Nem Um Pouco Épico

NUPERecomenda: Melhores da Quinzena #8

Mais uma vez atrasados, porém aqui, firmes e fortes (ou tentando!) Dessa vez temos menos indicações devido a semana corrida e falta de tempo, mas vamos seguindo em frente, quem sabe na próxima não tenha mais coisa, né?

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Vamos lá?

Séries

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Girlboss: A série é uma adaptação bem livre do livro de mesmo nome, escrito por Sophia Amoruso, dona da marca Nasty Gal. Assisti só por causa da Britt Robertson, que é alguém que eu aguardo fazer muito sucesso desde que vi Life Unexpected, mas achei muito interessante a construção da personagem. A Sophia é por vezes uma personagem antipática, egoísta, mimada, mas achei difícil torcer contra ela, porque todas as ações controversas que ela toma acabam fazendo sentido. É muito interessante ver protagonistas que são anti heroínas, porque mesmo que já estejamos cansadas de saber que mulheres não são e não tem que ser perfeitas, ainda é o que muita gente espera de nós. É da Netflix! (Nath)

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American Gods: o primeiro episódio saiu esta semana na amazon video e, sério, ele é umas das melhores adaptações de livro que já vi ate hoje (claro que o Neil Gaiman ser produtor executivo ajudou MUITO). Além disso, os atores estavam maravilhosos (aquele que faz o Quarta-Feira, então!!!), direção genial (Byan Fuller, amigos, Bryan Fuller) e a estética dele é uma obra de arte tão linda que dá até vontade de chorar até as cenas sangrentas são lindas (como acontece em Kingsman). Ah! E para quem leu o livro, a cena da Bilquis é bem de boas!! (Val)

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Dear White People: Uma outra adaptação, mas dessa vez baseada num filme de mesmo nome. Se para os cinemas, a ideia já era interessante, na série a história consegue ficar ainda mais legal e relevante, exatamente porque permite que as personagens possam respirar e apresentar suas variadas facetas. Apesar do nome, no elenco principal tem apenas uma pessoa branca, o que é muito importante. Achei que esse texto resume bem. (Nath)

Apesar da piada sobre o Cosby, eu AMEI COM TODAS MINHAS FORÇAS! Ia assistir só um episódio, mas quando eu vi a temporada tinha acabado Adorei todos os personagens, até mesmo aqueles que eu não gostei *cof cof Reggie*. Apesar a minha TL ter amado bastante a Sam, meu coração está com a Coco. E, sério, leiam o texto que a Nath colocou, ele é maravilhoso e resume bastante os meus sentimentos com Dear White People também. (Val)

É incrível e todo mundo deveria ver. (Tassi)

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The Handmaid’s Tale: Pois é, OUTRA adaptação. Dessa vez do livro de Margaret Atwood, publicado em 1985. A série incomoda porque fala de uma distopia, mas é possível ver um monte de semelhanças com a situação que estamos vivendo atualmente no mundo inteiro. As mulheres perderam os seus direitos e Offred é uma criada que, por ainda ser fértil em uma sociedade onde quase todas as mulheres são estéreis, serve para ser “um útero com pernas”, como ela mesma define. O elenco também é excelente: tem a Elizabeth Moss, a Samira Wiley, a Alexis Bledel e a Yvonne Strahovski. (Nath)

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Las Chicas Del Cable: Ano passado eu descobri uma série espanhola de época que me deixou LOUCA e ai pouco depois eu descobri que a Netflix estava produzindo uma série com os mesmos produtores e fiquei ansiosa demais. A série conta a história de quatro mulheres nos anos 20, quando elas estão começando a ganhar independência. As quatro são telefonistas na companhia telefônica da Espanha e tem plots bem dramáticos, mas que servem pra todos os gostos. O cenário é lindo e os oito primeiros episódios já estão disponíveis. (Nath)

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Feud: O final de Feud foi tão bom que me fez até elogiar Ryan Murphy de novo (isso não acontecia desde 2011, mais ou menos). A próxima temporada já tem um tema escolhido e vai abordar a ~briga entre o Príncipe Charles e Lady Di. (Nath)

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Anne: A adaptação do livro de Anne of Green Gables vai chegar na Netflix no dia 12 de maio, mas como foi exibida antes numa emissora canadense, já deu pra ver tudo. A série tem 7 episódios e todos eles são muito bons, do tipo que deixa a gente com o coração quentinho e feliz, querendo mais logo. (Nath)

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Outlander: Depois de enrolar mil anos, e apesar de namorar o ator que faz o Jamie desde o dia que soltaram o teaser da série, só fui assistir ao primeiro episódio no último fim de semana de abril e AAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE MARAVILHOSO!!! Queria ter visto mais episódios, porém fiz cirurgia de siso e não posso (nem consigo) sorrir, aí tenho que esperar para ver o resto, mas já amo. (Val)

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Superstore: Assistir o primeiro episódio de Superstore foi um desafio por conta da cirurgia. Eu queria chorar de rir em algumas partes e gritar de SUDHSIURHIEULHAKFJDHFUIAHUSHR em outras, mas não pude fazer nem um nem outro por conta da maldita cirurgia, mas gostei tanto do que vi que quero continuar acompanhando ASAP (maldita cirurgia!!). O seriado meu deu sentimentos de The Office encontra Raising Hope e eu não poderia ter ficado mais contente. Muito obrigada pela indicação, Gabi!!! (Val)

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Great News: A personagem principal é uma jornalista que não consegue ser respeitada na redação que trabalha. Tudo piora quando sua mãe decide que vai voltar a estudar e consegue um estágio na redação. A série foi criada por Tracey Wigfield e é baseada em sua própria vida com uma mãe que é um pouquinho intrometida demais. A série é meio branca demais, mas como só tem dois episódios, acho que é algo que ainda podem consertar. (Nath)

Livros

Begin, End, Begin: A #LoveOzYA Anthology: Alguns autores australianos (publicados e novatos) se uniram numa antologia de contos para celebrar o YA australiano. A ideia surgiu depois que saiu uma lista dos dez livros que mais eram emprestados pelas bibliotecas e apenas dois deles eram da Austrália. Começaram uma hashtag que se transformou na base para o livro. Os contos são muito pequenininhos, mas muito gostosos de ler e mostram porque a literatura australiana é tão incrível. Aguardando a antologia brasileira  (Nath)

Blue is a darkness weakened by light, da Sarah McCarry: um conto da Tor sobre uma estagiária de uma agente literária que tem um amigo vampiro e usa ele como sensitive reader do ~livro do momento~. É um conto super reflexivo e o final pode não agradar todo mundo, mas você viu ali que tem agentes literários e vampiros? Feito pra mim. (Tassi)

Entre Estantes/Tempo ao Tempo, da Olivia Pilar: A Olivia lançou esses dois contos na Amazon e eles são MUITO bonitinhos. Quem me conhece pode pensar que é uma opinião tendenciosa, porque a Oliver é minha amiga, mas eu garanto que ela tem talento e eu espero que ela decida investir logo nos livros de 300 páginas ou mais hehe (Nath)

conto fofíssimo e delicado da Olívia Pilar que conta a história de uma crush de uma menina por outra no meio de uma biblioteca. Meninas sendo felizes = ♥ (Tassi)

Filmes

CORRA!: É um filme com direção e roteiro de Jordan Peele (sim, ele é aquele cara do programa Key & Peele no Comedy Central). A produção é da Blumhouse (A Visita, outro filme fera) e sai aqui na próxima semana e o que peço a vocês é VEJAM ESSE FILME PRA ONTEM, pois ele é um dos melhores suspenses que já vi nos últimos anos. Tem uma dosagem de humor perfeita e uma construção sensacional sobre questões de cunho racial. Trailer. (Bárbara B.)

Birizon: Foi feito pela galera do Porta dos Fundos antes de se tornarem a galera do porta dos fundos. A trama é sobre um rapaz (Gregório Duvivier) que mora no rio de janeiro e encontra um inseto muito estranho no jardim botânico. É aquele tipo de humor que não é pra todo mundo, mas que desperta muito interesse. Dá pra assistir aqui. (Bárbara B.)

Mindenki: Outro curta também fácil de encontrar na internet, esse foi ganhador do Oscar na categoria de ‘Best Live-Action Short’ desse ano. A produção narra a entrada de uma garota em uma nova escola onde ela logo é chamada para se juntar ao grupo do coral, mas mesmo sabendo cantar bem, sofre algumas perseguições. Dali a trama mostra como a amizade e empatia pelo sofrimento alheio pode ser tão forte para expulsar tiranos da posição de ‘poder’. Imperdível! (Bárbara B.) 

Música

KARD – Rumor: como não posso deixar de falar, o kpop da quinzena foi com o grupo que nem debutou mas já conquistou o mundo. Eu não curti o MV patrocinado pelo celular, mas a versão hidden ficou ótima mesmo. Fora que a influência latina está perfeita e como não amar OLHA A ONDA na dancinha do refrão??? (Kah)

ZICO – She’s a baby: a voz do Zico é muito fofa, a musica é muito fofa e o MV é muito agradável de ver, me relaxa MUITO. (Kah)

Baekhyun – Take you home: Meu amorzinho lançou o primeiro solo dele sem ser OST e é tão linda quanto a cara dele. (Kah)

Youtube

Os videos de viagem da Dani Noce: Eu sempre só assisti aos videos de comida e sempre ignorei os de viagem. Mas ela postou no Instagram uma foto TÃO linda da viagem pra Jordânia que eu precisei assistir. Terminei o video indo atrás de passagem e chorei pois mais caro do que pra Coréia/China/Japão. (Kah)

***

Esperamos que vocês tenham tido uma ótima quinzena e que gostem das nossas recomendações 🙂

Até a próxima e prometemos que vamos tentar não atrasar mais haha ♥

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About Kah

Feliz, livre, confusa e solitária ao mesmo tempo. Sim, isso é uma música da Taylor Swift.

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