Nem Um Pouco Épico

Resultado: Teorema de Capas!

Oi, gente!!

yes nerdfighter
Finalmente o post com o resultado mais aguardado desde a escolha do próximo papa!!!!!!
Não vou enrolar, eu prometo.

Antes de mais nada eu queria agradecer a todo mundo que participou! Tivemos 81 emails e muito mais capas do que isso! A escolha foi beeem difícil, viu? Se eu pudesse, premiava todo mundo! Aliás, eu tenho alguns kits sobrando, então em vez de premiar cinco pessoas, vou premiar oito. Isso mesmo: temos OITO vencedores 🙂

Para saber quem foram – e ver as capas, é só abrir o post completo!
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#TeoremaJohnGreen – Nerdfighteria: O que é? O que come? Como se reproduz? Onde vive?

Selo-Semana-John-Green

Antes de mais nada, quero esclarecer que na semana #CulpaDoJohnGreen, a Marina fez um post no Literalmente Falando (da Iris) sobre o que são os Nerdfighters (você pode ler esse post aqui).

Gente, GENTE.

A Marina fez uma monografia sobre comunidades virtuais e focou na nerdfighteria.

ELA. FOCOU. NA. NERDFIGHTERIA. 

(repetindo com capslock e pausa para que vocês tenham consciência de que meu post sobre a comunidade não chegará nem aos pés do dela, então, DIMINUAM AS EXPECTATIVAS DE VOCÊS. HUMPH.)

Agora que estão todos avisados e preparados, vamos ao que interessa.

O que é a Nerdfighteria? A Nerdfighteria é uma seita comunidade criada pelos os irmãos John e Hank Green através do vlog deles no Youtube (vlogbrothers).  As pessoas que

(não sei de quem é a imagem, mas gostei muito dela e estou usando XD)
(não sei de quem é a imagem, mas gostei muito dela e estou usando XD)

compõem essa comunidade não são feitas de ossos ou pele ou músculo, mas sim, feitas de Maravilha sou uma mulher maravilha (!!!) e, essas pessoas, são conhecidas como Nerdfighters. O principal objetivo da Nerdfighteria e, consequentemente, dos nerdfighters é lutar contra o World Suck (ou As Coisas Ruins do Mundo, como eu gosto de chamar).

Como a Nerdfighteria se reproduz? Este é um questionamento extremamente relevante e interessantíssimo, considerando que a Nerdfighteria cresce mais e mais a cada dia que passa. A Nerdfighteria cresce através da reprodução dos nerdfighters e existem vários fatores que levam ao nascimento de um nerdfighters:

1. Fator biológico: Um-Nerdfighter encontra Outro-Nerdfighter e eles se amam muito, então Um-Nerdfighter planta uma sementinha dentro do Outro-Nerdfighter e nove meses depois, nasce um Bebê-Nerdfighter. Mas há outro forma de reprodução biológica, Um-Nerdfighter junto com Outro-Nerdfighter e, juntos, eles decidem que estão preparados para adotar e amar um Bebê-Nerdfighter.

2. Fator “eu quero ser, eu sou”: Como o próprio nome do fator diz, tudo o que uma pessoa precisa para ser um nerdfighter é apenas querer. Se você quiser ser um nerdfighter, você automaticamente VIRA um nerdfighter e voilà! (mas tem que lutar contra o World Suck, hein!!) (querer é poder na Nerdfighteria)

O que a Nerdfighteria come? A Nerdfighteria como um todo, bom, ela come. Fato. Porque até pessoas feita de Maravilha precisam se alimentar. No entanto, se você perguntar para cada criatura que compõe a comunidade (1. um nerdfighter; 2. também conhecido como, provavelmente, VOCÊ) o que ele come, você obterá as mais variadas respostas, a dieta de cada nerdfighter muda de acordo com sua região de origem e preferência alimentar. 

Onde a Nerdfighteria vive? O endereço da Nerdfighteria é:

Planeta Terra, 
Sistema Solar, 147.1
Galáxia Via Láctea
Universo – NE  (No  Edge) 

No entanto, se estivermos falando de nerdfighters específicos, bom… Isso são outros quinhentos. Isso vai depender muito de onde o tal nerdifighter mora, mas eles basicamente podem ser encontrados em qualquer lugar do mundo.

No Brasil é possível encontrar  nerdifighters em qualquer lugar do país (falo seríssimo. Tem um nerdfighter que mora no Acre. De verdade. Ele é uma pessoa que existe mesmo. Assim como Acre existe, mas vocês entenderam o ponto). E há até uma comunidade virtual para os nerdfighters brasileiros no facebook onde nerdfighters do país trocam ideias, arranjam novos amigos, combinam saídas e fazem o possível para diminuir o World Suck. =D

(acho que agora é a hora em que o Globo Repórter se encerra e eu começo a falar sobre algo de forma séria sobre algo muito, mas muito legal sobre a Nerdfighteria Brasileira)

A comunidade brasileira dos nerdfighters é tão unida, que um dos próprio John Green fez  um vídeo sobre a Nerdfighteria Brasileira à pedido da Erika  (ele SEMPRE pronuncia o sobrenome das mais variadas formas para tentar acertar. Pobre Erika. Aliás, ela é a Charizard do Nerdfighters Brasil):

O vídeo é grande e, infelizmente, não tem legendas, mas em resumo, ele comenta que dentro de tantas pequenas comunidades dentro da própria Nerdfighteria, nós, nerdfighters brasileiros, conseguimos nos destacar por sermos um grupo relativamente grande e bastante unido.  Ele destaca que achou muito legal o fato de termos um feito um grupo de pressão (ou “lobby”, como o John chamou XD) para que “Quem é você, Alasca?” fosse publicado no Brasil e termos feito o possível e o impossível para que “A Culpa é das Estrelas” fosse um sucesso grande o suficiente para que outro livro dele fosse publicado (não, ninguém foi comprado para divulgar o livro, como disseram as más línguas. Praticamente ameaçamos a Intrínseca para poder fazer a #CulpaDoJohnGreen no ano passado): “O Teorema Katherine”. 

(PARABÉNS, SEUS LINDOS, NÓS CONSEGUIMOS!!!)

(okay, a Intríseca já tinha comprado os direitos dos livros do John, no entanto, ter os direitos não é o mesmo que publicar. Tem várias editoras que fazem isso por aí, comprar os direitos e não publicar os livros)

Mas vamos deixar claro que o John ter falado abertamente da comunidade brasileira não quer dizer que somos melhores ou que ele goste mais da gente do que dos outros, okay? Porque, oi, não somos. Ninguém melhor que ninguém e quem acha o contrário está propagando o World Suck e está agindo como um anti-nerdfighter. O que o John está querendo dizer nesse vídeo é que a união faz a força e ele ficou genuinamente surpreso que o impacto dele tenha chegado no Brasil, basicamente, mas não com as mesmas palavras e tals.

Ugh.

Vou parar por aqui, porque se eu continuar vou escrever um livro sobre como a Nerdfighteria, os nerdfighters, os irmãos Grimm Green são lindos e como eu acho maravilhoso quando as pessoas se unem para conseguir as coisas boas que elas desejam e como todo mundo deveria ser unido assim! <3

Esse é o último dia desse especial e espero que tenham gostado! O próximo post vai ao ar às 17h no Literalmente Falando e o resultado da promoção vai sair às 20h no Este Já Li!

#TeoremaJohnGreen – A Culpa é das Estrelas (e as resenhas)

Selo-Semana-John-Green

Quarto (e penúltimo) dia do especial e a saudade começa a chegar. Mas, enquanto o especial ainda está acontecendo e podemos aproveitar, que tal falar sobre “A Culpa é das Estrelas”?

Foi esse o livro que fez o John Green ter muito destaque tanto lá fora quanto aqui. Depois que a Intrínseca lançou o livro, em julho do ano passado, o número de leitores e o de membros da nerdfighteria brasileira só tem crescido.

No especial do ano passado, falamos diversas vezes o quão bom é esse livro, mas não custa relembrar. Se você ainda não leu, confira as opiniões de diversos fãs do autor (e quem já leu, compartilhe a sua!):

“OK. OK. Esse é um daqueles livros. Sabe? Um DAQUELES. Que vão além das palavras. (…)

É um livro cheio de frases impactantes. O John Green é mestre nisso. Em escrever livros cheio de frases que logo viram tatuagens, camisetas, posters, arte de tumblr, etc. Normalmente, isso me irrita em um escritor. Uma frase impactante aqui ou ali é sempre bem-vinda, mas o tempo todo… é meio que muita prepotência? Não sei! De um jeito ou de outro, com o John eu não me importo, porque eu sei como ele é na vida real (e por vida real, é claro que eu me refiro aos seus vídeos no youtube). Então, é. Se você é dessas pessoas que adoram esse tipo de frase, The Fault In Our Stars vai te deixar MUITO satisfeito.”

Dayse

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#TeoremaJohnGreen * – Os Anagramas (e outras peculiaridades da narrativa)

Selo-Semana-John-Green

Segundo dia (Adeus digno!), estou empolgadíssima, DÁ PRA PERCEBER?

Katherines é o meu favorito do John, principalmente porque ele é o mais INTERESSANTE de ler, não só por ser engraçado e peculiar, mas por ser praticamente interativo. Ele reutiliza muitas das mesmas palavras e frases em formas de anagramas (não só os que são evidenciados pela narrativa, mas também coisas que estão simplesmente lá). Admito que ainda não li o livro traduzido, então não sei quanto disso mudou, mas levando em consideração o tanto que a tradutora estava em contato com o John, estou inclinada a acreditar que a tradução ficou tão boa quanto o original. (O que significa que essa tradutora merece algum prêmio. Existe algum prêmio para tradutores? Devia existir. Podia ser chamado Prêmio Monteiro Lobato, que traduzia livro em voz alta enquanto alguém escrevia. Vocês sabiam dessa? Traduzir livro em voz alta é super difícil, eu já tentei, quando queria compartilhar algum trecho engraçado do livro que estava lendo, e tentava traduzir simultaneamente enquanto lia e gaguejava e ficava horrível e fazia a história inteira perder a graça. Enfim, traduções bem feitas merecem prêmios!)

(Certo, perdão por ter saído do assunto, voltando)

Anagramas! Vocês já pararam pra pensar no tanto que a ideia de ANAGRAMAS é legal? Tipo, criar várias coisas com algo limitado que lhe foi dado? Vocês param pra pensar no tanto que a gente para pra desejar “nossa, podia tanto ter um S extra” ou “só precisava de mais um L…” sendo que existem vários programas que criam milhares de possibilidades com exatamente o que você lhes fornecer. É MÁGICO! Uma ótima lição de vida. Basicamente uma versão literária (linguística?) de “se a vida lhe der limões, faça limonadas” (ou algo assim).

É uma boa analogia pra Colin do livro também, que está tão desesperado pra ser mais, ter algum valor, criar algo novo, sendo que ele pode fazer tanto com o que já tem.

Enfim, o motivo de John ter apresentado anagramas como um dos personagens principais da história é porque ele escreveu um projeto na faculdade que envolvia várias histórias. Uma dela chamava An Abundance of Katherines, e o personagem principal era mestre em anagramas, e aí a ideia ficou presa na cabeça dele (apesar de a história ter mudado muito quando ele finalmente decidiu escrevê-la como um romance). Enfim, não é uma das curiosidades mais fascinantes que existe, mas there you go.

(site favorito do John pra gerar anagramas)

Outro grande elemento desse livro são as notas de rodapé, que é uma das minhas coisas favoritas em livros em geral. É tão legal, quando o narrador começa a ter praticamente um monólogo informativo de coisas que têm a ver com a história, mas não são exatamente de grande relevância. Principalmente se for um narrador em terceira pessoa. Ele ganha toda uma nova vida, quase se torna um personagem na história. Essa é também a opinião do John, e por isso ele quis usar tantas notas de rodapé (ele inclusive menciona bons exemplos de notas de rodapé, como Infinite Jest do David Foster Wallace e Ruby Oliver da E. Lockhart).

Daí tem toda a coisa envolvendo matemática que não vou nem arriscar comentar muito sobre, porque nunca foi meu assunto favorito (ironicamente, eu era a pessoa que ajudava meus amigos nessa matéria na época de escola, porque meu pai formou em matemática e me ensinava todos os macetes para deixar os exercícios mais fáceis. Às vezes professores não gostavam de aceitar algumas respostas minhas nas provas deles, porque eu não tinha feito da forma que eles tinham ensinado. Daí meu pai ia na escola reclamar, e um professor em particular começou a fazer questões que diziam “USANDO O MÉTODO ENSINADO EM SALA, RESOLVA AS EQUAÇÕES” o que eu achava bastante engraçado, mas acabava deixando em branco, porque eu não estava prestando atenção à aula quando o professor estava ensinando tal método.)

(Wow, Dayse, pare de ficar mudando de assunto)

Enfim, posso dizer UMA coisa sobre as matemáticas do livro, e é o seguinte: o cara que ajudou o John a inventar as equações pro teorema é agora um político. Por algum motivo acho isso incrivelmente engraçado.

Uma última coisa que acho legal sobre processo de criação de Katherines: quando ele foi indagado sobre a credibilidade de uma pessoa ter namorado dezenove meninas com o mesmo nome, ele respondeu dizendo que a intenção dele nunca foi ser realista. Ao contrário, ele sempre achou mais interessante livros que são magicamente realistas. Sabe, aquelas histórias que poderiam ser de verdade, mas… não podem ser de verdade? Então. Eu acho isso uma coisa tão interessante, porque a gente quer encaixar coisas em rótulos assim que entramos em contato com ela, e é bom ser lembrado que uma história “realista” é tão fantasiosa quando uma história “fantástica”. O que é “real”, de qualquer maneira? O que é “fantasia”? DILEMAS! DISCUSSÕES! FILOSOFIAS! Etc.

you're never gonna stop asking

Enfim. Aproveitem Katherines. E aproveitem a semana! Se vocês já leram o livro ou não se importam com spoilers, John responde MUITAS curiosidades aqui.

beijos!

*Renegar Monte Hoje!

#TeoremaJohnGreen – O Começo (E os prêmios :P)

Selo-Semana-John-Green

 

A essa altura do campeonato eu espero que você já tenha visto que o especial para promover o lançamento de O Teorema Katherine começou! Esse é o último post do dia! 🙂
No ano passado, nós fizemos uma semana especial dedicada à A Culpa é das Estrelas, quando o livro foi lançado. Agora, nós vamos fazer algo parecido para Katherines. A Iris falou um pouco sobre o início da ação aqui!

Vai funcionar como no ano passado: a partir das 16h, a cada hora teremos um post relacionado ao livro e à ação em um dos blogs principais. Também temos mais 11 blogs pela blogosfera adicionando conteúdo e trazendo mais curiosidades para vocês!!!

Hoje já tivemos postagem em todos os blogs principais: o Who’s Thanny nos contar um pouco mais sobre o livro e as meninas do Brincando com Livros  postaram a sua opinião a respeito da Leitura. A Ceile, do Este Ja Li, postou um compilado de todas as promoções e agora, aqui no NUPE, nós vamos mostrar para vocês os KITS!

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Todo mundo que participar das promoções durante essa semana vai ganhar esse kit aí em cima. Sabe o que tem nele?

  • Um exemplar de O Teorema Katherine (e não dois como na foto, mas ok)
  • Bottons
  • Um potinho cheio de imãs com palavras (sabe, palavras são importantes no livro!!)
  • Uma caixa do livro
  • Uma bolsa LINDA LINDA LINDA da Intrínseca na cor azul A Culpa é das Estrelas.

Durante toda a semana existirão várias oportunidades para que vocês possam ganhar um deles! Ao usar a hashtag #TeoremaJohnGreen no twitter você estará concorrendo a kits, que serão sorteados a cada dois dias. Além disso, todos os blogs participantes sortearão kits, então fiquem de olho.

Nossa promoção é super legal: você vai ter que fazer uma capa para Katherines! Isso mesmo!

Exemplo de capa feita pro concurso
Exemplo de capa feita pro concurso

Para quem não sabe, a capa que a Intrínseca usou foi escolhida pela Penguin por um concurso aberto aos fãs. Todo mundo podia enviar sua versão da capa do livro e a vencedora foi Sarah Turbin, de 17 anos! Se ela pode, você também pode! Para participar é basta seguir os passos abaixo:

  1. Faça uma capa! Não precisa ser a capa e a contra capa, pode ser só a parte da frente. Pode ser editado no paint, no photoshop, pode ser desenho, pode ser foto, pode ser qualquer coisa! O que importa é que seja criativa e tenha a ver com o livro
  2. Fez a capa? Ótimo! Então a envie para teoremajohngreen@gmail.com com o título TEOREMA DAS CAPAS
  3. Vocês tem até QUINTA-FEIRA, dia 28, às 23:59 para enviar isso!
  4. As CINCO melhores capas levam um kit. A melhor de todas leva um kit e um livro do John Green a sua escolha, seja ele em inglês ou em português (e que não seja O Teorema Katherine).

E é isso! 🙂 Nos acompanhem durante a semana! Amanhã temos um dia cheio de curiosidades sobre essa penca de Katherines 🙂

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