Top 5 – Motivos para ler Sr. Ardiloso Cortês

Olá, pessoal! Tenho percebido que todos os meus últimos posts foram só de resenhas e, como eu estava querendo falar da série Sr. Ardiloso Cortês aqui, resolvi  fazer de um jeito diferente, através de um top 5. E, para começar, vou falar um pouco do enredo-base da série.

A história da série é desencadeada quando Gordon Edgley, um autor de livros que misturam investigação com fantasia, morre. Acontece que, no velório de Gordon, sua sobrinha Stephenie Edgley descobre uma forma de escapar da normalidade entediante que é a sua vida ao conhecer Ardiloso Cortês, um esqueleto vivo de centenas de anos.

Isso porque, quando a suspeita de que a morte de Gordon tenha sido, na verdade, proposital aparece, Ardiloso e Stephenie se unem para uma investigação, apresentando a menina a esse submundo de feiticeiros que está debaixo de nossos olhos, mas que não conhecemos.

1) Personagens legais

De início, eu tinha pensado em colocar como item número 1 o próprio Ardiloso Cortês porque ele é AWESOME, mas acabei me dando conta que praticamente todos os personagens são ótimos, começando pelos nomes, que são diferentes do que estamos acostumados a ver por aí.

É que todas as pessoas têm três nomes: o primeiro, que é o verdadeiro nome, o segundo, que é o nome que nos dão quando nascemos e o terceiro, que é o que escolhemos. E nesse submundo de magia todos tem que escolher esse terceiro nome para se protegerem, porque quando alguém sabe seu primeiro ou até mesmo o segundo nome, ela pode te controlar.

Não vou me aprofundar descrevendo cada personagem, mas devo dizer que eu simplesmente adoro a Porcelana Tristeza, que é uma bibliotecária com um caráter meio duvidoso, o Medonho Reservado, um alfaiate amigo do Ardiloso, a Tanith Low, uma heroína kick-ass suuuper legal e também o Conspícuo Lamento, que é um cientista meio, hm, maluco.

Outra coisa que eu gosto nessa série é o desenvolvimento dos personagens, principalmente da Stephenie, que tem apenas 13 anos no primeiro livro e em cada livro ela fica mais velha um ano, o que faz com que o leitor possa acompanhar bem o amadurecimento da menina.

2) Magia

Quando eu falei sobre feiticeiros na minha sinopse ali em cima, é provável que você tenha imaginado algo no estilo Hogwarts, mas não é assim, não. Se for para fazer uma comparação diria que é algo mais no estilo de Os Instrumentos Mortais, uma fantasia urbana. É que a história se passa numa cidade (no caso, a Irlanda) e, assim como os Caçadores de Sombras de TMI, os feiticeiros e toda essa magia estão ao lado dos mortais, que não percebem nada.

A Magia de Sr. Ardiloso Cortês ainda é divida em dois tipos, sendo o mais comum a magia Elemental, que é a dominação dos quatro elementos – ar, água, terra e fogo.  E tem também os Adeptos, que reúne os magos que tem outras especialidades no campo da magia, como o teletransporte, por exemplo.

3) Humor negro

Eu disse no item 1 que acho o Ardiloso fantástico, mas ele conversando com outros personagens consegue deixar tudo ainda melhor. Sério, o autor do livro conseguiu passar um humor negro tão legal para a história que talvez seja responsável por metade da awesomeness do livro.

A história tem umas sacadas geniais e não é como em um livro focado em comédia, em que fica aquela coisa forçada. Em Ardiloso as coisas encaixam perfeitamente no contexto e fica tudo tão natural e é maravilhoso e

Começo a ficar animado quando falo desses livros e nada faz sentindo e–

4) Cada livro tem uma história

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