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Vida

Em ‘Vida’, ficção cientifica dirigida por Daniel Espinosa (Crimes Ocultos), seis astronautas de distintas nacionalidades são enviados a uma estação espacial para uma missão ultra especial: estudar amostras coletadas em Marte por um satélite. Já viu isso antes? pode ser que sim (risos nervosos).

No elenco, os machos alfa Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds contracenam com Rebecca Ferguson, Hiroyuki Sanada, Olga Dihovichnaya e Ariyon Bakare.

A película entra em cartaz hoje (20).

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A Cabana (Filme)

É comum ao ser humano não assumir seus erros tanto quanto se culpar por atos que lhe fogem o controle. Em ”A Cabana”, filme de Stuart Hazeldine que adapta a trama do bestseller de William P. Young para as telas, aquele último entendimento transcorre em exatidão com o que acontece a Mack Philipps (Sam Worthington). Um pai de família transtornado pela morte da filha mais nova e pela culpa que carrega em relação ao ocorrido. Na trama, Mack é levado a atravessar um caminho longo de auto-conhecimento para perdoar a si mesmo e dar-se a chance de viver em paz.

O processo de amenização das dores desse pai é realizado quando ele recebe um chamado divino de Deus, Jesus e o Espirito Santo para visitar ‘A Cabana’ secreta onde o incidente ocorreu. Os três personagens, em sequência, são vividos por Octavia Spencer/Graham Greene,Avraham Aviv Alush e Sumire Matsubara.

O longa, que é um dos lançamento desta quinta-feira (06), ainda tem a participação da atriz brasileira Alice Braga e do cantor/ator Tim McGraw.

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A Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, aparecem com os nomes de Elouisa (Spencer), Jesus (Alush) e Sarayu (Matsubara)

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Estrelas Além do Tempo

Sabe aquele dia que você está em casa sem fazer nadica de nada e fala, “ah, vou ver um filme”. Seu próximo passo é, claro, buscar algo que lhe chame atenção. E, por acaso, você já viu alguma produção que trouxesse mulheres negras como o foco e, não só isso, mas que ainda questionasse o porquê da humanidade ainda não perceber que sua evolução acontece quando ela decide dar as mãos e caminhar lado a lado, sem distinção de gênero, cor ou classe? Uma película com esta proposta lhe chamaria atenção?

Presume-se que uma parcela significante de pessoas ficariam interessadíssimas.

Pois bem, adaptado a partir do livro ”Hidden Figures: The Story of the African-American Women Who Helped Win the Space Race”, escrito por Margot Lee Shetterly, o longa Estrelas Além do Tempo expõe, com muita lucidez, o trabalho feito por uma equipe de cientistas, formada por mulheres afro-americanas, ao ajudar o homem, durante a Guerra Fria, a chegar ao espaço. Mais precisamente ajudar a NASA, agência espacial estadounidense, a ganhar a corrida e passar a frente da agência russa.

O longa tem direção de Theodore Melfi (Um Santo Vizinho), conta com Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe nos papéis principais, e aparece listado entre os indicados ao Oscar 2017 em três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Coadjuvante para Spencer. Ademais, levou o prêmio de Melhor Performance de um Elenco em um Longa-Metragem no Sag Awards 2017 (nos últimos anos, todos as produções que ganharam esta categoria no Screen Actors Guild também foram vencedoras do Oscar de Melhor FIlme).

Estrelas Além do Tempo estreia hoje em circuito nacional.

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O Imperdível ‘La La Land: Cantando Estações’, de Damien Chazelle

La La Land teve uma caminhada muito positiva, desde sua estreia em agosto de 2016 no Festival de Veneza. Evento este que ainda deu a Emma Stone o prêmio de melhor atriz, devido a sua participação no longa que é escrito e dirigido por Damien Chazelle (Whiplash).

Os borburinhos dos festivais e todo o amor que os críticos, ao redor do mundo, declararam a produção fizeram com que a película chegasse a temporada de ouro como uma das favoritas a melhor do ano. Assim, logo em sua primeira ‘disputa’ importante, aka os Globos de Ouro 2017, desbancou todos os indicados e venceu, ao total, sete categorias. Incluindo: melhor filme, melhor atriz para Stone e melhor ator para Ryan Gosling, ambos na categoria ‘musical ou comédia’ e também melhor roteiro, melhor direção e melhor canção original.  O feito é inédito para um musical e acabou chamando ainda mais atenção para La La Land – que no Brasil vem com um subtítulo de ”Cantando Estações”.

O enredo simplista apresenta a trajetória de dois sonhadores em busca de se realizarem como artistas. Mia (Stone) é uma aspirante a atriz que divide seu tempo entre atender a audições para conseguir um grande papel e comparecer ao seu trabalho de meio período em um café de um famoso estúdio de cinema. Sebastian (Gosling) é um músico apaixonado por jazz que sonha em ter a sua própria casa de shows. O casal se conhece em Los Angeles e, ao se incentivarem a não desistir da longa jornada que têm pela frente, se apaixonam.

A produção já está em pré-estreia nas capitais, mas a estreia em todo o Brasil acontece na próxima quinta-feira (19).

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Clint Eastwood e Tom Hanks se encontram em ‘Sully – O Herói do Rio Hudson’

Nova York nunca mais será a mesma depois do fatídico 11 de setembro de 2001, um dia que entrou para história da cidade e para memória dos norte-americanos, quiçá do mundo. Não obstante, anos mais tarde, para ser mais precisa, em 15 de janeiro de 2009, a metrópole teve um outro grande susto, contudo, este veio a se concluir surpreendentemente bem. Em especial, no que se refere a situações envolvendo aviões e seus passageiros.

Aquela história, aliás, era inusitada devido a um piloto realizar, pela primeira vez, um pouso de emergência em pleno rio Hudson e todos os passageiros sobreviverem a queda. O momento de tensão vivido por aquela tripulação foi contada no livro ‘Sully, O Herói de Hudson‘, escrito por Jeffrey Zaslow em parceria com o capitão da aeronave, Chesley Sully Sullenberger. O acontecimento intrigante foi adaptado para os cinemas pelo roteirista Todd Kormanicki e conta com a direção de Clint Eastwood. No papel principal, encontramos o consagrado ator Tom Hanks, e aparecem também no elenco: Laura Linney, Aaron Eckhart, Mike O’Malley, Anna Gun, Jamie Sheridan e Valerie Mahaffey.

O recorte traz o dia frio de janeiro de 2009 onde o capitão Chesley “Sully” Sullenberger (Tom Hanks) se preparava, junto ao seu co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart), para decolar do aeroporto LaGuardia, em Nova York. Instantes após o feito, uma revoada de pássaros atingiu as turbinas do avião. A aeronave ficou gravemente danificada e Sully considerou que a melhor alternativa era fazer um pouso forçado em pleno rio Hudson, diferentemente do que a torre de controle o indicou. A iniciativa, felizmente, foi um sucesso, pois acabou salvando todos os 155 passageiros a bordo. O capitão foi imediatamente transformado em um grande herói nacional, porém, a agência de regulação aérea dos Estados Unidos não o isentou de enfrentar um rigoroso julgamento sobre o ocorrido.

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Sully (Hanks) e Skiles (Eckhart) apreensivos com a contagem dos passageiros

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A Chegada, de Denis Villeneuve

A nossa realidade angustiante de nações dividas, no que se refere a votação de eleições presidenciais, saída ou não de blocos econômicos e até mesmo da questão dos refugiados, é  o reflexo claro de que não há respeito ou apreço pela ideia alheia, somente confronto de opiniões e ruídos na comunicação. Uma pena, pois a falta de cooperação retarda ainda mais a construção de um mundo melhor. Mas é onde a vida falha que a arte surge para lhe dar novo significado. E o lançamento da Sony Pictures para esta quinta-feira(24), ‘A Chegada‘, ficção científica dirigida pelo canadense Denis Villeneuve (Sicário), tem sim esta missão.

No longa, é proposto ao espectador quase duas horas de reflexão sobre uma gama de temas complexos e, como mencionado antes, a comunicação entre os seres humanos é um deles. Mas Villeneuve vai além e brinca com a ciência, com o misticismo e diz com clareza ao público: abram os olhos. O enredo é uma adaptação do short-story ‘A História da sua vida e outros contos de Ted Chiang‘ onde a especialista em linguística Louise Banks (Amy Adams) tem um encontro com seres interplanetários, após ser procurada por militares do governo norte-americano para traduzir sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não para a humanidade. Durante o trabalho de tradução, a Dra. tem ainda o auxilio do físico Ian Donnely (Jeremy Renner). Juntos eles correm contra o tempo para desvendar o mistério da chegada destes seres a doze países ao redor do globo e possivelmente evitar conflitos entre eles.

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As naves alienígenas representam não só referências ao mundo do cinema, como também, se assemelham a lentes de contato

O filme trabalha com narrativa não-linear. Ou seja, em diversos momentos, ele se interrompe, para contextualizar acontecimentos importantes e estes dizem respeito a vida da personagem de Amy Adams. Quando os aliens chegam a terra, a acadêmica ainda está em sala de aula. Aliás, naquele momento Banks explica aos alunos sobre a origem das línguas tidas como românticas, e olha que intrigante, ela menciona o português e detalha uma leva de informações sobre o idioma. Ali a conexão da fala da personagem faz uma ótima alusão a linguagem alien. Esta que a Dra. desconhece, mas é requisitada a estudar junto ao físico Donnely (Renner). Ambos trabalham não só com a equipe estabelecida em solo estado-unidense como também com os outros onze times ao redor do mundo. Afinal, descobre-se que aqueles visitantes querem algo muito além do que guerra.

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Star Trek – Sem Fronteiras (3D) entrega muita diversão aos fãs

Este ano a série ”Star Trek” (ou ainda em bom português: Jornada nas Estrelas), está comemorando 50 anos. Sua trama acompanha as aventuras do capitão James T. Kirk e a tripulação da nave Enterprise em explorações grandiosas pelas galáxias. O grupo faz parte da frota estelar responsável pela defesa da Federação dos Planetas Unidos (Estado federal interestelar que reúne mais de 150 planetas-membros e também colônias).

Criada por Gene Roddenberry e estrelada pelos atores Leonard Nimoy, DeForest Kelley, Nichelle Nichols, James Doohan, Eddie Paskey, George Takei, Walter Koenig e William Shatner, a produção foi um sucesso na tevê, o que acabou a levando também para os cinemas e a fez grudar na mente e no coração de gerações pelo mundo todo (opa o/). Mesmo aqueles que pensam não conhecer, têm alguma noção de sua existência. Os novinhos, por exemplo, com certeza já devem ter visto Sheldon (o nerd mais amado das séries de tevê) declamar o seu amor por Spock, personagem de Nimoy.

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Em Big Bang Theory, Sheldon (Jim Parsons) não só tem um amigo com o nome de Leonard como também joga a brincadeira ‘papel, pedra e tesoura’ com mais uma opção, e esta última é em homenagem à Spock.

Para a alegria de grande parte dos terráqueos (bis no opa o/), o universo de Jornada nas Estrelas entrou no radar do produtor mais geek dos tempos atuais: J.J. Abrams. Ele que sempre está metido em projetos com a temática sci-fi conseguiu reintroduzir a dupla Kirk e Spock em um contexto ainda mais moderno – personagens estes que ganharam a interpretação dos atores Chris Pine e Zachary Quinto.

O que vimos nos dois primeiros filmes desta nova franquia produzida e dirigida por Abrams? resuminho básico:

  • Star Trek (2009) mostra como Kirk inicia seus treinamentos para se tornar capitão e do desafio que sente em seguir os passos do pai, somos apresentados ao grupo, vemos o bromance de Kirk e Spock crescer e temos um conflito satisfatório com um vilão vivido por Eric Bana.

  • Já em ‘Além da Escuridão’, lançado em 2013, toda a tripulação da Enterprise tem de lutar contra um mal dentro da ‘própria frota estelar’, da qual faz parte, e lidar também com um Benedict Cumberbatch raivoso e letal.

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O que esperar então de ”Star Trek: Sem Fronteiras”, estreia dessa quinta-feira (01)?

Bem, o filme chega com três anos de diferença do seu antecessor e não tem mais Abrams na direção. MAS ACALMEM SEUS CORAÇÕES, que apesar de a direção ser do irreverente Justin Lin (Velozes e Furiosos 6), J.J. continuou supervisionando tudo e o elenco também está de volta em peso, exceto por Alice Eve, que viveu Carol Marcus no segundo filme (e o chato é que não houve nenhuma explicação do porquê ela não retornou, todavia, sobrevivemos bem sem ela).

Enfim, desta vez, o capitão Kirk (Chris Pine), o primeiro oficial Spock (Zachary Quinto), a tenente Uhura (Zoe Saldana), o Doutor McCoy (Karl Urban), o piloto Sulu (Johtumblr_oaxkvqBka31s3rdxdo1_250n Cho), o resolve tudo, Scott (Simon Pegg), e também Chekov (Anton Yelchin), estão fazendo uma exploração em territórios desconhecidos e entram em atrito com a raça do lugar por causa de um artefato valioso. Quando conseguem escapar dali, retornam a Federação e recebem um pedido de socorro de uma estranha chamada Kalara (WIlson). O que mal sabem eles é que tal ajuda os colocará de frente com o perigoso Krall (Idris Elba), um inimigo misterioso da Federação que está interessado no artefato que a equipe de Kirk mantém guardado na Enterprise. Assim, eles precisam logo encontrar uma forma de driblar o vilão e para isso se aliam a  guerreira Jaylah (Sofia Boutella), sobrevivente das torturas de Krall que talvez saiba como derrotá-lo.

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Life: Um Retrato de James Dean

Toda vez que passo por uma confeitaria e bato o olho em bolos de chocolates fico imaginando se o artista (porque sejamos francos: cozinhar e confeitar é uma arte) se divertiu fazendo ou se passou mal para achar o ponto da massa e do recheio. Esses ‘cake bosses’ da vida passam por um stress tamanho naquele espaço, portanto, se tudo dá certo, comemorar é necessário. Masterchef está ai para não me deixar mentir
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Com o processo de produção de um filme, geralmente, também passo pela mesma situação. E procuro sempre desvendar os caminhos enigmáticos e tortuosos que ali foram tomados. Nem todo mundo faz isso, mas se você parar para pensar a compreensão das coisas pode ficar mais clara e decisiva quando toma-se tal atitude.

A título de exemplo, veja o novo filme sobre o adorado astro de Hollywood, James Dean, vivido por Dane Dehaan. A produção ‘LIFE” dirigida por Anton Corbijn (Control). Trama que escolhe recortar, apenas, um pequeno fragmento da vida do ator, seu momento de quase ascensão.

Em 1955, Dean acabara de filmar ‘Vidas Amargas’ e seguia com pouco esforço as regras que os estúdios lhe passavam. Avesso à muitas delas, como prestigiar festas e eventos, Dean escolhia quase sempre o isolamento. Naqueles tempos, mantinha um casinho com a também atriz Pier Angeli (Alessandra Mastronardi) e tentava não perder o foco e nem os papéis que queria conseguir.

O fotografo Dennis Stock, papel de Robert Pattinson, com grande vivência em premieres acaba percebendo a fúria do jovem Dean e solicita a revista LIFE um ensaio com o rapaz desconhecido. De imediato, ambos os lados negam tal pedido. Contudo, com o aval da revista, o fotografo investe tudo que tem para registrar o galã em momentos íntimos, seja na fazenda da família ou em dias frios da velha Nova York.

As fotos que, de inicio, não fizeram tanto sucesso, são hoje as mais famosas da carreira do símbolo da Juventude Transviada.

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A Lenda de Tarzan (3D) em ‘A Culpa é do Brócolis’

O grito mais famoso do universo já deve ter sido seu ringtone alguma vez na vida. Senão foi, o que está esperando para adicionar? e coloca naquele número que você sabe que sempre te liga nas horas mais impróprias, ok?! tipo o da sua mãe hahaha. #JustKiddingtumblr_o9i1ji40Tn1qbgo38o4_1280

Bem, continuando o papo, quase todos devem saber (ou vão ter conhecimento disso agora) que esse uivo malucão é a marca registrada do personagem Tarzan, criado por Edgar Rice Burroughs,em 1912. A história do rei das tanguinhas é uma das mais impressionantes ever, pois o moço cresceu (e sobreviveu) na selva junto a macacos perigosééééééééérimos, após a morte dos pais, e se tornou o rei da selva na maioridade. Além do livro de Edgar, Tarzan já foi tema em quadrinhos, séries e, com certeza, filmes, e, seja você adulto ou criança, tenho certeza que já ouviu falar dele antes.

Em 84, por exemplo, os estúdios Warner lançaram ”Greystoke – A Lenda de Tarzan, O Rei da Selva‘, com o inesquecível Christopher Lambert como protagonista (um clássico da sessão da tarde, sem dúvidas), sem falar nas inúmeras outras produções, ainda mais antigas que a de Lambert. Isto posto, já era hora de termos mais um revival dessa jornada fantástica do herdeiro do clã Clayton e na próxima quinta-feira (21) ele reaparecerá em ‘A Lenda de Tarzan‘, película dirigida por David Yates (Harry Potter e as Relíquias da Morte. Parte I e II) e que traz no elenco Alexander Skarsgård, Margot Robbie, Christoph Waltz e Samuel L. Jackson.

Desta vez, o enredo se volta a vida do Tarzan (Skarsgård) já estabelecido na sociedade civil, em Londres, como Lorde John Clayton. Acompanhado de sua esposa Jane (Robbie), ele retorna à selva do Congo, a convite do Monarca daquele país, representando o parlamento britânico. Lorde Clayton leva ainda, em sua comitiva, o norte americano George Washington Williams (Jackson) para juntos investigarem ações suspeitas de um Belga chamado Leon Rom (Waltz) que está trabalhando para o rei do Congo.

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O ator sueco Alexander Skarsgård como Lorde John Clayton aka Tarzan

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O Caseiro materializa o bom preparo do cinema nacional para o terror

Pessoas do mundo cibernético, não é de hoje que esta que vos escreve adora a 7ª arte com devoção. Mas hoje ela tem um motivo em especial para aprecia-la ainda mais. Afinal, depois de tantos longas-metragens prometendo aterrorizá-la: um, por fim, conseguiu. Essa luz no fim do túnel denominas-se ‘O Caseiro‘ e tem direção de Julio Santi – que também aparece como um dos roteiristas nos créditos do filme.

Estado natural das pessoas durante a exibição do filme
Estado natural das pessoas durante a exibição da película

A trama segue os passos de Davi (Garcia), um professor de psicologia que têm uma resposta para quase tudo. O acadêmico ficou famoso por escrever um livro onde desmistifica fenômenos sobrenaturais através da psicanálise. Um belo dia, após o término de uma de suas aulas, a estudante Renata (Rodrigues) o procura para solicitar ajuda na investigação de um caso intrigante que, há algum tempo, vem ocorrendo na propriedade da família da moça. Davi se interessa pela história e vai até o local averiguar a situação. Ali, a tia (Weinberg), Nora, e o pai de Renata, Rubens, (Pacheco) contam ao professor que acreditam estar sendo assombrados pelo fantasma de um antigo caseiro. Na casa, também residem as filhas mais novas de Rubens.

No elenco, Bruno Garcia, Leopoldo Pacheco e Malu Rodrigues.

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