
Quatro meses atrás, nós começamos uma ação chamada Dominação Distópica, com o objetivo de disseminar obras com essa temática e desmistificar um pouco o termo. Como o Distrito Quatro, o Nem Um Pouco Épico orgulhosamente tomará esse mês para aprofundar um pouco a discussão e, com sorte, tentar ajudá-los um pouco a compreender o que é uma distopia.
Ou pelo menos saber o que não é uma distopia.
Vamos ver a origem do termo e analisar as suas características principais, com base em obras que já lemos e conhecemos. Vamos falar sobre algumas músicas com temas distópicos (sim, isso existe) e resenhar vários livros e Hqs durante esse mês. Além disso, nos propomos a discutir e tentar responder juntos várias perguntas que surgirem sobre o gênero e as obras. Eu particularmente acho difícil abrir minha mente para o fato de que algumas obras são distópicas ou tem elementos distópicos, então conforme vou procurando mais, mais me confundo. Por isso, vamos tentar dar uma abordagem mais clássica, porque é necessário construir uma fundação antes de levantar a casa.
Além dos vários posts programados para esse mês, também teremos várias promoções e uma surpresa para quem sempre está interessado em conhecer novos títulos Young Adult dentro do tema.
Mas para tudo isso dar certo, precisamos de vocês. Comentem, participem, tragam discussões novas, dêem suas opiniões, sugiram livros, façam barulho! Juntem-se a nós nesse mês, para que tudo saia exatamente como planejamos. Façam posts sobre distopia no blog de vocês e nós os divulgaremos. Usem a tag #Distrito4DD no Twitter e, quem sabe, vocês não serão recompensados com algum prêmio no fim do mês?
Deem uma olhada na nossa Central de Resenhas Distópicas e fiquem prontos para os dias turbulentos que estão por vir.
Simultaneamente, acontecerá nos outros distritos o mês da Travessia. Por causa disso, a primeira promoção a ir ao ar é coletiva, com todos os outros distritos. Serão sete kits de Destino e Travessia para os participantes de promoção. Você não é obrigado a curtir e seguir todos os blogs, eles só dão chances extras. Se você não sabe como usar o rafflecopter, pode ler o tutorial do Distrito 5 aqui.
Se não está familiarizado com Destino, leia as resenhas dos distritos participantes:
Distrito 2 – Distrito 4 – Distrito 5 – Distrito 7 – Distrito 11 – Distrito 12
Para participar da Promoção, é só usar o rafflecopter abaixo!
A Dominação Distópica recebe o apoio desse monte de gente aí:


















Juliana Pires
1 de julho de 2012
Esse mês vai ser incrível, vocês sempre trazem textos recheados de informações e conteúdo de qualidade, será muito bom saber mais e discutir sobre distopia esse mês.
Beijos
[Responder]
Maria Raquel
1 de julho de 2012
Eu sempre gostei desse tipo de coisa… Desde criança, meu pai viciou a gente em TV, e um dos temas favoritos dele é justamente distopia. (Claro que ele não é familiarizado com o termo, mas um dos filmes favoritos dele é Fahrenheit 451).
Então acho que eu sempre tive contato com isso. O primeiro livro que li desse tema, pelo que me lembro, foi 1984, com uns 14 anos. Eu gostei pra caramba. Não sabia do termo na época, só fui conhecer com uns 15, 16 quando uma amiga falou de Hunger Games. Logo depois o termo se popularizou pra caramba. E sinceramente, é o meu tema favorito, tanto pra livros, filme ou séries (Firefly está no meu top 5).
Agora, sobre o foco dos distópicos no romance. Não sei muito bem o que pensar. Por um lado é bom, já que atrai mais pessoas para ler esse tema. Mas por outro é realmente ruim. Acho que a distopia foi criada justamente para nos fazer pensar: Onde diabos estamos levando nossa sociedade?
Com um foco em um casal, essa discussão tende a ser perder um pouco, ficando concentrada em com quem a mocinha/mocinho vai terminar junto.
Os primeiros trabalhos distópicos não eram centrados no romance, talvez justamente para não perder o foco. 1984 tem um romance, mas como vemos no final, ele não é o principal enredo. Em Equilibrium (com o Christian Bale), o romance passa longe de ser algo principal.
Enfim, talvez não seja uma coisa boa…
[Responder]
Letícia P.
1 de julho de 2012
Me apaixonei por distopias quando li Hunger Games e desde então tenho lido/assistido tudo distópico que cai nas minhas mãos. Adoro a sociedade controladora e as nuances que cada uma, adoro a mocinha que se revolta contra isso e (CLARO!) adoro os mocinhos fofos que as acompanham.
Quanto ao romance, gosto bastante, só me decepciono quando, por exemplo em Estilhaça-me, ele toma conta da história e o background distópico fica em ultimo plano.
[Responder]
Miriam, Booker Queen!
1 de julho de 2012
Gosto de ler Distopias principalmente quando meu espírito está pessimista… Porque aí leio e vejo o que pode dar errado, e fico pensando no qual podre a sociedade é, etc, etc.
Por outro lado, quando ocorre de ler nos meus dias bons, é bom pra parar e refletir – e aí vejo uma luz no fim do túnel!
Já li a trilogia de Jogos Vorazes, Admirável Mundo Novo, Fahrenheit 451 e A Revolução dos Bichos (que eu não tenho certeza se é distopia). Devo conhecer o Big Brother neste ano! Ganhei 1984 de aniversário no ano passado e ainda não li…
Beijos!
[Responder]
Raíssa Lins
1 de julho de 2012
Sempre gostei de literatura fantástica, outros universos e realidades paralelas, então quando li meu primeiro livro verdadeiramente distópico (acho que foi 1984) já estava um pouco familiarizada com o estilo. A chance de entrar em contato com essas realidades tão distantes da nossa, mas ao mesmo tempo sempre carregadas de significado, analogias e metáforas, me levam a refletir bastante e acho que isso é construtivo.
[Responder]
Raíssa Lins disse:
julho 1st, 2012
Sobre essa onde de distópicos com foco no romance, eu, particularmente, gosto. Afinal, gosto muito de romances e não vejo porque não unir o útil ao agradável, né? Acho que os romances podem trazer uma maior leveza ou delicadeza a livros com temáticas geralmente mais densas e pesadas.
[Responder]
Effy
1 de julho de 2012
Eu descobri o que era uma distopia depois de Jogos Vorazes, mas descobri que já tinha lido alguns livros distópicos ou com elementos antes. Ainda fico meio confusa com a definição de distopia, espero que eu entenda melhor durante a DD hahaha
[Responder]
Cássia Oliveira
2 de julho de 2012
Conheci o termo distopia com a campanha Dominação Distópica e com a super promoção em torno de Jogos Vorazes. Mas descobri que, apesar de desconhecer o termo, eu já gostava da distopia. Já havia lido 1984, adorei o livro, e gosto de conhecer essas realidades tão distantes mas ao mesmo tempo tão próximas!
[Responder]
Débora Moraes
2 de julho de 2012
Acho distopia um tema bem interessante, mesmo que nunca tenha lido muitos livros sobre isso. Achei super legal a ideia de um mês “especial” e tenho certeza de que as resenhas serão incríveis!
[Responder]
Elisa
2 de julho de 2012
Distopias são um assunto extremamente polêmico, pois muitos gostam, e outros odeiam. Eu me interesso por distopias porque elas nos levam a pensar o que ocorre na mente de quem é controlado e na mente de quem controla, os sentimentos humanos e as ações que são consequências desses sentimentos são muito interessantes. Mas claro, a história tem que ser bem escrita, senão se torna muito maçante.
Sobre romances dentro das distopias, na verdade, acho que o autor tem que ser muito cuidadoso para não mudar o foco da história. Sim, eu adoro história de romance, mas saber dosar a quantidade não faz mal a ninguém ;] Jogos Vorazes, por exemplo, tem romance no meio, mas não é o tema central, e acho que funciona muito bem no livro.
[Responder]
Lana Miranda
2 de julho de 2012
Bem, comecei a gostar de distopias quando li Jogos vorazes. É interessante conhecer outras formas de sociedade, ver como as pessoas agem nela, em todas as distopias que eu li, consegui pegar várias críticas a sociedade, e isso sempre me faz refletir ” a que ponto podemos chegar?” , ” isso está muito longe de nossa realidade?” ” Eu faria isso?”. Realmente é difícil explicar o porquê de eu gostar de distopias, eu apenas gosto
. A unica coisa que eu sei é que , geralmente quando eu acabo de ler um livro distópico, eu fico refletindo sobre ele por um bom tempo, e eu gosto disso.
Sobre os romances, bem…digamos que um romance sempre é bom, não é? Mas acredito que tudo fica bom na medida certa, não gosto de romances muito melosos ou cheios de “mimimi”, é bom mesclar um toque de realidade com uma pitada de açúcar, se é que me entendem
[Responder]
Isabela
2 de julho de 2012
Eu me interesso bastante por esse tema de distopia, porque é como se a história ganhasse uma trama mais elaborada, provocando reflexões e questionamentos acerca da nossa própria realidade.Acho muito legal, pois estimula esse lado mais crítico do leitor.
Acho essa terceira onda de distópicos, com um foco maior no romance, tem que ter muito cuidado para não fugir do tema principal, que é de fato a distopia.Mas o autor pode sim mesclar um romance dentro desse tema, mas não o contrário, porque dessa forma não seria um distopia.
[Responder]
Viviane Cardoso Lima Barbosa
2 de julho de 2012
Meu interesse por distopias começou quando li Feios. Não gostei muito do livro, até já troquei, mas é interessante a ideia de um mundo que era igual o nosso, mas que por algum fator, ficou diferente: aparências são modificadas para que todos sejam parecidos e para que isso diminua os conflitos entre as pessoas, mas se você pensar diferente, ou fica quieto, ou se volta contra tudo e aguente as consequências. Infelizmente ainda não consegui ler outro livro sobre o assim. Faltou dinheiro e oportunidade. ^^
[Responder]
Viviane Cardoso Lima Barbosa
2 de julho de 2012
Acho que essa 3ª onda de distópicos é um caminho natural. O amor é uma parte natural da vida, em outros livros ele era um elemento a mais, por quê não transformar isso na base da história? Colocar o governo dizendo quem você deve amar, ou que o amor é uma doença são premissas interessantes.
[Responder]
Carol Almeida
3 de julho de 2012
Me interesso pelo gênero Distopia porque é quase um espelho do nosso mundo, um espelho que a qualquer momento poderíamos entrar dentro dele, cruzá-lo, ou ultrapassá-lo. Para algumas pessoas, é como uma fuga da nossa realidade tediosa e monótona para um mundo de aventura, ditaduras e emoção; mas não é bem isso. É claro que é isso que os livros nos passam, mas é como se fosse um leque de possibilidades de como nosso mundo poderia vir a se tornar da noite para o dia. Pra mim, é uma fuga da realidade, mas ao mesmo tempo, é uma outra vida.
[Responder]
Carol Almeida
3 de julho de 2012
Ops, esqueci de responder a segunda pergunta kkk
Acho o amor fundamental para qualquer pessoa. Num mundo distópico, ele ainda é mais importante, porque é meio que um bônus. Quero dizer, você vivendo numa ditadura, vamos dizer assim, amor seira algo para lutar, algo para continuar seguindo em frente.
[Responder]
Liriel
13 de julho de 2012
Me interesso pelo tema distopia porque ele parece ser o mais próximo do real e humano que um tema de livros pode ser.
[Responder]
Liriel
13 de julho de 2012
Acho legal distópicos que tem romance, mas também estraga um pouquinho para pessoas que já não curtem romance, fazendo com que elas tenham, “preconceito” com os livros.
[Responder]
Rebeca Cabral
15 de julho de 2012
Não lembro quando conheci distopia. Acho que esteve presente meio que desde sempre. Sempre foi algo meio como uma preocupação. Vendo meu interesse pelo tema, meu irmão quase uma década mais velho e jornalista me encheu de coisas. 1984, Admiravel Mundo Novo, A Ilha, Fahrenheit 451, Eu Robô e Laranja Mecanica (que sinceramente fico muito na dúvida se deveria se encaixar como distopia).
O maximo de distopia romantica que já li foi Jogos Vorazes.
[Responder]
Juliana Oliveira
19 de julho de 2012
Apesar de só ter lido mesmo Jogos Vorazes e Destino ao que se refere à distopia e só conhecer o termo há pouco tempo atrás, sempre gostei desse tema. Nos faz refletir sobre a sociedade que temos hoje e o que ela pode vir a se tornar, além de, é claro, ser algo diferente, sobre um mundo, um sistema completamente diferente do nosso, o que faz da distopia um tema muito interessante, e que chama a atenção.
Agora, quanto ao romance, depende bastante da história… um pouco de romance sempre é bom (pelo menos pra mim, sempre gostei dessas coisas), mas, quando a história está focada mais nisso que na distopia em si, aí deixa de ser interessante. Em Destino, isso não acontece… a relação de Cassia e Ky está diretamente ligada à sociedade distópica, o que faz com que a história tenha romance, mas não perca o foco, e acho que, com um tema como a distopia, esse é o máximo que dá pra ir com romance mesmo.
[Responder]
Hello
24 de julho de 2012
Eu sempre adorei distopias é bom ver teorias as vezes tão malucos para o futuro.Meu pai como advogado sempre me incentivou a ler este tipo de livro,ainda mais quando tem um pouquinho de romance né.
[Responder]
Hello
24 de julho de 2012
Eu acho essa terceira onda de distopias genial uma das melhores na minha opinião.O romance vem na ordem natural das coisas ,mesmo não sendo o foco da maioria das distopias.E outra coisa é sempre bom ver o que os autores acham sobre um tema tão discutido nos dias de hoje,que é o amor.
[Responder]
Larrorex
25 de julho de 2012
Me interessei por distopias no começo do ano, quando li a trilogia Jogos Vorazes. Acho que o assunto é interessante porque todos nós vemos nosso mundo caminhando para o ~DOOM~, então os livros são muito identificáveis.
[Responder]
Tamara
26 de julho de 2012
Eu adoro ler e estou sempre lendo alguma coisa. Nestas férias eu comprei o livro O Doador, de Lois Lowry e me apaixonei pela história e, quando fui pesquisar mais sobre o livro, descobri que ele é um livro distópico e me interessei bastante por esse tema. Já estou procurando a minha próxima distopia (: É muito interessante ler livros assim e perceber semelhanças e diferenças na nossa sociedade e sempre aprender alguma coisa no final da leitura.
[Responder]
Tamara disse:
julho 26th, 2012
Quanto ao romance em distópicos, acho que deve haver uma certa moderação, para não perder as características básicas da distopia ao enfatizar demais o romance. Mas do jeito certo, pode acrescentar bastante na leitura.
[Responder]
Tami - Gaveta Abandonada
31 de julho de 2012
1) Gosto de distopia porque acho interessante imaginar um mundo diferente do nosso, mas ao mesmo tempo com características de hoje. Querendo ou não, todos os livros distópicos trazem isso. É interessante porque conseguimos acreditar nesse possível futuro, não é como ler um livro de fantasia…
2) Gosto de romances, mas tem que ser com moderação. O foco do livro não pode se perder da distopia para o romance, senão perde o sentido. Tirando isso, acho que é interessante pois pode trazer uma subtrama interessante para a história.
[Responder]
Catarina
1 de agosto de 2012
Eu me interesso muito por livros distópicos porque já li vários e ele abre nossa mente, são livros que chegam um pouco mais perto da realidade se a gente parar pra perceber. São mundos idealizados, eu sei, mas são de algum jeito o mundo em que a gente tá vivendo e a distopia pra quem lê de verdade, acaba nos livrando um pouco da alienação, daquela nossa opinião formada com base na sociedade em que a gente vive. Enfim, é uma coisa meio filosófica então não sei explicar muito bem.
[Responder]
Catarina
1 de agosto de 2012
Acabei esquecendo da segunda pergunta mas ok. Acho que o romance misturado com a distopia acaba facilitando a leitura, pra não ficar aquela coisa muito filosófica. E agora a gente pode ver jovens que leem distopias por causa de um romance e acabam aprendendo algo com isso. Acho que as duas podem sim se conciliar haha
[Responder]