Ano2010
LínguaPortuguês/Inglês
Editora: Suma de Letras (português)/Dutton Juvenile (inglês)
Autor: Ally Condie
Nome Original: Matched

“Cassia confia em todas as escolhas que lhe são feitas pela Sociedade, afinal eles sabem o que fazem para manter uma vida e tranquila. O que é abrir mão de certas decisões quando você poderá ter tudo perfeitamente escolhido para sua conveniência? 
Uma das escolhas mais esperadas pelos cidadãos é a escolha do Par, que será o companheiro perfeito para formar uma família perfeita, que é feita aos 17 anos. Cassia completa seus 17 anos e quando seu Par é anunciado no Banquete Especial, ela não poderia ficar mais feliz: seu Par é Xander, seu melhor amigo de anos. 
Na cerimônia, Cassia recebe um microcartão onde estão armazenada todas as informações que precisa saber sobre seu Par, no entanto, ao inserí-lo no terminal de sua casa, ela tem uma surpresa: tudo sobre Xander se apaga e a tela reacende por alguns instantes, mostrando um novo rosto, o de seu vizinho e colega, Ky Markham. Logo a Sociedade procura Cassia para informá-la que a imagem de Ky não passa de um erro cometido pelos classificadores, mas a Sociedade não comete erros e seu avô antes de ir falou ela tinha direito de decidir, mesmo que na ilegalidade. A partir deste momento, Cassia começa a ver Ky, algo que ela nunca tinha parado para fazer. 
Daí em diante, Cassia tem que escolher viver no conforto fornecido pela Sociedade e abrir mão de questionar toda e qualquer coisa possível ou arriscar e sair de sua zona de conforto por algo maior, que ela ainda não tem certeza do que seja…”


Quando li a sinopse do livro, sabia que ele tinha tudo para ser genial, ele ser um sucesso ou não dependeria apenas de Ally Condie. Meu maior medo em relação à “Destino” era a autora transformar a história em um “Crespúsculo” versão distópico e imbecil, mas graças aos deuses não foi isso que aconteceu, entretanto, depois de cinquenta páginas, eu estava querendo me matar.

Nunca fiquei tão entediada com um livro na minha vida e nunca demorei tanto para ler um também. Fiquei quase um mês lendo “Destino” e chorando a cada momento que tinha que pegar para lê-lo. O pior é que não existia a opção “Não vou ler essa droga!”, porque esse foi um livro lindamente fornecido pela Suma de Letras  (povo muito gente boa, por sinal) para que o NUPE fizesse resenha. Sério, fiquei com muita dó da Bárbara, porque a cada dez páginas eu ligava para ela e reclamava por horas e horas e mais algumas horas de como era insuportável e como eu estava a ponto de desistir de lê-lo de uma vez. Que ela ou a Bia ficassem com o livro, elas poderiam resenhar mais tarde, porque minha paciência já estava completamente negativa e abaixando ainda mais. Só que não sou do tipo que desiste do livro (desisti de quatro livros na minha existência, mas eles eram muito ruins, MUITO) e continuei com a leitura.

De repente, algo muito engraçado aconteceu: o livro ficou ótimo! Chegando nos últimos capítulos, ele ficou tão, mas tão bom que tive que parar um pouco. E não foi para dormir ou algo do tipo, foi para respirar, perdi o fôlego de emoção.  Estou quase para matar alguém (provavelmente a autora 8D) para saber o que vai acontecer!!! >D 

Por favor, não desistam de “Destino” porque eu disse que o início é um saco e que queria me dar um tiro para que o sofrimento acabasse logo. A ideia do livro é genial, genial mesmo e Ally é uma ótima escritora, juro e não, não sou bipolar ou algo do tipo falando que é ruim, ótimo, que eu senti vontade de que algo me matasse para acabar com a dor de lê-lo e genial ao mesmo. ¬¬’  

Hah! Com certeza, quem está lendo deve estar se perguntando, “Se você não é bipolar, você é o que, então? Esquizofrênica???”, a resposta para isso é que eu também não sou esquizofrênica, valeu? O negócio é que fui analisar o motivo do livro ter me irritado tanto no início é que descobri que odeio ver o lado de quem tem que entender o que há de errado no mundo em que vive, sendo que a pessoa viveu do “jeito errado” até o momento, detesto ver as pessoas entendendo à passo de tartaruga, por isso foi tão chato para mim. Eu gosto de um pouco mais de ação e não gosto nem um pouco de não saber o que está realmente acontecendo. Desde o início, eu sabia que a Ally Condie criava algo maravilhoso e a forma que a Cassia começa a questionar a Sociedade com é completamente verossímil (ela faz com coisas pequenas e de pouco a pouco), convenhamos, seria bizarro se Cassia repentinamente questionasse tudo, quando aquela era a única vida que ela conhecia até o momento…  Achei isso lindo e tudo mais, mas o fato de não gostar de estar no escuro, me impediu de apreciar essas revoltas e questionamentos quase nulos que Cassia faz ao longo de “Destino”. Por isso mesmo aviso, talvez vocês apreciem o que eu não fiz de primeira. =) 

Por que o título do post é “Aleluia, irmão!”? Primeiro, porque o livro finalmente acabou; segundo, o livro ficou infinitamente melhor para mim no final e; terceiro, não tem um terceiro, mas dois motivos é podre. XDD

Nota: 3 Pares =Dd

Como nós, do NUPE, somos muito legais e gostamos de comentários, resolvemos juntar o útil ao agradável! Será sorteada uma edição de “Destino” para quem comentar algo pertinente ao livro e/ou à resenha feita por moi E colocar a seguinte frase no mesmo comentário: 

“NUPE, SEM DESTINO FICO PERDIDO (A)!”

Você ganhará apenas um ÚNICO número com o comentário, mas se quiser aumentar suas chances de ganhar o livro, você pode twittar a seguinte frase e colocar o link do seu tweet nos comentários:

“A @Suma_BR e o @nemumpoucoepico me dão um Destino. http://migre.me/58gEj”

E que fique esclarecido algo, o twitter te dará  UMA CHANCE EXTRA, APENAS UMA

Se você quiser mais uma chance extra, você pode curtir o post na comunidade do NUPE no facebook


Até o dia 16/07!
Boa sorte!!!