Mangás e Manhwas que quero no Brasil – Parte 2

Essa é a segunda parte (de quatro) dos mangás/manhwas que quero no Brasil. Vocês podem ler a parte 1 aqui e não se esqueçam de darem sugestões para a quarta parte! Se não tiver o suficiente, vou fazer a última parte com MAIS mangás que quero aqui e são muitos, faço tudo de uma vez.

Estou lendo um mangá/manhwa? Então, leio muitos ao mesmo tempo. Estou com vontade de ver um seriado? Então vejo todos de uma vez. E é assim que a banda toca.

A segunda parte da lista consiste em mangás/manhwas bem famosos, mas desconhecidos pelos brasileiros, ou pelo menos acredito que seja desconhecido já que sempre que falo deles, a maioria das pessoas ficam com cara de “……Quê?”.

Anatolia Story (Red River)

Volumes: 28

SinopseYuri  Suzuki é uma jovem de 15 anos  dos tempos modernos que é transportada para o passado (mais especificamente para Hattusa, a capital do Império Hitita) por culpa de uma magia negra realizada pela rainha Nakia que deseja usar a garota como sacrifício humano para que seu filho seja escolhido como rei. Yuri consegue escapar desse terrível destino incontáveis vezes com a ajuda de Kail, um dos príncipes, e para piorar a situação, além de ter que escapar das garras da rainha, Yuri ainda precisa arranjar um jeito de voltar para casa, lidar com o fato de ter se apaixonado e ajudar o povo hitita que a considera a  reencarnação da deusa Ishtar! 

“Anatolia Story” já é considerado um clássico apesar de ser um mangá relativamente “jovem” (sua primeira publicação foi em 1995!) , mas não é por ele ser um clássico que eu gostaria que ele viesse para o Brasil (claro que conta muito na hora de uma editora publicar, mas não é o mais importante pra mim).

A história desse mangá é tão interessante que fiz pesquisas na internet para saber mais sobre Anatólia e descobrir se o que o povo hitita e os fatos históricos estavam sendo retratados corretamente. Vocês não imaginam minha felicidade em saber que apesar de ter muitas adaptações (é uma ficção, não dá para esperar que tudo seja verídico!), muitas cosias retratadas no mangá são verdade (tipo o pedido de casamento repentino por parte dos egípcios, o príncipe que morre no deserto, as datas, as personalidades históricas, as cidades, a política hitita, a Ishtar ser realmente uma deusa…)! Outro ponto que gostei muito em “Anatolia Story” é que os protagonistas são ótimos,  carismáticos e bem retratados. Tenho que destacar a Yuri, porque ela é muito madura para a idade (ela tem 14 anos no início do mangá) e não deixa de fazer o que é certo por mais difícil que seja e também não abaixa a cabeça para o que ela não concorda. <3

Minha maior reclamação com o mangá é a Yuri ter 14 anos com corpo de 16/17 e ter cenas de tensão sexual com uma pessoa de quase 20 anos (a primeira vez que li, tinha 15 anos e não tinha problema, mas peguei para reler esse ano e fingi que ela tinha 16 o tempo todo).

Como um clássico tão bom como esse ainda não foi lançado no Brasil? COMO?

(Aliás, a Lady Bee já falou sobre ele aqui =D)

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