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Lino – Uma Aventura de Sete Vidas

Lino é aquele tipo de filme que tem um trailer altamente bem feito.  É coloridão, bem narrado, tem um traço profissional, divertido e vem com um gingado brasileiro de plus. Afinal, é produzido pela equipe da Startanima e têm ainda a distribuição da Fox Film. Mas não se engane. A produção não convence e segue um caminho tortuoso. Os personagens são rasos e estereotipados e a meta politicamente correta de ‘projetar diversidade’ soa como desculpa ou até um disfarce para as falhas do longa.

Na trama, um jovem chamado Lino (Mello) ganha a vida animando festas infantis vestido com uma fantasia medonha de felino. As crianças tocam tanto terror nos eventos que Lino já está de saco cheio do trabalho. Um belo dia ele conhece o feiticeiro Don Leon (Moraes) e pede ajuda para mudar seu destino, contudo, o feitiço de Don Leon torna realidade o seu pior pesadelo: virar um felino gigante de verdade. Para piorar de vez, o vizinho de Lino é Victor (Lopes), um ex-colega de escola que costumava o importunar diariamente e continua querendo atrapalhar sua vida.

Com direção de Rafael Ribas, a película conta com dublagem de Selton Mello, Dira Paes, Guilherme Lopes, Marcelo Xepa, Lupa Mabuze, Leo Rabelo, Luiz Carlos de Moraes e Paolla Oliveira.

Selton Mello dubla o personagem sem nem fazer força.

A produção entra em cartaz neste feriado de 07 de setembro.

Logan, De James Mangold

Há dezessete anos, o fruto do projeto arma-x, bem como os demais membros dos X-Men, foram levados ao cinema pela primeira vez pelo realizador Brian Singer. Desde sua primeira aparição, Wolwerine, personagem criado para os quadrinhos por Len Wein e John Romita com desenho de Herb Trimpe, é interpretado pelo ator australiano Hugh Jackman. 

Incontestavelmente um dos mutantes mais adorados do universo, a demanda crescente exigia que a jornada de Logan fosse contada a parte, ou ainda, paralela as aventuras da turma poderosa do professor Xavier e lá em 2009, com o desestruturado ”X-Men Origins: Wolwerine”, o projeto foi engatilhado, voltando depois a ser revisitado em 2013 com o mediano ”Wolwerine: Imortal”. Agora, chega-se a conclusão desta caminhada com o definitivo ‘Logan‘. Película dirigida por James Mangold (Johnny & June e Garota Interrompida) que nasce em um mundo pós ‘Deadpool’, personagem dos quadrinhos também levado aos cinemas pela 20th Century Fox que ampliou o leque de possibilidades ao modo de se fazer cinema.

O filme constrói uma linguagem que vai além do que já se foi visto antes sobre o personagem. É muito mais violento, denso, e com problemáticas reais. Afinal, ele se desliga de uma temática supérflua de heróis lutando contra o mal e abusa das impossibilidades daqueles seres em situações comuns.

Com Hugh Jackman e Patrick Stewart retornando aos seus papéis usuais de Wolwerine e Xavier, o longa tem a estreante Dafne Keen, o ator em ascensão Boyd Holbrook e os maravilhosos Stephen Merchant e Richard E. Grant.

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Estrelas Além do Tempo

Sabe aquele dia que você está em casa sem fazer nadica de nada e fala, “ah, vou ver um filme”. Seu próximo passo é, claro, buscar algo que lhe chame atenção. E, por acaso, você já viu alguma produção que trouxesse mulheres negras como o foco e, não só isso, mas que ainda questionasse o porquê da humanidade ainda não perceber que sua evolução acontece quando ela decide dar as mãos e caminhar lado a lado, sem distinção de gênero, cor ou classe? Uma película com esta proposta lhe chamaria atenção?

Presume-se que uma parcela significante de pessoas ficariam interessadíssimas.

Pois bem, adaptado a partir do livro ”Hidden Figures: The Story of the African-American Women Who Helped Win the Space Race”, escrito por Margot Lee Shetterly, o longa Estrelas Além do Tempo expõe, com muita lucidez, o trabalho feito por uma equipe de cientistas, formada por mulheres afro-americanas, ao ajudar o homem, durante a Guerra Fria, a chegar ao espaço. Mais precisamente ajudar a NASA, agência espacial estadounidense, a ganhar a corrida e passar a frente da agência russa.

O longa tem direção de Theodore Melfi (Um Santo Vizinho), conta com Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe nos papéis principais, e aparece listado entre os indicados ao Oscar 2017 em três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Coadjuvante para Spencer. Ademais, levou o prêmio de Melhor Performance de um Elenco em um Longa-Metragem no Sag Awards 2017 (nos últimos anos, todos as produções que ganharam esta categoria no Screen Actors Guild também foram vencedoras do Oscar de Melhor FIlme).

Estrelas Além do Tempo estreia hoje em circuito nacional.

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X-Men Apocalipse e a maldição do terceiro filme

Se existiu um desenho de super-heróis, nos anos 90, que fazia a cabeça da galera, um deles, na certa, era o da turma liderada pelo Professor Xavier. Inclusive, uma quantidade gigantesca de fãs, ao redor do mundo, vivia-se perguntando quando os heróis finalmente atingiriam outros espaços. Como exemplo, o cinema.

Lá pelo inicio dos anos 2000, o diretor Bryan Singer foi um dos responsáveis em lutar para levar os mutantes, mais adorados do universo, para as telas. E tal atitude foi muito bem recebida. Aliás, X-Men (2000) e sua sequência, X-Men 2, de 2003, trouxeram força e eloquência, segundo grande parte dos críticos, tanto como obra audiovisual quanto verossimilidade com as HQ’s, contudo, com o afastamento de Singer do projeto (para fazer um longa bem suspeito do idolatrado homem de aço), o terceiro filme da série não conseguiu ter o mesmo efeito de seus antecessores. Pelo contrário, foi e é visto como um dos piores heroflicks até hoje.

Em 2011, Singer retornou a base sólida do projeto ‘X-men’ (haters gonna hate) e escreveu o roteiro do notável ‘X-Men: Primeira Classe‘. Já em 2014, assumiu a direção de ‘X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido‘ e este ano conduz novamente a trupe em: ‘X-Men Apocalipse‘.

Nesta nova empreitada, o roteiro é de Simon Kinberg e leva os mutantes a conhecer um de seus ancestrais. O poderoso e ambicioso En Sabah Nur (aka Apocalipse) que é interpretado pelo ator Oscar Isaacs (Star Wars: O Despertar da Força). Apoxmen-apocalypsecalipse, na verdade, retorna  de seu sono da beleza com planos de mergulhar o mundo em uma guerra sem fim para garantir a supremacia de sua ‘raça’ e a manutenção de seu poder. Para tanto, ele escala um time potente de mutantes, os chamados ‘Quatro Cavaleiros’, entre eles: Ororo Munroe/Tempestade(Shipp), Magneto (Fassbender), Psylocke (Munn) e Angel (Hardy). A treta se eleva (ainda mais) quando Nunuzinho poderosão, opis, En Sabah Nur, tem conhecimento dos poderes psico-fo&&& de Xavier e de seu super projeto com Hank MacCoy, intitulado de ‘Cérebro’.

À parte a isto, os alunos de Xavier, Jean Grey (Turner), Scott Summers/Ciclope ( Sheridan), Hank MacCoy/Fera (Hoult) se juntam a Peter Maximoff/Mercúrio (Peters), Mistica (Lawrence), Noturno (Kodi Smit-Mcphee) e a agente da SIA Moira Mactaggert (Byrne) para tentar apaziguar os ares e trazer Xavier de volta, já que Nunuzinho o rapta, pois acredita que os talentos do professor estão sendo mal aproveitados.

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Um sonho, dois amigos e aquela vontade de sair ” Voando Alto”

Michael Eddie Edwards (Taron Egerton) sempre teve um sonho: participar dos Jogos Olímpicos. Contudo, quando criança, o jovem, além de usar óculos, sofria também de problemas no joelho e tais fatores faziam com que poucos acreditassem que ele chegaria a vingar em algum esporte (ou brilhar em um evento tão grandioso como o das Olimpíadas algum dia). Não obstante, a perseverança do rapaz o levou mais longe do que ele próprio imaginara quando conseguiu uma vaga na equipe de ‘salto de esqui’ para participar dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988 em Calgary, no Canadá.

Baseado em uma história real, a Fox Filmes traz para o público o longa ‘’Voando Alto’’. Uma película com direção de Dexter Flechter que tem no elenco Taron Egerton, como Eddie e também o multifaces, Hugh Jackman,interpretando seu treinador.

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Toda a jornada do atleta é impulsionada pela decisão do conselho Olímpico britânico em dispensá-lo da equipe de esqui e, logo que isto ocorre, Eddie sai em busca de uma nova categoria no esporte e encontra o salto! Uma alternativa um tanto quanto desafiadora para ele, devido a grande altura das rampas e o seu pouco treino.

Mas com todo o seu charme e encanto, o moço chega as mãos certas do durão Bronson Peary (Hugh Jackman), um ex-esportista que enfrentou problemas de disciplina em sua época de atleta e tem toda a prática e técnica que Eddie necessita. Porém, o inglês terá de lutar tanto para melhorar no esporte como para ter a ajuda de Peary.

O encantado mundo chinês ( e toda sua filosofia +) faz valer a experiência de Kung Fu Panda 3 em (3D)

 

Dia 03 de março a turma do panda Po está de volta aos cinemas e promete divertir o público infantil  com uma aventura cheia de ótimas referências chinesas e um universo ainda mais colorido.  Bem estruturado e com um realce sublime, Kung Fu Panda 3 (3D) esbanja autoconhecimento de sua própria jornada e continua mandando ver nas coreografias de Kung Fu.

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Nesta terceira empreitada, o panda Po (personagem dublado, no Brasil, pelo ator Lúcio Mauro Filho, e nos Estados Unidos, por Jack Black) é indicado por mestre Shifu (Dustin Hofman) para ser o novo professor dos cinco guerreiros, Monkey (Jackie Chan), Tigresa (Angelina Jolie), Viper (Lucy Liu), Crane (David Cross ) e Mantis (Seth Rogen). Muito feliz com a oferta, o panda rechonchudo aceita o cargo e inicia o novo treinamento dos companheiros, todavia, ele acaba percebendo que para ensinar ele precisa antes fazer uma jornada pessoal e conhecer suas origens no auto das montanhas. Para isso, ele tem a ajuda de seus dois pais, o adotivo, o senhor Ping (James Hong) e também Li (Bryan Cranston), o pai de sangue que nunca havia conhecido. Há também a chegada de um vilão, Kai (J.K.Simmons), diretamente do mundo espiritual que quer tomar posse do ‘Chi’ de todos os guerreiros treinados por Oogway (Randall Duk Kim) e Po terá de correr contra o tempo para ajudar os amigos e salvar sua terra.