
Ok, essa semana foi insana, mas finalmente consegui assistir Revolution 1×02 e, como combinado, aqui está minha opinião sobre esse episódio e o caminho que a série deve seguir. Se eu não conseguir fazer numa semana, provavelmente comentarei dois episódios juntos num post só, ok???
Você pode ler a crítica do primeiro episódio aqui.
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O episódio dois de Revolution foi… conflitante. A primeira parte foi extremamente chata e não adicionou muita coisa à história, mas a segunda parte… Meu deus, o que foi aquilo? Eu estou começando a achar que a estratégia deles é fazer episódios meia boca com finais bombásticos para obrigar todo mundo a voltar na semana seguinte e descobrir o que aconteceu!
O principal problema desse episódio foi que a Charlie, uma das protagonistas, é muito chata. Eu até acho que seja de propósito (alguém lembra de como o Sam Winchester era chatinho no início de Supernatural?), mas chega a incomodar o tanto que ela é irritante e me faz querer que ela… sei lá, exploda? Consigo ver muitos paralelos entre elas e mocinhas chatas de YA, como reclamar demais, fazer coisas sem pensar, ser obcecada e encher o saco de todo mundo com um assunto só. Mais uma vez, não sei se a atriz que é sem sal ou se a personagem que é sem sal, mas acho que talvez vamos descobrir ao longo da temporada. Nesse episódio, só teve um momento em que ela foi legal e acho que há um potencial a ser desenvolvido.
Além disso, os roteiristas parecem estar decididos a fazer com que ela tenha um par romântico nada a ver e fazem a criatura brotar o além e eles terem interações esquisitas. Roteiristas, por favor, só porque a protagonista é menina não quer dizer que ela seja obrigada a ter um romance proibido ou qualquer merda dessas. Larguem disso!
Um dos pontos altos desse episódio foi a adição de mais uma personagem, a Nora. O Miles, tio da Charlie, é a criatura mais badass da série até o momento, mas acho que a Nora compete de perto com ele! Tanto que ele, king badass of badasssery, precisa dela para poder salvar o Danny e não fará nada sem ele. E acho que estar com King and Queen Badass farão bem para a Charlie de agora em diante, espero.
Lembra que eu disse no post passado que o período pós-apagão seria explicado em flashbacks? Pois é, é o que está acontecendo. Nós recebemos mais informações sobre isso e sobre as motivações de Charlie e suas influências e acho que nos próximos episódios saberemos ainda mais. Várias peças para decifrar o mistério foram entregues nesse episódio, tanto em flashback quanto na visão de vários personagens, e realmente gosto disso. Vendo a preview do episódio 3, já consigo deduzir um pouco o que eles vão explorar e porque o nome da série é Revolution e, cara, apesar da bagunça que foi esse episódio, o negócio tem potencial.
Também foi introduzido o conceito da Resistência ao governo do general Monroe de forma meio bagunçada, mas que no final fez um pouco de sentido. Acho que a story line da Charlie vai seguir por esse caminho, mostrando um pouco mais sobre o que é isso e provavelmente ela vai acabar se aliando a eles para salvar o Danny.
Eu comecei essa resenha achando que Revolution estava seguindo cinco story lines diferentes (Charlie, Danny, Gen. Monroe, Grace e Gordinho + Britânica), mas com o final do episódio, percebi que na verdade são só quatro. A story line da Grace e dos dois personagens que não consigo lembrar o nome por mais que eu tente são a mesma e a que oferece mais mistério (Procurei no google, são Aaron e Maggie). Não sei o que vai dar dessa aí e acho que talvez seja a que precise ser conduzida com a maior firmeza para que tudo não fique uma bagunça estranha.
Aliás, acho que firmeza é algo que não tivemos em nenhum dos dois episódios. Ainda não decidiram exatamente qual é o tom que querem dar para a série e ficam só costurando o estilo dos produtores e roteiristas loucamente. Eu nunca vi Lost nem nenhuma série do J.J. Abrams, mas as vezes tenho a impressão de que é tipo uma mistura estranha de Lost com Supernatural em alguns aspectos.
Tipo, temos várias grandes perguntas em aberto: Por que a energia parou de funcionar? O que aconteceu para Gen. Monroe ir ao poder? O que exatamente ele faz que é tão ruim assim? O que aconteceu com a mãe de Charlie?. Ao mesmo tempo, temos aquele lance de ente querido desaparecido que faz com que o plot ande. Provavelmente eles não vão encontrar Danny antes da segunda temporada (se houver uma), porque é assim que o Kripke funciona. Em uma entrevista, ele disse que quer que a história seja sobre uma jornada de herói, como Star Wars ou Senhor dos Aneis ou A Odisseia ou O Mágico de Oz, que é o que me dá esperança. Ainda não tem como prever se vai ser cancelada ou se vai engatar, mas a audiência foi boa nesses dois primeiros episódios. Vamos acompanhar. Amanhã tem o terceiro!
Vou continuar vendo porque In Kripke we trust.
(E estou começando a achar que o motivo da energia ter sumido não vai ser tão relevante assim pro plot. Prefiro assim)
Gifs da resenha tirados desse tumblr.



















Paulinha
1 de outubro de 2012
A Charlie é tão chata que eu acho que na verdade o Danny tá fugindo dela e não sendo sequestrado!
. E confesso que não me importo muito com o Danny não. O Miles e a Nora juntos podem derrotar todo o exercito do Monroe, pfvr (desde que a Charlie não faça besteira, claro)
Eu gosto do Gordinho + Britânica
O que mais me interessa é ascensão do Monroe ao poder, acho que pode ser uma sacada muito boa para se trabalhar.
Vamos continuar porque como foi dito “In Kripke we trust.”
Ótimo post
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lilian
3 de outubro de 2012
eu gostei do primeiro episódio da série mas será que eu fui a única que achou a mocinha (charlie) arrumada demais?
os outros estão com roupas surradas enquanto ela esta ali toda linda com cabelo bonito, jaqueta de couro e me disseram que o segundo episódio foi meio decepcionante, mas preciso assistir para tirar minhas próprias conclusões.
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B. SAyuri
21 de outubro de 2012
Amei seu site, sério.
Muito bom.
Eu acabei de ver os quatro capítulos do Revolution e parei ali. Eu tinha de ver mais, agora vai passar no Cinemax e estou MUITO feliz. Espero que veja também.
Bejus,
B. Sayuri
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