Meu Top 5 – Últimas páginas, atendentes, kindle, apocalipse zumbi e clássicos.
Esse post foi indicado pelo fofo do Paulo Vaughan (se pronuncia “Vogon”? Sempre quis perguntar pro Paulo, mas a única vez que o encontrei, estava mais preocupada em não assustá-lo na fila do autógrafo da Emily Giffin… ou seria de ganhar livros grátis da Novo Conceito? Não lembro…) que é do NUPE e do Conversa Cult e é óbvio que a indicação dele veio do CC, né? HAHAHA. Olhem o dele aqui ò.
Esse post é onde um membro (ou todos) do blog fala (m) cinco coisas sobre si o/

1 – A primeira coisa que leio nos livros é a última página.
oh, yeeeah. Desde que assisti “Harry e Sally – Feitos um Para o Outro” (assistam, esse filme é genial!) em 2003 ou 2004, aprendi uma lição muito valiosa: a vida é curta demais para não ler última página de um livro primeiro.
“Quando eu compro um livro novo, eu leio a última página primeiro. Dessa forma, se eu morrer antes de terminá-lo, saberei como ele acaba.” – Harry Burns
Vai dizer que não faz sentido?
Algumas pessoas acham que estrago a minha leitura se faço isso, mas na minha cabeça, isso é apenas prevenção. Vai que eu morro, sei lá, daqui a três segundos? (só para constar, ainda não morri) Se isso acontecer, quero pelo menos saber o que aconteceu no final do meu livro.
A Dayse e Bárbara são as pessoas que mais reclamam dessa minha mania, mas não consigo evitar. E, cara, se a última página não prestar, as chances de eu não gostar do livro são de 99%, raramente erro. É estranho, mas funciona.
GARANTO.
2 – Converso horrores com atendentes.
Oi. Puxo assunto com tudo e com todos das lojas, livrarias e postos, principalmente quando as pessoas são super simpáticas. E quando começo a falar, podem me esquecer no lugar, porque a conversa será longa, porque eu falo pelos cotovelos.
Mas nem sempre a culpa é minha.
Por motivos, muitos atendentes gostam de conversar comigo e contar da vida deles e eu gosto de ouvi-los e contar da minha vida também. Até hoje a Bárbara e minha amiga Carol comentam que em todos os lugares que fazíamos compras em Los Angeles, os atendentes puxavam conversa comigo falando, “Uau, você é brasileira?!”, e não faziam isso com elas, sendo que elas também eram brasileiras e sempre estavam antes de mim nas filas.
(Suponho que eu seja a mais simpática das três? #SóQueNão)
Uma das histórias mais legais que ouvi foi quando o atendente bonitão da GAP em L.A. me contou que o namorado e melhor amigo dele era brasileiro e disse para ele que Pelotas era a cidade mais importante do Brasil.
Psh.
PELOTAS. GENTE. PELOTAS.
Ri horrores com isso e tive que contar que o namorado-barra-amigo estava curtindo com a cara dele.
3 – Minha religião não permite o uso do Kindle.
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