#TeoremaJohnGreen – A Culpa é das Estrelas (e as resenhas)

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Quarto (e penúltimo) dia do especial e a saudade começa a chegar. Mas, enquanto o especial ainda está acontecendo e podemos aproveitar, que tal falar sobre “A Culpa é das Estrelas”?

Foi esse o livro que fez o John Green ter muito destaque tanto lá fora quanto aqui. Depois que a Intrínseca lançou o livro, em julho do ano passado, o número de leitores e o de membros da nerdfighteria brasileira só tem crescido.

No especial do ano passado, falamos diversas vezes o quão bom é esse livro, mas não custa relembrar. Se você ainda não leu, confira as opiniões de diversos fãs do autor (e quem já leu, compartilhe a sua!):

“OK. OK. Esse é um daqueles livros. Sabe? Um DAQUELES. Que vão além das palavras. (…)

É um livro cheio de frases impactantes. O John Green é mestre nisso. Em escrever livros cheio de frases que logo viram tatuagens, camisetas, posters, arte de tumblr, etc. Normalmente, isso me irrita em um escritor. Uma frase impactante aqui ou ali é sempre bem-vinda, mas o tempo todo… é meio que muita prepotência? Não sei! De um jeito ou de outro, com o John eu não me importo, porque eu sei como ele é na vida real (e por vida real, é claro que eu me refiro aos seus vídeos no youtube). Então, é. Se você é dessas pessoas que adoram esse tipo de frase, The Fault In Our Stars vai te deixar MUITO satisfeito.”

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“Querido John, 

(…) Mas em A Culpa é das estrelas você se superou. Vou admitir que Alaska meio que mudou a minha vida. É um livrinho com o quê? 300 páginas? Mas que me balançou e me fez acordar para a vida, me fez redefinir prioridades. Eu sei que são nossas experiências pessoais que afetam o quanto um livro importa para nós, mas naquele momento, ler Alaska foi o que alavancou todas as decisões que tomei a seguir. E aí, quando eu achei que nenhum outro dos seus livros poderia fazer algo assim, eis que surge A Culpa.

(…)

E quando cheguei na parte em que entre um número e outro existem infinitos e que alguns infinitos são maiores do que outros e que, droga, essas pessoas mereciam os maiores infinitos possíveis mas não os vão ter porque, ei, a vida não é justa e não funciona assim. Não dá, John. Não dá. Por que é que a vida não é uma máquina de realizar desejos? Por que é que você tem que jogar a realidade na nossa cara?”

– Bell (numa carta-resenha)

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“Quando falo sobre A Culpa é das Estrelas, eu falo sobre uma série de experiências. É possível você AMAR e odiar um livro ao mesmo tempo? Por que eu amo A culpa é das estrelas, mas eu odeio as circunstâncias, eu odeio que personagens tão lindos, bons e humanos precisem passar pelo que passam. Eu odeio quão “meretriz é a vida, nos f@#% a todos”, porque ela não poupa ninguém e aimeudeus, porque você não poupa a Hazel e o Gus? E eu amo, eu amo como John Green coloca sentimentos, eu amo como ele faz seus personagens parecerem tão reais, eu amo como o Gus e a Hazel não se deixam levar pelas circunstâncias e como eles tentam construir seu infinito, mesmo que alguns infinitos não sejam tão infinitos assim.”

– Iris Figueiredo – Literalmente Falando

“John não contente em nos contar os poucos dias do infinito dos personagens, também envolve a família deles (no caso de Hazel e Gus). Isso me matou, gente. Eu estou bem no meio do caminho: sou mãe e também sou filha. O mesmo sofrimento que eu poderia passar, eu também poderia causar. E esse sofrimento, Hazel também deixa claro: ela se sente como uma granada que pode explodir a qualquer momento e machucar todos que estão próximos.”

– Ceile – Este Já Li

 

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Fanart do nerdfighter Igor Silva

 

“Somos apresentados ao amor em sua forma mais pura, mais doadora, se eu pudesse utilizar uma palavra para isso. Aquele que não espera nada em troca; não espera nada na verdade, devido às circunstâncias e saúde dos dois. Essa ideia de que as boas histórias de amor são as trágicas não se aplica nesse caso; ‘A culpa é das estrelas’ não é somente uma ótima história de amor por causa de doença e morte, e sim, devido a caráter, sentimentos, personalidade, afinidade, leitura, sarcasmo e outros infinitos aspectospara pessoas que não tem tempo ilimitado. Aliás, quem de nós tem?”

– Lygia – Brincando com Livros

“Na minha opinião, esse é o livro mais bonito que John Green escreveu. Mais que Alaska? Mais que Alaska. É claro que Alaska tem um cantinho especial no meu coração e continua sendo o segundo melhor livro que li na vida, mas Fault é escrito tão. lindamente. É simplesmente maravilhoso, de verdade. Você ri e chora e ri de novo e chora ainda mais e é lindo.

Também não tem um final feliz, como você pode imaginar. Não deveria, para ser honesta e é uma das coisas que eu mais gosto nas histórias do Green – como elas são realistas – porque a vida não é fácil. As pessoas adoecem, se apaixonam, vivem e morrem. É o que acontece.”

– Byzinha – Who’s Thanny?

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Fanart do nerdfighter Igor Silva

“’A culpa é das estrelas’ é um daqueles livros. Markus Zusak está mais que certo na crítica que foi estampada na capa do livro, você sente TODAS as emoções lendo ACeDE. Ele é um livro completo, tem tudo o que um livro precisa para ser bom: personagens reais, escrita de qualidade e o principal, enredo honesto.”

– Paulo – ConversaCult

Tudo está no lugar certo, às palavras, vírgulas, parágrafos, cenas. Tudo se encaixa perfeitamente bem. Ele faz uns pensamentos brilhantes no decorrer do livro. A história vai seguindo e de repente tem uma frase que eu tinha que parar e ficar admirando. É uma história que vai continuar na minha mente ainda, pensando e repensando em tudo que aconteceu. Não é um livro que é lido e depois apenas guardado na estante. As frases e a história ficaram guardadas na minha mente. E tenho certeza que ficarão comigo por um bom tempo. Não quero e não vou conseguir esquecer.”

– Gabi – Livros e Vagalumes

“Dá para imaginar o grau de expectativa que eu tinha ao começar a leitura, certo? E posso afirmar, com todas as letras, que não me arrependi nenhum segundo. Absorvi cada letra, cada palavra, cada frase… Ri, chorei, me emocionei… E me senti órfã quando cheguei ao final – ao ponto de não consegui ler nada durante vários dias. Sério! Depressão pós-livro completa!”

– Sabrina Inserra – Café com Blá Blá Blá

Quando vi que estava para terminar o livro, parei. Não queria parar de sentir tudo aquilo. Não queria parar de ficar mal, de chorar, de rir em meio às lágrimas, de querer um Augustus Waters para mim. Não podia deixar esse livro ir.”

– Amanda Holanda – The Book is on the Shelf

“Estou a quase uma semana tentando escrever/definir em palavras tudo que senti com a leitura de A Culpa é das Estrelas, tentando dizer os pontos fortes e os pontos fracos da obra, mas o livro me cativou de uma maneira tão forte, que não consigo compartilhar nada, tampouco escrever algo relevante… A única coisa que consigo pensar é: É bom e ponto.”

– Ana Caroline – Nosso Clube do Livro

“Acho linda a maneira como John escreve sobre infinito, dor, amor e sentimentos. Ele conseguiu abordar várias dúvidas e questionamentos meus e me fez perceber que não era a única que pensava daquela maneira.

Eu fui do sorriso às lagrimas em questões de segundos, mas não me entendam mal, não achei o livro triste, mas sim bonito.”

– Camila – I Walk In The Sun

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Por hoje é só. Compartilhe sua opinião sobre “A Culpa é das Estrelas” com a gente! E não esqueça de fazer a sua capa para “O Teorema Katherine”, a promoção termina hoje.

 

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