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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (3D)

Em Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, o diretor Luc Besson entrega um filme não tão diferente do universo que está acostumado a trabalhar em suas produções, contudo, a película não chega ao nível de nenhuma das suas anteriores (Lucy e O Quinto Elemento). Pelo contrário, entedia o espectador e traz um casting deslocado em seus personagens.

A aventura romântica com um quê de scifi é levemente baseada no sexto quadrinho da série ‘Valérian e Laureline’ (1967), de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières. Ali o jovem Valérian é um agente que viaja no tempo e tem como companheira de missão a gatérrima Laureline, por quem ele vive jogando seus charmes. A dupla tem a missão de defender a terra e seus planetas aliados contra o interesse e a ganância de bandidos intergaláticos.

No Elenco, Clive Owen, Dane DeHaan, Cara Delevingne, Herbie Hancock, Kris Wu,Sasha Luss, Sam Spruell, Ethan Hawke e Rihanna.

A modelo, e agora atriz, Cara Delevingne, vive ‘Laureline’ e o ator em ascensão, Dane DeHaan, interpreta Valerian.

Alien: Covenant, de Ridley Scott

Em ”Prometheus”, de 2012, o universo Alien voltou a ser explorado pelo renomado cineasta Ridley Scott. Uns gostaram me inclua ai, outros nem tanto e alguns nem deram bola, entretanto, a produção foi relevante para que Scott se aventurasse a visitar seu passado glorioso (quem nunca?), já que ‘Alien, O Oitavo Passageiro (1979)’ é um dos mais aclamados filmes de ficção científica de todos os tempos e também o debut comercial do diretor.

Prequel do longa de 79, Prometheus foi estrelado por Michael Fassbender, Noomi Rapace, Idris Elba e Charlize Theron e seguia a jornada de um grupo formado por arqueólogos, cientistas, entre outros, que saem em busca de respostas sobre a existência da humanidade pelo universo. Patrocinada pelas indústrias Weyland,a missão tinha como líder a cientista Elizabeth Shaw (Rapace), o piloto Janek (Elba), a capitã Meredith Vickers (Theron) e contava também com o auxilio do androide David (Michael Fassbender) e etc. Ao fim daquela caçada, claro, o time encontra um destino fatal com o despertar de um ser desconhecido e somente Elizabeth e David (Michael Fassbender) conseguem escapar e prosseguir viagem.

Os fãs xiitas de ‘O Oitavo Passageiro‘ não entenderam (ou não quiseram entender) que a nova empreitada de Scott não era uma sequência ao seu primeiro filme e ficaram tão possessos que o xenomorfo original (espécime criada com a série) não aparecia na produção que xingaram muito no twitter demandando uma continuação. Cinco anos mais tarde, o que Scott faz? Atende o desejo dos frustrados de plantão e lança ‘Alien: Covenant‘.

E o enredo corre assim: a nave covenant, diferente de ‘Prometheus’, é desenhada para seguir em missão de colonização até chegar a Oregae-6. Porém, após um incidente a tripulação é acordada antes do tempo e mudam a rota original, após um planeta, aparentemente, habitável surgir no radar. Com Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir, Carmen Ejogo, Jussie Smollett e James Franco, no elenco, e roteiro de John Logan e Dante Harper, o filme tem estreia mundial esta semana.

Os atores Michael Fassbender, Guy Pearce e Noomi Rapace, que aparecem em Prometheus, voltam a reprisar seus papéis aqui.

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Tripulantes da nave Covenant confraternizam antes de entrarem em estado de ‘hibernação’.

Vida

Em ‘Vida’, ficção cientifica dirigida por Daniel Espinosa (Crimes Ocultos), seis astronautas de distintas nacionalidades são enviados a uma estação espacial para uma missão ultra especial: estudar amostras coletadas em Marte por um satélite. Já viu isso antes? pode ser que sim (risos nervosos).

No elenco, os machos alfa Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds contracenam com Rebecca Ferguson, Hiroyuki Sanada, Olga Dihovichnaya e Ariyon Bakare.

A película entra em cartaz hoje (20).

A Chegada, de Denis Villeneuve

A nossa realidade angustiante de nações dividas, no que se refere a votação de eleições presidenciais, saída ou não de blocos econômicos e até mesmo da questão dos refugiados, é  o reflexo claro de que não há respeito ou apreço pela ideia alheia, somente confronto de opiniões e ruídos na comunicação. Uma pena, pois a falta de cooperação retarda ainda mais a construção de um mundo melhor. Mas é onde a vida falha que a arte surge para lhe dar novo significado. E o lançamento da Sony Pictures para esta quinta-feira(24), ‘A Chegada‘, ficção científica dirigida pelo canadense Denis Villeneuve (Sicário), tem sim esta missão.

No longa, é proposto ao espectador quase duas horas de reflexão sobre uma gama de temas complexos e, como mencionado antes, a comunicação entre os seres humanos é um deles. Mas Villeneuve vai além e brinca com a ciência, com o misticismo e diz com clareza ao público: abram os olhos. O enredo é uma adaptação do short-story ‘A História da sua vida e outros contos, de Ted Chiang‘, onde a especialista em linguística Louise Banks (Amy Adams) tem um encontro com seres interplanetários, após ser procurada por militares do governo norte-americano para traduzir sinais e desvendar se a chegada de alienígenas ao planeta representa uma ameaça ou não para a humanidade. Durante o trabalho de tradução, a Dra. tem ainda o auxilio do físico Ian Donnely (Jeremy Renner). Juntos eles correm contra o tempo para desvendar o porquê doze naves aliens estão ‘estacionadas’ em países ao redor do globo e torcem para que a mensagem final não leve ao conflitos entre eles e a raça humana.

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As naves alienígenas representam não só referências ao mundo do cinema, como também, se assemelham a lentes de contato

O filme trabalha com narrativa não-linear. Ou seja, em diversos momentos, ele se interrompe, para contextualizar acontecimentos importantes e estes dizem respeito a vida da personagem de Amy Adams. Quando os aliens chegam a terra, a acadêmica ainda está em sala de aula. Aliás, naquele momento Banks explica aos alunos sobre a origem das línguas tidas como românticas, e olha que intrigante, ela menciona o português e detalha uma leva de informações sobre o idioma. Ali a conexão da fala da personagem faz uma ótima alusão a linguagem alien. Esta que a Dra. desconhece, mas é requisitada a estudar junto ao físico Donnely (Renner). Ambos trabalham não só com a equipe estabelecida em solo estado-unidense como também com os outros onze times ao redor do mundo. Afinal, descobre-se que aqueles visitantes querem algo muito além do que guerra.

Star Trek – Sem Fronteiras (3D) entrega muita diversão aos fãs

Este ano a série ”Star Trek” (ou ainda em bom português: Jornada nas Estrelas), está comemorando 50 anos. Sua trama acompanha as aventuras do capitão James T. Kirk e a tripulação da nave Enterprise em explorações grandiosas pelas galáxias. O grupo faz parte da frota estelar responsável pela defesa da Federação dos Planetas Unidos (Estado federal interestelar que reúne mais de 150 planetas-membros e também colônias).

Criada por Gene Roddenberry e estrelada pelos atores Leonard Nimoy, DeForest Kelley, Nichelle Nichols, James Doohan, Eddie Paskey, George Takei, Walter Koenig e William Shatner, a produção foi um sucesso na tevê, o que acabou a levando também para os cinemas e a fez grudar na mente e no coração de gerações pelo mundo todo (opa o/). Mesmo aqueles que pensam não conhecer, têm alguma noção de sua existência. Os novinhos, por exemplo, com certeza já devem ter visto Sheldon (o nerd mais amado das séries de tevê) declamar o seu amor por Spock, personagem de Nimoy.

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Em Big Bang Theory, Sheldon (Jim Parsons) não só tem um amigo com o nome de Leonard como também joga a brincadeira ‘papel, pedra e tesoura’ com mais uma opção, e esta última é em homenagem à Spock.

Para a alegria de grande parte dos terráqueos (bis no opa o/), o universo de Jornada nas Estrelas entrou no radar do produtor mais geek dos tempos atuais: J.J. Abrams. Ele que sempre está metido em projetos com a temática sci-fi conseguiu reintroduzir a dupla Kirk e Spock em um contexto ainda mais moderno – personagens estes que ganharam a interpretação dos atores Chris Pine e Zachary Quinto.

O que vimos nos dois primeiros filmes desta nova franquia produzida e dirigida por Abrams? resuminho básico:

  • Star Trek (2009) mostra como Kirk inicia seus treinamentos para se tornar capitão e do desafio que sente em seguir os passos do pai, somos apresentados ao grupo, vemos o bromance de Kirk e Spock crescer e temos um conflito satisfatório com um vilão vivido por Eric Bana.

  • Já em ‘Além da Escuridão’, lançado em 2013, toda a tripulação da Enterprise tem de lutar contra um mal dentro da ‘própria frota estelar’, da qual faz parte, e lidar também com um Benedict Cumberbatch raivoso e letal.

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O que esperar então de ”Star Trek: Sem Fronteiras”, estreia dessa quinta-feira (01)?

Bem, o filme chega com três anos de diferença do seu antecessor e não tem mais Abrams na direção. MAS ACALMEM SEUS CORAÇÕES, que apesar de a direção ser do irreverente Justin Lin (Velozes e Furiosos 6), J.J. continuou supervisionando tudo e o elenco também está de volta em peso, exceto por Alice Eve, que viveu Carol Marcus no segundo filme (e o chato é que não houve nenhuma explicação do porquê ela não retornou, todavia, sobrevivemos bem sem ela).

Enfim, desta vez, o capitão Kirk (Chris Pine), o primeiro oficial Spock (Zachary Quinto), a tenente Uhura (Zoe Saldana), o Doutor McCoy (Karl Urban), o piloto Sulu (Johtumblr_oaxkvqBka31s3rdxdo1_250n Cho), o resolve tudo, Scott (Simon Pegg), e também Chekov (Anton Yelchin), estão fazendo uma exploração em territórios desconhecidos e entram em atrito com a raça do lugar por causa de um artefato valioso. Quando conseguem escapar dali, retornam a Federação e recebem um pedido de socorro de uma estranha chamada Kalara (WIlson). O que mal sabem eles é que tal ajuda os colocará de frente com o perigoso Krall (Idris Elba), um inimigo misterioso da Federação que está interessado no artefato que a equipe de Kirk mantém guardado na Enterprise. Assim, eles precisam logo encontrar uma forma de driblar o vilão e para isso se aliam a  guerreira Jaylah (Sofia Boutella), sobrevivente das torturas de Krall que talvez saiba como derrotá-lo.

Seriados…

É fato que a Valéria vê muito mais séries do que eu. Ela inclusive fez aquele post super legal das séries britânicas e fica me ligando e mandando eu assistir vários seriados. Normalmente, demoro um ano ou dois (ahahah) para começar a ver. Supernatural, por exemplo. Só comecei a assistir antes da quarta temporada depois de três anos de Valéria dizendo “assista…” e eu respondendo “tenho medo!11!!”.
Raramente acontece o contrário – eu começar a assistir uma série e recomendar para ela. Consigo me lembrar só de Doctor Who e Raising Hope no momento.

Enfim, essa é a semana em que a FALL SEASON começa nos Estados Unidos. Faz uns dois anos que tomei o costume de pegar algumas séries que me interessam e ver os pilotos para ver se eu continuo assistindo. Em geral, mantenho duas ou três séries em que acompanho episódio a episódio e o resto eu deixo para assistir quando tiver mais de uma temporada. O meu problema todo é que eu gosto de ver os episódios juntos. Acho chato demais ter que esperar uma semana (ou até mais, em tempo de hiatus) para continuar a história e sempre acabo esquecendo um ou outro detalhe do episódio anterior.

Atualmente, acompanho GLEE (não sei se vou continuar acompanhando) e RAISING HOPE. Só que dessa vez, tem um monte de série nova estreando aí que me chamou a atenção, então devo colocar uma ou duas a mais na minha lista. Querem ver quais são as candidatas?

THE SECRET CIRCLE

É baseada num livro da LJ Smith, O Círculo Secreto, que será lançado aqui pela Galera Record ainda esse mês. Assim como fiz com Vampire Diaries, vou dar uma chance. Se for uma bola de chatisse, eu paro. (Parei VD no episódio 9 da primeira temporada). Talvez tenha sido idiota abandonar TVD, porque disseram que a segunda temporada ficou muito legal e tudo o mais, então algum dia eu vou dar uma chance (tipo nas férias), nem que seja para pular as parteZZZzzzZ e só ver o Damon.
Ao contrário de TVD que tem um ator liiindo pra fazer a gente ver, Secret Circle não tem isso. Mas é sobre BRUXAS! E como uma boa garota que assistia Charmed, eu tenho que dar uma chance, né?
Abaixo veja uma promo e a sinopse. O piloto já foi disponibilizado para download gratuito via Itunes, como fizeram com THE NEW GIRL.

Sinopse (feita por mim): A mãe de Cassie morre e ela tem que se mudar para uma cidadezinha (sempre) do interior para morar com a sua tia (é isso?). Lá, conhece um grupo de pessoas batutas que parecem ter PODERES MÁGICOS!1111! e acaba descobrindo que nem tudo o que a sua mãe contou para ela é verdade… ela é uma BRUXA!! E tem alguém querendo usar a ela e a seus amigos para coisas malígnas…

THE NEW GIRL

ZOOEY DESCHANEL. IRMÃ DA EMILY DESCHANEL. VOCALISTA DO SHE AND HIM. AQUELA QUE DANÇA COMO UM PEIXE. A TRILLIAN DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS.
Acho que não preciso dizer mais nada sobre essa série, né?

Hunm? Você está esperando aquela hora em que eu digo “tudo bem, eu vou dizer”? Tá, se você insiste, lá vai: já vi o pilot. Ela vai ficar na minha lista por pelo menos uns 5 ou seis episódios ou 25 ou 100. Não veja esperando OH-MEU-DEUS-QUE-ÉPICO e sim “hahahaha, HAHAHAHA, que ridícula!”, que nem Raising Hope. Aliás, é da Fox e, se for como Raising Hope, cada episódio só vai ficar melhor. Um dos problemas do piloto foi que a preview mostrou quase todas as cenas muito engraçadas, então tirou um pouco da diversão, mas nada demais. E eu já aprendi que nessas séries, a premissa ser capenga não importa muito (Citando RH novamente, a premissa dele era  “cara de 23 anos tem filha com psicopata e tem que criar ela”. Não é muito animador, né?). E só a personagem da Zooey fazer sua própria trilha sonora me cativou, porque eu também faço isso mentalmente.

Sinopse (feita por mim): Jess Day tem um fim de relacionamento traumático e acaba indo morar num apartamento com três caras diferentes, mas tão doidos quanto ela. FIIIIM 😀


TERRA NOVA

DINOSSAUROS!
Isso é a única coisa que vai me fazer ver Terra Nova. Pode ser até chocante, mas tenho um histórico de me decepcionar com séries que tem um Hype muito grande e me irrito profundamente quando ela enrola, enrola, enrola e não revela nada. Uma das coisas que gosto das quatro temporadas de Doctor Who é que as coisas são simples. Sim, há uma trama oculta, mas ninguém fica “HÁ, SOU MAIS ESPERTO QUE VOCÊ, TELESPECTADOR!” e acaba se enrolando. Infelizmente, isso tá acontecendo na quinta e na sexta, mas isso é outra história.
Bem, meu sexto sentido me diz que Terra Nova provavelmente vai ter uma vibe dessas, apesar de eu ter lido que vai ser mais focado no drama familiar. Além disso, me lembra Jurassic Park demais… Minha aposta é que eu não vou continuar vendo, mesmo tendo viagem no tempo, etc etc. Lembro como eu estava empolgada por Flash Foward e a série flopou quatro episódios depois que eu parei de ver.
Apesar disso tudo aí em cima, o trailer me empolgou MUITO, mas tenho que manter as expectativas baixas… sabem como é.

Sinopse (por mim mesma): Futuro. A Terra está zoada e eles acabam encontrando uma fenda temporal que não tem o Torchwood em cima para voltar 150 milhões de anos no tempo e realocar os humanos (paradoxo temporal?), possibilitando que eles reescrevam o seu futuro (isso é, se não forem extintos com o meteoro). A família Shannon se junta ao décimo grupo de peregrinos para voltar, cada um com seus dramas e tudo o mais. Só que eles tem um segredo que pode arriscar toda a nova colonização… e desconfiam que algumas pessoas ali estão mais dedicadas a erradicar a humanidade do que salvá-la.

AMERICAN HORROR STORY

Desde o fim de Supernatural (para mim, pelo menos), sinto falta de algo que me deixe na ponta da cadeira, mordendo os lábios de medo. Então o RYAN MURPHY vem e trás ISSO!!11! Por mais que a segunda temporada de Glee tenha se degenerado, a primeira foi até legal e, como não tem música para ele estragar, estou apostando muito nessa série. Além disso, tem uma vibe de série da HBO sem ser da HBO, então vamos esperar cenas sangrentas mas não-tão-sangrentas, além de sermos poupados de ver peitos murchos e bundas caídas a cada episódio!
Aliás, pelos trailers que sairam, achei numa vibe Horror em Amytiville encontra O Iluminado.

Sinopse (por mim):  Ben Harmon teve um caso e isso abalou as estruturas do seu casamento. Querendo recomeçar, sua família se muda para uma casa MAL ASSOMBRADA!!! (E Ben aparentemente continua chifrando sua mulher.)


(Ficou BEM sinistro com o “Os criadores de Glee farão você cantar uma nova música”, TIPO. Se você não gosta de Glee, pensa “O HORROR, O HORROR!” ahahaha. E esquecem de falar que também é do criador de NIP TUCK.)

2 BROKE GIRLS

Essa é outra que eu quero começar a ver  porque gosto da atriz principal. A Kat Dennings fez Nick e Norah e, mais recentemente, Thor (a menina do Miu Miu, sabe?). Além disso, ela é muito legal e talz. Sobre a história, apesar de ser comédia, acho que vai ser interessante por lidar com diferenças sociais e a situação dos Estados Unidos atualmente. Uma das meninas perdeu todo o dinheiro e é por isso que tem que começar a trabalhar… Quão legal é isso (para a gente que está assistindo)? E como é a mesma de How I Met your mother, esperem coisa boa!
Além disso, é feita pelos produtores de Sex in The City (que eu não vi nem vou ver, então não faz diferença para mim).

Sinopse (por mim): Uma garota que trabalha mil turnos para ter dinheiro, uma garota que é a “princesinha” e trabalha porque perdeu todo o dinheiro, uma lanchonete, cupcakes e uma amizade inusitada.


(Sinto muito, não achei legendado :/)

É isso! Você pode ver muito mais séries da Fall Season no Wanna Be Nerd, porque a Nanda normalmente assiste todos os pilotos de séries novas. Tem outras que eu quero assistir também (tipo Hell on Wheels), mas como elas só iniciam em outubro/novembro, vou fazer um post mais tarde. Além disso, acho que Hell on Wheels vai acabar entrando junto com Walking Dead nas séries que vou ver várias temporadas juntas no final.

Bem, acabamos por aqui, mas antes eu pergunto algumas coisas: vocês recomendam alguma série nova que vai lançar? Quais vocês vão assistir? E, mais importante ainda, vocês gostariam de um post semanal/quinzenal comentando dos episódios que assistimos no período??
Comentem! Respondam! Sua opinião vale ouro aqui, ahahah.