
Estamos aqui novamente! Agora, uma parte mais desconhecida ainda da produção dos livros… Mais uma vez, temos os nossos fieis escudeiros respondendo as perguntas! No mesmo esquema de antes, qualquer dúvida adicional será respondida nos comentários. :)
- O Leonardo Schabbach é editor da Mutuus e lançou recentemente um livro, o Código dos Cavaleiros. Teremos a resenha essa semana ainda por aqui. Além disso, tem um blog muito interessante.
- Já a Gui Liaga está fazendo um curso sobre o mercado literário e é agente literária e jornalista, além de fazer uns bicos como revisora por aí.
- E a Iris Figueiredo é autora de Dividindo Mel (resenha em breve também) e dona doLiteralmente Falando.

Esse post também é conhecido como "Aquele sobre capas"
Como é escolhida a capa de um livro? A editora pode opinar? O autor tem total liberdade para escolher? E quanto a capas de livros estangeiros, por que às vezes a original é mantida e às vezes ela é modificada? (Amanda/@sylviacheleiro/ Vanessa / Debyh)
Gui: Tudo depende da editora e do seu perfil editorial. Gente, não existe um padrão obrigatório para todas as empresas. O autor é dono absoluto da obra, a não ser que ele venda totalmente seus direitos à editora, ele precisa opinar e aprovar as decisões mais importantes, a capa é uma delas. O autor diz o que quer, a editora diz o que seria melhor, eles chegam a um acordo e a produzem. Já em obras internacionais, é mais fácil pegar a capa original já publicada, porém, às vezes, o dono da imagem pode não querer vendê-la ou cobra mais caro que a editora brasileira pode pagar. Também pode acontecer do editor achar que a capa estrangeira não venderá aqui no Brasil e pedir para criarem uma nova.
Leo: Não tenho como falar sobre as capas estrangeiras. Mas ,no geral, quem faz a capa é o capista. O autor pode dar suas idéias (mas nas editoras maiores ele fica fora do processo), o editor também dá suas idéias e o capista transforma aquilo que se quer passar sobre o livro em imagem (capa). É claro que, normalmente, o autor é consultado. Mas, como dito, na maioria das grandes editoras, ele fica fora do processo de construção da capa. Há casos em que um autor pode trazer sua capa pronta ou semi-pronta, ou indicar um artista/capista. Mas também não é muito comum.
Iris: Capas estrangeiras podem ser mantidas caso a editora ache que ela tem o mesmo apelo no Brasil que possui no exterior e caso a editora consiga garantir os direitos da capa (que é diferente do direito da obra, porque a capa é feita por outro artista). Na hora da escolha da capa, geralmente fica nas mãos do capista e do editor. Algumas vezes o autor sequer pode opinar, isso é um trabalho que não está ao alcance dele. Algumas editoras aceitam opinião do autor na capa, outras não.
Por que aqui no Brasil não tem edições mais baratas? O que faz o preço ser tão alto tanto? É a tiragem? O material utilizado? E por que não existem várias edições de um livro, como os paperback e os hardcover dos Estados Unidos? (Thassila, Isa)

Esse livro tem uma versão de luxo, que custa 70+ reais e uma de bolso, em capa dura, que custa doze e noventa.
Leo: Há edições mais baratas. No metrô do Rio, por exemplo, há clássicos por apenas 2 reais, em máquinas. Há livros de bolso também. Talvez o maior motivo para não haver várias opções de livro (com edições diferentes) seja o fato de não se vender tanto. Os grandes Best-sellers daqui têm sim versões diferentes, de uma maneira geral, mais caras e mais baratas – mas são pouquíssimos os livros que vendem bem o suficiente para isso. E o preço do livro no Brasil nem é tão caro, se comparado a outros países do mundo. No entanto, se comparado ao salário mínimo, por exemplo, ele o é. O preço varia exatamente de acordo com a tiragem, quanto maior ela for, mais barato pode se vender. Outra coisa que inflaciona o preço são os intermediários. Os distribuidores normalmente ficam com 10 a 15% do valor de capa, as livrarias com 40 a 50%. Ou seja, no final, a editora fica, não no caso de Best-sellers, com algo em torno de 10 a 20% apenas do valor de capa (já que o custo de impressão do livro geralmente corresponde a algo em torno de 15 a 25% do preço de capa).

E nessas edições "vira-vira", você paga 20 reais por dois livros que, em versão "normal" custam 40 reais cada!
Iris: Nós temos as edições de bolso, cujas tiragens são maiores e o material mais barato, diminuindo o valor. Mas o livro tradicional tem uma tiragem baixa – geralmente 3000 exemplares – e se você pensar que nos EUA algumas tiragens são de 100.000 exemplares, você percebe a diferença de custo. Existe até edições em capa dura, mas não é vantajoso para nosso mercado lançar duas edições do mesmo livro.
Bell: Nós já aprendemos que a tiragem influencia muito no preço final, né? E como eles disseram, nós TEMOS vários tipos e formatos de livros. A Zahar, por exemplo, lança o mesmo título numa edição de luxo e numa edição de bolso, em capa dura, com o preço mais acessível. Além disso, existem as edições de bolso, edições econômicas e edições de luxo. E, diferentemente do que você pode pensar, nos Estados Unidos a maior parte dos livros é lançada em um só formato. Eles só apostam no Hardcover se acharem que o livro será mais rentável. Quanto mais famoso for o livro, mais formatos ele terá.Você pode saber mais sobre isso nesse post aqui da Dayse!
Quem decide a letra, o tamanho do livro, a cor da folha, a textura da capa? (Isa)
Gui: Novamente, tudo isso é decidido conforme a linha editorial e o público-alvo da obra. É a equipe de produção, chefiada pelo editor, que irá decidir todas essas etapas. Além do orçamento previsto, pois não adianta pedir um papel mais grosso e uma capa cheia de brilho para um livro que será vendido por R$25, que não cubrirá os custos.
Leo: Normalmente é impresso em off-set, em grandes tiragens, mas existe a impressão digital, que, embora ainda bem mais cara, já produz livros a um preço razoavelmente acessível (não muito se se quiser colocar em livrarias). As decisões de arte podem ficar para o editor, mas, nas editoras maiores, há um profissional que é pago justamente para pensar na arte do livro; seleção de fontes, texturas e etc… A “cor” da folha geralmente é uma opção editorial, já que imagino que se fale aqui do uso do papel Pólen (amarelado e melhor para a leitura) e do papel off-set (branco). Se fala-se em cores mesmo, isso também fica para o profissional que pensa nas outras coisas citadas anteriormente (ou no editor, juntamente com o diagramador, caso a editora não possua este profissional).
Bell: Sobre as capas, veja o segundo vídeo desse post no Blog da Cia das Letras! [Eu juro que na última semana coloco o link para todos os vídeos da CIA, que são muito bons
]
Como funciona na gráfica? Como é impresso? Como é montado? E a grande questão de todos os tempos: aonde vão parar os livros com defeito?
Nos meus sonhos mais profundos eles seriam vendidos, quando o conteúdo está completo, a preço de banana durante todo o ano numa lojinha escondida em algum beco! (@JotaPluftz)
Gui: As editoras maiores possuem suas próprias gráficas, as menores terceirizam a impressão. Existe o editor gráfico que acompanha a impressão dos livros, ele vai para a gráfica e verifica de perto cada máquina e aparelho para ver se está tudo certo. As máquinas gráficas são enormes e podem ser offset, o formato padrão do Brasil, ou não. Todos os livros ruins são destruídos e reciclados quando possível.
O problema é que o livro é um produto e um negócio. Não é algo romântico e etéreo, pessoas precisam de dinheiro para viver e, se eles trabalham com isso, merecem receber. O livro não é caro, os brasileiros que recebem pouco. A média do salário mínimo na Europa passa de mil euros, e os livros lá são mais baratos porque quase todos lêem e os compram. Aqui temos uma minoria que lê e ainda tenta ser malandra baixando da internet e distribuindo traduções mal feitas por aí. Isso tudo reflete no preço do livro e em como o mercado editorial lida com ele.
Leo: Os livros com defeito, dependendo do defeito, podem ser devolvidos à gráfica e descontados do preço que foi pago. Mas isso geralmente só vai acontecer se for um erro maior, que inclua mais exemplares. Há sempre livros que arranham ou sofrem pequenos danos que normalmente não são comercializados. Eles vão para o estoque das editoras e ficam lá. Cada editora administra seu estoque de maneira diferente, mas esse é o GRANDE problema do meio editorial – o que fazer com os livros defeituosos e com os que sobram? Porque normalmente a comercialização prejudica o nome da empresa, já que há defeito – e a doação do livro também não seria viável, pois ainda assim teria de se pagar os 10% dos autores. Enfim, é um grande problema; e cada editora tenta lidar com ele da melhor maneira possível.
É complicado falar das outras questões, a resposta ficaria gigantesca (sobre como é montado). Mas a editora faz suas opções de arte para o livro, se haverá ou não laminação, se ela é fosca, que quase ninguém nota, mas é importantíssima e a minha favorita, ou brilhante; se será localizada ou não, se haverá relevo ou não; se o livro será costurado ou colado e etc… Toma-se essas decisões de acordo com uma série de coisas, como público-alvo, a tiragem do livro (quanto maior for, mais efeitos permite, já que se absorve o aumento de preço na tiragem), tipo de capa e etc… e manda-se para a gráfica.
Bell: Para encerrar essa parte, recomendo que leiam esse post MUITO LEGAL de Setembro/2010 do Blog da Galera Record. O nome é “Uma visita à fantástica fábrica de livros!”.
Links de bonus (só porque hoje é meu aniversário e estou me sentindo particularmente generosa):
Sobre Capas - Um blog muito interessante sobre capas, comentando-as e analisando-as. Tem um post muito engraçado sobre a nova capa de Reparação, na edição econômica, em que ele comenta que a Keira Knightley faz tantos personagens de adaptações de livros ingleses que dá para montar uma biblioteca só com edições tie-in (com a capa do filme) com a cara dela!
Blog da Cia das Letras – O link manda vocês direto para o post do “Pegunte à Cia”, que foi uma iniciativa semelhante ao como se faz um livro, respondida pelos funcionários da editora! É muito legal porque fala das especificidades da editora. Como vimos, cada editora tem o seu próprio método e aqui nos propomos a explicar de maneira geral. Além disso, no blog, volta e meia algum membro da equipe posta algo sobre capas, sobre a preparação de livros, sobre a tradução de um novo título… Para quem tem esse tipo de curiosidade, sempre é legal acompanhar o blog!
Livros por dois reais – Matéria sobre o projeto que o Leo comentou ali em cima. Muito interessante!






















Babi Dewet
19 de dezembro de 2011
A criação da capa do livro também está ao alcance do autor, isso vai depender do tipo de contrato que ele precisa ter!
Que tal falar de contratos, Bell? Tem autor jovem por aí assinando com editoras sem NEM SABER seus próprios direitos! Absurdo total.
[Responder]
Bell disse:
dezembro 19th, 2011
Eu convidei a Gui para falar sobre o que ela quiser! O espaço está aberto ^-^
Eu mesma não sei muito sobre eles…
[Responder]
Ana Death Duarte disse:
dezembro 20th, 2011
Legal a idéia de um post sobre os tipos de contratos e direitos do autor… infelizmente tem muito autor que acha que não tem direito nenhum e que fica feliz até por pagar para publicar seu livro… acho tão triste…
[Responder]
Fernanda
19 de dezembro de 2011
Eu amei esse especial que vocês estão fazendo. É incrível pensar no processo que o livro passa, desde o seu rascunho até estar na sua prateleira. Sem falar no trabalho que cada detalhe dá!
Agradecimento especial pra Gui, porque eu ameeeei os posts delas com a historinha do Steve e sua turma da Editora. uhahauha
O processo de fazer mangás também é incrível, ainda mais pela análise de storyboard e todo o trabalho em criar os desenhos…
Enfim, sou apaixonada por capas, não sou muito fã das com fotografias e letras brilhantes, sou tipo a edição de 1984 com borda rosa ou algumas mais “clean” como a primeira de Calafrio.
Parabéns pro NUPE, sempre com conteúdo interessante!
[Responder]
Lua
19 de dezembro de 2011
Vocês do NUPE estão de parabéns por esse especial!!!
SÉRIO, eu sempre me matei de curiosidade pra saber como funciona todo o processo de edição até o livro chegar lindo & deslumbrante em minhas mãos!! Enfim, eu sempre achei que era tipo Wonderland, com chapeleiros malucos traduzindo sagas, coelhos brancos revisando trilogias e uma rainha de copas estipulando prazos (VIAJEI, RELEVEM) e descobri que é tão bom quanto! Por favor, se eu futuramente for uma empregada miserável e falida em qualquer que seja a minha profissão, me arranjem um emprego (nem que seja pra ser a garota da xerox) em alguma editora! Falo sério.
[Responder]
Isa
19 de dezembro de 2011
Adorei essa semana sobre Projeto Gráfico! Me esclareceu muita coisa!
MUITO obrigada por fazer esse especial, aposto que muita gente gostou.
P.S.: Adorei os links que você deixou! Quero conhecer a fábrica de livros da Galera agora kkk
P.P.S.: Feliz aniversário, Bell! Muitas felicidades e sucesso!
Bjs,
Isa ~ portal dos livros
[Responder]
Paulo Vaughan
19 de dezembro de 2011
Livros em hardcover são realmente muito legais, mas acho que não “funcionaria” no Brasil. Tipo, as pessoas já vivem dizendo que o livro é caro e tal. Agora imaginem se todos fossem em hardcover (com edições seguintes em paperback, talvez), acredito que o preço aumentaria e todos iriam reclamar ainda mais e comprar ainda menos (e consequentemente mais pessoas baixariam livros ilegalmente).
[Responder]
Laura A.
19 de dezembro de 2011
Esse especial sobre como é feito um livro ta muito bom, sério mesmo, o NUPE (e todos os colaboradores) tão de parabéns. O processo de fabricação de um livro é bem mais complicado do que se imagina e vocês tem respondido as duvidas muito bem.
[Responder]
Isadora Iwahashi
19 de dezembro de 2011
Gente chorando de emoção aqui, e em um mundo perfeito os livros com defeitos seriam doados ou vendidos com um menor custo, porém eu acho que tem uns livros que realmente são muito caros (mas eu sei que eles vendem pouco) como um livro que eu estava procurando uns anos atrás era 86 reais, pelo amor dos Deuses, não há bolso que aguente esse preço.
Mas as pessoas estão comprando mais livros mas eu quase nunca vejo uma diminuição de preços nas livrarias (só nas livrarias onlines. E algumas editoras, se não todas cobram o preço de livraria para comprar o livro direto da editora, cadê o descontinho, eem??
[Responder]
Ana Death Duarte disse:
dezembro 20th, 2011
Sim, tem livros antigos que nem são edição especial e custam preços “fantásticos” (in a sad way). Uma pergunta para um próximo post seria: Por que diabos livros de catálogo, antigos, custam AINDA 40 a 50 reais? Isso, infelizmente, acaba incentivando somente a compra de lançamentos…
[Responder]
Iris
20 de dezembro de 2011
A Fábrica de livros da Record É LINDA. Paraíso para qualquer bookaholic. Fui lá semana passada, tive vontade de roubar tudo e sair correndo, mas… Era muita coisa. E não é tão legal você roubar e não poder carregar. Não cabia no táxi UHAUHAUHA
O NUPE é um bom “parceiro”, ninguém pode negar! Adoro participar aqui.
Ai, amo livros, amo a profissão que escolhi e essa série de posts está tão legal que fico orgulhosa de participar dela dando meus pitacos.
[Responder]
Iris disse:
dezembro 20th, 2011
Ah, sobre livros descartados… Eu vi na gráfica uma pilha de descartes e a maioria NÃO DÁ pra aproveitar, gente. Eu também tinha essa ideia completamente colorida de um mundo onde livros descartados seriam vendidos a 2 reais, mas a maioria fica meio, hm, ilegível. Os que salvam, mas não dão pra vender, são doados mesmo e isso é uma boa iniciativa. Mas dá pra perceber que não dá para fazer isso com todos.
[Responder]
marjorie
20 de dezembro de 2011
muito legal saber dessas coisas e bem q podiam vender mais baratos esses q deram erro. rsrs
amei os links tbm *-*
[Responder]
Renato Augusto Ritto (@renato_rar)
20 de dezembro de 2011
Amei saber mais sobre a produção editorial e eu só vou falar mais uma vez, juro, que é a área que eu quero seguiir *-* DESCULPA, JÁ PAREI, PRONTO.
Enfim. É isso, eu amei essa série de posts do NUPE e devo dizer que só acho que tem sim como as editoras utilizares papel reciclável e capas de papel bem baratas em best-sellers também para que as pessoas mais pobres (tipo eu) consigam ler os livros que querem sem ter que pagar preços absurdos pra isso. Já li uma série que comprei os livros no Book Depository e ainda assim eles ficavam INFINITAMENTE mais baratos em inglês do que em português, sabe? E as vezes eu culpo um pouco os materiais utilizados, porque afinal, o livro não precisa ser TODO LINDO se tiver apenas a história lá dentro. E claro, pras pessoas que se APAIXONAM por tal série, ela pode adquirir as edições mais caras e bonitas, como item de colecionador mesmo.
Acho que não são só clássicos que devem ser 2 reais. Acho que todos os livros deveriam ter edições de 2 reais ou alguma coisa nessa base, sabe? Com no máximo 10 reais hahahahaha
É isso. #Desabafo
Beijos =)
[Responder]
Bell disse:
dezembro 20th, 2011
Renato, um dos motivos dos livros sairem mais baratos em inglês é pq, olá, vc tem q pagar os tradutores! Eles não trabalham de graça. Faça o teste: procure 19Q4 no bookdepository e veja o preço. Livros traduzidos para o inglês são mais caros que os nacionais… E aí vem um probkema nosso, pq os nacionais sacabam saindo mais caros que os traduzidos, o que só se explica por tiragem.
E eu acho lindo q vc pense como eu, mas tem mta gene – a grande maioria, acredito eu – que quer o livro bonito, com material de primeira e tudo o mais. Aí, como lida? Acho que vou fazer uma pesquisa para testar minha hipótese!
[Responder]
Blanca Aleks
20 de dezembro de 2011
Adorei toda essa série de pots, NUPE, vcs estão de parabéns!
Só a parte de hardcover/paperback que ficou estranha. Será que se as editoras fizessem livros com o mesmo material dos EUA (papel meio de jornal, capa mole) não sairia mais barato? Se saísse, com certeza mais gente compraria.
:*
[Responder]
Bell disse:
dezembro 20th, 2011
Bianca, o papel meio de jornal e capa mole só é utilizado nos eua para livros de Bolso. Se vc ver o video da Dayse, verá a diferença entre eles
O formato padrão aqui no Brasil é algo entre o paperback deles (que tem sim um papel de gramatura menor do que o nosso) e os hardcover. Acho que não adianta muito mudar o material do paoel, etc, etc, se a tiragem for pequena. Não sou expert, mas acho que esses papéis mto diferentes do normal nem sempre sào masi baratos, viu? Mesmo parecendo de qualidade menor. Vou procurar saber e te aviso
[Responder]
Douglas Marques
25 de dezembro de 2011
Nossa, até eu que sou ESCRITOR não fazia a menor ideia sobre essa parte tão bacana!
Post excelente! Tinha de ter estrelinhas, para que eu pudesse marcar 5! hahahaha
Grande abraço!
Douglas Marques,
Autor de Cartas de Siracusa.
[Responder]