A Bell postou a foto no post Aquisições #1, e só agora criei coragem para fazer a resenha.


Shiraz B. Wood está com problemas. Quer dizer, ainda mais problemas. Após passar o ano inteiro pedindo um Ipod, tudo que ganhou foi… um diário. Uma droga de diário. Fora o incidente do natal, sua escola é conhecida com Academia de Encrenqueiros De Mayflower e Shiz está na mira do diretor graças a uma confusão no Festival de Inverno. A tensão entre sua irmã mais velha e sua mãe cresce a cada dia e uma nova professora durona aparece na escola, pronta para colocar a ordem no lugar. E Shiz nem conseguiu colocar um apelido engraçado nela!
Com o mundo se despedaçando ao seu redor, talvez ela realmente precisasse de um diário.

Qual é a opinião geral sobre esse livro?
Divertido, hilário e com um pouquinho de reflexão. A Shiraz pode parecer muito encrenqueira no começo, mas no decorrer do livro ela prova que quer mudar e bom, talvez até entrar na faculdade. O Wesley Barrington Bains II é muito fofo, mas o Bezzie (BEZZIE! Que nome horroroso), namorado da Carrie, é um nojo. Ah, o final é o mais legal, todo mundo no Casos de Família.

Por que a classificação “Muito Épico”?
Porque é divertido e mostra que não, você não precisa engravidar de um jogador de futebol nem entrar no BBB para ser feliz.

Qual o personagem(ns) favorito(s)?
Eu gosto da Cava-Sue, da avó doidona da Shiraz, da cadela obesa e da própria Shiraz, que é muito legal, exceto pelo péssimo gosto para tatuagens e para unhas.

Classificação geral:
Três hoodies e meio.

Vai gostar quem gostou de…
Derby Girl (mais ou menos! Não espere uma garota alternativa fã de Misfits, ok?)
Slam

Citação Favorita:
“Cava-Sue está totalmente estressada agora porque o grupo de estudos de teatro está querendo montar uma peça chamada Esperando Godot, e ela está no papel principal. Eu perguntei sobre o que é Esperando Godot e ela disse:
- Bem, por um lado, Shiz, é sobre dois mendigos que ficam esperando um amigo deles, Godot. Mas, por outro lado, em um nível mais profundo, a peça simboliza um monte de coisas, como a guerra e a ambição sem fim e a futilidade da vida moderna. – Caraca. Deve ser mais deprimente que especiais de Natal na TV. Por que os livros mais cultos são os mais deprimentes?”