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A Lei da Noite

O material literário do escritor Dennis Lehane vira e mexe é adaptado para a telona. Em 2014, um conto seu foi transformado no filme ”A Entrega”, protagonizado pelo ator inglês Tom Hardy e com roteiro do próprio Lehane. Em 2010, foi a vez de ”A Ilha do Medo” ganhar adaptação para os cinemas com direção de Martin Scorsese e atuações de Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo, nos papéis centrais. Porém, toda essa loucura de Hollywood pela obra do autor se iniciou com ”Sobre Meninos e Lobos”. A película, lançada no ano de 2003, teve direção de Clint Wastwood e levou inúmeros prêmios da industria cinematográfica, dando ainda aos atores Sean Penn e Tim Robins o Oscar nas categorias de ‘Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante’.

Agora chega aos cinemas ”A Lei da Noite”, produção sobre o crime organizado na Boston dos anos 20 que também é adaptada de um dos livros de Lehane e tem o ator Ben Affleck como diretor, roteirista e protagonista. Aliás, este é o quarto filme onde Affleck atua, dirige ou escreve o roteiro. Papéis que ele começou a desempenhar em 2007 no longa ”Medo da Verdade”, filme que é, por sinal, apropriado também de uma das obras de sucesso de Lehane e chegou a levar indicação ao Oscar na categoria de ”Melhor Atriz” para Amy Ryan.

Aqui, Affleck apresenta uma trama sombria, densa e repleta de reviravoltas. Seu personagem, Joe Coughlin, é o filho mais novo do capitão de polícia Thomas Coughlin, interpretado pelo ator Breendan Gleeson. Joe é uma figura consciente e narra sua jornada ao expectador como forma de explicar as motivações que o leva a se tornar um fora da lei. Ele não esquece de mencionar que o que vira durante a guerra o fez voltar ao mundo menos humano e, portanto, decide viver a partir de suas próprias regras. Se torna um ladrão conhecido e chama atenção de grandes mafiosos como o irlandês Albert White (Robert Glenister) e seu inimigo, Maso Pescatore (Remo Girone), mas é ao conhecer a atraente Emma Gould (Sienna Miller), amante de White, que ele percebe que pode ser mais do que um simples malandro e vira então o braço direito de Pescatore. Com a parceria Joe parte para a Flórida para administrar os negócios de bebidas que o italiano tem por lá. Ambos tem o intuito de falir White e acabar com o seu reinado em todos os estados, mas Joe consegue mais que isso, pois é também na calorenta Trampa que ele conhece a estonteante Graciela (Zoe Saldana), uma cubana que detêm, com o irmão, o controle de centenas de fábricas de Rum.

Ainda estão no elenco, Elle Fanning, Chris Cooper, Titus Welliver e Chris Messina.

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Filmes esperados de 2011

Ontem, passei uma boa parte da minha noite assistindo trailers de filmes que estreiarão este ano que parecem ser muito, mas muito bons! :3 Não é que eu goste de ficar em casa assistindo trailers de filmes que vou assistir esse ano e sendo uma pessoa anti-social (na verdade, eu gosto), mas quando você é a única pessoa em Brasília e uma das poucas amiguinhas de férias, não tenho muita opção a não ser ver trailer na internet! 
A minha lista de filmes a serem assistidos no cinema é imensa, realmente grande (o que vocês esperavam? Trailers são curtos e posso ver vários, o que significa uma pilha de filmes =O), no entanto tentarei não deixá-la tão grande aqui no NUPE. 🙂 

1) “Venha descobrir se eu sobrevivi…” –  50/50

Detesto o Seth Rogen, mas em compensação, “50/50” tem o Joseph Gordon-Levitt, a Anna Kendrick e uma história que parece ser super genial! E eu gostei tanto desse trailer que ignorei completamente a existência do Seth Rogen. =O

2) “Não, não é cancêr. Estou me divorciando” –  Amor à Toda Prova (Crazy Stupid Love)

Hahahaha! Adorei o trailer! 8D

3) Cara, qual é problema em dividir a privada, hein?! ¬¬’ –  Vidas Cruzadas (The Help)


Infelizmente, não achei o trailer desse filme legendado, então vou dar um resumo sobre a história:

Na década de 60, Skeeter acaba de terminar sua faculdade e deseja realizar o seu sonho de ser escritora. Ela coloca sua cidade de pernar pro ar ao entrevistar mulheres negras que sempre cuidaram das “famílias do sul” e descobre vários preconceitos relacionado à essas mulheres, uma das mais absurdas é elas não poderem usar o mesmo banheiro que as patroas branquelas. Apesar da confusão, Skeeter consegue apoio de Aibileen, governanta de um amigo, que conquista a confiança de outras mulheres que têm muito a contar…



4) “Pensei que negros e mexicanos fossem apenas traficantes!“-  The Guard


Outro trailer sem legenda. =X

Gerry Boyle, sargento de um pequena cidade da Irlanda, além de ter que lidar com sua personalidade, seu senso se humor subversivo, uma mãe ao pé da cova e uma tara por prostitutas ainda precisa se unir ao agente do FBI, Wendell Everett, para acabar com uma rede internacional de traficantes. Entretanto, Gerry não tem interesse algum em lidar com esse problema…


Esse provavelmente deve ser um daqueles filmes muito legais que acabarão direto na locadora. ¬¬’

5) “Sabe o seu vizinho? Ele é um vampiro.” – A Hora do Espanto (Fright Night)

DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT, DAVID TENNANT.

6) “Liberte-nos…” – Don’t be Afraid of the Dark

Cara, é Guillermo del Toro. Não tem erro. Qualquer pessoa que goste de um filme de terror com um bom enredo e que assuste pra valer sabe que Guillermo é um mestre!

E assim termina minha lista supermegaresumida de filmes que estou louca para assistir no cinema esse ano! =3 Claro, que há vários outros filmes que estou louca para ver, mas esses são os mais óbvios e depois faço um post para eles. XD 

O Retrato de Dorian Gray: ME CONTRATEM COMO FIGURANTE!

Ok, vocês já sacaram que eu sou ligeiramente viciada no trabalho de Ben Barnes, então até aqui nenhuma novidade no fato de Tia Bee fazer uma resenha a respeito do longa metragem O Retrato de Dorian Gray, que estreou recentemente no Brasil.
Admito que não agüentei esperar e recorri a meios pouco louváveis para conseguir o filme há dois anos atrás (ou quase isso). O filme estreou na Inglaterra e EUA em 2009 e só agora, graças a Sua Majes…digo, Colin Firth, está sendo lançado no Brasil. E sim, eu pretendo ver no cinema de novo, porque honro a boa industria cinematográfica inglesa.
A história é aquela que todo mundo conhece, ou porque gosta dos clássicos, ou porque a escola te mandou ler pra alguma prova. O jovem e inocente Dorian Gray chega à Londres na condição de único herdeiro da fortuna do avô e encanta o pintor Basil Hallward (Ben Chaplin) com sua beleza. Dorian passa a servir de modelo para um retrato e é apresentado ao malicioso Lord Henry Wotton, um hedonista que acaba por seduzir e atrair Dorian para um mundo de perversão e vícios variados. À medida que a alma de Dorian se deteriora por causa de seu estilo de vida desregrado, o seu retrato absorve todas as suas falhas de caráter e se torna a figura de um monstro, enquanto o rapaz conserva sua beleza diabolicamente estonteante.
Tá legal, este foi provavelmente o resumo mais “sonho delirante de romance de banca” que eu já escrevi.
Veja bem, quando assisti este filme Ben Barnes era um ilustre desconhecido e seu trabalho mais relevante até então tinha sido Príncipe Caspian. Na minha cabeça ele não passava de um rostinho bonito, ala Robert Pattson, que deu a sorte de pegar o bonde numa franquia de filmes que já tinha público cativo. Confesso, e isso é quase uma verdade universal, que o cara tem o atributo numero 1 para ser Dorian Gray. Ele é bonito. Mas daí a encarnar toda perversão que Dorian sofre ao longo da história, queridas e queridos, isso ia requerer um trabalho de mestre.
Assisti desconfiada, mas com a esperança de que Colin Firth não iria me decepcionar como Lorde Henry. O que dizer? Não foi um filme perfeito, mas foi um esforço muito digno e que merece atenção.
Visualmente, um filme bonito de assistir. O figurino elegante e fiel a época, uma fotografia interessante e em muitos momentos atraente. Há uma brincadeira com cenas claras e escuras que eu achei interessante. Serve para elucidar a máscara delicada que Dorian usa enquanto está cercado por seu ciclo de amizades esnobe de Londres em contraposição a figura vil que ele se torna à medida que se deixa levar pelos prazeres mundanos numa cidade escura e podre. Em termos de execução, o único desafio que oferece ao espectador é seu ritmo. É um filme consideravelmente lento em alguns pontos. Eu não reclamaria se fosse um pouquinho mais dinâmico, apesar de entender que essa lentidão realça a delicadeza de alguns momentos para criar a ambientação de uma Inglaterra Victoriana que vive de aparências e moralismos.
O elenco feminino mão me surpreendeu, mas também não fez feio. Levo em consideração que as figuras de destaque são Lorde Henry, Dorian e Basil, então essa apatia das personagens femininas era até certo ponto esperada. Colin Firth conseguiu me convencer de que era o senhor absoluto da lábia e conseguiu imprimir ao Lorde Henry seu charme e sua malícia muito bem. Basil não é um personagem chamativo, principalmente quando posto ao lado de Lorde Henry, por tanto, é o menos cativante dos três. Seu momento mais chocante é quando Dorian o beija. E agora, vamos ao protagonista.
O que dizer de Dorian Gray? Bem, eu ouvi críticas severas quanto a atuação do Ben Barnes neste filme, mas sinceramente, comparado ao personagem do livro, o senhor Barnes se tornou meu herói ao transformar Dorian uma figura interessante, ou pelo menos sedutora. Podem me xingar pela sinceridade, mas a obra original me irrita profundamente pelas crises de moça que o Dorian tem. “Oh, coitadinho de mim que vou envelhecer e deixar de ser belo”. Eu tinha vontade de esbofetear o cara quando me deparava com uma cena dessas. A evolução da atuação não é sentida logo de cara, mas Barnes me convenceu que sabia atuar neste filme e me confirmou isso em Bons Costumes (que foi lançado no mesmo ano). Talvez sua interpretação das falas não seja a mais expressiva, mas sua linguagem corporal funciona bem. Passa a idéia de algo inofensivo, mas sempre com um sutil toque de perigo.
As grandes adaptações que a obra original sofreu são justificáveis. A queda do Dorian tinha de ser potencializada para que nós do século XXI sentíssemos o mesmo choque que a população inglesa do século XIX sentiu ao se deparar com aquele livro escandaloso e o enredo precisava de conexões mais plausíveis para a melhor compreensão do público.
Por que: ME CONTRATEM COMO FIGURANTE?
Ben Barnes me seduz neste filme. Preciso de mais justificativa?

Recomenda o filme?:
Para os apreciadores de filmes históricos, filmes ingleses e clássicos da literatura eu recomendo muito este filme. Entretanto, se você é um apaixonado pela obra original de Oscar Wild e acha que nada mais perfeito que isso já foi escrito, então não assista. Você provavelmente vai se irritar com a adaptação, vai achar tudo uma merda e tal e coisa, por que fã shiita é assim, sempre difícil de agradar (e sim, eu também sou assim). E se você tem probleminhas com cena de nudez, homens se beijando, desvio de caráter e a bunda inexistente do Ben Barnes, então não assista.
Classificação:
Dois Henry’s e um Dorian.

Mamãe, quero um dragão!

Assisti essa sexta “Como treinar seu Dragão” e devo dizer que a Dreamworks fez um excelente trabalho neste filme! Já fazia um tempinho que não assistia a um filme dessa galera que me empolgasse e emocionasse tanto. Tudo bem, o roteiro não é exatamente original, porque é baseado no livro “Como treinar seu Dragão” da Cressida Cowell (você pode ler a opinião do livro aqui), mas eles poderiam muito bem detonar com a história (oi, alguém lembra de Percy Jackson?) e graças a Odin, o trabalho realizado foi completamente brilhante. 
“Yeah, somos brilhantes, negada!”
O enredo é bem diferente do livro em vários aspectos e mesmo assim tudo continua uma gracinha! :3 
A história é sobre como Soluço, O garoto deslocado em sua ilha de vikings, se torna um herói em Beck (nome da ilha) e soluciona o problema dos dragões, que são a maior praga do lugar. Quando você vê a figura do garoto no meio dos robustos vikings, a última coisa que dá para imaginar é que… Bom, Soluço é um magricela que nem consegue segurar um machado e além de ser terrivelmente desastrado, pobre coitado. 
Para compensar aquele pequeno impasse, Soluço cria armas para matar dragões, principalmente para matar o dragão mais perigoso e temido de todos, o Fúria da Noite. Em uma noite de ataques, Soluço consegue acertar o lendário dragão que cai em algum lugar da ilha, contudo ninguém acredita nele e mais uma vez Soluço tem que ouvir de seu pai Stoico, o líder da vila, que deveria parar de se meter em coisas que envolvam qualquer tipo de perigo e voltar para casa.
Soluço entra em casa por uma porta e sai por outra.
Ele vai à procura de seu dragão, para matá-lo e se tornar a pessoa mais respeitada de Beck. Depois de muita procura, Soluço encontra Fúria da Noite e na hora de eliminá-lo, Soluço descobre que não foi feito para toda aquela coisa de matar dragões. 
E história vem, história vai, Soluço e Fúria da Noite acabam desenvolvendo um certo tipo de amizade entre eles e Soluço batiza o dragão como Banguela, porque ele não tem dentes aparentes. 
“Amigo, neném. Amigo…”
Não assisti o filme dublado, porque queria MUITO ouvir a voz do Gerard Butler, então não tenho como dizer se ela foi boa ou não, no entanto, garanto que no inglês as vozes estão muito perfeitas! Rolei de rir com os sotaques do Stoico (Gerard Butler) e do Melequento (Jonah Hill), o Jay Baruchel estava completamente hilário como Soluço e devo dar um destaque para o Christopher Mintz-Plasse como o Cole. XDDD Todos os outros atores dublaram perfeitamente bem, mas estes quatro mereceram ser mencionados individualmente.  =P
Christopher Cole?…  Eu ri!!! XDD

Depois de ter assistido o filme, também fiz uma decisão sobre o que vou querer de aniversário esse ano. 
Vou simplesmente chegar na progenitora e falar, Mamãe, quero um dragão de estimação! 
Dragões são como cachorros, mas bem mais fáceis de cuidar e completamente melhorado, porque:
  1. Caçam a própria comida
  2. Arranjam o seu próprio local de dormir
  3. Protegem o dono e são leais
  4. Acendem o fogo para cozinhar (fogão é tão 2009!)
  5. Aquecem a casa
  6. Dá para viajar de graça com um dragão! 
Um Dragão é quase um cachorro! :3 

Sem contar que além disso, eles sabem obedecer comandos.

“Banguela, ATACA!”

E, fala sério, um dragão é mostrar seu apoio à natureza. Carros, aviões, fogões, motos, aquecedores de casa… Isso é passado, fora de moda e contra o meio ambiente!!!

Enfim, fiquem com o trailer! 🙂

Cisne Negro

Antes de mais nada, creio que devo explicações sobre a minha ausência. Sumi devido ao pseudo-vestibular; como estava no segundo ano, tinha de estudar até mais. Mas, agora que o ano passou, à resenha!

Black Swan é um filme excepcional. Resumidamente, o filme conta a história de uma bailarina, Nina Sayers, interpretada pela genial Natalie Portman, buscando a perfeição – e uma vida – no papel da peça O Lago dos Cisnes. Todavia, há um problema: o filme é tão complexo que é difícil fazer uma resenha dele.

Se você for na blogue da Dona Naná, experiente cinéfila cujo currículo profissional de críticas varia de Harry Potter e a Pedra Filosofal até a Em Busca do Vale Encantado LXXII, verá que o filme é ruim, confuso. Várias câmeras mudando a toda hora. Filme focado na Nina, cujo papel é cobiçado pela dançarina Lily (pela horrível Mila Kunis. Não entendi ate agora o que a personagem queria!). Cenas nojentas, como a Nina se automutilando ao arrancar a pele da unha e o sexo lésbico. Filme confuso, do qual se sai tonto e com vontade de vomitar. Enfim, um filme de balé que não vale um centavo.

Entretanto, como eu disse, o filme é complexo. O filme se contrói e reconstrói à medida que passa. As câmeras mudam seus ângulos sempre para mostrar as várias faces de nossa protagonista. Raramente vemos a Nina em si, vemos suas faces, seus conflitos. Mostram uma bailarina com anorexia, cuja vida é o reflexo da mãe bailarina que impõe à filha a carreira que não teve. O diretor, Darren Aronofsky, preocupa-se em mostrar a busca da perfeição da nossa bailarina e seus sacrifícios. Se, por um lado, há Nina com as emoções à flor da pele, observa-se também a sua falta de emoções na busca da perfeição, como um robô. Deste lado, encontra-se Thomas Leroy (Vincent Cassel), tentando ser a voz da razão e auxiliando Nina no papel por ser o diretor do espetáculo de balé. Percebe-se, pois, que o balé é apenas o plano de fundo para toda essa história. Com toda essa descaracterização, não é à toa que a imagem que abre esse artigo é a Portman com uma rachadura no rosto.

O Cisne Negro não é um filme para principiantes. Não adianta só assistir a filmes como American Pie ou os “clássicos” da Sessão da Tarde porque não entenderá o filme. É uma película que tem sim um thriller psicológico, um drama, até mesmo uma cena de sexo lésbico (embora, ressalto aqui: cena bem lev – nem mostram genitálias.). Àqueles que adoram um bom filme, recomendadíssimo. Aproveito aqui para dizer que todas as atuações estão fenomenais. Fenomenais mesmo, não é à toa que a Portman ganhou um Globo de Ouro com a sua atuação nesse filme. Este longa está, obviamente, aprovado e reaprovado. Aproveitem!

Observação: Para aqueles que trocam a vida pelo cinema, vai aí o endereço de uma crítica detalhadíssima do filme. O autor, numa introdução que se prova fantástica, relaciona o filme a um quadro famoso da arte barroca, Las Meninas. O endereço é http://prototupos.wordpress.com/2011/02/07/cisne-negro/ .