Essa resenha é uma contribuição da leitora Jéssica Dias. As opiniões aqui expressas são dela e como esse é o segundo livro de uma série, tem SPOILERS do primeiro livro E do segundo livro (tipo, o da resenha.)!! Só leia se a) você quer rir e nunca quer ler a série, b) já leu o primeiro da série e quer saber sobre a história do segundo, c) já leu vários livros da série. A resenha do primeiro livro pode ser encontrada aqui. Provavelmente essa é a série mais zoada na história do NUPE.

EDIT: Como eu nunca li nenhum dos livros, não estava ciente que tinham muitos spoilers, então vou colocar um cut básico.


Vamos lá! Clique em Leia Mais para ler.



Bem, faz um tempinho que eu li este livro, mas ainda me lembro que se fosse ontem -n: Eu estava na Saraiva com minha mãe e aproveitei para minha cota diária de exploração financeira, e dessa vez em dose dupla.

Já havia burburinhos por ai sobre o Para Sempre (a primeira parte da tortura) e muitas resenhas positivas, então decidi dar uma chance apesar da capa horrenda (hoje em dia a capa do meu está amassada bem no meio na parte da frente graças à uma equação: Banheiro + Livro equilibrado na pia + Vento + Leis da física = PUF! Oops, caiu de cara no chão, mas eu não me importaria nem um pouco se fosse na privada mesmo) e para completar a exploração desastrada, levei também a segunda parte da tortura, o Luz Azul, oops, Lua Azul, enfim, li o primeiro livro enquanto esperava duas horas de um tédio excruciante para tirar sangue (o que seria cômico se o livro realmente tratasse de vampiros) e lá se foi duas horas perdidas em minha vida que nunca mais poderei recuperar, ah, e 80 reais também Crying face!

Terminei o primeiro e me dirigi logo em seguida para o segundo e levem em consideração que eu detestei o primeiro. Começa com Sempre Flor (português para Ever Bloom, nome feio do diabo, até Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto seria melhor, ou como eu gosto de chamá-la, Ever Boring) e Damen Demente querendo passar da 17ª base e entrarem um nas calças do outro, com os hormônios à flor da pele eu até entendo e apoiaria totalmente se eles realmente fizessem tal coisa, talvez um pouco de pornografia estimula-se a leitura, mas levando em consideração que o público alvo deve ser de 8 à 10 anos, 
partes picantes se resumiriam à uma cena à la Crepúsculo e uma gravidez inesperada de um ET…

Voltando à Pus Azul, Sempre Flor e Damen Demente planejam sua noite com tudo de melhor, desde a lingerie sadomasoquista até o local do pecado, até que D.D começa a ter sintomas da febre amarela e se manda dali, deixando Sempre Flor confusa e com um salto quebrado (nãoooooooooo, o salto alto não!!!!!).

Daí em diante, Damen Demente começa com seu estranhíssimo comportamento (alôou, só você acha isso Sempre Flor, pra mim ele sempre foi FREAKING) e então ela não consegue falar com ele, não acha ele em casa, não acha ele em sua boate gay preferida e manda 1000 mensagens para ele expressando sua psicose beirando à obsessão.
Aparece Roman e só porque ele tá recebendo mais atenção do Miles e porque é muito gathênhoooo, ela começa a ficar enciumadinha e desconfiadinha.
Damen Demente também volta e de repente mostra que só quer entrar nas calças daquela bitch que não lembro o nome (mas, eu sei que no fundo ele só quer dar uns pegas no Miles).

Sempre Flor fica de mimimi e mais mimimi porque D.D tá asim e ta assado e blá blá blá, ela descobre que ele ta sendo envenenado com cocô de barata, ela invade a casa dele com a super mega power poderosa Ava, a Vacabra (vaca+macabra) e tenta trocar seu kisuco sabor jiló da imortalidade, ele aparece, a reconhece, olha pros peitos dela e desreconhece.

Blá blá blá alguma coisa, Sempre Flor vai pra SundownLand conhece as pivetas Romy e Rainy (ou algo desse tipo) e depois vai para a SUCOM de SundownLand, descobre como D.D virou um ser imortal e transformou mais outros moleques em tais seres. Revelação! Roman é imortal ( só você não percebeu esse Sempre Flor) e era amante da ex de Damen Demente, o que é bem evidente sendo que D.D não é homem pra satisfazer as necessidades da ex-bitch, Sempre Flor desiste de assistir os videos quando a orgia começa e blá blá blá, ela descobre como salvar D.D, blá blá blá, ela pede ajuda à Ava, Vacabra, mimimi, ela faz sua tia pensar que tá tomando o bagulho -n, blá blá blá, ela faz a primeira excolha certa e decide deixar o D.D morrer para poder reviver a família. MOMENTO OWNNNNNN!!!!!! Riley aparece!!!! ú.ú, depois mais blá blá blá, a família morre de novo porque ela não pode mudar o passado, blá blá blá, ela volta e encontra Damen Demente, Roman, e as pivetas gêmeas Romy e Rainy. D.D ta morrendo, mimimi, Ava, Vacabra mostra a que veio e engana todo mundo (melhor parte). Sempre Flor confia em Roman e PUF! D.D volta do mundo do além (irritadinho porque tava querendo dá uns pegas no Jesse de A Mediadora).

E chega à parte final, finalmente!!!! 

Damen Demente volta, mas Roman lançou um spell digno de Gilderoy Lockhart (a única diferença é que dá certo) neles e se Sempre Flor de alguma forma trocar DNA com D.D, ele morre!
Roman você mandou bem!

Falando sério agora…

O segundo livro de alguma forma consegue ser ainda pior que o primeiro, é uma tortura do início ao fim. Os personagens continuam sem carisma e sem tramas interessantes. 
O que eu não consigo entender é como uma autora cria personagens tão sem graça para uma mitologia (nem tanto) interessante. 
Damen é aquele personagem estereotipado sem sal nem açúcar, porque nem pela maior beleza do mundo, um cara tão chato consegue descer.
Haven (é assim o nome dela?) consegue ser ainda mais chata, e eu não consigo entender como Ever tolera uma amiga tão filha da p****.
Miles é legalzinho, mas um único personagem legal não sustenta um livro.
Roman também é legal para um vilãozinho de historinha boba, mas não é daqueles que te fazem dizer OWNNN!
Ever é definida em uma palavra, mas como uma imagem vale mais que mil palavras:  


Um burro se manifestando? | http://www.teiacultural.com.br/v4/?attachment_id=2992
Enfim, é uma história boba com personagens vazios. 
Desculpem a palhaçada lá em cima, mas eu me sinto na obrigação de alertá-los quanto a este livro.