Let’s Dance to Joy Division!

Uma das coisas que me faz mais feliz é ouvir música triste. Depois dessa afirmação você deve ter começado a achar que eu sou alguma maníaca-depressiva tipo Shirley Manson que só fica feliz quando chove. Não é verdade, porque eu também fico feliz quando faz sol.
Mas cara, quando eu estou ansiosa ou contente, meu primeiro impulso é puxar meu Ipod ouvir toda a minha playlist suicídio, com direito à fase mais sombria do The Cure e muito The Smiths. Smiths é uma das bandas mais preferidas de todas, sabiam?

Se você está se sentindo radiante e iluminado, com direito a pequenos arco-íris e unicórnios pairando sob sua cabeça, eu aconselho ardentemente a não ler o resto deste post. A menos é claro, que você seja uma daquelas pessoas que nem eu, que ficam felizes quando ouvem músicas deprimentes. Seja como for, o aviso foi dado.

Isolation – Joy Division
Joy Division é tãão legal. Essa é provavelmente minha música predileta deles, porque sei lá, lembra um pouco o New Order apesar de ainda ter aquela bateria quase militar e a voz do Ian Curtis. Sem falar na letra, né?

Creep – Radiohead
Esta daqui é do começo da carreira do Radiohead. É provavelmente a música mais famosa deles também. Mas e daí? É legal, é auto-depreciativa e é deprimente.

Please, Please, Please, Let me Get What I Want – The Smiths
Cara, essa é trilha sonora dos irmãos Baudelaire e de todas as pessoas miseravelmente desventuradas do mundo.

See the life I had can make a good man turn bad…

Crush – Garbage
Essa é a razão porque a Shirley Manson me dá medo. De todas as músicas do Garbage, essa consegue ser a mais doentia e genial. Creepy.

Prayers For The Rain – The Cure
O The Cure por muito tempo foi uma banda gótica mesmo, toda mórbida e talz. Essa daqui é cortesia do Disintegration, o melhor álbum deles na minha opinião. O Robert Smith canta como se tivesse sido golpeado no estômago.

Bela Lugosi’s Dead – Bauhaus
Oook. Eu não sou uma viciada em Bauhaus, essa é uma das poucas músicas que eu conheço. Mas aparece no começo do The Hunger, o filme de vampiro que o David Bowie protagonizou e que eu não vi, porque a Bell disse que apareceram três cenas com mamilos nos dez primeiros minutos de filme.

Mas é Bauhaus, cara. Góticos esquisitos dançam essa música. E vampiros são legais, se você ignorar Twilight e Vampire Diaries.

The One I Love – R.E.M
Quem ouve The One I Love sem prestar atenção acha que é só mais uma música de amor.
Não, não é.
É uma canção malvada e cínica sobre deixar deixar seu amor para trás.
Por isso é muito boa.


Especial Férias – Parte 3

Ok, você está esperando as estréias no cinema e está lendo os livros. Mas ainda falta algo… algo para fazer quando você cansa de ler. O quê? Ver séries, é óbvio. As férias são a melhor hora para tirar o atraso daquela série que você acompanha ou conhecer séries novas. Com esse post, vou indicar que acho adequadas para começar nesse período (algumas, inclusive, que EU vou começar). Não me abandone!

1) Supernatural

Qualquer pessoa que converse comigo descobre depois de 10 minutos que esta é A SÉRIE, na minha opinião. Supernatural acompanha Sam e Dean Winchester na sua luta contra seres sobrenaturais para salvar o máximo de humanos que conseguem. São irmãos de uma família destruída pelo falecimento da mãe, irmãos que foram criados por um pai paranóico e vingativo que acabou esquecendo do que era realmente importante. Assim, além de caçar eles também enfrentam dilemas pessoais e conflitos que chegam a nos fazer chorar (muitas vezes ._.). Apesar disso, é maravilhoso ver o amor fraternal entre eles… A série é cheia de piadas e de muito hard rock! O promo abaixo é fanmade ;D

2) How I met your Mother

Minha prima me apresentou essa série e depois disso, foi amor. A série conta a história de Ted contando a história de como conheceu a sua esposa para os seus filhos! Isso aí! O roteiro é muito inteligente e, apesar de estarem na 5ª temporada, o Ted ainda não chegou onde ele encontra a esposa dele… Os episódios são muito engraçados e todos os personagens são muito bem feitos. É uma das melhores séries de comédia da atualidade. O vídeo abaixo é do ep. 1×10, em que Ted fica bêbado e acorda em casa com um abacaxi, com o pé torcido e uma mulher desconhecida, sem lembrar de nada o que aconteceu.

3) Lost in Austen

Essa série é hilária! A primeira vez que eu ouvi falar dela foi no Shoujo Café, da Valéria Fernandes. Conta a história de Amanda, uma londrina viciada em Orgulho e Preconceito que de repente se vê tragada para dentro do livro. Aí, enquanto tenta voltar para a sua realidade, acaba atrapalhando toda a história e fazendo muitas confusões. A série é muito boa e divertida, principalmente se você é viciada em O&P como eu. A vantagem: só tem 4 episódios! No vídeo, Amanda é “forçada” a mostrar os seus dotes artísticos por Caroline Bingley…

4) Glee

A nova queridinha do momento. O problema todo de começar a ver Glee agora é a raiva que você vai passar quando chegar no 13º episódio e descobrir que… a série só volta em Abril. ABRIL! Isso mesmo! Mesmo assim, vale a pena ver pelas músicas e pelos personagens. A série acompanha o coral comandado pelo Sr. Shue em sua batalha pela sobrevivência em um colégio que supervaloriza os esportes. Os membros do coral estão “abaixo dos perdedores” na cadeia social da escola mas, apesar disso, eles continuam. Além disso, Glee explora muito o lado dos excluídos e párias sociais, sejam eles deficientes físicos ou mentais, homossexuais ou ainda pessoas esquisitas (tipo a Rachel). É um seriado que faz você rir na mesma proporção em que deixa seus olhos cheios de lágrima.

5) Buffy, a caça-vampiros

Clássico, clássico, clássico. Se você ainda nem chegou perto, não sabe o que está perdendo! Buffy é uma caçadora que vive do lado da boca do inferno – logo, ela tem MUITO trabalho. A série a acompanha desde o ensino médio, por oito temporadas, em sua tentativa de salvar o mundo. Ela salva o mundo umas 20 mil vezes, mas e daí? A série vale muito a pena, principalmente para rever desde o início e observar o look do meio dos anos noventa que todo mundo tinha (aqueles cabelos! AH, como eu sobrevivi esses anos negros da moda?)

O vídeo é a abertura da PRIMEIRA temporada de Buffy! Choca! =O

6) The Legend of the Seeker

Ok, essa entra na categoria do “ainda não vi”, então se for uma bomba não me culpem. Estou com os dois primeiros episódios aqui mas ainda não vi, mas me foi recomendadíssima, principalmente porque gosto dessas coisas, hunm, épicas. The Legend of the Seeker foi baseado numa série de livros (A Espada da Verdade é o primeiro livro e foi lançado no Brasil). Pedindo ajuda ao meu amigo google, obtive esse resumo:

Ele tinha uma vida tranquila com sua famíla sempre o apoiando, mas ao tentar salvar uma dama em perigo, o verdadeiro futuro de Richard (Craig Horner) vem a tona e ele vê toda sua vida sendo destruída, com a morte de seu pai. De uma hora para outra seus amigos e até mesmo seu irmão, o julgam culpado pelos recentes e tristes acontecimentos ocorridos na Fronteira. Sem poder voltar atrás, Richard percebe seu real destino e com a ajuda da Confessora e de Zedd, inicia sua jornada perigosa contra a magia negra e seres das sombras para cumprir a profecia e se tornar, após milênios de espera, o próximo Seeker.

Legend of the Seeker Trailer from Ben Grimes on Vimeo.

7) Malcolm in the Middle

Acompanhar a história de Malcolm aleatoriamente era uma das partes mais divertidas de zapear na televisão até alguns anos atrás. Malcolm era o irmão do meio de uma família louca de seis (sete) pessoas e era um gênio. Além de ter que conciliar o fato de estudar na turma de super-dotados com a tentativa de ter uma vida social “normal”, ele ainda tinha que aturar uma mãe psicótica, irmãos irritantes e um pai relaxado. Teve sete temporadas e, nem, é um clássico. Vale muito rever (e talvez ver todos os episódios, né?).


5 luxos e um lixo – Coreografias de 98-2010

 

Todo mundo adora ver clipes com coreografias legais, principalmente porque depois você ainda pode (tentar) imitar toda vez que ouve a música! Mas, apesar disso, tem umas coreografias que… fala sério, né? Dessa vez, vamos listar 5 coreografias de clipes super legais e uma que é um lixo. Só que… com tanto clipe legal, é impossível escolher só 5, então vamos restringir a clipes de 95 em diante!

1) Wondergirls – Nobody

As Wondergirls são uma girl band coreana (sim, tipo boy band só que com menina) que estão tentando fazer sucesso nos Estados Unidos. Por causa disso, elas abriram vários shows dos Jonas Brothers e tudo o mais e ainda fizeram uma versão em inglês da música de maior sucesso delas, Nobody. Como era de se esperar, a versão em inglês é um lixo… Mas de qualquer forma, a coreografia é muito legal e elas fizeram até um vídeo especial de várias pessoas do mundo imitando a coreografia! É um sucesso! Um loo-xo!

2) Beyonce – Single Ladies

Ok, essa é óbvia, né? TODO MUNDO já tentou dançar e já imitou, do Justin Timberlake a 100 mulheres em Londres.

3) Muse – Time is Running Out

Ok, é estranho ter Muse no meio de tanta coisa pop assim, mas a coreografia de Time is Running out é tipo… FODA! Eu podia ter colocado Helena do My Chemical Romance ou mObscene do MM, mas acho essa bem melhor. É tão legal ver o povo da reunião levantando e começando a dançar bizarrramente…


4) Britney Spears – Baby, one more time.

A Britney nessa época jurava de pés juntos que era virgem, mas se vestir de colegial e dançar assim? Ahã, Cláudia. Esse clipe é tipo “uuuaaau” porque tem meninas vestidas de colegial dançando de maneira super legal no corredor. Sim, isso eram os anos 90, docinhos ;D




5) Super junior – Supergirl

O que eu posso fazer se os coreanos têm coreografias super legais? Abrindo essa sessão com Wondergirls, eu só podia fechar com Superjunior. Eu não conheço muito a banda, só algumas músicas e todas elas são super legais. A Supergirl tem uma coreografia que você fica boqueaberto se perguntando COMO eles conseguem fazer aquilo. Além disso, a música é muito divertida. Vejam:


E o lixo…

Miley Cyrus – Party in the USA



Além da música ser uma merda, há uma tentativa frustrada de coreografia que envolve várias garotas mexendo os quadris enquanto Miley berra “It’s a party in the USA”. Além disso, a coreografia basicamente consiste em FAZER O QUE A MÚSICA MANDA. Por exemplo, “bota a mão no joelho, dá uma abaixadinha…”. Isso não é no mínimo falta de criatividade?? Que coisa feia! Se queria fazer uma Party in the USA, Miley, devia ter se esforçado um pouco mais para animar quem ouve e vê seu clipe. u.ú
Obs: Sentiu falta de Lady Gaga? Pois é, eu não esqueci dela. Só que tem tanto clipe com coregrafia legal dela que ela não se qualificou para esse… Talvez tenha um 5 luxos só de clipe da Gaga, quem sabe?

Kick Ass – The Movie

  Kick Ass conta a história de um adolescente normal, Dave Lizewski que costuma passar seus dias na loja de Comics próxima a sua casa. Um dia, ele decide se fantasiar e se tornar um superherói chamado KICK ASS (ou Chuta-Bundas, em bom português, Prefiro “Quebra-Caras” que mantém o efeito!) e combater o crime. Depois de chamar a atenção da mídia, Dave consegue um monte de seguidores e começam a combater o crime mascarados assim como ele: ninguém tem superpoder nem nada. Mas todos eles podem chutar a sua bunda quebrar a sua cara.

Kick Ass é mais um daqueles filmes que são adaptação de Quadrinhos (ou graphic novels, se você for chique) e que geram antecipação tremenda por parte da fan-base e dos oportunistas de plantão. Além disso, os trailers, os posteres e os personagens parecem ser tão legais que a gente mal pode esperar até Abril (pelo menos nos Estados Unidos, né?) para assistir e rolar de rir. Sim, há muito sangue e violência, mas quem se importa? Promete ser tipo Kill Bill, só que muito mais divertido.

Fora o Kick Ass, existem mais três heróis no filme: o Red Mist, a Hit Girl e o Big Daddy.

“Eu não consigo ler sua mente, mas posso quebrar a sua cara”


Red Mist é o “parceiro” do Kick Ass e como vocês podem ver no Trailer abaixo, ele que tem o carro. Eles são tipo melhores amigos, pelo que eu andei lendo por aí. Além disso, ele tem uma cara de nerd do caramba. O ator que faz o Red Mist é Christopher Mintz-Plasse, que faz o McLovin’ de Superbad.

 
“Eu não consigo ficar invisível, mas posso quebrar a sua cara”

O Big Daddy se veste parecido com o Batman (olha só? XD) e é pai da Hit Girl. São pai e filha combatendo o crime, olha que divertido? No filme, é feito pelo Nicolas Cage.

“Não posso ver através das paredes, mas posso quebrar a sua cara.”


A Hit Girl promete ser a melhor personagem do universo. É uma garotinha de 12 anos que chuta mais bundas do que todos os garotos juntos e porta uma katana (ou seja, ela corta as pessoas também.). A atriz é a Chloe Moretz, que fez 500 dias com ela, Terror em Amytiville e vai ser a Abby no remake de Deixa ela entrar.

“Eu não posso voar, mas posso quebrar a sua cara


O Kick Ass é o protagonista, mas ele apanha para caramba também. O ator que o faz é o Aaron Johnson, que fez Angus,Thongs and Perfect Snogging.

Além desses, o vilão é feito pelo Mark Strong, que faz todos os vilões do universo. É um filme que vale a pena esperar!

Trailers:



O primeiro que saiu, o Teaser:




O Segundo, “proibido para menores” porque mostra xingamentos e pessoas sangrando/sendo cortadas (eu avisei, viu!):













E o terceiro, que foi o último que saiu:

Muito Épico: Sharpe’s Rifle.

A minha amiga Vals, que ficou de ajudar a gente aqui também, ganhou um box superlegal quando a sua irmã foi para a Inglaterra. Nessa ocasião, eu estava na Inglaterra também e OBVIAMENTE insisti para que o presente fosse dado para que eu pudesse aproveitar também (hehe, sou espertinha, olha só). O presente foi esse aqui:

Aham, exatamente. Um box com 15 dvds contendo os filmes do Sharpe lançados até 2008. Nesse box lindo e maravilhoso tem todos os filmes do Sharpe menos o que foi lançado em 2008! Se você não entendeu nada, acalme-se que eu já vou explicar.


Richard Sharpe é um personagem criado pelo grande autor Bernard Cornwell ainda em 81. Sharpe é um oficial do exército inglês no final do século 18 e início do século 19 e os livros o acompanham desde a sua primeira aventura (O Tigre de Sharpe, Cerco à Seringapatam, 1799) indefinidamente, passando por diversas batalhas importantes na história da Inglaterra e lutando nas guerras napoleônicas. As batalhas são todas reais e alguns personagens presentes também, então além de se divertir com uma história épica, você também aprende muito sobre história e sobre o funcionamento das coisas na época. O Cornwell sempre pesquisa antes de escrever um livro e é isso que eu adoro nele.

Voltando aos dvds, a Vals está me emprestando gradativamente os filmes e até agora só vi Sharpe’s Rifles, referente ao livro Os Fuzileiros de Sharpe (Espanha, Invasão francesa à Galicia, 1809).
O filme, assim como os livros, é super empolgante e envolvente, daqueles que você não quer desgrudar os olhos. Começa com Sharpe salvando o Coronel Wellesley e sendo promovido a tenente… Só que, naquela época, normalmente gentlemen eram oficiais, sendo raro um soldado ordinário chegar a esse posto. Sharpe é indicado para uma missão e seus homens não o levam a sério… A partir daí, Sharpe tem que lutar (às vezes literalmente!) para ganhar o respeito de seus subordinados enquanto corre para cumprir a missão que lhe foi designada.

No meio do caminho, ele se junta a um grupo de “aliados” para proteção – de quem é uma questão pertinente – e conhece Teresa, a líder do grupo de escolta dos espanhóis. Teresa é uma mulher que renegou tudo em busca de vingança, pois teve sua família violada e massacrada pelos franceses. Apesar disso, ela cai de amores pelo Sharpe.

“Teresa: Se você fosse francês, eu usaria minha faca e você me diria tudo o que quero saber
Sharpe: Mas nós somos aliados.
Teresa: Aliados? Aliados escondem segredos um do outro?
Sharpe: Amantes escondem segredos um do outro, mas ainda assim fazem amor.
Logo no primeiro encontro, Sharpe?? Que coisa feia! O que a mulher vai achar de você?
.
Esse é o próximo dvd que devo ver amanhã! É tão lindo e empolgante. Amo a Teresa.

Aliás, vocês estão achando o ator que faz o Sharpe familiar? É porque ele é o Sean Bean. Isso mesmo. Ele fez o Boromir, o Ulisses e será o Zeus em Percy Jackson, dentre outros.

Se você se interessou ou quer saber mais sobre os filmes ou como adquirí-los, visitem o site Bernard Cornwell Brasil. É o fã-site brasileiro dedicado ao BC e eles estão fazendo um trabalho de legendar os filmes do Sharpe.

Vídeo dos filmes do Sharpe com a música tema da série

Meus Ídolos Supremos e Inquestionáveis


Tem umas pessoas tão legais, mas tão legais que se eu os encontrasse na rua, só consigo me imaginar chorando e dizendo “OMG! Você é foda!”.
Não que eu seja uma daquelas pessoas que ficam colecionando recortes de revistas de famosos, também porque a maioria dos meus ídolos ou não existe ou está morto.
Foi meio difícil selecionar só esse punhado de gente, já que eu decidi colocar só as pessoas que eu realmente admiro. Então, nada de Funérea ou de Detonator.


Amelia Earhart
Ela foi uma pioneira.
Amelia foi enfermeira na Primeira Guerra, por essa época assistiu sua primeira exibição aérea. Ficou fascinada.
Fez vários trabalhos, inclusive motorista de caminhão e telefonista para bancar aulas com Anita “Neta” Snook, uma outra aviadora.
Seis meses mais tarde, comprou seu próprio biplano amarelo, o qual apelidou de “Canário”.
Amelia quebrou vários recordes, foi a primeira pessoa a cruzar o Atlântico duas vezes num avião. Também fundou uma organização de mulheres pilotos, As Noventa E Nove.

Aos 39 anos, Amelia tentou fazer uma circunavegação e desapareceu sob o Pacífico, e ninguém até hoje sabe onde ela foi parar. -meda o.o

Mesmo nos dias de hoje temos muito poucas mulheres que pilotam aviões, o que a torna ainda mais admirável. E também tinha um lema que eu adoro: “A aventura, por si só, já vale a pena.”

Annie TaylorEla foi a primeira pessoa a descer as Cataratas Do Niágara num barril. Precisa de mais?

Dean e Sam Winchester


Imagine como é sacrificar toda a sua vida e tudo o que você ama, para ser um caçador.
Para sair por aí seguindo o “saving people, hunting things… the family business!”
Acordar e salvar o mundo, mas no processo ter quase todos os seus amigos e parentes mortos.

O Dean e o Sam, apesar de terem a profissão dos meus sonhos, sofrem mais que a Maria do Bairro.
São verdadeiros heróis, então têm um lugar mais que merecido no meu coraçãozinho. (:

David BowieO David Bowie já foi protagonista do primeiro Let’s Dance, mas eu nunca escrevi nada sobre ele aqui no blog.
Bom, nunca é tarde para começar, não é?
Bowie, além de ter um olho de cada cor, também tem uma capacidade incrível de se renovar, mas sem perder sua essência. Ele é simplesmente o camaleão do rock, o cara mais foda de todos.
E um excelente ator, como pode conferir quem já assistiu Labirinto.
Eu escreveria algo também sobre o Iggy Pop, mas estou com preguiça. :3

Gwen Stefani
Ahá! Uma riot grrl que não faz ter pesadelos à noite.
Quer dizer, não que eu não adore riot grrls, mas tenho um medinho da Shirley Manson. Ouça Crush, do Garbage, e você vai concordar.
Voltando ao assunto, a Gwen é esperta, taletosa, autêntica e bonita, faz parte de uma banda de ska, tem uma grife de roupas lindas de chorar e um filhinho super-fofo.

Resumindo: ela é demais. [/momento Samantha Madinson]

Nem um Pouco Épico de Cara nova + clipes

 Depois de algumas horas buscando com afinco e paixão (haha) um layout novo para o Nem Um Pouco Épico que se encaixasse na definição “definitivo”, nós conseguimos achar um. Eu ainda tentei dar uma modificadas em outro, mas a cherry_b disse que tinha ficado muito trash (o que não é mentira). Então escolhemos esse clean. Temos uma parada rotatória aí em cima que será modificada conforme a necessidade, temos espaço para patrocinadores, embora ele esteja escondido porque não temos nenhum, temos um menu dropdown lindo aí em cima.

Facilitei as coisas e coloquei já o endereço certinho para linkar ali do lado, para o banner de 300 e do Sharpe. Fora isso, achei que esse ficou muito mais informativo e clean do que o do Domo-Kun. Entendam, não é que eu não goste do Domo-Kun, só acho que ele não condiz com o tema do blog.

Como sempre, quando falo do blog coloco algo aleatório. Dessa vez, é o novo clipe do Muse, The Resistance. Divirtam-se e até a próxima!^-^

Especial de Férias – Parte 2B

Bom, o último post foi sobre Séries de Livros para as férias… agora, vamos ao post para livros solo. Eu particularmente gosto de livros que não têm continuação (ou que pelo menos se completam sozinhos) ou ainda de séries em que cada livro conta uma história diferente do mesmo mundo. Eu gosto de ler um livro com história fechada, que acaba ali e/ou dá margem para a imaginação. Muitas vezes é melhor que um livro seja assim do que ter 171 continuações sem qualidade.

1) Os filhos de Anansi, do Neil Gaiman, publicado pela Editora Conrad.

Mais uma vez, um dos meus livros favoritos. Os filhos de Anansi conta a história de Fat Charlie, americano radicado na Inglaterra há anos que tem uma vidinha medíocre e está prestes a se casar. Então, recebe a notícia que seu pai, o velho Nancy, faleceu e tem que ir para os Estados Unidos confrontar todos os problemas familiares que tem e ainda por cima descobre que tem um IRMÃO. Exatamente. E quando o irmão dele o segue para a Inglaterra e se apaixona pela sua noiva, ele se vê de frente com problemas (e sentimentos) que nunca imaginou existirem dentro de si mesmo.
Neil Gaiman nos conduz por esse “drama familiar” de forma leve e hilária, com situações bizarras e, é claro, com as situações de fantasia que o caracterizam. Entendam, o Sr. Nancy é Anansi, o deus africano das histórias e da trapaça. Então Charles e Spider são filhos de um deus e, por tanto, têm poderes “sobrenaturais” como conseguir beber para caramba, cantar muito bem e fazer um quarto no subúrbio de Londres ter vista para uma cachoeira paradisíaca. Só que o Charles não aceita esse lado dele, porque ele se ressente do pai de uma forma um tanto irracional. Existem cenas no livro que são muito engraçadas e a conclusão só pode ser descrita como “fofíssima”.

Ah, e cuidado com o tigre…

2) Derby Girl, de Shauna Cross, publicado pela Editora Galera Record.

Ok, Derby Girl é um dos melhores livros lançados em 2009 pela Galera Record. Como a cherry_b já comentou, é a história de Bliss, uma adolescente meio alternativa que mora numa cidadezinha no interior do Texas e tem uma mãe viciada em concursos de beleza. A coisa que ela mais quer é “se libertar” da influência da mãe e consegue isso majestosamente: entrando para um time de Roller Derby como Babe Ruthless. Ela faz história. Só que ela é menor de idade, ela mente para a mãe sobre onde está enquanto ensaia e se apaixona por um cara de banda. Oi, todo mundo sabe que não se deve se apaixonar por um cara de banda.
O livro é contado em primeira pessoa pela Bliss e ela é hilária. Sim, ela é uma drama queen, mas quem é que tem 16 anos e não é nem um pouquinho dramática? A narrativa é muito leve e você termina o livro num pulo, ficando com um gostinho bom de quero mais. Nem que seja jogar Roller Derby!

3) A Magia de Holy Wood, de Terry Pratchett, publicado pela Editora Conrad.

Certo, esse faz parte de uma série, mas é uma série que não é necessário ler na ordem. Na verdade, a Série Discworld tem uns “arcos” dentro dela de personagens mais ou menos fixos, mas não é o caso desse livro.
A Magia de Holy Wood se passa no mundo do disco (para mais informações, aqui) quando o último guardião de “um mal antigo e adormecido” morre. Obviamente, o “mal antigo e adormecido” começa a se espalhar por Ankh-Morpork e a dominar a mente das pessoas, levando-as para a colina de Holy Wood. Primeiro, os alquimistas inventam imagens que se movimentam e podem ser projetadas. Depois, começam a contratar pessoas para fazer seus filmes. Aí, o Dribblet Cava a Própria Cova, o maior trapaceiro de Ankh-Morpork, parte para Holy Wood e funda o maior estúdio de imagens animadas de Ank-Morpork. Então, Victor, um aprendiz de mago, segue para Holy Wood levado por um impulso estranho e acaba se tornando um dos maiores atores de Holy Wood, junto com Ginger, a atriz que contracena com ele. Mas, sendo aprendiz de mago, ele sabe que há algo errado ali. Ele sabe que não é normal sentir a cabeça leve e de repente fazer a melhor atuação da sua vida sem se lembrar de nada… E, principalmente, sabe que não dá para confiar em nada que os alquimistas fazem. E resta a ele descobrir o que É que faz Holy Wood ser louca como é.

Terry Pratchett tem um estilo de escrita único e em A Magia de Holy Wood ele satiriza a indústria de filmes, ao mesmo tempo em que presta uma homenagem aos filmes mais clássicos. Citações de filmes, brincadeiras com as classes “clássicas” de fantasia (como magos, alquimistas, trolls, etc) e animais falantes que são mais sensatos que pessoas são a cereja do bolo. Esse é um dos melhores livros da série Discworld que foram publicados no Brasil, perdendo só para Guardas, Guardas e O Aprendiz de Morte.

4) Incidente em Antares, de Érico Verissimo.

Esse foi o melhor livro que eu li para a escola e não é por menos. Érico Verissimo é o pai de outro escritor ilustre, Luís Fernando, e eu só posso dizer que está no sangue. Em Incidente em Antares, ele conta a história de uma pequena cidade do sul chamada Antares e do episódio em que os mortos resolveram “não morrer” e empestiaram a cidade com a sua podridão.

O livro é tão bem escrito e tão bem descrito que você consegue imaginar os odores, as reações das pessoas aos mortos e tudo o mais. Além disso, há o fato de se passar no Brasil e os mortos causarem uma confusão sem limites na cidadezinha.

5) Jogo da Velha, de Malorie Blackmand, da Editora Galera Record.

Esse é um livro relativamente caro, mas que vale cada centavo gasto nele. Conta a história do amor entre Callum e Persephone num mundo um tanto “inusitado”. Na Inglaterra em que eles vivem, existem os Cruzes, que são os negros que formam a elite e os zeros, que são brancos que foram escravizados durante séculos e continuam fazendo trabalhos subalternos. Callum é um zero, filho da empregada da famílaide Persephone, que é filha de um político. Num mundo cheio de preconceitos, eles acabam vivendo muitas coisas profundas e intrigantes.
A parte mais interessante desse livro é como ele inverte o nosso mundo e constrói algo que nos faz questionar. O estranhamento é o primeiro sentimento que você sente, por estarmos tão acostumados a ver brancos como a “elite”. Depois, ela trabalha com a questão do terrorismo por parte das minorias, nos fazendo questionar se é válido ou não. Além disso, trabalha com os esteriótipos e tudo o mais. É um livro para quebrar barreiras e abrir mentes e vale muito, muito a pena dar uma lida.

A Partir daqui, a cherry_b elegeu os 5 “solo” que ela sugere para as férias. É responsabilidade dela!

1) Slam, de Nick Hornby
Esse é o primeiro livro juvenil do consagrado autor inglês Nick Hornby. É a história de Sam, que é quase uma Juno de calças.

Ele é um garoto de 16 anos que tem uma vida bem normal. Ele vive em Londres, gosta de andar de skate, é fã do Tony Hawk e tem uma mãe que é divorciada e que ficou grávida aos 16. Tudo começa num verão que tinha sido ótimo. A mãe do Sam estava ganhando mais dinheiro e tinha terminado com Steve, o namorado escroto, e o Sammy tinha ganhado um pôster do Tony Hawk (Isso é mais importante do que parece, tá?).

“Slam” é uma gíria inglesa de skatistas, quando sua manobra está indo muito bem, aí você percebe como ela é boa e pá: cai de cara no concreto. E é isso que acontece no livro. Tudo perfeito e maravilhoso, até que Sam conhece uma menina, Alicia, que parecia ser a menina dos seus sonhos. Os dois começam a namorar, e eles evoluem a coisa para o próximo estágio. Só que Alicia descobre que está grávida. Aos dezesseis, que nem a mãe do Sam. E a mãe dele fica toda “OMG! Eu vou ser avó e tenho a idade da Cameron Diaz!”

É aí que ele começa a engolir concreto. (outra gíria de skatista, haha.)

Ah, ele é um cara muito burro também, mencionei isso? Toda noite, ele conversa com o pôster do Tony Hawk, que sempre responde e dá conselhos. O guri tenta fugir pra Hastings, uma cidade perto de Londres, para viver como empinador de pinos de boliche, na hora que Alicia ia receber o resultado do teste. E ele tenta se esconder do pai e da mãe da Alicia atrás de um poste.

Quer dizer, é um livro hilário e verdadeiro, vale a pena. A narrativa é simples, direta e cheia de referências pop, do tipo que você se identifica com a história.
E dá pra ler em um dia.

2) Estranho Caso Do Cachorro Morto, de Mark Hadoon

Era uma vez um menino órfão de mãe e autista diagnosticado chamado Christopher. Ele sabe de cor todas as capitais do mundo e todos os números primos até 7.507. Ele odeia amarelo e marrom e odeia mais ainda ser tocado. Ele está andando na rua de uma pequena cidade perto de Londres que eu esqueci o nome, só sei que começa com S (Eu li esse livro há um ano e meio, dá um tempo!). Aí ele acha um poodle morto com um forcado. Ele fica com raiva. Como assim mataram o poodle?

Chris é fã do Sherlock Holmes (que nem eu! \o/) e resolve descobrir quem matou o bendito cachorro e escrever um livro contando o mistério, porque ele acha difícil imaginar coisas que não aconteceram com ele. Nota: o livro que dele escreve é a narração que a gente lê. Só que isso é só a ponta do iceberg. Na medida que ele vai tentando descobrir quem matou o cachorro, ele descobre coisas muito mais sérias sobre si mesmo e sobre sua família. E sobre sua mãe, que teoricamente estava morta.

Admito que me surpreendeu. Achei que ia ser bobo, daqueles livros bem idiotas mesmo. Mas não. Você dá muitas risadas, verdade. Só que é tão verdadeiro e tocante que é difícil acreditar que o Chris é só um personagem de ficção.

3) Caninos Brancos, de Jack London

Este aqui é o mais antigo da minha lista. Com a narrativa mais realista que eu já li, dá para sentir frio só de ler a descrição do Wild.
É a história de um lobo meio cachorro e toda a sua ÉPICA jornada pelo Alasca, desde que ele vivia na floresta até ser domesticado e forçado a se adequar ao mundo dos homens.
Caninos Brancos tem uma capacidade incrível de se adequar, de se adaptar. Ele já teve um dono índio, um dono branco e por fim acabou nas mãos de Weedon Scott, o único dono – ou deus, na visão do lobo – que foi bom com ele.
Uma história sobre a relação entre homens e animais, porém, acima de tudo, é uma história sobre como é não pertencer a lugar nenhum.

Se você for olhar por um lado, é meio piegas, mas fazer o quê? É meu livro preferido.

4) Diário Absolutamente Verdadeiro De Um Índio De Meio Expediente, de Sherman Alexie

Sherman Alexie conseguiu uma coisa incrível. Transformar um livro sobre superação e desigualdade social em uma coisa divertida. Arnold Spirit Junior, é em todos os sentidos, um menino azarado. Mora na reserva indígena mais pobre dos Estados Unidos, tem hidrocefalia, por isso a cabeça dele é enooorme. Ele apanha todo dia, a única pessoa que o defende é Rowdy, seu amigo durão. Por isso, ele passa seus dias trancado em casa, desenhando cartuns. Só que o que ninguém esperava é que Junior fosse um lutador. Após um incidente envolvendo um livro velho de geometria e o nariz de um professor, ele recebe o maior conselho da sua vida: Ele precisava sair da reserva. E rápido. O garoto se enche de coragem e se matricula em Reardan, uma escola de brancos fora da reserva, cujo o mascote é um índio, mas não há índios na cidade.
Exceto Junior, claro.
Ele chega lá, e todo mundo chama ele de Arnold, seu primeiro nome. Na cidade de caras-pálidas, ele conhece muita gente. Penelope, a garota loira e popular que me lembra vagamente a Elena, de Diários Do Vampiro (Ou seja,uma filha da p….), Gordy, o menino gênio com tesão metafísico e vários outros.

Só que Arnold vira o inimigo público nº 1 da reserva. Todos acham que ele é um traidor. Seu novo apelido é maçã. Não, não é porque ele é uma frutinha. É porque para os outros índios, Arnold é vermelho por fora e branco por dentro. Muitas coisas ruins acontecem, e Arnold ilustra todas elas com seus cartuns. No final, o índiozinho chega a uma conclusão: mesmo que esteja meio dividido entre as duas vidas que leva, ele aindo é um índio Spokane, nunca vai deixar de ser. E nunca vai deixar de batalhar. Porque é um guerreiro, acima de tudo.

Enfim, é uma história genuinamente sensível. O que mais pode se esperar de um livro?

5) Coraline, de Neil Gaiman.

Quando Neil Gaiman lançou Coraline, disse que seria um livro para “meninas estranhas, de todas as idades”. Talvez você já tenha visto o filme. Se viu, é interessante ler o livro também.

A história é muito sinistra. Coraline Jones se muda para uma grande casa vitoriana que foi dividida e transformada em apartamentos. Os vizinhos são excêntricos, e sempre erram seu nome. Coraline tem pais ausentes, e no primeiro dia, eles a mandam explorar a casa.
Nisso, Coraline se depara com uma portinha, que a leva para outro mundo. Um mundo mais legal, com pais divertidos e vizinhos que a chamam de Coraline, não de Caroline.
Só que nem tudo é o que parece. Ela percebe que sua mãe do “outro lado” tem botões no lugar de olhos. A mãe esquisita pede para costurar botões nos olhos da menina. (!)
Tudo era uma questão de escolha, até que a mãe dos botões aprisiona os pais verdadeiros de Caroline, forçando-a a voltar ao universo paralelo para resgatá-los.

É muito, muito bom. Tem algumas partes que me deram calafrios, mas foi uma ótima introdução ao mundo macabro da Gaiman.

Anno Dracula, de Kim Newman.

Eu sou colaboradora do Blog New Bites (mas isso vocês já devem saber) porque vampiros são legais, por mais que a Cherry_B reclame. Hoje publiquei uma resenha lá sobre Anno Dracula, um livro suuper legal que tem o selo Gaiman Approval (logo, não tem como ter dúvidas que que é bom). Clique na capa para lê-la!

(Ah, temos um novo parceiro,  o Sobre Livros que estranhamente também é feito por irmãos… )

5 Luxos e 1 Lixo: Desenhos Animados


Não, isso não é um post sobre anime.

É sobre algo muito mais simples, algo que eu amo de paixão desde que tenho 3 anos.

Algumas pessoas param de gostar de desenhos a partir dos onze ou doze anos, mas quer saber? Aposto que quando eu tiver 20 anos, 35 anos ou 70 eu vou continuar rindo de Bob Esponja.

Faz algum tempo que a gente não posta um 5 Luxos e 1 Lixo, então resolvi refrescar um pouco essa seção. Hi-5! \o

Sabe como é, né? Ficam dizendo por aí que “Ah, hoje em dia não tem mais desenho bom.”

ISSO TUDO É MENTIRA!

Claro que não chega nem perto dos tempos de Vaca E O Frango, Dexter, Scooby-Doo, Invasor Zim e Hey, Arnold! mas existem desenhos que de tão non-sense e ridículos que não fazem muito feio perto dos velhos e bons clássicos.


– Luxos

1) Padrinhos Mágicos
Dããã! Apesar de ter poucos episódios, repetir feito o inferno e ter perdido um pouco de graça, continua sendo ótimo.O dublador do Cosmo, o Guilherme Briggs, é o deus da dublagem brasileira! (Ele também dublou o Freakzóide e o Buzz Lightyear). E quem é que não gostaria de ter padrinhos mágicos? E tenho medo da Vicky. Lembram da música que o Chip fez pra ela?

2) As Terríveis Aventuras De Billy E Mandy


É tão… do mal. Puro Osso, o ceifador que foi obrigado a ser amigo ETERNO da Billy e da Mandy, após perder um jogo de conga, é o reaper mais legal de todos os tempos! Com diversos episódios, um mais non-sense que o outro, Billy & Mandy se mostra uma ótima série para formar pequenos monstrinhos. Já viram o especial de natal? Aquele que o Papai Noel vira vampiro. Eu aprendi que o melhor jeito de des-transformar um vampiro é dando cookies pra ele. :3 Rose, deixa de drama e manda cookies para o Dimitri! Só que o vídeo vai ser o Destruir Legal, do episódio do palhaço!

3) As Trapalhadas De Flapjack


Este é relativamente recente e passa no Cartoon. É sobre as aventuras de um pequeno marujo com voz de menina e o Capitão Falange. Os dois moram no cais Porto Tempestade e dormem na baleia Bolha. É TÃO LEGAAAL! O Flapjack é doido por aventuras, só o que o capitão e ele mais querem é encontrar o caminho para a Ilha Açúcar *-* (Também é meu sonho, viu?)


4) Mighty B!

Outro que parecia ser muito chato, mas descobri que é ótimo. Passa na Nick. Bessie é uma menina hiperativa e entusiasmada que mora em São Francisco e faz parte das HoneyBees. Ela acredita que se conseguir 9.000 distintivos pode se tornar a poderosa e amarela Mighty B!. Ela é doidona :B (Não achei nenhum vídeo legal, os divertidos estão com a incorporação desativada. Mas vai por mim, vale a pena.)

5) Ilha Dos Desafios


É o primeiro reality show animado, com aqueles esteriótipos tipo “o gordão”, e “a gótica”.
É muito, muito bom. O Chris, o apresentador, é DOIDO! E o Chefe, o cozinheiro, parece um bandido. Tem umas situações tão absurdas, que só resta aos participantes gritar “ISSO É ILEGAL!”, mas nunca adianta. No começo os participantes são divididos entre os Robalos Assassinos e os Esquilos Berrantes, só que mais pra frente é cada um por si. Quem é eliminado vai para o Cais Da Vergonha, e depois mandado para um resort super-chique onde aprende a aceitar sua derrota. Daqui a pouco estreia Total Drama Action, em fevereiro.


– O Lixo

Ben 10

Dãã, B! Como você é previsível! Pode me chamar do que quiser, mas o desenho que mais merece o posto de “lixo” é Ben 10. Tudo bem que o Ben 10 é um rebeldezinho, briga com a prima e de vez em quando desobedece o avô, mas CONTINUA SENDO MUITO CHATO! Tem aqueles alienígenas super-toscos e etc. Acho que um sucesso de um desenho bizarro como esse deve-se a falta de bons desenhos de “hominho” hoje em dia. Antigamente tinha X-Men e Liga Da Justiça, mas agora os desenhos de super-heróis estão mais insuportáveis que Ben 10. 

ESTAMOS CRIANDO UMA GERAÇÃO DE CRIANÇAS QUE NÃO GOSTAM DE QUADRINHOS! OMG, QUE HORROR!

O Ben 10 tem dez anos e se transforma em dez alienígenas. Quando ele tem dezessete, vira 17 alienígenas. Quando ele tiver 70, ele vai se transformar em 70 alienígenas diferentes, isso não faz sentido!