BONDE DAS MARAVILHAS: Mulher Maravilha

Mulher Maravilha (Patty Jenkins, 2017) é provavelmente a adaptação de quadrinhos mais esperada desse ano. Não só por ser a primeira vez que a super-heroína é adaptada para live-action em décadas, mas também por ser o primeiro filme solo protagonizado por uma heroína dessa nova leva de adaptações cinematográficas da DC (e da Marvel). Havia muita expectativa em cima desse filme, porque ele seria uma MUDANÇA NO JOGO, independente da sua qualidade. Há um grande viés em Hollywood para histórias escritas, dirigidas e protagonizadas por homens, principalmente no gênero de Filmes de Super-Heróis, e a escolha de uma diretora vencedora do Oscar para a direção desse filme deixou os fãs animados e ansiosos para conferir o resultado.

E o resultado foi:

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Mas vamos ao que interessa: Mulher Maravilha conta a história da amazona Diana, filha de Hypólita, a Rainha das Amazonas, que cresceu entre as histórias mitológicas do seu povo – desde o fato dela ter sido moldada do barro pela sua mãe e Zeus ter lhe dado a vida, até a história da missão primordial das Amazonas no mundo, que é manter a harmonia no mundo dos homens e impedir Ares de corrompê-los com a guerra. Diana é uma criança que cresce na ilha das amazonas com todas as regalias de uma princesa, mas sonhando com a batalha. E, quando a batalha vem, quando ela finalmente conhece a Guerra, entende o quão terrível ela pode ser.

NUPERecomenda – Melhores da quinzena #9

ESSE POST ESTÁ MUITO ATRASADO? TALVEZ. PORÉM NUNCA É TARDE PARA RECOMENDAÇÕES ÓTIMAS, NÉ?

Sinto muito pelo atraso eu simplesmente esqueci de postar. DESCULPEM!!!

Sem mais enrolações, aqui estão as dicas de parte da equipe para a quinzena passada:

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Agora e Para sempre, Lara Jean – Jenny Han

Não sei se vocês lembram, mas em outubro do ano passado, logo quando voltei do intercâmbio, postei que, depois de ficar mais de um ano sem conseguir ler nada, eu devorei os 2 livros da trilogia Para Todos os Garotos que já Amei, da Jenny Han, em um final de semana.

Como eu disse lá no post, tava com MUITO medo do que seria feito no último livro e como ela lidaria com o final. Eu tenho MUITO medo de finais. Muitas pessoas não sabem fazer finais e acabam fazendo algo muito perfeito ou algo muito desastroso só para ~chocar~.  Esta semana saiu o último livro e, sem spoilers, sobre esse livro, eu posso dizer: final perfeito.

Alien: Covenant, de Ridley Scott

Em ”Prometheus”, de 2012, o universo Alien voltou a ser explorado pelo renomado cineasta Ridley Scott. Uns gostaram me inclua ai, outros nem tanto e alguns nem deram bola, entretanto, a produção foi relevante para que Scott se aventurasse a visitar seu passado glorioso (quem nunca?), já que ‘Alien, O Oitavo Passageiro (1979)’ é um dos mais aclamados filmes de ficção científica de todos os tempos e também o debut comercial do diretor.

Prequel do longa de 79, Prometheus foi estrelado por Michael Fassbender, Noomi Rapace, Idris Elba e Charlize Theron e seguia a jornada de um grupo formado por arqueólogos, cientistas, entre outros, que saem em busca de respostas sobre a existência da humanidade pelo universo. Patrocinada pelas indústrias Weyland,a missão tinha como líder a cientista Elizabeth Shaw (Rapace), o piloto Janek (Elba), a capitã Meredith Vickers (Theron) e contava também com o auxilio do androide David (Michael Fassbender) e etc. Ao fim daquela caçada, claro, o time encontra um destino fatal com o despertar de um ser desconhecido e somente Elizabeth e David (Michael Fassbender) conseguem escapar e prosseguir viagem.

Os fãs xiitas de ‘O Oitavo Passageiro‘ não entenderam (ou não quiseram entender) que a nova empreitada de Scott não era uma sequência ao seu primeiro filme e ficaram tão possessos que o xenomorfo original (espécime criada com a série) não aparecia na produção que xingaram muito no twitter demandando uma continuação. Cinco anos mais tarde, o que Scott faz? Atende o desejo dos frustrados de plantão e lança ‘Alien: Covenant‘.

E o enredo corre assim: a nave covenant, diferente de ‘Prometheus’, é desenhada para seguir em missão de colonização até chegar a Oregae-6. Porém, após um incidente a tripulação é acordada antes do tempo e mudam a rota original, após um planeta, aparentemente, habitável surgir no radar. Com Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir, Carmen Ejogo, Jussie Smollett e James Franco, no elenco, e roteiro de John Logan e Dante Harper, o filme tem estreia mundial esta semana.

Os atores Michael Fassbender, Guy Pearce e Noomi Rapace, que aparecem em Prometheus, voltam a reprisar seus papéis aqui.

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Tripulantes da nave Covenant confraternizam antes de entrarem em estado de ‘hibernação’.

NUPERecomenda: Melhores da Quinzena #8

Mais uma vez atrasados, porém aqui, firmes e fortes (ou tentando!) Dessa vez temos menos indicações devido a semana corrida e falta de tempo, mas vamos seguindo em frente, quem sabe na próxima não tenha mais coisa, né?

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Vamos lá?

Desafio Ler Além – Indicações 3/5

Para variar, estou bastante atrasada com o post, mas em minha defesa, não tenho noção de tempo… NUNCA TIVE NOÇÃO DE TEMPO, SINTO MUITO.

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Enfim.

Temos mais livros para indicar para o Desafio Ler Além que estamos fazendo em parceira com a Revista Polén e as Valkírias (leia mais sobre o desafio aqui)! Desta vez as três categorias escolhidas foram: Infantojuvenil escrito por autor(a) brasileiro(a) negro(a)Livro de poeta mulher brasileiraNão ficção que não seja autobiográfica.

Você pode ler as partes um e dois deste especial também!

Vida

Em ‘Vida’, ficção cientifica dirigida por Daniel Espinosa (Crimes Ocultos), seis astronautas de distintas nacionalidades são enviados a uma estação espacial para uma missão ultra especial: estudar amostras coletadas em Marte por um satélite. Já viu isso antes? pode ser que sim (risos nervosos).

No elenco, os machos alfa Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds contracenam com Rebecca Ferguson, Hiroyuki Sanada, Olga Dihovichnaya e Ariyon Bakare.

A película entra em cartaz hoje (20).

TRIGGER WARNING: Abuso e Empatia

Trigger Warning (TW, ou ‘Aviso de Gatilho’ em uma tradução livre e literal) é um pequeno aviso sobre o conteúdo de um determinado material que pode, entre outras coisas, ativar memórias e causar algum efeito de estresse pós-traumático nas pessoas, o que vai desde um pequeno desconforto até um ataque de pânico. O termo surgiu no contexto dos blogs feministas, onde muitos artigos sobre violência sexual feminina eram escritos e colocados para discussão, como uma maneira de avisar aos leitores que, caso aquilo fosse incomodá-los, havia uma oportunidade para que a pessoa não o lesse.

Esse post é sobre 13 Reasons Why e outras coisas, vai ser MUITO longo e se você não se importar em ler, talvez ele faça mais sentido do que eu pensava que faria.

Todos temos algum problema, ou em algum momento da vida passamos por alguma situação que não conseguimos lidar sozinhos. Quando se é adolescente, estes problemas parecem que vão ser eternos e consomem todo o nosso ser. É algo explicado cientificamente, e se você viu a série da Netflix, 13 Reasons Why, principalmente o especial com os produtores e atores, você sabe disso. Pode parecer algo exagerado e uma informação desnecessária, afinal, todos já foram adolescentes e “eu não passei por isso” muitas vezes vem na cabeça de algumas pessoas. Se colocar na posição de alguém em sofrimento, é ignorar completamente o que VOCÊ sentiria e o que VOCÊ faria, é parar para pensar como aquela pessoa sente e o que ela faria. A empatia é algo muito complexo e nem sempre a gente consegue por em prática, mesmo achando que estamos.

A Cabana (Filme)

É comum ao ser humano não assumir seus erros tanto quanto se culpar por atos que lhe fogem o controle. Em ”A Cabana”, filme de Stuart Hazeldine que adapta a trama do bestseller de William P. Young para as telas, aquele último entendimento transcorre em exatidão com o que acontece a Mack Philipps (Sam Worthington). Um pai de família transtornado pela morte da filha mais nova e pela culpa que carrega em relação ao ocorrido. Na trama, Mack é levado a atravessar um caminho longo de auto-conhecimento para perdoar a si mesmo e dar-se a chance de viver em paz.

O processo de amenização das dores desse pai é realizado quando ele recebe um chamado divino de Deus, Jesus e o Espirito Santo para visitar ‘A Cabana’ secreta onde o incidente ocorreu. Os três personagens, em sequência, são vividos por Octavia Spencer/Graham Greene,Avraham Aviv Alush e Sumire Matsubara.

O longa, que é um dos lançamento desta quinta-feira (06), ainda tem a participação da atriz brasileira Alice Braga e do cantor/ator Tim McGraw.

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A Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, aparecem com os nomes de Elouisa (Spencer), Jesus (Alush) e Sarayu (Matsubara)