Especial Férias – Parte 2A

Continuando o nosso especial, depois de indicar filmes que estreiam em Janeiro que vocês não podem perder (de uma forma um pouco confusa, confesso),  vamos aos livros – parte um.

Como eu tenho um carma de séries, vou dividir o especial sobre livros em duas partes. A primeira englobará séries de livros e a segunda, livros que são “sozinhos”.



1) Artemis Fowl, de Eoin Colfer, publicado pela Editora Galera Record.


Artemis Fowl é um garoto gênio do crime. Com apenas 12 anos, ele segue os passos criminosos do pai e está pronto para dar o seu maior golpe: roubar o ouro das fadas. Não só foi capaz de descobrir a existência do Povo das Fadas, como também aprendeu o seu idioma e bolou um plano mirabolante para colocar as mãos no dinheiro deles… só que ele não contava que seria impedido por uma equipe da LEPrecon, a organização de operações especiais do Povo, e acabaria sofrendo tantas reviravoltas que… bom, só lendo para saber, né? ;D

São seis livros na série (até agora), um “arquivo” e uma adaptação para os quadrinhos, todos eles lançados no Brasil pela editora Galera. Artemis é um dos meus livros favoritos e o Artemis foi o meu primeiro “book crush”. O meinno era bonito, inteligente e maldoso! O que mais eu podia querer?

Antes que pensem em pedofilia, eu tinha 11 anos quando li o primeiro livro, então o Artemis cresceu comigo. É uma série recheada de diversão que agrada tanto ao público mais jovem quanto ao mais velho. O Eoin Colfer, o autor, tem um estilo de escrita maravilhoso e suas histórias são muito bem boladas, embora no último livro do Artemis ele tenha apelado só um pouquinho…

Os livros são: Artemis Fowl: O menino prodígio do crime,Artemis Fowl: Uma aventura no Ártico, Artemis Fowl: O código eterno, Artemis Fowl: A vingança de Opala, Artemis Fowl: A colônia perdida e Artemis Fowl:O Paradoxo do Tempo.



2) Série Millenium, de Stieg Larsson, publicada pela Cia. Das Letras

A Série Millenium trata de Mikael Blomkvist, um jornalista investigativo e Lisabeth Salander, uma haker de computadores extremamente anti-social, investigando crimes que envolvem violência contra as mulheres e podres da sociedade sueca. No primeiro livro, Os Homens que não amavam as mulheres, Mikael é condenado a prisão por difamação depois de escrever uma matéria desmantelando um esquema de corrupção bancária e logo depois de cumprir sua sentença (três meses, o que, no Brasil, virariam tipo umas 2 cestas básicas), é convidado por um senhor para investigar o desaparecimento de Harriet Vanger, a herdeira de um império industrial que está desaparecida desde 1966. A partir daí, Mikael começa a desencavar podres da família Vanger, correndo até o risco de vida algumas vezes e só com a ajuda de Lisabeth Salander que consegue desvendar o mistério.

No segundo livro quem precisa de ajuda é Lisabeth Salander, para provar que não é culpada de um triplo homicídio que tem todos os indícios de terem ela como executora. Mikael então se empenha para salvá-la. No terceiro, “grande parte dos segredos é desvendada, e Lisbeth Salander agora conta com excelentes aliados.”

Eu só li o primeiro e os outros dois estão aqui na fila de leitura, mas eu posso dizer que se os outros dois forem tão bons quanto o primeiro, vale MUITO  a pena! Eu li as 560 e poucas páginas desse livro em dois dias, porque não conseguia largá-lo. O início é meio lento, mas depois das 100 primeiras páginas, as coisas correm tão rápido que você até se esquece de respirar. É um livro policial diferente do “comum”, mas muito interessante.

A série Millenium deveria ter 10 livros, mas o autor morreu de ataque cardiáco antes de revisar o quarto e terminar o quinto, então ficamos só com 3… Aliás, tudo se passa na Suécia,o que é um alívio para quem lê tantos livros ambientados nos Estados Unidos e no Reino Unido como eu!

Os livros são: Os Homens que não amavam as mulheres, A menina que brincava com fogo e A Rainha do Castelo Alto.

3) O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, pela Sextante 

Primeira lição: NÃO ENTRE EM PÂNICO!

O Guia é mais do que uma série de humor interplanetária, é um guia para a vida. Entendam, você aprende muito mais lendo os 5 livros que compoem essa trilogia (sic) do que nos 10 anos que passa sentado numa cadeira escolar vendo química, geografia e desenho geométrico. Das teorias científicas mais modernas à lições de como sobreviver à vingança de uma criatura, do que vestir quando for sair (nunca esquecer da toalha) à nunca-jamais ficar num sarau Vogon. O Guia é um livro essêncial para qualquer pessoa que respire na Terra e que saiba a pergunta que origine o infame 42 (mesmo que seja 6 vezes 7).

O Guia conta as aventuras de Arthur Dent, que escapa da destruição da Terra graças à Ford Prefect, um amigo de betelguese que estava na Terra disfarçado de ator. A partir daí, os livros contam as aventuras de Arthur no universo. Arthur é um inglês comum, que prefere ficar em casa tomando chá à fazer estripulias espaciais por aí, mas a vida é assim mesmo, não?

O mestre Douglas Adams morreu de ataque cardíaco aos 42 anos e o responsável pela sexta parte de três da série é o Eoin Coilfer… sim! O Autor de Artemis Fowl! Dizem que o livro será lançado por aqui nesse ano ainda.

Os livros são:  O Guia do Mochileiro das Galáxias; O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, o universo e tudo o mais; Até mais, e obrigado pelos peixes! e Praticamente Inofensiva.

4) The Southern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris

Essa só é uma boa para as férias para quem lê em inglês. Em português, só tem os dois primeiros livros e não compensa muito, na minha opinião, começar a ler agora e ser torturada com a espera. A Série The Southern Vampire Mysteries é aquela conhecida como True Blood ou como Sookie Stackhouse Misteries. Sookie Stackhouse é uma garçonete de 25+ anos que é telepata e tem sua vida virada de cabeça para baixo depois que um vampiro chega na cidadezinha pacata de Bon Temps. Vampire Bill é nativo de Bon Temps e está de volta para tentar se acostumar à vida moderna. Entenda: nesse mundo, os vampiros decidiram se revelar para o mundo e convivem lado a lado com os seres humanos (e demais criaturas), apesar dos problemas que enfrentam. No primeiro livro, uma série de assassinatos de fangbangers (como chamam as pessoas que “correm” com vampiros, se me permitem o espanhol) levam a polícia a acreditar que o irmão de Sookie é o culpado e ela começa a investigar para livrar o irmão. Depois disso, a vida dela jamais é a mesma.

Os livros são cativantes para caramba e é impossível ler um só. Na verdade, é aquele tipo de livro que você esquece do mundo enquanto está lendo e quando termina, quer ir correndo ler o próximo. A Sookie é uma ótima personagem principal e os demais personagens também são muito bem construídos (principalmente o Eric <3). Vale a pena!

Os livros são: Dead until Dark, Living Dead in Dallas, Club Dead, Dead to the World, Dead as a doornail, Definetely Dead, All together dead, From Dead to Worse e Dead and Gone. O nono, Dead in the Family, sai em Maio.


5) As Crônicas de Arthur, de Bernard Cornwell, publicadas pela Editora Record.

Sou muito suspeita para falar, mas essa é a melhor história do Rei Arthur que eu já li. Barra as Brumas de Avalon, barra tudo. A história é contada por Derfel, um dos órfãos criados por Merlin, que conforme cresce vira um guerreiro e acompanha os passos de Arthur na tentativa de unificar os reinos da Inglaterra (tá, esse conceito não existia na época) contra as invasões saxônicas. O BC faz uma pesquisa história para todos os livros que faz e não por menos, no final de cada um dos três livros da trilogia ele fala o que fantasiou e o que tem muitos indícios de terem acontecido de verdade. Os personagens são cativantes demais e você grita com eles, chora com eles e comemora com eles cada passo que dão. Além disso, o estilo de escrita do BC é tão realista que você consegue sentir até o cheiro de cerveja e mijo dos saxões!

Claro, se você não gosta de batalhas, de guerreiros, de história e de estratégia militar, fique longe dele. Há romance, mas não é o ponto principal. O ponto principal é contar a história de um homem e de como o mundo era antes, durante e depois dele. E é isso que eu acho o melhor de tudo! O meu O Rei do Inverno é autografado e eu recebi um abraço do BC quando disse que as Crônicas eram meus livros favoritos! Porque, dos que ele escreveu, são os dele também.

Os livros são: O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur.

Menções honrosas: Se eu fosse dizer TODAS as séries que eu acho que vocês deveriam ler, não seria só para as férias e sim para a vida inteira! Apesar disso, acho que as abaixo merecem pelo menos uma citação.

– As Crônicas Saxãs, de Bernard Cornwell, da Editora Record.
– Senhor dos Anéis, de J. R.R. Tolkien, da Editora Martins
– A Mediadora, de Meg Cabot, da Editora Galera Record.
– Vampire Academy, de Richelle Mead, da Editora Nova Fronteira
– Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan, da Editora Intrínseca
– Trilogia da Fundação, do Isaac Asimov, da Editora Aleph.

Especial Férias – Parte 1

A Pam, do Garota It, começou um “especial de férias” e como eu sou uma bruxa invejosa (hahaha), vou começar um aqui também. Será que vamos começar um movimento?;D
Bom, eu sou uma pessoal que entrou de férias no final de Dezembro e só volta às aulas no meio de Março então… eu tenho três meses de férias. Na verdade, todo ano é assim na faculdade em que frequento (a tal da UnB, já ouviram falar?), então férias meio que virou minha especialidade. Eu tenho três meses inteiros de pernas para o ar e tirando umas duas ou três semanas em que vou visitar meu parentes na Paraíba, eu fico sem fazer porra nenhuma o tempo todo. Isso meio que dá um PhD de vagabundo para alguém, né?

Assim, vou usar esse espaço para compartilhar minhas experiências. A primeira parte desse especial é… Estou de férias, e agora?

Aproveita!

Se você for como eu, deve ter acumulado milhares de coisas para fazer durante esse tempo. Só que isso não é necessáriamente saudável… eu recomendaria tentar expandir seu universo durante esse período.Experimentar coisas que nunca tinha experimentado, assim. Buscar assuntos que talvez nunca tivessem passado na sua cabeça e que são super legais ou ainda aquilo que você sempre teve vontade de entrar em contato mas nunca tinha tido a oportunidade. Tá, ficou muito vago, mas vocês vão ver na listinha abaixo do que eu estou falando.

Aproveitando as oportunidades para…

1) Conhecer/relembrar as aventuras do Sherlock Holmes:

Semana que vem estréia o mais novo longa com o ilustre detetive inglês, com nada mais nada menos que o Homem de Ferro Robert Downey Júnior como o sr. Holmes e Jude Freaking Hot Law como o sr. Watson (que, para mim, sempre foi baixinho e gordinho) e o Guy Ritchie como diretor. Tipo, o filme vai ser ÉPICO. Mas que tal aproveitar a onda para ler as aventuras escritas pelo Sir Arthur Conan Doyle? Pelo que eu li por aí, esse filme está muito bem adaptado, principalmente levando em consideração a essência dos personagens dos livros/contos. Além disso, as histórias são surpreendentes e divertidíssimas, além de fáceis de ler.
O filme estréia dia 8/01.


Trailer:


2)Virar o rei dos monstros com Max de Onde vivem os Monstros:

Desde que eu vi o trailer pela primeira vez, eu fiquei louca louca para ver esse filme. Ele era para estreiar nas telinhas verde-amarelas ano passado, mas foi adiado, adiado, adiado e agora a data marcada é dia 15/01. O livro já foi publicado por aqui e é pequeniníssimo e eu considero um presente perfeito para crianças! As ilustrações são lindas e a história muito fofinha. Já sobre o filme, todas as críticas que leram o elogiam muito e dizem que é voltado para todos os públicos, mas principalmente para adultos. É um filme que, segundo eles, faz relembrar as inseguranças que estão presentes na infância.
Além disso, o trailer é com Funeral, do Arcade Fire. Dá vontade de chorar só de ver ;D

Trailer:

3) Fazer um plano de sobrevivência em caso de ataques zumbis depois de aprender as regras em Zumbilândia:

Embora meu tio já tenha feito todo o plano de fuga em caso de ataque de zumbis, o filme parece ser divertidíssimo. Nem todo mundo já teve a oportunidade de ver um filme de zumbi ou mesmo acha que não gosta, mas eu garanto que é um dos gêneros do terror mais hilários. De verdade. Se você quer se esbaldar de rir, a pedida certa é um filme de zumbie. Os sustos são sempre seguros e o sangue é tão groselha que não tem como ficar ocm nojo. Zumbilândia parece seguir o mesmo caminho e ser muito bom, dentro do gênero.Além disso, tem a Abigail Breslin Little Miss Sunshine! Esse é outro que era para estrear ano passado (outubro), e aí foi adiado para novembro, para dezembro e agora está como estréia do dia 29/01.

Trailer:

4) Relembrar musicais como Chicago ao ver Nine:

Nine é um musical da Brodway adaptado para o cinema. Conta a história de Guido Contini, um famoso diretor de filme, enquanto luta para colocar harmonia entre sua vida pessoal e profissional. Eu adoro musicais e só ver o trailer e a lista do elenco desse filme foram o suficiente para acenderem uma vontade louca de vê-lo. Estréia junto com Onde vivem os Monstros, no dia 15/01 e conta com (vamos lá, é uma lista imensa!)

Daniel Day-Lewis, Penélope Cruz, Judi Dench, Nicole Kidman, Kate Hudson, Sophia Loren, Marion Cotillard e Fergie! Tipo, oi! Desemprego jamais em Hollywood depois desse filme… XD
(Ah, o diretor é o mesmo de Chicago…)

Trailer:

5) Ver uma ficção científica vampirica (!?) em Daybreakers!
O que esperar de um filme em que os vampiros são maioria na terra e começam a passar fome por falta de alimento? E que se não salvarem o resto dos humanos que ainda existem, eles estão fadados à extinção por não ter alimento? Exatamente isso. EPIC WIN! Num tempo como o nosso em que “vampiros” são elevados à um estado próximo ao de deuses na cultura pop, um filme que mostre a fragilidade deles vem bem a calhar. Além disso, há a metáfora visível… São vampiros, mas por que não comparar a situação deles à nossa daqui a alguns anos? O que faríamos se para podermos continuar existindo tivessemos que preservar o que comemos? E a música do finzinho é Running Up that Hill, do Placebo <3
Até agora, está programado para estrear dia 29/01 por aqui…

Trailer:

Roller Derby – Patins, minissaias e arranhões


Infelizmente, eu nunca aprendi a patinar quando era pequena.
Siiim, me chame de sem infância, mas eu tinha um pouco de medo de cair no chão, quebrar todos os dentes e morrer engasgada com o meu nariz.
Preferia uma bicicleta.
Porém, há pouco tempo, eu li um livro MUITO LEGAL da Shauna Cross, “Derby Girl”.
É a história da Bliss, que descobre um esporte alternativo punk rock old school true EPIC death metal from hell chamado, hm, Roller Derby.

Mas o que DIABOS é Roller Derby?
Bom, imagine uma pista de patinação. Imagine um bando de garotas malucas (Nem sempre foi um esporte predominantemente feminino, fica a dica) se esmurrando e desviando de outras garotas caídas. Imagine uniformes divertidos e apelidos como duplo sentido. (Malice In Wonderland, Babe Ruthless, Dinah Might)

Como podemos ver, é um esporte muito gracioso.

O Roller Derby surgiu lá pelos anos 30, e consistia mais numa corrida do que num esporte de contato. Só que os organizadores perceberam que os momentos de choque entre os competidores eram muito mais legais do que um bando de idiotas correndo.
Aí eles pensaram “MWHUAHUAHUHA” e o esporte ganhou reputação de rápido, violento e cruel.
Nos anos 70, perdeu um pouco de força, mas no começo dos anos 2000 ele voltou mais forte do que nunca, com as ligas femininas do sul dos Estados Unidos.
Querem as regras?
O jogo consiste em uma série de corridas (chamadas jam, que duram dois minutos cada) entre dois times, cada um com cinco jogadoras. Uma atacante (a única que marca pontos), três zagueiras e uma pivô. Dá para diferenciá-las pelo capacete: a atacante tem uma estrela nele, as zagueiras usam capacete liso e a pivô usa o capacete listrado.
No começo da partida, as zagueiras e a pivô ficam em fileira, em cada lado da pista e o árbitro apita. Então, elas patinam em grupo enquanto as atacantes esperam na linha de partida.
Quando as outras estão a 6 metros da linha de partida, as atacantes já podem, hãã, atacar.
Na verdade, elas tem que desviar das zagueiras malvadas e chegar ao outro lado. Na primeira volta, as atacantes não marcam pontos, mas a garota estrelada que desviar da pivô vira a atacante líder e pode parar a corrida colocando as mãos no quadril.
Os pontos começam a partir da segunda volta, cada jogadora ultrapassada pela atacante conta um ponto.
Quando terminam os jams os juízes contam os pontos e acontece a esperada hora do “And the winner is…”

Muito ÉPICO, não é?

Mas só existem equipes de Roller Derby em São Paulo, o que é trágico. -FUUU!
E quando você vai numa loja de esportes mainstream como a Centauro e pergunta onde está o Equipamento de patinação os vendedores seguram o riso e dizem “Deve ter lá na Rihappy ou na Ciatoy!”

Um esporte tão foda quanto patinação realmente deveria ser mais conhecido no Brasil. D:

Vale lembrar que o Roller Derby é democrático, garotas de todos os tipos físicos podem participar. Gordinhas e magrelas, não temam!

Antes que você vá ao Parque da Cidade treinar um pouco, não esqueça que NÃO DÁ para praticar Roller Derby com os seus velhos patins in-line ou seus patins artísticos, a menos que você queira desfilar por aí com uma bela botinha branca.

Contemple a glória do patins para Roller Derby!

Ah, vai ter até um filme, Whip It, dirigido pela Drew Barrymore e estrelando a Juno Ellen Page, como a Bliss!

Robin Hood (ou o Gladiador 2, como você preferir)

“Você me parece familiar. Já nos conhecemos?”

Todos nós conhecemos a história de Robin Hood (ou o Príncipe dos Ladrões ou Robin dos Bosques, seja lá como for). Seja pelo filmes de 1991 ou pelo filme da Disney, ou ainda por livrinhos, o personagem povoa a nossa imaginação desde pequenos como um ser ÉPICO que rouba dos ricos para dar aos pobres. Imaginem então a minha surpresa quando eu descubro que ano que vem teremos mais um filme retratando tal personagem adorado?

E imaginem a surpresa quando eu vi os nomes “Ridley Scott” e “Russell Crowe”? E a maior surpresa quando vi “Cate Blanchett” e “Matthew MacFadyen” ao ver o resto do elenco?

Assumo que deveria estar em outro mundo para só saber desse filme agora, 5 meses antes de seu lançamento. Mas de qualquer forma, eu vi o trailer e a impressão que eu tive, apesar de tudo, foi… “Oh meu Deus, fizeram Gladiador 2 na Inglaterra!” Essa reação era de se esperar, uma vez que é o MESMO diretor e o MESMO ator principal numa jornada épica em busca de vingança/reparação. Espero muito que não seja mais do mesmo, porque deposito muita fé.

Enfim, se os nomes que eu citei não significam nada para você, leitor, vamos relembrar a sua memória… é impossível não conhecer nenhum dos 4 que eu citei (isso é, se você não é um alienígena).
Continue lendo Robin Hood (ou o Gladiador 2, como você preferir)

5 Luxos e Um Lixo – A Aurora.

Olááá. Aqui é a cherry_b (Para quem acha isso um nome muito gay, é uma abreviação de Cherry Bomb, minha segunda música favorita do Runaways), ou se preferir Bia. Se vocês são honrados, já leram a Apresentação, que foi a Bárbara escreveu. Pois bem, não vou escrever outra porque tô com preguiça e vou embora daqui a pouco. :B

Então resolvi inaugurar a seção mais legal de todas: 5 Luxos e 1 Lixo! \o/

Eu AMAVA quando a Superinteressante tinha essa seção, e um monte de gente faz ela hoje em dia pelos blogs da vida. E o primeiro tema é Séries Infanto-Juvenis, ou Young Adult, se você é uma pessoa chique.

Luxos:

– Harry Potter de J.K Rowling:

Ok, essa é incrivelmente óbvia. Todo mundo fala “HP isso, HP aquilo…”, e estão CERTOS. A J.K Rowling conseguiu criar um clássico moderno, um universo minuciosamente trabalhado, com a história mais velha de todas: Um garoto, um mundo novo e uma profecia. Não é o máximo?

HP
– Percy Jackson E Os Olimpianos de Rick Riordan

Tá bom, a série do Rick Riordan ocupa um lugar beeem fundo no meu coração. Mas fala sério, MITOLOGIA GREGA. Sem falar no protagonista super-legal nem um pouco chatinho (Ele não vive falando do bem maior ou segue o seu jeito ninja) e no ritmo ação-ação-ação. Rick Riordan cria intrigantes mistérios, personagens irresistíveis e a profecia, que pode ser cumprida não só pelo Percy, mas como pela sua amiga Thalia (Tsc, tsc, filha de Zeus) e pelo Nico Di Angelo, seu amigo filho de Hades. Eu podia dar uns spoilers perspicazes, mas vocês vão ter que ler o livro pra descobrir! Mwhauhauha! Fica a dica: Se você é desinformado e não viu o trailer, vai lançar o filme em fevereiro!

percy jackson
– Artemis Fowl de Eoin Colfer

Um menino gênio, planos mirabolantes. Não, não é Jimmy Neutron. O diferencial são as fadas, que após os humanos (Ou os homens-da-lama, como gostam de nos chamar) povoarem o mundo como uma praga, se escondem debaixo da Terra. Isso mesmo, como uma enorme garagem hi-tech. E o Artemis é o único humano que conhece a civilização mágica. Isso o mete em várias aventuras, envolvendo sequestros por parte do protagonista, roubos, paradoxos temporais e etc.
– Os Karas, de Pedro Bandeira

Este é um clássico que marcou muita gente, mas, infelizmente está meio que caindo no esquecimento. Siiiim, isso é muito triste, mas na minha sala posso contar nos dedos o número de pessoas que já OUVIRAM FALAR. Para quem é fanfarrão é nunca ouviu falar, vou resumir dessa forma: Uma sociedade secreta, estudandes sagazes, mistérios incomuns. Precisa de mais?
a_droga_da_obediencia
– Desventuras Em Série, d
e Daniel Handler, oops, Lemony Snicket.

Adoro! Podem falar que é maçante, que a narrativa enche o saco, que a droga dos mistérios nunca acabam, mas meus deuses, essa é a graça! As referências clássicas, que vão do Lord Byron, do Baudelaire e do Edgar Allan Poe e mais um bando de caras assim, as expressões latinas, os mistérios de C.S.C. Só sei que aprendi um monte de coisas de um jeito divertido, coisas que nunca aprenderia lendo um livro como Gossip Girl, por exemplo.


mau começo
Lixo:

– Crônicas de Nárnia – A Última Batalha de C.S Lewis
COMASSIM?! É, caro leitor, Crônicas De Nárnia foi incluído em lixo.

Justiça seja feita, os primeiros seis livros são muito legais, mas aí vem o final e destrói tudo. MASTER SPOILER: Todo mundo morre num acidente de trem, menos a Suzannah, que foi considerada indigna de entrar em Nárnia, que na verdade é o Reino Dos Céus, e Aslam é Deus, e no final tudo foi uma grande pregação religiosa para crianças. Desculpa, mas eu acho que depois de SETE LIVROS, SETE LIVROS, eu mereço mais profundo que um mero sermão religioso. Para isso eu vou na Igreja ouvir o padre falar. Se quer incluir valores cristãos em sua obra, seja pelo menos sutil, que nem o Tolkien fez na saga Senhor Dos Anéis.
a última batalha
Eu sei, essa primeira edição do 5 Luxos e 1 Lixo ficou um tanto óbvia, mas deem uma folga, é a primeira! Em breve teremos posts
mais específicos e mais interessantes. É só nos acompanhar! \o/

Começa uma nova jornada…

Com esse blog. A iniciativa épica (caham) partiu de mim e de minha irmã. Apesar dos anos que nos separam, temos gostos semelhantes em várias coisas e a mesma filosofia de vida…

“Quanto mais épico, melhor.”

Apesar disso, somos fanfarronas e não conseguimos ficar sérias por muito tempo, então no final, esse blog vai acabar sendo Nem um pouco Épico. Mas é assim que as coisas funcionam, não é mesmo?
Não esperem que nos atemos à alcunha “épica” o tempo inteiro. Sim, teremos coisas relacionadas a sagas como Senhor dos Anéis & Cia, mas não só isso. Tudo que nos interessa é de certa forma “épico”…

Bom, de qualquer forma, isso é só o começo. Fiquem com um poster de Robin Hood!