Dicas para a Bienal do Livro de São Paulo

Tem muita gente que vai na Bienal só nesse segundo fim de semana, então decidi fazer esse post antes de qualquer coisa comentando sobre a viagem para dar dicas para vocês, ok?

Queria ter feito isso antes do início do evento, mas como os dias antes da viagem foram corridos (e os depois também estão sendo), não consegui. Começo dizendo que a Bienal do Rio e a de São Paulo são bem parecidas e, na minha opinião, a do Rio de Janeiro no ano passado foi melhor organizada. Também achei a de SP meio vazia nos dias em que fui, mas acho que isso não irá se repetir nesse fim de semana.

Não compensa muito, mas eu comprei mesmo assim!

1) Normalmente não compensa comprar livros na Bienal. Não vá esperando preços super baratos! Normalmente os estandes apresentam o preço de catálogo, com descontos progressivos na compra de muitos livros. O legal da Bienal é, na verdade, comprar o livro de autores nacionais e conseguir o autógrafo na hora. Algumas editoras, como a Intrinseca e a Record, dão brindes para a compra de alguns livros específicos.

Apesar disso, na Bienal de São Paulo várias editoras estão com uma bancada de livros a 10 reais, com títulos bons. Vocês só tem que procurar. No Estande da Top Livros, também tem um monte de livro a 10 reais, inclusive livros da Richelle Mead e do Scott Westerfeld! Mas precisa ter paciência para procurar, viu?

Para quem gosta de quadrinhos, a Comix está lá e sempre tem algumas coisas mais baratas que o preço de capa. O legal é pedir o cartãozinho que dá 20% de desconto nas compras efetuadas pelo site deles. Não esqueçam disso.

Parte desses coalas foram consumidos durante a Bienal.

2) A comida é  cara. É, senhoras e senhores. A comida não é tão boa assim (existem piores) e, ainda por cima, é cara. Imagina pagar 36 reais num PF? TRINTA E SEIS REAIS. É mais caro de Corrida de Escorpião (que já está a venda no estande da Record – COMPREM!)! No primeiro dia, comi um sanduíche numa barraquinha lá, paguei 21,90 e ainda por cima esperei setenta e nove era geológicas para a comida ficar pronta. Me disseram para não comer o yakissoba também, por questões sanitárias.

No segundo dia, descobrimos que tem um self-service em uma das laterais do Anhembi, lá em cima. Custa R$ 49,90 o quilo, mas a comida é até boa e, no final, fica mais barato (supondo que um PF tem 500g). Paguei praticamente a mesma coisa que tinha pago no sanduíche e comi bem melhor nesse dia.

3) Beba água. A maior parte de vocês não está acostumada com o COMBO baixa umidade + frio (olá, amigos do Rio de Janeiro!),  então é fundamental que vocês bebam água direto, mesmo que não estejam com sede. A água lá é R$2,50, mas se você conseguir uma garrafa, tem um bebedouro perto de algum dos banheiros em que você pode enchê-la novamente. Eu não lembro qual (hahaha, não me matem), mas ele existe!!!!

Se achar R$ 2,50 caro em água, é só comprar em um supermercado e levar. Vai ser pesado, mas ao longo do dia o peso da água será substituído pelo peso dos livros, então nem vai fazer muita diferença.

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