Blue Bloods – Vampiros de Manhattan
de Melissa de la Cruz
Nos navios dos primeiros colonos que chegaram aos EUA havia um grupo de vampiros, os Blue Bloods, que alcançaram fama e fortuna na América. Mas na Manhattan dos dias de hoje o grupo enfrenta uma ameaça: os Silver Blood, que começam uma série de assassinatos que caberá a uma jovem Blue Blood investigar.
Primeiro volume da série.
Minha opinião:
(Essa primeira parte CONTÉM spoilers! Procure a outra divisão vermelha, para a opinião sem spoilers.)
Eu prometo ser gentil tá…
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Promessas servem para serem quebradas. QUE MISTUREBA FOI ESSA? Gente é sério. Imaginem um gossip girls, diário de vampiro, hush hush e mais um monte de outros livros, coma tudo e o que sair é blue bloods.
Meu deus, eu sou muito má… às vezes eu me assusto comigo mesma. Ainda bem que só dura uns 2 segundinhos. Eu não conseguiria viver com raiva de mim. Conflito de interesses.
Enfim… voltemos ao livro.
Schuyler é uma menina com uma estilo gótico e que abomina o grupo “top” da sua escola. (Mais na primeira oportunidade ela cai de amores pelo carinha mais popular, sério no primeiro momento em que ele fala com ela. Bizarro.) e que pasmem descobre ser uma vampira. Isso porque as suas veias azuis começam a saltar. E se você tem veia azul você é um vampiro. Porém não é só isso, ela é a filha de uma mulher poderosa demais que está em coma (fellings). E ela não é querida entre os da sua espécie porque além de tudo ela é uma hibrida de vampiro com humano. ( sabe aquele personagem apelão? Pois é você está vendo ele aqui ou pelo menos todos os sintomas). Ela tem um melhor amigo, do qual ela se desfaz na mesma hora que a necessidade pede, e segue a sua vida abalando por Manhattan. (Claro que como excelente melhor amigo e escravo ele retorna pra ela no momento em que ela quer.) Ela que é total contra os populares faz um ensaio fotográfico pro jeans da moda e descobre os segredos da sua natureza. Tudo ao mesmo tempo…
Aí, vou contar o grande segredo do livro se você for ler e tiver lido isso aqui a culpa é sua. Todos os vampiros não morrem, eles renascem, perá lá, os vampiros renascem sinal que tem alma e se tem alma tem vida. Algo está muito errado nessa teoria. Enfim… Eles foram castigados a terem um ciclo eterno e sempre vão relembrando de suas vidas anteriores. Tem um incestozinho interessante no livro. (quando digo um quero dizer um monte tá. )
Maaaaaaas não acabou, sabem da onde surgiram os vampiros? E na verdade quem são eles? Então… eles são os anjos que foram expulsos do paraíso. Tcharammmmm! É eu sei, brochante. Então o negócio é que surge um ser que consegue interromper esse ciclo e mata, literalmente, os anjos, demônios vampiros sei lá o diabo que eles são. E após levar um pé na bunda gigante a nossa doce protagonista Schuyler sai com seu mordomo (seu melhor amigo na verdade era de uma família que serviam aos vampiros desde sempre e era o mordomo especial dela, tem outro nome mais na verdade quer dizer mordomo. Gatinho, mordomo, submisso e que não recebe salário. Podia querer algo mais?) ao redor do mundo para procurar seu avô e salvar a sua espécie.
Então, eu sei que você está se segurando para não ir correndo na livraria comprar ele nê?
(Acabaram os spoilers!)
Minha real opinião, não foi o pior livro que eu li, mais os personagens são inconsistentes. (A Bell sabe o quão chata eu sou com personagens que simplesmente saem mudando de personalidade>.<), a história não segue um ritmo agradável e as situações são pitorescas. Eu me sentia como se estivesse lendo vários livros em um só. Poderia ter se focado mais em um ponto de vista e assim dado uma identidade para a história. Além disso odeio a apologia de que para ser cult deve-se beber em público e fumar. Politicamente incorreto e muito ultrapassado.
Citação Favorita:
“… Trocar se em público era apenas uma daquelas coisas estranhas que já estavam incorporadas ao regime de Duchesne.” É tão surreal que chega a ser engraçado. Todo mundo se trocando no corredor shsuyshuhs.
Porque a classificação: Sopão: Blue Bloods
Pela sensação de mistureba do livro. O inicio é de uma forma e depois tudo muda sem nexo com nada. Excesso de informação e de personagens acaba retirando o foco do que é importante. Anjos, vampiros, mordomos, sangue azul, assassinatos, alta sociedade, transformações, moda, góticos, renascimentos, incesto, drogas, cigarros e bebidas, etc… é coisa demais para um único livro.
Quantas estrelinhas pela capa?
Adorei a capa, mesmo sendo nada a ver. Capa nota 5 estrelinhas. *****
Qual a classificação final do livro?
2,5 pedaços de carne crua com bastante sangue. E estou sendo bem generosa tá!
Recado pra ID:
É bem grande a melhora de revisão nele, talvez por acharem que ia vender mais. Porém ainda está pobre demais. Mantenho meu conselho: contratem revisores. Não é gasto inútil tá!^^

























Nathalia
5 de novembro de 2010
Hm, achei mais ou menos a mesma coisa… Um livro bem… regular. Sem uma boa história, sem personagens carismáticos, sobra pouca coisa pra gente se apegar, né? A coisa do incesto até poderia ser interessante, mas é tratada de forma bem bleh também, então, enfim… Nenhuma vontade de ler o segundo da série \o\
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Igor
5 de novembro de 2010
Incesto é legal ! Podiam fazer um livro todinho falando sobre incesto e dando exemplos ! Ia vender muito, mas estão todos muito preocupados com seus livrinhos de vampiros ¬.¬' O mundo tá tão chato ultimamente … Vou escrever um livro e ele vai falar muito de incesto, é =)
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*Jam*
5 de novembro de 2010
Adoro resenhas super sinceras como essa! No caso da sua, não concordo com quase nada, mas adorei!
Sobre a série, só posso dizer que o 1° livro é bem mais ou menos, mas eles vão melhorando cada vez mais…
Agora, qto à revisão, concordo plenamente! Eu fico p*** da vida qdo pego livro brasileiro ou msm edição brasileira cheia de erros de digitação, de português, de continuação, etc. Custa alguém dar uma lida antes de publicar? Outro dia li um em que a personagem mudava de nome de uma página para a outra (fiquei mto confusa!)! =(
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Liv
5 de novembro de 2010
Parece um livro bizarro e do tipo que já torrou minha paciência. Não tenho vontade de ler.
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Rubens
5 de novembro de 2010
Eu já não tinha muito interesse neste livro, mas, agora perdi toootalmente o tiquinho de interesse que restava. Livro "salada de fruta" não dá.
Adorei sua resenha, Angel. Super sincera e verdadeira.
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Luana
6 de novembro de 2010
Eu sabia, as suas resenhas quando falam de livros ruins são melhores. Então por favor leia mais livros ruins. Eu sempre morro de rir com elas. Não tinha intenção de comprar o livro e odeio essa coisa tão igual em todos os livros de salada de frutas. As ideias originais viraram todas cliches?
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Tiago
6 de novembro de 2010
kkkkkkkkkkkk, só rindo mesmo! A sinceridade é um dos adjetivos que mais gosto nas pessoas!
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Cíntia Mara
6 de novembro de 2010
Olha, eu achei essa capa tão linda que quase comprei o livro por causa dela. Ou melhor, dela e das capas originais, que também são lindas. Mas, apesar de amar capas bonitas, eu não sou doida o suficiente pra isso. Não gosto muito de livros sobrenaturais, achei melhor esperar. Depois desse "sopão", acho que foi bom não ter comprado.
Bjs
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