Anno Dracula, de Kim Newman.

Eu sou colaboradora do Blog New Bites (mas isso vocês já devem saber) porque vampiros são legais, por mais que a Cherry_B reclame. Hoje publiquei uma resenha lá sobre Anno Dracula, um livro suuper legal que tem o selo Gaiman Approval (logo, não tem como ter dúvidas que que é bom). Clique na capa para lê-la!

(Ah, temos um novo parceiro,  o Sobre Livros que estranhamente também é feito por irmãos… )

5 Luxos e 1 Lixo: Desenhos Animados


Não, isso não é um post sobre anime.

É sobre algo muito mais simples, algo que eu amo de paixão desde que tenho 3 anos.

Algumas pessoas param de gostar de desenhos a partir dos onze ou doze anos, mas quer saber? Aposto que quando eu tiver 20 anos, 35 anos ou 70 eu vou continuar rindo de Bob Esponja.

Faz algum tempo que a gente não posta um 5 Luxos e 1 Lixo, então resolvi refrescar um pouco essa seção. Hi-5! \o

Sabe como é, né? Ficam dizendo por aí que “Ah, hoje em dia não tem mais desenho bom.”

ISSO TUDO É MENTIRA!

Claro que não chega nem perto dos tempos de Vaca E O Frango, Dexter, Scooby-Doo, Invasor Zim e Hey, Arnold! mas existem desenhos que de tão non-sense e ridículos que não fazem muito feio perto dos velhos e bons clássicos.


– Luxos

1) Padrinhos Mágicos
Dããã! Apesar de ter poucos episódios, repetir feito o inferno e ter perdido um pouco de graça, continua sendo ótimo.O dublador do Cosmo, o Guilherme Briggs, é o deus da dublagem brasileira! (Ele também dublou o Freakzóide e o Buzz Lightyear). E quem é que não gostaria de ter padrinhos mágicos? E tenho medo da Vicky. Lembram da música que o Chip fez pra ela?

2) As Terríveis Aventuras De Billy E Mandy


É tão… do mal. Puro Osso, o ceifador que foi obrigado a ser amigo ETERNO da Billy e da Mandy, após perder um jogo de conga, é o reaper mais legal de todos os tempos! Com diversos episódios, um mais non-sense que o outro, Billy & Mandy se mostra uma ótima série para formar pequenos monstrinhos. Já viram o especial de natal? Aquele que o Papai Noel vira vampiro. Eu aprendi que o melhor jeito de des-transformar um vampiro é dando cookies pra ele. :3 Rose, deixa de drama e manda cookies para o Dimitri! Só que o vídeo vai ser o Destruir Legal, do episódio do palhaço!

3) As Trapalhadas De Flapjack


Este é relativamente recente e passa no Cartoon. É sobre as aventuras de um pequeno marujo com voz de menina e o Capitão Falange. Os dois moram no cais Porto Tempestade e dormem na baleia Bolha. É TÃO LEGAAAL! O Flapjack é doido por aventuras, só o que o capitão e ele mais querem é encontrar o caminho para a Ilha Açúcar *-* (Também é meu sonho, viu?)


4) Mighty B!

Outro que parecia ser muito chato, mas descobri que é ótimo. Passa na Nick. Bessie é uma menina hiperativa e entusiasmada que mora em São Francisco e faz parte das HoneyBees. Ela acredita que se conseguir 9.000 distintivos pode se tornar a poderosa e amarela Mighty B!. Ela é doidona :B (Não achei nenhum vídeo legal, os divertidos estão com a incorporação desativada. Mas vai por mim, vale a pena.)

5) Ilha Dos Desafios


É o primeiro reality show animado, com aqueles esteriótipos tipo “o gordão”, e “a gótica”.
É muito, muito bom. O Chris, o apresentador, é DOIDO! E o Chefe, o cozinheiro, parece um bandido. Tem umas situações tão absurdas, que só resta aos participantes gritar “ISSO É ILEGAL!”, mas nunca adianta. No começo os participantes são divididos entre os Robalos Assassinos e os Esquilos Berrantes, só que mais pra frente é cada um por si. Quem é eliminado vai para o Cais Da Vergonha, e depois mandado para um resort super-chique onde aprende a aceitar sua derrota. Daqui a pouco estreia Total Drama Action, em fevereiro.


– O Lixo

Ben 10

Dãã, B! Como você é previsível! Pode me chamar do que quiser, mas o desenho que mais merece o posto de “lixo” é Ben 10. Tudo bem que o Ben 10 é um rebeldezinho, briga com a prima e de vez em quando desobedece o avô, mas CONTINUA SENDO MUITO CHATO! Tem aqueles alienígenas super-toscos e etc. Acho que um sucesso de um desenho bizarro como esse deve-se a falta de bons desenhos de “hominho” hoje em dia. Antigamente tinha X-Men e Liga Da Justiça, mas agora os desenhos de super-heróis estão mais insuportáveis que Ben 10. 

ESTAMOS CRIANDO UMA GERAÇÃO DE CRIANÇAS QUE NÃO GOSTAM DE QUADRINHOS! OMG, QUE HORROR!

O Ben 10 tem dez anos e se transforma em dez alienígenas. Quando ele tem dezessete, vira 17 alienígenas. Quando ele tiver 70, ele vai se transformar em 70 alienígenas diferentes, isso não faz sentido!

Sherlock Holmes, eu te amo!


Ontem eu vi Sherlock Holmes, e bom, eu achei… foda.
Para quem não sabe, nosso detetive preferido sofria de DDA, apesar de ser tão observador 😛

Antigamente, os filmes de Sherlock Holmes eram todos parecidos: O inglês super-inteligente com sua boina de caçador, cachimbo curvo e seu amigo que parece mais um empregado, o Watson. Claro, Holmes nunca foi descrito assim nos livros. Os filmes antigos não mencionam que o cara era cheio de defeitos, era inquieto e praticante de boxe, esgrima e singlestick.

Você é um saco!

Aí o Guy Ritchie lança o novo filme do Sherlock Holmes, diferente de todos aqueles clichês velhos e irritantes.

No começo, aparece Holmes e Watson prendendo o Lord Blackwood, por ter matado 5 meninas num ritual de magia negra. Seria a última aventura dos dois, por causa do casamento do Watson. Blackwood é enforcado, mas outros problemas aparecem. Aparentemente, o Lord ressucitou, mas é claro que Holmes não acredita nessa besteira. Então vão os dois (Watson meio a contragosto) resolver o mistério.

Eu amei o ritmo ágil, as perseguições, as manias de Holmes, as reclamações do seu BFF Dr. Watson e a Adler, que é encantadora e divertida (Na obra de Conan Doyle, ela aparece em um O Escândalo Da Boêmia).
Não é aquela coisa “eu… estou… resolvendo… o… mistério… *dorme*” é mais para “Eu estou resolvendo o mistério, enquanto vasculho a cena do crime e os lugares para onde ela me leva e fujo dos criminosos ao mesmo tempo!”

Você é foda!

O filme mostra um detetive boêmio, orgulhoso e muito esperto, diferente do velho senhor classudo e arrogante que habitava nossa imaginação. E um Watson bonito (isso é importante!), sagaz e inteligente, que não é o gordinho que só faz gordices que pensávamos que ele era!

Watson que não faz gordice.

Vocês ainda podem reclamar do roteiro, que estava meio óbvio. Mas é claro que não é a mesma coisa de pegar a obra do Conan Doyle e ir juntando as peças!
É uma adaptação, e na minha opinião o Guy Ritchie teve mão hábil ao pegar a essência verdadeira do detetive e transformar numa aventura emocionante e dinâmica.

Ah, e DDA? Isso pra mim é coisa de meio-sangue!
Aposto que o Holmes era filho de Zeus e o Watson era filho de Atena! (Se não entendeu, deixe de ser fanfarrão e vá ler Percy Jackson.)

Manifesto da B.

Aos presentes cavalheiros e senhoras, devo informar que apesar de ser uma verdade universalmente conhecida que sou irmã da Bell, não fui batizada com tal, caralho.

Se eu não fosse tão preguiçosa, faria um daqueles videozinhos do Hitler berrando, mas como já disse, sou preguiçosa demais para isso, então desfrute da imagem a seguir:


Let’s Dance: David Bowie

Música é o ar que respiramos aqui em casa e por isso queriamos colocar uma coluna de música aqui no NUPE (Nem Um Pouco Épico). Deliberamos por um tempo sobre qual nome deveríamos dar, sendo que ele estava na nossa frente o tempo todo. Que começariamos com o David Bowie era fato, porque ontem, dia 8/01, foi aniversário de 63 anos dele e ele é um dos nossos cantores favoritos. E a música que iríamos colocar era Let’s Dance

David Bowie já foi tudo o que você pode imaginar e por isso é chamado Camaleão da Música. Além de cantor, ele também é ator e pegador de carteirinha. Além disso, tem um olho de cada cor, fruto de uma paralização na sua pupila esquerda depois de levar um soco numa briga por uma namorada na adolescência.
Você provavelmente já o viu em algum filme, seja em O Labirinto, Fome de Viver, High School Band ou em um especial do Bob Esponja. Ele tem 25 albuns em estúdio e já fez parceria com as mais diversas bandas, como Rolling Stones, Queen, Placebo e Nine Inch Nails (só para ilustrar a diversidade).
O seu site oficial é esse.

Curiosidades aleatórias:
+ Haverá um cd em homenagem ao Bowie que terá, dentre outros, músicas pela Carla Bruni, Duran Duran e MGMT.
+ Ele só faz participação em músicas com quem ele já pegou (Tô falando, a Angela Bowie, ex-mulher dele, disse que o que mais chocou ela foi chegar em casa e dar de cara com o David Bowie e o Mick Jagger na CAMA!)
+ Aos 17 anos ele foi entrevistado em um programa da BBC como o fundador da Sociedade para a Prevençaõ da Crueldade com Homens de Cabelos Longos. “Não é legal quando as pessoas chamam você de querido e tal’, disse Bowie na época.
+ O cantor recusou o título de CBE (Ordem do Império Britânico) em 2000 e o título de Cavaleiro do Reino em 2003.
+ Em seu histórico escolar, Bowie tem apenas uma nota zero, em arte. (A B. disse que ele provavelmente era como ela e sempre esquecia de entregar os trabalhos).

Agora vamos ao que interessa… as músicas!

Primeiro, Let’s Dance, que nomeia esta coluna. Um amigo meu que é conhecido por V disse uma vez que viciou em Bowie quando ouviu essa música.O clipe é muito divertido e, apesar de se passar na Austrália, parece que se passa na Paraíba! XD

Segundo, Ziggy Stardust. Você com certeza já ouviu nem que seja a versão bizarra do Seu Jorge, traduzida. Tem um cover muito bom dela pelo Bauhaus (que vai aparecer aqui algum dia também)

Terceira, Rebel Rebel. A minha favorita dele, de verdade. Só ouçam!

E por último, a mais conhecida. Talvez não saibam, mas The Man who sold the world é do Bowie. O cover do acústico do Nirvana certamente é mais conhecido, mas a original não deixa de ser melhor, como a maioria das originais é.

Os referidos covers:

Ziggy Stardust pelo Bauhaus:

The Man who sold the world pelo Nirvana:

Nem um pouco épico de fato: Ele não está tão afim de você.

Eu vi esse filme no cinema como alternativa a um filme que queríamos ver mas tinhamos perdido. Ou foi num daqueles tempos em que não tem nenhum filme bom passando e você vê o menos pior? Não consigo me lembrar. De qualquer forma, ontem minha querida amiga me liga dizendo “você vai passar na locadora e alugar Ele não está tão a fim de você.” Minha reação foi: “O QUÊ? Não vou alugar essa merda! A gente já viu! E hoje é aniversário do David Bowie e do Elvis! A gente devia ver um filme com o Bowie ou algo mais legal do que isso!”. A minha amiga, por sua vez, disse que tinha bolo com calda de chocolate e que era para eu alugar o filme e ser boazinha.
Então aluguei o filme.

De qualquer forma, nós o revimos. A minha segunda impressão foi beeem diferente da primeira. Não sei se é por causa do meu humor, mas da primeira vez eu gostei do filme, achei ele até legalzinho. Dessa vez, eu o achei insuportável, tirando por algumas partes. O filme é baseado num livro de auto-ajuda (Auto ajuda, HELLO?) e conta várias histórias que são interligadas porque as pessoas se conhecem. A história que mais me irrita é a que envolve a Jennifer Aniston e o Ben Affleck. A que menos me irrita é a da tal Gigi e do menino do bar. Mas vamos por por partes, como Jack diria.

O filme realmente retrata várias facetas dos relacionamentos e de homens e mulheres em geral, mas a maioria das pessoas envolvidas não são nada parecidas comigo. No máximo, a personagem da Drew Barrimore que fica irritada porque “existem 7 formas diferentes de levar um fora” com toda essa tecnologia. Fora ela, nenhum outro personagem feminino se encaixa na minha vida ou na minha personalidade. O desenvolvimento do filme é interessante, mas não há nenhuma “liga”, nada que te deixe realmente empolgado para descobrir o que vai acontecer no final. Todos os relacionamentos têm um desfecho óbvio e, embora o nome do filme, no final nós acabamos descobrindo que tudo dá certo! Os que agem mau se dão mal no final e os que agem de forma equivocada acabam se dando bem como toda comédia romântica do universo. Ou seja: apesar de no início não parecer ser um comédia romântica clichê, acaba se revelando uma. E nem uma boa!

Como eu disse, a história que mais me irrita é a que envolve a Jennifer Aniston. Ela mora com o seu “namorado” a 7 anos e o fica pressionando para casar com ela, numa cerimonia e tudo, mesmo ele dizendo que não acredita em casamento. Ele diz que a ama e não sente vontade de pagar 37 dólares para ter uma certidão que ateste isso. Apesar disso, ela o pressiona e eles acabam terminando. No final, obviamente, ela vê que ele é bem melhor do que o marido de muitas mulheres. O que me irrita é essa fixação que algumas mulheres têm por querer “se casar”, se atendo a essas convenções sociais (porque é uma convenção social sim!) de ter festa, registrar e tudo o mais ao invés de ver o valor do que têm.  Muita gente não se casa e fica junto pelo resto da vida. Qual a diferença que isso faz, de verdade? Eu acho que é muita insegurança da parte dela, no filme, insistir assim por uma coisa que não tem importância.

Enfim,  olha o que o Maximus faria com esse filme:

Mas é claro que se você gosta, não tem problema nenhum. É uma boa passagem de tempo.

Hasta la vista, baby. – Porque eu amo Exterminador Do Futuro.


Resolvi escrever esta resenha porque há mais ou menos uma semana eu vi Avatar, um filme que me fez gostar ainda mais do James Cameron.

Quer dizer, não que ele seja meu diretor favorito. Esse posto está reservado unicamente para o Steven Spielberg, apesar de ele ter feito uma pá de filme ruim.

O James Cameron é um cara bastante egocêntrico. (Ele foi eleito o mais convencido de Hollywood. Isso é muita coisa) Ele gosta de coisas grandiosas, vide Avatar e Titanic.
Mas meus dois filmes preferidos, entre todos que ele fez, continuam sendo Exterminador do Futuro 1 e 2. O Cameron não filmou o 3, e é uma merda que todo mundo odeia.

A história é a seguinte: No futuro, o mundo é dominado pela Skynet, um super-software de computador. No começo, a Skynet era só um projeto da Cyberdyne Systems para ser controlar os armamentos dos Estados Unidos e evitar erros humanos.
Porém a máquina ganha consciência própria em 1997 e chega a uma conclusão: A humanidade deve ser exterminada.
Como tem o controle de todo o arsenal dos E.U.A, ela lança um míssel na Rússia.
A Rússia responde lançando outro míssel.
Os governos entram em colapso e chegam à anarquia total.
Nisso, TRÊS BILHÕES de humanos morrem em, hmmm, meia hora.

Os sobreviventes formam uma Resistência, liderados por John Connor. Aí entra a história do primeiro filme. Para matar o líder, eles mandam um Terminator, um robô com esqueleto de metal revestido com tecidos humanos, para matar Sarah Connor, a mãe de John.
E John manda Kyle Reese para protegê-la.
Mas aí Kyle Reese se apaixona por Sarah, e bom, eles dormem juntos.
E Sarah engravida. E o filho dela é John.
Não é demais? Tipo, é um paradoxo. Se John não mandasse Kyle pro passado, não teria nascido. Mas Kyle só nasceu muito depois que John. Ou seja, ele é mais velho que o próprio pai!
No final Kyle e Sarah exterminam o Exterminador (?) e o futuro continua como deve ser.
Outra coisa interessante é ver a transformação de Sarah, uma garçonete meio atrapalhada, numa doida de pedra verdadeira soldado.

Porém, o filme 1 é só uma introdução. O clímax acontece no 2, quando o John já tem 10 anos e é uma criança problemática que vive com pais adotivos porque a Sarah está num hospício por tentar explodir uma fábrica de computadores.

MASTER SPOILERS a seguir:
Ao ver que seu plano inicial falhou, a Skynet manda mais um Terminator, dessa vez mais avançado. Ele não é feito de um esqueleto metálico, que nem o Arnold Schwarzennegger do primeiro filme. Ele é feito de metal líquido, e pode assumir a forma que quiser. E esse Terminator é mil vezes mais difícil de destruir, pior do que aquela barata da sua casa que fica fugindo e nem Baygon consegue matar

Eu sou mau e pareço o Surfista Prateado! Mwhauahuha.


Só que John Connor é esperto. Ele re-programa um Terminator que também é o Arnold Schwarzennegger para proteger a si mesmo e sua mãe. Como ele é um dos meus personagens favoritos de todos os tempos, vou chamá-lo de Homem De Lata, que é um nome muito mais legal que Cyberdyne Systems Model 101.
Seguem-se daí várias cenas de perseguições e fugas.

O Cara do Mércurio Cromo mata os pais adotivos do John e mais monte de gente. Durante esse tempo, o Terminator aprende a ser mais humano. Tem até uma cena super-fofa que ele pergunta pro John: – Por que vocês choram?

Aí ele explica que é quando dói, mas dói por dentro. O Homem de Lata faz uma cara de “WTF?” e eles continuam a fuga.
Mais tarde a Sarah tenta matar o tio que está desenvolvendo a Skynet. Ela fala que ele é responsável por três bilhões de mortes, e bom, isso o convence.

Então todos eles tentam destruir o chip, claro que escondido dos outros pesquisadores.

No final eles conseguem destruir o Mércurio Cromo e o chip. Só que ainda falta um Terminator. O Homem de Lata!

Ele diz que tem que ser morto para os Exterminadores não existirem. Aí o John e a Sarah ficam tipo “Nãããoo, Homem de Lata!” E então o T-101 diz: – Agora sei porque vocês choram. Mas isso é algo que eu nunca poderei fazer.

E ele se joga no ácido fundido.

Eu chorei litros nessa parte.
Quer dizer, internamente.
Eu fiquei mais triste do que quando assisti P.S Eu te Amo.
Sério.
Mas o filme é muito, muito bom.

Ficção científica de qualidade 😛
É nesses filmes que a gente vê a genialidade do James Cameron.

Grandes líderes, nunca confiem seu todo arsenal num software auto-suficiente.

Especial Férias – Parte 2A

Continuando o nosso especial, depois de indicar filmes que estreiam em Janeiro que vocês não podem perder (de uma forma um pouco confusa, confesso),  vamos aos livros – parte um.

Como eu tenho um carma de séries, vou dividir o especial sobre livros em duas partes. A primeira englobará séries de livros e a segunda, livros que são “sozinhos”.



1) Artemis Fowl, de Eoin Colfer, publicado pela Editora Galera Record.


Artemis Fowl é um garoto gênio do crime. Com apenas 12 anos, ele segue os passos criminosos do pai e está pronto para dar o seu maior golpe: roubar o ouro das fadas. Não só foi capaz de descobrir a existência do Povo das Fadas, como também aprendeu o seu idioma e bolou um plano mirabolante para colocar as mãos no dinheiro deles… só que ele não contava que seria impedido por uma equipe da LEPrecon, a organização de operações especiais do Povo, e acabaria sofrendo tantas reviravoltas que… bom, só lendo para saber, né? ;D

São seis livros na série (até agora), um “arquivo” e uma adaptação para os quadrinhos, todos eles lançados no Brasil pela editora Galera. Artemis é um dos meus livros favoritos e o Artemis foi o meu primeiro “book crush”. O meinno era bonito, inteligente e maldoso! O que mais eu podia querer?

Antes que pensem em pedofilia, eu tinha 11 anos quando li o primeiro livro, então o Artemis cresceu comigo. É uma série recheada de diversão que agrada tanto ao público mais jovem quanto ao mais velho. O Eoin Colfer, o autor, tem um estilo de escrita maravilhoso e suas histórias são muito bem boladas, embora no último livro do Artemis ele tenha apelado só um pouquinho…

Os livros são: Artemis Fowl: O menino prodígio do crime,Artemis Fowl: Uma aventura no Ártico, Artemis Fowl: O código eterno, Artemis Fowl: A vingança de Opala, Artemis Fowl: A colônia perdida e Artemis Fowl:O Paradoxo do Tempo.



2) Série Millenium, de Stieg Larsson, publicada pela Cia. Das Letras

A Série Millenium trata de Mikael Blomkvist, um jornalista investigativo e Lisabeth Salander, uma haker de computadores extremamente anti-social, investigando crimes que envolvem violência contra as mulheres e podres da sociedade sueca. No primeiro livro, Os Homens que não amavam as mulheres, Mikael é condenado a prisão por difamação depois de escrever uma matéria desmantelando um esquema de corrupção bancária e logo depois de cumprir sua sentença (três meses, o que, no Brasil, virariam tipo umas 2 cestas básicas), é convidado por um senhor para investigar o desaparecimento de Harriet Vanger, a herdeira de um império industrial que está desaparecida desde 1966. A partir daí, Mikael começa a desencavar podres da família Vanger, correndo até o risco de vida algumas vezes e só com a ajuda de Lisabeth Salander que consegue desvendar o mistério.

No segundo livro quem precisa de ajuda é Lisabeth Salander, para provar que não é culpada de um triplo homicídio que tem todos os indícios de terem ela como executora. Mikael então se empenha para salvá-la. No terceiro, “grande parte dos segredos é desvendada, e Lisbeth Salander agora conta com excelentes aliados.”

Eu só li o primeiro e os outros dois estão aqui na fila de leitura, mas eu posso dizer que se os outros dois forem tão bons quanto o primeiro, vale MUITO  a pena! Eu li as 560 e poucas páginas desse livro em dois dias, porque não conseguia largá-lo. O início é meio lento, mas depois das 100 primeiras páginas, as coisas correm tão rápido que você até se esquece de respirar. É um livro policial diferente do “comum”, mas muito interessante.

A série Millenium deveria ter 10 livros, mas o autor morreu de ataque cardiáco antes de revisar o quarto e terminar o quinto, então ficamos só com 3… Aliás, tudo se passa na Suécia,o que é um alívio para quem lê tantos livros ambientados nos Estados Unidos e no Reino Unido como eu!

Os livros são: Os Homens que não amavam as mulheres, A menina que brincava com fogo e A Rainha do Castelo Alto.

3) O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, pela Sextante 

Primeira lição: NÃO ENTRE EM PÂNICO!

O Guia é mais do que uma série de humor interplanetária, é um guia para a vida. Entendam, você aprende muito mais lendo os 5 livros que compoem essa trilogia (sic) do que nos 10 anos que passa sentado numa cadeira escolar vendo química, geografia e desenho geométrico. Das teorias científicas mais modernas à lições de como sobreviver à vingança de uma criatura, do que vestir quando for sair (nunca esquecer da toalha) à nunca-jamais ficar num sarau Vogon. O Guia é um livro essêncial para qualquer pessoa que respire na Terra e que saiba a pergunta que origine o infame 42 (mesmo que seja 6 vezes 7).

O Guia conta as aventuras de Arthur Dent, que escapa da destruição da Terra graças à Ford Prefect, um amigo de betelguese que estava na Terra disfarçado de ator. A partir daí, os livros contam as aventuras de Arthur no universo. Arthur é um inglês comum, que prefere ficar em casa tomando chá à fazer estripulias espaciais por aí, mas a vida é assim mesmo, não?

O mestre Douglas Adams morreu de ataque cardíaco aos 42 anos e o responsável pela sexta parte de três da série é o Eoin Coilfer… sim! O Autor de Artemis Fowl! Dizem que o livro será lançado por aqui nesse ano ainda.

Os livros são:  O Guia do Mochileiro das Galáxias; O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, o universo e tudo o mais; Até mais, e obrigado pelos peixes! e Praticamente Inofensiva.

4) The Southern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris

Essa só é uma boa para as férias para quem lê em inglês. Em português, só tem os dois primeiros livros e não compensa muito, na minha opinião, começar a ler agora e ser torturada com a espera. A Série The Southern Vampire Mysteries é aquela conhecida como True Blood ou como Sookie Stackhouse Misteries. Sookie Stackhouse é uma garçonete de 25+ anos que é telepata e tem sua vida virada de cabeça para baixo depois que um vampiro chega na cidadezinha pacata de Bon Temps. Vampire Bill é nativo de Bon Temps e está de volta para tentar se acostumar à vida moderna. Entenda: nesse mundo, os vampiros decidiram se revelar para o mundo e convivem lado a lado com os seres humanos (e demais criaturas), apesar dos problemas que enfrentam. No primeiro livro, uma série de assassinatos de fangbangers (como chamam as pessoas que “correm” com vampiros, se me permitem o espanhol) levam a polícia a acreditar que o irmão de Sookie é o culpado e ela começa a investigar para livrar o irmão. Depois disso, a vida dela jamais é a mesma.

Os livros são cativantes para caramba e é impossível ler um só. Na verdade, é aquele tipo de livro que você esquece do mundo enquanto está lendo e quando termina, quer ir correndo ler o próximo. A Sookie é uma ótima personagem principal e os demais personagens também são muito bem construídos (principalmente o Eric <3). Vale a pena!

Os livros são: Dead until Dark, Living Dead in Dallas, Club Dead, Dead to the World, Dead as a doornail, Definetely Dead, All together dead, From Dead to Worse e Dead and Gone. O nono, Dead in the Family, sai em Maio.


5) As Crônicas de Arthur, de Bernard Cornwell, publicadas pela Editora Record.

Sou muito suspeita para falar, mas essa é a melhor história do Rei Arthur que eu já li. Barra as Brumas de Avalon, barra tudo. A história é contada por Derfel, um dos órfãos criados por Merlin, que conforme cresce vira um guerreiro e acompanha os passos de Arthur na tentativa de unificar os reinos da Inglaterra (tá, esse conceito não existia na época) contra as invasões saxônicas. O BC faz uma pesquisa história para todos os livros que faz e não por menos, no final de cada um dos três livros da trilogia ele fala o que fantasiou e o que tem muitos indícios de terem acontecido de verdade. Os personagens são cativantes demais e você grita com eles, chora com eles e comemora com eles cada passo que dão. Além disso, o estilo de escrita do BC é tão realista que você consegue sentir até o cheiro de cerveja e mijo dos saxões!

Claro, se você não gosta de batalhas, de guerreiros, de história e de estratégia militar, fique longe dele. Há romance, mas não é o ponto principal. O ponto principal é contar a história de um homem e de como o mundo era antes, durante e depois dele. E é isso que eu acho o melhor de tudo! O meu O Rei do Inverno é autografado e eu recebi um abraço do BC quando disse que as Crônicas eram meus livros favoritos! Porque, dos que ele escreveu, são os dele também.

Os livros são: O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur.

Menções honrosas: Se eu fosse dizer TODAS as séries que eu acho que vocês deveriam ler, não seria só para as férias e sim para a vida inteira! Apesar disso, acho que as abaixo merecem pelo menos uma citação.

– As Crônicas Saxãs, de Bernard Cornwell, da Editora Record.
– Senhor dos Anéis, de J. R.R. Tolkien, da Editora Martins
– A Mediadora, de Meg Cabot, da Editora Galera Record.
– Vampire Academy, de Richelle Mead, da Editora Nova Fronteira
– Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan, da Editora Intrínseca
– Trilogia da Fundação, do Isaac Asimov, da Editora Aleph.

Especial Férias – Parte 1

A Pam, do Garota It, começou um “especial de férias” e como eu sou uma bruxa invejosa (hahaha), vou começar um aqui também. Será que vamos começar um movimento?;D
Bom, eu sou uma pessoal que entrou de férias no final de Dezembro e só volta às aulas no meio de Março então… eu tenho três meses de férias. Na verdade, todo ano é assim na faculdade em que frequento (a tal da UnB, já ouviram falar?), então férias meio que virou minha especialidade. Eu tenho três meses inteiros de pernas para o ar e tirando umas duas ou três semanas em que vou visitar meu parentes na Paraíba, eu fico sem fazer porra nenhuma o tempo todo. Isso meio que dá um PhD de vagabundo para alguém, né?

Assim, vou usar esse espaço para compartilhar minhas experiências. A primeira parte desse especial é… Estou de férias, e agora?

Aproveita!

Se você for como eu, deve ter acumulado milhares de coisas para fazer durante esse tempo. Só que isso não é necessáriamente saudável… eu recomendaria tentar expandir seu universo durante esse período.Experimentar coisas que nunca tinha experimentado, assim. Buscar assuntos que talvez nunca tivessem passado na sua cabeça e que são super legais ou ainda aquilo que você sempre teve vontade de entrar em contato mas nunca tinha tido a oportunidade. Tá, ficou muito vago, mas vocês vão ver na listinha abaixo do que eu estou falando.

Aproveitando as oportunidades para…

1) Conhecer/relembrar as aventuras do Sherlock Holmes:

Semana que vem estréia o mais novo longa com o ilustre detetive inglês, com nada mais nada menos que o Homem de Ferro Robert Downey Júnior como o sr. Holmes e Jude Freaking Hot Law como o sr. Watson (que, para mim, sempre foi baixinho e gordinho) e o Guy Ritchie como diretor. Tipo, o filme vai ser ÉPICO. Mas que tal aproveitar a onda para ler as aventuras escritas pelo Sir Arthur Conan Doyle? Pelo que eu li por aí, esse filme está muito bem adaptado, principalmente levando em consideração a essência dos personagens dos livros/contos. Além disso, as histórias são surpreendentes e divertidíssimas, além de fáceis de ler.
O filme estréia dia 8/01.


Trailer:


2)Virar o rei dos monstros com Max de Onde vivem os Monstros:

Desde que eu vi o trailer pela primeira vez, eu fiquei louca louca para ver esse filme. Ele era para estreiar nas telinhas verde-amarelas ano passado, mas foi adiado, adiado, adiado e agora a data marcada é dia 15/01. O livro já foi publicado por aqui e é pequeniníssimo e eu considero um presente perfeito para crianças! As ilustrações são lindas e a história muito fofinha. Já sobre o filme, todas as críticas que leram o elogiam muito e dizem que é voltado para todos os públicos, mas principalmente para adultos. É um filme que, segundo eles, faz relembrar as inseguranças que estão presentes na infância.
Além disso, o trailer é com Funeral, do Arcade Fire. Dá vontade de chorar só de ver ;D

Trailer:

3) Fazer um plano de sobrevivência em caso de ataques zumbis depois de aprender as regras em Zumbilândia:

Embora meu tio já tenha feito todo o plano de fuga em caso de ataque de zumbis, o filme parece ser divertidíssimo. Nem todo mundo já teve a oportunidade de ver um filme de zumbi ou mesmo acha que não gosta, mas eu garanto que é um dos gêneros do terror mais hilários. De verdade. Se você quer se esbaldar de rir, a pedida certa é um filme de zumbie. Os sustos são sempre seguros e o sangue é tão groselha que não tem como ficar ocm nojo. Zumbilândia parece seguir o mesmo caminho e ser muito bom, dentro do gênero.Além disso, tem a Abigail Breslin Little Miss Sunshine! Esse é outro que era para estrear ano passado (outubro), e aí foi adiado para novembro, para dezembro e agora está como estréia do dia 29/01.

Trailer:

4) Relembrar musicais como Chicago ao ver Nine:

Nine é um musical da Brodway adaptado para o cinema. Conta a história de Guido Contini, um famoso diretor de filme, enquanto luta para colocar harmonia entre sua vida pessoal e profissional. Eu adoro musicais e só ver o trailer e a lista do elenco desse filme foram o suficiente para acenderem uma vontade louca de vê-lo. Estréia junto com Onde vivem os Monstros, no dia 15/01 e conta com (vamos lá, é uma lista imensa!)

Daniel Day-Lewis, Penélope Cruz, Judi Dench, Nicole Kidman, Kate Hudson, Sophia Loren, Marion Cotillard e Fergie! Tipo, oi! Desemprego jamais em Hollywood depois desse filme… XD
(Ah, o diretor é o mesmo de Chicago…)

Trailer:

5) Ver uma ficção científica vampirica (!?) em Daybreakers!
O que esperar de um filme em que os vampiros são maioria na terra e começam a passar fome por falta de alimento? E que se não salvarem o resto dos humanos que ainda existem, eles estão fadados à extinção por não ter alimento? Exatamente isso. EPIC WIN! Num tempo como o nosso em que “vampiros” são elevados à um estado próximo ao de deuses na cultura pop, um filme que mostre a fragilidade deles vem bem a calhar. Além disso, há a metáfora visível… São vampiros, mas por que não comparar a situação deles à nossa daqui a alguns anos? O que faríamos se para podermos continuar existindo tivessemos que preservar o que comemos? E a música do finzinho é Running Up that Hill, do Placebo <3
Até agora, está programado para estrear dia 29/01 por aqui…

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Roller Derby – Patins, minissaias e arranhões


Infelizmente, eu nunca aprendi a patinar quando era pequena.
Siiim, me chame de sem infância, mas eu tinha um pouco de medo de cair no chão, quebrar todos os dentes e morrer engasgada com o meu nariz.
Preferia uma bicicleta.
Porém, há pouco tempo, eu li um livro MUITO LEGAL da Shauna Cross, “Derby Girl”.
É a história da Bliss, que descobre um esporte alternativo punk rock old school true EPIC death metal from hell chamado, hm, Roller Derby.

Mas o que DIABOS é Roller Derby?
Bom, imagine uma pista de patinação. Imagine um bando de garotas malucas (Nem sempre foi um esporte predominantemente feminino, fica a dica) se esmurrando e desviando de outras garotas caídas. Imagine uniformes divertidos e apelidos como duplo sentido. (Malice In Wonderland, Babe Ruthless, Dinah Might)

Como podemos ver, é um esporte muito gracioso.

O Roller Derby surgiu lá pelos anos 30, e consistia mais numa corrida do que num esporte de contato. Só que os organizadores perceberam que os momentos de choque entre os competidores eram muito mais legais do que um bando de idiotas correndo.
Aí eles pensaram “MWHUAHUAHUHA” e o esporte ganhou reputação de rápido, violento e cruel.
Nos anos 70, perdeu um pouco de força, mas no começo dos anos 2000 ele voltou mais forte do que nunca, com as ligas femininas do sul dos Estados Unidos.
Querem as regras?
O jogo consiste em uma série de corridas (chamadas jam, que duram dois minutos cada) entre dois times, cada um com cinco jogadoras. Uma atacante (a única que marca pontos), três zagueiras e uma pivô. Dá para diferenciá-las pelo capacete: a atacante tem uma estrela nele, as zagueiras usam capacete liso e a pivô usa o capacete listrado.
No começo da partida, as zagueiras e a pivô ficam em fileira, em cada lado da pista e o árbitro apita. Então, elas patinam em grupo enquanto as atacantes esperam na linha de partida.
Quando as outras estão a 6 metros da linha de partida, as atacantes já podem, hãã, atacar.
Na verdade, elas tem que desviar das zagueiras malvadas e chegar ao outro lado. Na primeira volta, as atacantes não marcam pontos, mas a garota estrelada que desviar da pivô vira a atacante líder e pode parar a corrida colocando as mãos no quadril.
Os pontos começam a partir da segunda volta, cada jogadora ultrapassada pela atacante conta um ponto.
Quando terminam os jams os juízes contam os pontos e acontece a esperada hora do “And the winner is…”

Muito ÉPICO, não é?

Mas só existem equipes de Roller Derby em São Paulo, o que é trágico. -FUUU!
E quando você vai numa loja de esportes mainstream como a Centauro e pergunta onde está o Equipamento de patinação os vendedores seguram o riso e dizem “Deve ter lá na Rihappy ou na Ciatoy!”

Um esporte tão foda quanto patinação realmente deveria ser mais conhecido no Brasil. D:

Vale lembrar que o Roller Derby é democrático, garotas de todos os tipos físicos podem participar. Gordinhas e magrelas, não temam!

Antes que você vá ao Parque da Cidade treinar um pouco, não esqueça que NÃO DÁ para praticar Roller Derby com os seus velhos patins in-line ou seus patins artísticos, a menos que você queira desfilar por aí com uma bela botinha branca.

Contemple a glória do patins para Roller Derby!

Ah, vai ter até um filme, Whip It, dirigido pela Drew Barrymore e estrelando a Juno Ellen Page, como a Bliss!