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A Grande Muralha (3D)

Um das mais belas e gigantescas construções da humanidade, a Muralha da China, é palco da nova aventura da Universal Pictures que traz os astros de Hollywood Matt Damon, Willem Dafoe e Pedro Pascal, no elenco. O longa apresenta uma porcentagem minima de cenas filmadas na Nova Zelândia, mas em sua maioria, as tomadas exibem a magnificência do mundo oriental.

Com direção do chinês Yomou Zhang (O Clã das Adagas Voadoras), a história é assinada pelo trio Max Brooks, Edward Zwick e Marshall Herskovitz e conta com o roteiro de Carlo Bernard, Doug Miro e Tony Gilroy. O cast é repleto de atores chineses e alguns deles, inclusive, fazem aqui sua estréia profissional como ator, caso de Junkai Wang que é da banda pop TFBOYS. Há ainda outra sensação do mundo da música chinesa, o também cantor Lu Han. Ademais, completam a trupe: Tiang Jing, Andy Lau, Eddie Peng, Xuang Huang, Ryan Zheng, Kerry Wang e Vicky Yu.

Na trama,  Damon vive o mercenário William Garin e Pascal interpreta seu parceiro Tovar. A dupla chega a muralha, após serem perseguidos por um grupo de assassinos. Lá, contudo, são mantidos reféns pela Ordem Sem Nome, o exército protetor da muralha, até que se tenha certeza das intenções dos dois. Não demora muito e o lugar é atacado por seres desconhecidos e William e Tovar se provam como fortes combatentes. Na fortaleza, os dois ainda conhecem Ballard (Dafoe). Um estrangeiro que há muito vive ali e sabe que a guerra que a Ordem Sem Nome enfrenta é maior do que qualquer um possa imaginar. A frente da batalha, a comandante Lin Mae (Jing) lidera o grupo de guerreiras Grous e deixa a dupla hipnotizada por suas façanhas. Na verdade, todo o exército revela estar bem preparado para lutar e age estrategicamente bem. No entanto, é quando a guerra atinge a cidade mais próxima, que a vida do jovem imperador (Wang) corre risco e assim o exército muda drasticamente suas táticas de combate.

mattdamon e pedro pascal

 Tovar (Pascal) e William (Damon) são capturados pela Ordem Sem Nome

O Shaolin do Sertão Mescla Culturas e Diverte

O ambiocioso Aluiso Li (Edmilson Filho) sempre sonhou em se tornar um forte lutador de artes marciais, quando acorda desse sonho dá de cara com sua realidade. Ele é apenas o padeiro em um negócio comandado pelo seu Zé, personagem vivido pelo comediante Dedé Santana. Seu Zé além de chefe de Li é também o pai da bela Anésia Shirley (Bruna Hamú), intenção amorosa do protagonista, contudo, esta só tem olhos para Armandinho (Marcos Veras), um cabra muito macho que não perde a chance de colocar Li em seu devido lugar.

Um dia, Li, incentivado por seu pequeno amigo Piolho (Igor Jansen) decide aceitar o desafio do grande lutador Toni Tora Pleura (Fabio Goulart) e combatê-lo no tatame. O evento é patrocinado pelos políticos da cidade e com isto Li ganha suporte para procurar o treinador perfeito. Não tendo este, ele contrata Chinês (Falcão). Um expert em frases redundantes que pode sim ajudar Li a atingir seus objetivos e se tornar um prestigiado mestre em Kung Fu, assim como os heróis de seus filmes chineses prediletos.

Essa trama alucinante tem direção do engenhoso Halder Gomes (Cine Holliúdy) e roteiro de L. G. Bayão. Também no elenco, Fafy Siqueira, Frank Menezes, Cláudio Jaborandy e Tirulipa.

A produção entra em cartaz na próxima quinta-feira (20).

O encantado mundo chinês ( e toda sua filosofia +) faz valer a experiência de Kung Fu Panda 3 em (3D)

 

Dia 03 de março a turma do panda Po está de volta aos cinemas e promete divertir o público infantil  com uma aventura cheia de ótimas referências chinesas e um universo ainda mais colorido.  Bem estruturado e com um realce sublime, Kung Fu Panda 3 (3D) esbanja autoconhecimento de sua própria jornada e continua mandando ver nas coreografias de Kung Fu.

Trailer

Nesta terceira empreitada, o panda Po (personagem dublado, no Brasil, pelo ator Lúcio Mauro Filho, e nos Estados Unidos, por Jack Black) é indicado por mestre Shifu (Dustin Hofman) para ser o novo professor dos cinco guerreiros, Monkey (Jackie Chan), Tigresa (Angelina Jolie), Viper (Lucy Liu), Crane (David Cross ) e Mantis (Seth Rogen). Muito feliz com a oferta, o panda rechonchudo aceita o cargo e inicia o novo treinamento dos companheiros, todavia, ele acaba percebendo que para ensinar ele precisa antes fazer uma jornada pessoal e conhecer suas origens no auto das montanhas. Para isso, ele tem a ajuda de seus dois pais, o adotivo, o senhor Ping (James Hong) e também Li (Bryan Cranston), o pai de sangue que nunca havia conhecido. Há também a chegada de um vilão, Kai (J.K.Simmons), diretamente do mundo espiritual que quer tomar posse do ‘Chi’ de todos os guerreiros treinados por Oogway (Randall Duk Kim) e Po terá de correr contra o tempo para ajudar os amigos e salvar sua terra.

O dia em que o K-Pop levantou uma crise política

Eu sei que nem todos os frequentadores do NUPE são fãs de kpop ou sequer gostam do gênero musical, mas independente de como vocês se sentem sobre o kpop, é importante que saibam o que está acontecendo e o motivo da situação estar um pouquinho tensa lá pras bandas asiáticas.

Em fevereiro de 2015, a agência de entretenimento JYPE – uma das 3 maiores companhias na indústria do entretenimento coreano – criou uma competição para selecionar as integrantes de um grupo de kpop feminino que se chamaria TWICE e nove garotas asiáticas foram selecionadas, entre elas algumas sul-coreanas, outras japonesas e uma taiwanesa. E em outubro de 2015, o grupo debutou com a música Like OOH-AAH e as meninas fizeram um sucesso estrondoso na Ásia, assinando contratos para serem garotas-propaganda de marcas importantes e sendo chamadas para participarem de programas de entretenimento em vários países asiáticos, entre eles, a China.

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Essas são as meninas do TWICE.

No entanto, as coisas começaram a desandar depois que um cantor taiwanês, Huang An, resolveu apontar que uma jovem (16 anos) cantora taiwanesa do grupo sul-coreano TWICE , Chou Tzuyu, tinha aparecido com uma bandeira taiwanesa pra divulgar a nacionalidade dela em um programa de TV.

Reprodução: My Little Television
Tzuyu segurando uma bandeira sul-coreana e uma taiwanesa. Reprodução: My Little Television

Pouco depois, as pessoas começaram a reparar que todas as vezes que perguntavam sobre a origem de Tzuyu, a resposta era “Taiwan”, que no site oficial da JYPE a nacionalidade dela era “taiwanesa” e que em um programa chinês, Tzuyu chegou a ser “corrigida” por um colega chinês da mesma empresa (Jackson do GOT7), que acrescentou “Taiwan-China” pra ela repetir ou concordar, mas ela só ficou em silêncio.

E qual é o problema nessa história?