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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (3D)

Em Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, o diretor Luc Besson entrega um filme não tão diferente do universo que está acostumado a trabalhar em suas produções, contudo, a película não chega ao nível de nenhuma das suas anteriores (Lucy e O Quinto Elemento). Pelo contrário, entedia o espectador e traz um casting deslocado em seus personagens.

A aventura romântica com um quê de scifi é levemente baseada no sexto quadrinho da série ‘Valérian e Laureline’ (1967), de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières. Ali o jovem Valérian é um agente que viaja no tempo e tem como companheira de missão a gatérrima Laureline, por quem ele vive jogando seus charmes. A dupla tem a missão de defender a terra e seus planetas aliados contra o interesse e a ganância de bandidos intergaláticos.

No Elenco, Clive Owen, Dane DeHaan, Cara Delevingne, Herbie Hancock, Kris Wu,Sasha Luss, Sam Spruell, Ethan Hawke e Rihanna.

A modelo, e agora atriz, Cara Delevingne, vive ‘Laureline’ e o ator em ascensão, Dane DeHaan, interpreta Valerian.

Perfeita é a Mãe!

Tenho certeza que você tem uma mãe maravilhosa. Uma guerreira nata. Uma mulher Alfa que, de repente, só não se chama ‘poderosa’ na certidão de nascimento, porque seus avós brincaram de adedonha no dia em qual ela nasceu e a letra sorteada foi M e não P. (E se ela se chamar Helena, não descarte a chance de sua avó Cláudia ser fã de Manoel Carlos. É o que mais vemos acontecer por ai, #relaxa.)

Sua progenitora viveu, na certa, uma infância bem diferente da que você teve, mas a relação que ela estabeleceu com os pais se reflete em como você e ela se relacionam. As pressões e imposições vivenciadas também a fizeram melhor e mais forte – mesmo ela querendo gritar e sair correndo ou o inverso. Se você não sabe como isto pode ter rolado, procure saber. Afinal, a maternidade para toda mulher é um período um tanto quanto ‘confuso, estressante e muito cansativo’. E sei que muitas dessas mães, sem sombra de dúvidas, não trocariam também esse papel por nada no mundo, but sabem bem elas como ele é trabalhoso. Ah, sabem.

Com o intuito de tocar nesse ponto de maneira cômica, a película Bad Moms (que no Brasil ganhou o título de Perfeita é a Mãe!), traz uma leve reflexão sobre as pressões que ‘as milhares de Poderosas’ por ai sofrem no seu dia-a-dia.

Com direção e roteiro de Jon Lucas e Scott Moore, o filme têm as atrizes Milas Kunis, Christina Applegate, Jada Pinkett-Smith,Kathryn Hahn, Annie Mumolo e Kristen Bell.

A trama é basicamente sobre a libertação de mães que estão cansadas de serem (ou tentarem ser) perfeitas. Seja na firrrma ou cuidando dos pentelhos. Ou tudo ao mesmo tempo.

Amy (Kunis), é funcionária de uma moderna empresa onde é basicamente a faz tudo. Em casa, o marido (Walton) não a ajuda muito. No momento, ele está desempregado e passa seus dias na internet. Logo, os filhos são educados muito mais por ela do que por ambos. Na instituição em que Jane (Laurence) e Dylan (Anthony), filhos do casal, estudam, a associação de pais é quem está a frente de tudo (algo muito comum nos Estados Unidos). A controladora Gwendolyn (Applegate) e suas fiéis seguidoras, Stacy (Smith) e Vicky (Mumolo), são parte do comitê de pais e declaram guerra a Amy assim que a moça se rebela (no que se refere a ser uma mãe referência) e se junta a mãe de quatro filhos Kiki (Bell) e a mãe solteira Carla (Hahn) para mostrarem o que é ser uma mulher livre e ainda assim cuidar dos filhos com dignidade.

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Kiki (Bell), Amy (Kunis) e Carla (Hahn)