal que está no exército, mas que não está lutando em nenhuma guerra; soldados que estão tomando conta da base. O plot central gira em torno de três irmãos, muito diferentes, mas que se respeitam e se amam muito. É muito divertida, só teve trezes episódios e já foi cancelada. Tô aqui esperando alguém ressuscitar a série, que além de me dar crises de riso, me fez chorar também.

Playing House

A série conta a história de duas melhores amigas (que além disso escrevem e são produtoras executivas da série na vida real) que começam a morar juntas depois que uma delas se separa enquanto ainda está grávida. É realmente divertida e mostra uma amizade muito legal, cheia de amor e companheirismo.

Broad City

Essa série também conta a história de duas melhores amigas que também escrevem a série e são produtoras executivas, mas a situação aqui é totalmente diferente. Elas moram em Nova York e estão tentando resolver a vida e lidar com coisas tipo emprego chato, patrão insuportável, vizinho gato e outras coisas. É MUUUUUUUUUUUITO engraçada e uma das minhas novatas favoritas, com toda a certeza. A parte legal é que costumava ser uma websérie!!!

Silicon Valley

Confesso que eu não estava dando nada pela série no começo por causa da falta de personagens femininas, mas acontece que é muito engraçada mesmo assim. Não sei o que planejam fazer na segunda temporada, mas eu ri alto em todos os 8 episódios da primeira. Conta a história de um grupo de amigos tentando lançar a próxima grande coisa no mercado de aplicativos, lá em Silicon Valley. Algumas referências às redes sociais atuais são imperdíveis.

Faking It

Conta a história de duas melhores amigas (eu adoro melhores amigas, elas não são a melhor coisa?) que decidem fingir que são namoradas pra poder ganhar popularidade no colégio nada convencional onde estudam. Nada convencional porque lá, ao invés de sofrerem bullying, as pessoas **diferentes** são super celebradas e populares. A série é pequeninha e divertida e dá pra ver tudo em uma sentada só.

Dramas

Sons Of Anarchy

Nunca assisti, mas está no planejamento. A Tassi já fez um post aqui sobre a série e eu acho que todo mundo devia confiar nela. Além do mais, a série acaba na próxima temporada, então é a época certa pra assistir, porque você não vai ter que esperar muito mais por episódios e ainda pode aproveitar a delícia que é ver as coisas ~~ao vivo. Está disponível no Netflix até a quarta temporada.

Teen Wolf

Eu parei de ver Teen Wolf por várias razões, mas as pessoas da minha timeline ainda estão obcecadas, então eu acho que ainda deve estar bom. O cast é fofinho demais, como vocês podem ver na foto acima. A Trash fez um post sobre Teen Wolf aqui em 2012, mas dá pra ter uma ideia sobre a série. As três primeiras temporadas estão disponíveis no Netflix.

Call The Midwife 

Por Lais Batista 

A ideia de uma série sobre o dia a dia de parteiras pode não parecer muito atrativa. Quem eu quero enganar, descrevendo assim não é nem um pouco atrativa. Mas Call The Midwife tem ao seu lado muito além de se passar nos anos 50 e ter figurinos super legais. As histórias que vemos pela narração da Jenny são envolventes e de certa forma atemporais. É uma série sobre família e amizade e amor e não sobre partos (embora de vez em quando tenha um!). As duas primeiras temporadas estão disponíveis no Netflix!

~~

Outras recomendações se você tem Netflix são: Homeland, Breaking Bad, Vikings, OITNB, Glee, Gossip Girl, TVD, Revenge, Skins, Bones, Lost, House, Um Maluco no Pedaço, Prison Break, Friends, Lie To Me, OUAT, Grey’s Anatomy, Pretty Little Liars,  The Office, etc. O catálogo aqui no Brasil está cada vez melhor e você pode dar chance a alguma dessas séries que são bem conhecidas, mas que nem todo mundo assistiu ainda. Vai que você encontra sua nova favorita? (Não recomendo várias séries dessa lista, mas vai que né)

Ah, o Netflix não pagou pra gente fazer esse post, mas nós somos muito bons de publicidade, então estamos disponíveis pra negociação HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

 

 

Pretty Deadly – Kelly Sue DeConnick

13 de junho de 2014 às 17:17, por

Título: Pretty Deadly Vol. 1 (#1-5)

Roteiro: Kelly Sue DeConnick

Arte/Cores: Emma Rios/Jordie Bellaire

Editora: Image Comics

Data de lançamento: 30 de abril de 2014

Língua: Inglês

“A filha da Morte cavalga ao vento em um cavalo feito de fumaça e sua face carrega as marcas da caveira de seu pai. A história de sua origem é um conto de retaliação tão belamente exuberante quanto agressivamente selvagem.”

“Pretty Deadly une o realismo mágico de Sandman com a brutalidade do faroeste de Preacher.”

UAU.

UAU.

Eu estava esperando que essa HQ fosse boa mas… UAU.

Tá, calma. Vamos organizar os pensamentos. “Pretty Deadly” conta a história da filha da Morte (que nessa história é um ser do sexo masculino) e todas as pessoas envolvidas de algum modo na sua concepção, além das consequências dela. A HQ é narrada através de uma conversa de uma borboleta e de um coelho, que falam sobre a época em que se conheceram.

A escrita da Kelly Sue DeConnick (que também escreve Capitã Marvel, que tá sendo publicado aqui) é absurda de linda. Tem uma parte da história em que um personagem conta uma história cantando, E EU PRATICAMENTE OUVI A MÚSICA, de tão bom que é o ritmo da escrita. A Kelly faz você se importar com TODOS os personagens. TODOS. E a progressão da história é rápida e sem enrolação. Tudo estão ali por um motivo e as tramas são explicadas objetivamente, mas sem perder a poesia. Assim, em 5 volumes, a história avança bastante e consegue fechar um arco, ao mesmo tempo em que não deixa ninguém perdido.

E o clima da HQ, nossa, não existe descrição melhor do que a da editora, quando diz que mistura Sandman com Preacher. É simplesmente impressionante.

A arte da revista é um show a parte. Sério, eu tentei enfiar a maior quantidade possível de imagens da HQ nesse post sem dar muitos spoilers da história porque olha, eu não sei se estou mais apaixonada pela escrita ou pela arte. As ilustrações de Emma Rios se fundem com as cores de Jordie Bellaire de um jeito que você pensa que tudo foi feito pela mesma pessoa, e tudo é perfeito para a história. Vale destacar também que as ilustrações internas seguem o mesmo traço da capa, o que é incrível.

Infelizmente, ainda não tem previsão de “Pretty Deadly” vir para o Brasil, mas se você lê em inglês, é imperdível! Você pode ler um pouquinho da revista em quatro partes aqui: 1234 (se ficar pequeno demais, tenta abrir em outra janela que a página é gigante).

Não querendo colocar expectativas altas demais em vocês, mas já colocando, Pretty Deadly é a melhor HQ que eu li nos últimos tempos (sim, melhor que Saga) e tá no Top 3 de melhores HQs de todos os tempos pra mim.

Nota: Cinco penas de abutre, porque é o máximo que posso dar.

A morte cavalga ao vento.

E3 2014 – O que teve? (Parte 1)

10 de junho de 2014 às 15:05, por

e3-2014
Ontem, dia 09/06, teve início o maior evento anual da história dos games: a Copa do Mundo a E3 (Eletronic Entertainment Expo). E esse ano as coisas estão realmente muito empolgantes, porque, não sei se você percebeu, os consoles acabaram de mudar de geração. Eu, particularmente, ainda estou meio desconfiado da potência desses novos processadores, e a E3 vai funcionar para nos encher de gameplays de jogos novos onde poderemos ver para que o PS4/XONE/WiiU vieram. E para você que está aí quase de férias e meio de saco cheio de ver tanto verde e amarelo na sua frente, e já tá reclamando por antecipação dos gritos a cada escanteio do Brasil nos próximos jogos, vem com a gente ver o que aconteceu no primeiro dia da E3. E como acontecem muitas coisas nessa E3, decidimos dividir esses posts em painéis. Neste post vou falar um pouco sobre os painéis da Microsoft, da Ubisoft e da EA (Tassi: e eu vou invadir o post algumas vezes pra deixar os meus comentários). No próximo post, Nintendo e Sony (Tassi: e eu, de novo, talvez). É claro que não dá pra falar de absolutamente tudo o que aconteceu, mas vamos destacar os trailers dos jogos e dos lançamentos que encontrarmos e, caso falte alguma coisa que você ache interessante aparecer, fala nos comentários que a gente faz aquele update esperto.

Preparados? Vamos lá!

1) Painel da Microsoft

O XONE chegou pela Microsoft com a proposta de ser uma ~estação multimídia~ da sua casa, onde os jogos seriam apenas uma parcela de uma experiência maior, que incluiria Netflix, acesso à internet por comando de voz, sincronia com o Kinect e até uma babá em holograma pra suas crianças etc. Na conferência da E3, no entanto, o foco foram os games (e é isso o que importa!) (e são muitos games!) (Tassi: até porque até hoje não saiu muita coisa pro XONE, né? Só uso o meu pra Netflix, praticamente).

Forza Horizon 2: Trailer (Lançamento: 30 de setembro)

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Outro jogo de corrida com a marca Forza. Desculpem os fãs, maaaas eu não consigo me envolver muito com jogos de corrida. Próximo!

Dance Central Spotlight: Anúncio | Trailer (Lançamento: setembro – sem data definida)

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Um jogo de dança. Genérico. Pelo trailer, os gráficos não estão fazendo jus à nova geração. Mas músicas até que são legais. (Tassi é fã de Just Dance e vai se abster de comentar sobre o concorrente)

Sunset Overdrive: Trailer | Gameplay (Lançamento: 28 de outubro)

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MEU DEUS DO CÉU. Eu estou literalmente muito ansioso por esse jogo. Aparentemente, você está em uma cidade infestada de pessoas que se contaminaram depois de beber muito energético e se transformaram em mutantes. Além de ter que enfrentar essas criaturas, você precisa enfrentar os sobreviventes que se organizaram em milícias e estão aterrorizando a cidade. Esse protagonista punk, esse cenário colorido, essa música e essas armas loucas… shup up and take my money!

Fable Legends: Trailer | Gameplay (Lançamento: ??)

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Fable é o típico jogo de RPG para passar horas e horas explorando cenários e personagens. Não joguei nenhum dos jogos da série, mas tenho uma ótima impressão sobre eles. O gameplay cooperativo parece bem interessante.

Project Spark: Trailer (Lançamento: ???) (Beta já disponível para XONE)

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Ok, ‘Project Spark’ possui uma premissa incrivelmente interessante: os jogadores criam games que podem ser jogados por eles mesmos ou por outros jogadores. Pelo trailer, deu pra ver uma infinidade de possibilidades – jogos de tabuleiro, corridas, jogos de tiro, naves, etc – e tudo isso me pareceu extremamente interessante. Só senti que os gráficos são um pouco simples, mas como é um primeiro trailer não quero me antecipar em nada.

Halo: The Master Chief Collection: Trailer (Lançamento: 11 de Novembro)

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A ideia de reunir toda a história de Halo para um único console é realmente ótima. A coleção remasteriza Halo 2, junto com Halo: Combat Evolved Anniversary, Halo 3, Halo 4, Halo: Nightfall, e permite o acesso a  Halo 5: Guardians Beta. É MUITO HALO!

Sobre Halo 5: não foram dadas muitas informações além de dizer que a versão beta entrará no ar em dezembro, e quem comprar o Master Chief Collection terá acesso ao gameplay do beta. De resto, mistério.

Phanton Dust: Trailer (Lançamento: ??)

phanton-dust

Também não há muitas informações sobre o lançamento desse exclusivo do XONE, mas eu curti esse trailer. Pelo que li, um Phanton Dust foi lançado em 2004 para Xbox (ainda sem ser o 360) e acabou se tornando um jogo cult. O jogo original era uma mistura de ação e estratégia, o que me deixou intrigado, já que o trailer parece tratar sobre um jogo de luta. Aguardemos.

Crackdown: Trailer (Lançamento: ??)

crackdown

Outro jogo onde só foi divulgado o trailer e mais nenhuma informação relevante. O traço do trailer mistura animação com um aspecto humano, no estilo ‘O Homem Duplo‘. E muitas coisas explodem. PARECE INTERESSANTE. (e antes que me crucifiquem: sim, eu sei que é uma série de jogos, e não, eu nunca joguei nenhum deles).

Evolve: Trailer (Lançamento: 21 de outubro)

evolve

Um shooter em primeira pessoa dos criadores de Left 4 Dead. Me pareceu um pouco com Borderlands, só que com gráficos menos cartunescos. E essa trilha sonora me irritou um pouco. (Tassi: VOCÊ PODE SER O CTHULHU! SHUT UP AND TAKE MY MONEY!)

Scalebound: Trailer (Lançamento: ??)

scalebound

DRAGÃO VERSUS UM CRUSTÁCEO MUITO ESTRANHO E GIGANTE! UM PROTAGONISTA COOL QUE OUVE DUBSTEP! Preciso dizer mais alguma coisa? (Tassi: o fone de ouvido super me desanimou com o jogo, mas o Lucas amou, fazer o que…)

Inside: Trailer (Lançamento: 31 de março de 2015)

inside

Eu adorei jogar Limbo, foi uma das experiências mais incríveis que eu tive com videogames. É um jogo simples e incrivelmente frustrante nas partes em que você não consegue passar de primeira (e são várias). Esse jogo é dos mesmos criadores. AS EXPECTATIVAS SÃO ALTAS. (Tassi: *grabby hands*)

Rise of the Tomb Raider: Trailer (Lançamento: ??)

rise-of-tomb-raider

Olha, por favor, peguem leve com a Lara. Nossa, ela sofreu tudo o que ela tinha que sofrer no primeiro jogo, sério. Esse trailer tinha que ser ela em um iate recebendo uvas de escravos, e não ela sofrendo mais. Parem com isso. (Mas olha, o primeiro jogo foi incrível, e espero que o próximo também seja).

The Division: Trailer (Lançamento: ??)

the-division

Olha, vi um comentário que disse: ‘parece Watch_Dogs com outra roupagem’, e… er… parece mesmo. Na verdade parece uma mistura de Watch_Dogs com The Last of Us. Mas pode ser uma boa mistura. (Tassi: e é do Tom Clancy)

Ori and the Blood Forest: Trailer (Lançamento: ??)

ori-and-the-blood-florest

Não sei exatamente sobre o que trata esse jogo e nem me importo, porque o trailer está lindo e eu quero jogar. CADÊ? (Tassi: SNSDNGSDHGSLKNGSEPSOJNSDKLGNRSIHYN ME DÊ ESSE JOGO AGORA *GRABBY HANDS* *WHALE NOISES*)

2) Painel da Ubisoft

Ahhh, Ubisoft… criadora de Assassin’s Creed e Rayman (Tassi: e Just Dance), minha produtora de games preferida… o que você tem pra me mostrar?

Just Dance 2015: Trailer (Lançamento: 21 de outubro)

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Não aguento mais ouvir essa música do Pharrell em todos os trailer de games de dança, mas enfim… vamo dançar! (Tassi: Affe, o Lucas não sabe de nada! Just Dance é divertidíssimo e agora você vai poder jogar através de um app do seu celular! Acabou esse negócio de ter que ter uma sala gigante e todo mundo ficar jogando espremido e dando porrada uns nos outros)

Far Cry 4: Trailer (Lançamento: 18 de novembro)

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NÃO QUERO SABER DE MAIS NADA, SÓ QUERO ESSE JOGO NA MINHA MÃO ASSIM QUE SAIR, OKAY? OKAY. (Tassi: ELEFANTES!!!!!)

Assassin’s Creed: Unity: Gameplay (Lançamento: 28 de outubro)

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Estou extremamente empolgado com Assassin’s Creed porque é um dos poucos jogos que eu realmente acompanho, e MEU DEUS, a Revolução Francesa parece repleta de possibilidades e esse gameplay está simplesmente incrível. Eu quero muito Assassin’s Creed e eu ainda não enjoei, não importa quantos lancem por ano. Talvez seja o motivo para investir em um console da nova geração (E ESSES GRÁFICOS, ELES ESTÃO LINDOS).

Valiant Hearts: The Great War: Trailer (Lançamento: 25 de junho)

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Um jogo indie que se passa durante a Primeira Guerra Mundial, inspirado nas cartas dos soldados. Parece ser um desses jogos bem sutis e imersivos, e tem cara de ser muito bom. Me deixou curioso (confissão: adoro jogos indie). (Tassi: só espero que você não jogue com o cachorro)

The Crew: Trailer (Lançamento: 11 de novembro)

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Um jogo de corrida multiplayer. Próximo! (mas ow, a música do trailer é bem legal. Parece James Blake).

3) Painel da EA

Sério, EA, qual é o seu problema em fazer TRAILERS DOS JOGOS E NÃO DAS PESSOAS FALANDO QUE FIZERAM OS JOGOS? Fiquei extremamente frustrado com esse painel que não mostrou praticamente nada u.u’ *encosta a ponta dos indicadores e manda a EA cortar*

Mirror’s Edge 2: Trailer (Lançamento: ??)

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Esse jogo me dá vertigens, mas ele é lindo. Acho que foi um dos primeiros jogos que eu olhei e falei ‘nossa, eu QUERO jogar’. Toda a ideia de Parkour é incrível, e a personagem principal é muito estilosa. Mas o trailer não mostra muita coisa, temos que confessar :(

Mass Effect 4: Trailer (Lançamento: ??)

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A conferência não falou muita coisa sobre Mass Effect, então a gente fica no suspense. A única confirmação que temos é que VAI TER MASS EFFECT SIM!

Star Wars: Battlefront: Trailer (Lançamento: em um futuro muito, muito distante)

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“Vocês vão ver mais em 2015″, foi o que eles disseram. E deixaram a gente chupando o dedo com esse trailer que não diz nada.

The Sims 4: Trailer | Gameplay (Lançamento: 2 de setembro)

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Não posso falar mal de The Sims porque sou minoria nesse blog de pessoas amantes de The Sims, então yeeey, The Sims, uhul! etc etc (nossa, eu tenho quase certeza de que essa parte do post vai ser censurada ou sofrer uma intervenção hahahaha). (Tassi: PORQUE É O MELHOR JOGO DA VIDA (hahaha got it?). Não, sério, eu to esperando esse jogo há tanto tempo e ELES COLOCARAM O OBAMA NO TRAILER E O CARA MORRE DE RISADA OMG MELHOR JOGO)

Battlefield: Hardline: Gameplay | Trailer (Lançamento: ??)

battlefield-hardline

Todo mundo sabe que a) a história de Battlefield não importa, e b) o multiplayer dele sempre é muito bom. Então estou com expectativas altas, bem altas. Até porque o BF 4 tem gráficos excepcionais.

Dragon Age: Inquisition: Trailer | Gameplay (Lançamento: 7 de outubro)

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NOSSA SENHORA DOS DRAGÕES ABENÇOADOS, QUE TRAILER É ESSE?!!!11 Sério, eu tô estarrecido com essa mulher tocando ao vivo na E3 enquanto o trailer passa e esses cenários e esses dragões e eu tô arrepiado demais. E ESSE GAMEPLAY, O QUE COMENTAR? NÃO TEM O QUE COMENTAR! SÓ TEM O QUE ESPERAR ANSIOSAMENTE POR ESSE JOGO D: D:

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Bom, nesse post é só tudo isso. Amanhã a gente volta com a Sony (que teve coisa demais ontem pra caber nesse post gigante) e a Nintendo. E aí, o que achou? Ansioso pra algum game? Deixamos de falar de algum? Quais que vocês estão esperando mais? Comentem aí!

PS: Se alguma data de lançamento estiver errada e te der vãs ilusões de que o jogo que você quer vai sair antes da data real de lançamento dele, a culpa é toda do Gamespot.